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julho 2009

Posts em julho 2009.

Gosto e Não Gosto.

MÚSICA DO DIA: WHAT TOOK SO LONG? – EMMA BUNTON

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Gosto e Não Gosto.

Gosto de mim. Gosto de quem me gosta. Não gosto de gente hipócrita. Não gosto de qualquer fanatismo, principalmente os religiosos. Não gosto de meias palavras ou meias explicações: ou é ou não é. Gosto de rir da vida. Gosto de humor inteligente. Gosto de contar e rir das piadas. Gosto de estar com gente querida. Não gosto de reclamações em excesso. Não gosto de problemas. Nem de mentiras. Gosto do sol entrando pela janela de casa. Gosto de deitar na minha cama e ler um livro. Minha cama. Gosto muito de dormir. Gosto muito de ler. Gosto de ter idéias. Gosto do cheiro do meu travesseiro. Gosto de Jujuba. Gosto de sentir meus olhos brilharem. Não gosto do barulho de panela de pressão. Gosto de arroz com feijão. Gosto de brigadeiro roubado em festa de aniversário. Gosto de gentilezas. Gosto de educação também. Gosto do meu nome. Gosto de dias nublados. Não gosto de tristeza. Não tenho vocação pra ela. Gosto sim da felicidade. E essa eu conheço muito bem. Gosto de aconchego. Não gosto de desentendimentos. Gosto de ganhar e dar presentes. Gosto de livros comprados no Sebo. Gosto de café. Não gosto de pessimismo. Não gosto de “jeitinho brasileiro”. Não gosto de malandragem. Gosto de sorrisos. Gosto de abraços. Gosto do beijo do Rick. Gosto do cheiro do Rick. Gosto de carinho. Gosto de sinceridade. Não gosto de brigar. Não gosto de algumas pessoas. Gosto de chuva. Cheiro e barulho de chuva também. Gosto do colo da minha mãe. Gosto do abraço de urso do meu pai. Gosto do olhar doce e das mãos pequenas da minha avó. Gosto da amizade dos meus amigos de perto e de longe. Gosto de coisas bem feitas. Não gosto de coisas feitas pela metade. Gosto de trabalhar. Gosto de alho. Não gosto de guarda-chuva. Não gosto de trânsito parado. Não gosto de gente lerda. Gosto de pôr-do-sol. Não gosto de vinho doce. Gosto da natureza. Gosto de aniversário de criança. Gosto de piscina de bolinhas. Gosto de pisar na grama. Gosto dessa música do dia. Não gosto de gente mesquinha. Não gosto de máscaras. Gosto de personalidade. Gosto de gays. Gosto de rir da cara de certas pessoas. Gosto de vinho. Gosto de transparência. Gosto de qualquer coisa que tenha chocolate. Gosto de pastel de feira. Gosto de me cuidar. Não gosto de sofrer por antecipação. Gosto de adrenalina. Não gosto de academias. Gosto de supermercado vazio. Não gosto de filas. Gosto de tatuagens. Gosto de montanha-russa. Não gosto que cantem parabéns pra mim. Gosto de fotografias. Gosto de boas histórias. Mas Não gosto de quem só vive no passado. Não gosto de ficar sozinha. Não gosto de indecisões. Não gosto de livros de autoajuda. Não gosto de Paulo Coelho. Não gosto de inveja. Gosto do que é meu. Gosto de meias coloridas. Gosto de banhos quentes. Gosto de por o papo em dia. Gosto do cheiro de shampoo no cabelo. Não Gosto de goiaba. Não gosto do Natal. Gosto de filmes de terror. Gosto de planejar caminhos. Gosto de sonhar. Gosto de realizar sonhos. Gosto muito de viajar. Gosto muito de Londres. Gosto do meu lar. Gosto de gastar (eheheheh). Gosto de críticas construtivas. Gosto do vento. Gosto de voar como se tivesse asas. Mas não gosto de voar de avião. Gosto de escrever. Gosto de blogs. Não gosto de erros absurdos de português. Não gosto de pechinchar. Gosto dos anos 80. Gosto de sentar na janelinha. Gosto de ser anfitriã. Não gosto de palhaços. Não gosto de telemarketing. Gosto de aprender. Gosto de ensinar. Gosto muito de cachorros. Gosto de cabelo colorido. Gosto de conhecer lugares novos. Não gosto de injustiças. Gosto de paz. Gosto de estrelas. Gosto da lua cheia. Gosto de praia. Mas Não gosto de torrar no sol. Gosto da fé. Gosto quando dá certo. Gosto de tulipas. Gosto de arte. Não gosto de gengibre. Gosto de rímel. Mas não gosto de batom escuro. Não gosto de tragédias. Gosto de garbo e elegância. Gosto de boas maneiras. Gosto de pensamentos positivos. Gosto de amor próprio. Gosto de auto-estima. Gosto das lambidas do meu cachorro. Gosto de fones de ouvido. Não gosto de futebol. Não gosto de política. Gosto de inglês. Gosto de incenso. Não gosto de especulações. Gosto do cheiro de fósforo quando se apaga. Gosto de Madonna. Gosto de dançar conforme a música. Gosto de cantar junto com a musica. Gosto de boas surpresas. Gosto de boas coincidências. Não gosto de vulgaridade. Gosto do cheiro de gelo seco. Não gosto de ser míope. Gosto de me balançar na rede. Gosto de provocar. Gosto de borboletas no estômago. Gosto de finais felizes. Gosto de dar resposta “torta” pra quem merece. Gosto de chá com leite. Não Gosto de mau gosto. Gosto de chuva pra dormir. Gosto de bom senso. Gosto de coreograficas inesquecíveis tipo “triller”. Gosto de tantas musicas. Gosto de ouvir a mesma música mil vezes. Gosto de cinema. Gosto de cheiros que lembram alguma coisa. Gosto de trilhas sonoras. Gosto de frases de filmes. Gosto de personagens vilões. Não gosto de comentários sem fundamento. Não gosto de soja. Gosto de coerência. Não gosto de animais no circo. Nem de animais abandonados na rua. Não gosto de despedidas. Gosto de seriados. Gosto do outono. Gosto de afinidade. Gosto de brindar. Não gosto de covardia. Não gosto de estudar (ahahaha). Gosto de conversar com o olhar. Gosto de desenhos animados. Gosto de falar. Gosto do silêncio absoluto. Gosto de temperos. Gosto de ousar. Não gosto de aglomerados humanos. Gosto de respeito. Gosto de sushi. Não gosto de quem joga lixo no chão. Gosto de limonada. Gosto de pão com manteiga na chapa. Gosto quando o mundo dá voltas. Gosto da lei do retorno. Gosto de cócegas. Gosto de massagem. Gosto de poesia. Gosto de batata frita. Gosto de espreguiçar. Gosto de viver…

Gosto mais do que desgosto, pensando bem….
E talvez seja por isso que AMAR a vida é muito gostoso.

Para se ler durante o dia…

MÚSICA DO DIA: CALOR DA HORA – PAPAS DA LÍNGUA

Clique no para ouvir.

Para se ler durante o dia…

Terminei dias atrás de ler “A Sombra do Vento”. Amei! É uma história eletrizante escrita em uma prosa, ora irônica, ora poética, ambientado em Barcelona na primeira metade do século XX, o romance de Zafón é uma obra envolvente e impossível de largar. Além de contar muito bem, esse lado mágico que é ler um livro, “A Sombra do Vento” é uma história inesquecível. Eu recomendo!

E hoje mesmo comecei a ler “A Estrada da Noite” de Joe Hill (filho por sinal, do grande gênio Stephen King, sendo assim, vocês já podem imaginar o conteúdo da história):

“Uma lenda do rock pesado, o cinqüentão Judas Coyne coleciona objetos macabros: um livro de receitas para canibais, uma confissão de uma bruxa de 300 anos atrás, um laço usado num enforcamento, uma fita com cenas reais de assassinato. Por isso, quando fica sabendo de um estranho leilão na internet, ele não pensa duas vezes antes de fazer uma oferta. “Vou vender o fantasma do meu padrasto pelo lance mais alto…” Por 1.000 dólares, o roqueiro se torna o feliz proprietário do paletó de um morto, supostamente assombrado pelo espírito do antigo dono. Sempre às voltas com seus próprios fantasmas – o pai violento, as mulheres que usou e descartou, os colegas de banda que traiu -, Jude não tem medo de encarar mais um. Mas tudo muda quando o paletó finalmente é entregue na sua casa, numa caixa preta em forma de coração. Desta vez, não se trata de uma curiosidade inofensiva nem de um fantasma imaginário. Sua presença é real e ameaçadora. O espírito parece estar em todos os lugares, à espreita, balançando na mão cadavérica uma lâmina reluzente – verdadeira sentença de morte. O roqueiro logo descobre que o fantasma não entrou na sua vida por acaso e só sairá dela depois de se vingar. O morto é Craddock McDermott, o padrasto de uma fã que cometeu suicídio depois de ser abandonada por Jude. Numa corrida desesperada para salvar sua vida, Jude faz as malas e cai na estrada com sua jovem namorada gótica. Durante a perseguição implacável do fantasma, o astro do rock é obrigado a enfrentar seu passado em busca de uma saída para o futuro. As verdadeiras motivações de vivos e mortos vão se revelando pouco a pouco em A estrada da noite – e nada é exatamente o que parece. Ancorando o sobrenatural na realidade psicológica de personagens complexos e verossímeis, Joe Hill consegue um feito raro: em seu romance de estréia, já é considerado um novo mestre do suspense e do terror.”

Fonte: Submarino

Pelas primeiras páginas que li, senti de imediato que pelo menos para mim, não é um livro para se ler durante à noite. Embora eu seja apaixonada por histórias de terror e no quesito medo considere, por exemplo, Stephen King (justamente pela sua genialidade em conseguir com palavras te apavorar), um dos melhores escritores de todos os tempos, eu evito ler um livro como esse depois das 22 horas ehehehe!

E por quê?

Porque seja lá qual for o livro, quando estou lendo, eu me esqueço literalmente do mundo à minha volta, mergulho de cabeça na história, choro, dou risada, sinto medo… Tanto que, dependendo da história eu acabo sonhando com o que li depois (justamente talvez pelo hábito de ler antes de dormir) é sério! – principalmente se esses livros forem as horripilantes histórias de terror. Lembro-me quando eu estava lendo “A Hora do Vampiro” (por sinal de S.K. também): terror de primeira qualidade, cheio de becos escuros e vampiros sanguessugas… Era tarde da noite e eu estava TÃO absorvida na história que quando o Rick abriu a porta, entrou no quarto e chamou o meu nome, eu levei um susto tão grande que quase grudei no teto. Dois dias depois, não sendo o bastante, eu sonhei com a história também (o tal vampiro corria atrás de mim) e decidi que depois dessas experiências (nada boas) seria melhor ler um pouco durante o dia, continuar com as minhas atividades de rotina e à noite procurar um desenho animado na televisão. E eu sei, confessar uma coisa dessas, pode parecer um tanto quanto infantil da minha parte, mas talvez seja esse o motivo: o de te “prender” na história a ponto de te levar pra lugares tão diferentes daqueles que você já está, que faz com que um livro ou um filme seja tão inesquecível na sua essência.
Ok, e depois eu digo o que achei sobre esse, ihihihihi.