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Janeiro 2008

Posts em Janeiro 2008.

Livros!

MÚSICA DO DIA: HIGH – JAMES BLUNT

Livros!

O mês passou voando não é mesmo, minha gente?
E por conta do mês de janeiro que é bem mais sossegado pra quem trabalha no ramo de óticas (tipo assim… tipo eu), aproveitei esses tais momentos de ócio, preguiça e deliciosos dias chuvosos para ler.
Já li dois excelentes livros e por sinal, já estou lendo um terceiro.
Sem contar que, só pra variar um pouquinho, eu estou pesquisando tudo sobre um tal lugar em um guia de viagens que o Rick – meu amado comprou, mas, este em especial é assunto pra depois… Bem depois.

Enfim… Li “A Menina que Roubava Livros” que eu amei de paixão, li tbm (aliás finalmente) o tão comentado “Código da Vinci” e agora estou lendo “O Caçador de Pipas” (ah, obrigado pela dica Tio Renato):

Este romance conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado.

Fonte: Submarino

É bom? Sim, estou gostando bastante!
Aliás, caso alguém tenha preguiça com leituras o filme está em cartaz no cinema, entretanto, existe aquela regra básica que o livro é SEMPRE melhor que o filme, vale lembrar que para toda regra há a exceção, claro, porém por via das dúvidas só vou assistir depois, quando eu terminar o livro.

Comprinhas na Liberdade

MÚSICA DO DIA: MAGIC CARPET RIDE – PIZZICATO FIVE

Comprinhas na Liberdade

E lá fomos nós ao fantástico mundo do bairro da Liberdade novamente:

E dessa vez voltamos ainda mais equipados:
Chás, macarrão japonês, saquê, descascador de legumes e aqueles envelopinhos coloridos são os temperos para o meu gohan, sem contar as bandejinhas de guioza que compramos e que não apareceu na foto.
Agora vou logo alí, fazer a parte “chata”: COMER!

Recomendo – Livro!

MÚSICA DO DIA: SI TE VAS – SHAKIRA

Recomendo – Livro!

Depois de “Desespero” de Sthepen King (um ótimo livro por sinal) recomendado por ela, comecei dias atrás a ler este aqui:

Sinopse

Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a morte três vezes.
E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em “A menina que roubava livros”. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, “O manual do coveiro”. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve.
Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal.

Pois é. Alguém consegue imaginar uma história narrada pela Morte?
Pois é disso mesmo que trata esse livro. E a história narrada se passa na Alemanha nazista, pouco antes e durante a guerra. O sentimento de medo e insegurança que ronda os personagens, inclusive a protagonista, é relatado de uma forma extremamente peculiar. A história é triste e envolvente, e me apaixonei pelo livro logo nas primeiras palavras.
Aos amantes de uma boa leitura eu recomendo, é um excelente livro!