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2011

Posts em 2011.

Dica: O Garoto de Liverpool e Dexter

Dica: O Garoto de Liverpool e Dexter

Falei desse filme umas duas vezes aqui e finalmente consegui assistir na semana passada, vamos primeiro a Sinopse:

John Lennon (Aaron Johnson) é um jovem que não aceita bem as regras impostas na escola e dentro de casa. Abandonado pela mãe quando tinha cinco anos, ele vive com seus tios George (David Threfall) e Mimi (Kristin Scott Thomas). Quando George morre, Lennon é obrigado a viver com Mimi, extremamente austera e sisuda. No funeral do tio ele vê sua mãe (Anne-Marie Duff), que se mantém afastada. Seu primo consegue o endereço dela, o que faz com que Lennon resolva visitá-la. O reencontro com o filho é a realização de um sonho para Julia, que passa cada vez mais seu tempo com ele. Animada e um tanto quanto inconsequente, ela apresenta ao filho o rock’n’roll. Logo, desperta nele a vontade de montar uma banda de rock.

E o trailer:


Gente, o filme é sensacional. Mostra de uma maneira bem detalhada como foi a vida de Johnn Lennon, desde a escola e até ele formar uma banda de Rock. Lennon quando jovem era bem rebelde, namoradeiro e todos os seus problemas e sua personalidade são mostrados de uma maneira bem interessante e que explica muita coisa. Acho que poucos sabem disso, mas Lennon era fã incondicional de Elvis Presley, tanto que, quando ele resolve montar uma banda de Rock no filme ele diz: “Eu vou formar uma banda de rock, quero ser como Elvis”, não vou ficar detalhando mais pra não soltar nenhum spoiler aqui, mas é um filme que super recomendo.

Outro que não posso deixar de lado é a 6º temporada de Dexter. De todas as temporadas essa, pra mim, foi a que teve o melhor final… Pra quem está acompanhando, eis a prévia da season finale:

Berna – Suíça

Berna – Suíça

Zurique é a maior cidade da Suíça, mas a capital mesmo do país é Berna – a primeira cidade da Suíça que conhecemos. Mentalizem o nosso trajeto louco: Saímos de Roma super cedo, pegamos um trem até Milão e de Milão com um prazo de 15 minutos corremos feito dois loucos pro trem que nos levou pra Berna e que por sinal ficava do outro lado da estação (a estação de Milão é gigantesca).

Saindo da Itália e chegando à Suiça, durante o caminho, a paisagem muda completamente – isso é uma das coisas mais gostosas de se viajar de trem pela Europa, ainda mais quando se está com um IPod nos ouvidos e ainda consegue sentar na janelinha… Durante o caminho consegui ver dois veadinhos (mãe e filhote) correndo pra dentro da Floresta, é aquele tipo de registro que você não precisa de uma câmera na mão e prefere guardar a imagem só pra si, dentro da mente.

Enfim… Com mais ou menos 3 horas de viagem depois – chegamos a Berna e que por sinal, lá já estava MUITO mais frio que na Itália. Acomodamos nossas coisas no albergue e fomos dar uma volta pela cidade.

Berna é mais uma cidade Patrimônio Cultural da UNESCO graças ao seu patrimônio medieval urbano. Berna é mesmo uma cidade medieval, seu idioma oficial é o alemão e a cidade é incrivelmente LINDA.


Fundada em 1191 pelo duque Bertoldo V que, de acordo com a lenda que pesquisei, a cidade teve esse nome após ele ter dançado o lalala, (Bär em alemão) – uma loucura (?). Berna também foi a cidade aonde viveu ninguém menos que Albert Einstein, e inclusive, foi lá que ele desenvolveu a sua teoria da relatividade.


Casa de Albert Einstein, tá vendo ele alí na janelinha? mmeheheh

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Passear por Berna é uma delícia. Margeando rio Aar você consegue conhecer uma boa parte da cidade e na margem do rio há um anexo com vários ursos. Isso mesmo… Ursos!


Berna é uma cidade cara pra se comer e até o Mc Donald’s de lá é caro – gastamos 23 euros em um dia que estava tudo fechado (menos o mc) e que eu paguei praticamente chorando, mas foi lá que acabei comprando um casaco lindo e quentinho por um preço bem amygho. O albergue que ficamos é excelente, foi o Glocke Backpackers, aliás, um dos que eu mais gostei… Tudo muito bem organizado, desde cozinha, banheiros e na sala principalmente, porque é aonde você acaba conhecendo a galera de vários cantos do mundo e todos os quartos têm armários com trava pra você poder guardar seus pertences com segurança.

Lá no albergue também conhecemos o Sandro – um carioca muito gente boa que trabalha aqui em São Paulo e que acabou virando nosso amigo, ele aparecerá nas próximas cidades da Suíça junto com o a gente!


No domingo quando ainda estávamos em Berna a cidade acordou e permaneceu vazia durante o dia inteiro. Tudo fechado, inclusive, boa parte dos restaurantes… Foi aí que alugamos bicicletas (detalhe – as primeiras 4 horas são de graça e dica: escolham as bicicletas elétricas) e fomos pedalar por Berna…


Pedalamos por quase toda a cidade, inclusive nos bairros residenciais com casas absurdamente maravilhosas, até que encontramos um lugar aberto: O zoológico da cidade! E como já estávamos lá, sacomé né… Fomos visitar – o que foi uma ideia muito legal, uma vez que, muitos bichos que estão lá, eu nunca tinha visto nenhum deles pessoalmente, alguns tipo assim… Os flamingos.


Berna é uma cidade encantadora, acolhedora e de pouco agito, é aquela cidade que você escolheria pra morar e passar o resto da vida quando atingisse aquela idade mais avançada aonde a única coisa que você procuraria seria a calma e o sossego.

Por enquanto, pra mim seria somente à passeio e por falar em passeio as próximas cidades Suíças que falarei em breve serão Interlaken, Grindelwald e Lauterbrunnen.

Cidade do Vaticano – Itália

Cidade do Vaticano – Itália

Mesmo o Vaticano sendo uma cidade de um enclave murado dentro da cidade de Roma, eu senti a necessidade de fazer um post só para a Cidade do Vaticano. Sede da igreja católica, com 44 hectares e com uma população de mais ou menos 800 habitantes o Vaticano existe desde 1929 e, é o menor Estado totalmente independente e soberano do mundo, a defesa do estado é de responsabilidade da Itália, enquanto a segurança do Papa é de responsabilidade da Guarda Suíça.


O Vaticano também é considerado como Patrimônio Mundial pela UNESCO e por volta de 40 d.C o imperador Calígula iniciou a construção de um circo, que mais tarde foi completada por ninguém menos que Nero dando o nome de Circo de Nero (esse cara também causou, heim?), mas depois Calígula tomou de volta, e esse obelisco foi o que sobrou do circo e se tornou um grande martírio para os cristãos… Dizem que São Pedro foi crucificado nesse circo de cabeça para baixo, o obelisco (um símbolo egípcio e totalmente pagão) está até hoje bem ao centro da Praça de São Pedro.


Foto “roubada” do Sandro


Em 326, a primeira igreja, a Basílica de Constantino, foi construída sobre o local onde os primeiros católicos romanos (desde o primeiro século da era cristã), bem como arqueólogos italianos, afirmavam que foi o túmulo de São Pedro, enterrado em um cemitério comum no local. A basílica foi crescendo em volta ao túmulo de São Pedro e hoje é tudo isso que você vê quando entra no Vaticano. A Basílica de São Pedro foi a maior igreja com o domo mais alto do mundo de 1626 a 1989, mais tarde perdeu o título pra igreja de St. Petri em Hamburgo na Alemanha, mas disso não faz da Basílica de São Pedro menos imponente, não sou católica praticante, mas acredito em Deus e entrar nessa Basílica em especial foi incrível, na minha opinião a Basílica de São Pedro é mais bonita que a Catedral de St Paul’s em Londres.


Pra se entrar na Basílica de São Pedro existe todo um regulamento e esquema de segurança. Começaremos primeiro pelo regulamento: não se pode entrar de bermuda, boné, camisetas regatas ou chinelos… Para as mulheres roupa curta nem pensar e fiquei só imaginando a quantidade de brasileiras piriguetes que já foram barradas alí… Parece loucura uma coisa dessas, mas é o mínimo de respeito que se pede por visitar um lugar como esse…

Aí como sempre tem um “desinformado” no mundo, eu vi uma japa com uma micro saia e um decote que ia praticamente até o umbigo furando a fila um pouco mais na nossa frente (biscate e ainda sem educação) e pensei: “tá furando fila a toa pirijapa, não vão te deixar entrar vestida desse jeito” e não deu outra – 5 minutos depois ela estava sendo educadamente retirada por um guarda, justamente por conta da sua roupa que não era em nada apropriada para uma igreja, minha vontade foi de quando ela passou por mim levantar um L com as mãos bem no meio da testa pra ela, mas deixei pra lá, afinal, eu sou uma boa menina!

O esquema de segurança também é bem rígido: você passa por um detector de metais, as mochilas e os homens são revistados um por um e só assim depois de passado por tudo isso, você já pode entrar na Basílica – o que acho essencial já que né… Tem cada louco nesse mundo!


Todo mundo que entra passa as mãos no pé de São Pedro feito em bronze, percebam os dedos do pé dele, como já estão gastos…

Dentro da basílica bem ao centro há a localização do túmulo de São Pedro que fica em baixo nas catacumbas, mas visto de cima é só um santuário… E nós conseguimos entrar nas catacumbas e ver os túmulos de todos os Papas que passaram por alí, inclusive, conseguimos ficar bem diante do túmulo de São Pedro. Ricardo ficou de queixo caído, eu fiquei simplesmente muda e entramos por um acaso quando vi um dos guardas abrir uma portinha aonde tinha um santuário (não me lembro de quem) e formar uma pequena fila, chamei o Ricardo e disse: “entra nessa fila comigo” ele – “por quê, o que é?”“não sei, mas vamos descobrir” e foi assim que descemos até lá.


Descendo pras catacumbas…

Pesquisamos depois e descobrimos que as catacumbas são abertas apenas 2 vezes ao dia, em horários aleatórios e pra pouquíssimos visitantes, é o tal ditado de estar no lugar certo e na hora certa. Vimos também o túmulo do Papa João Paulo II, mais ao longe pois alguns lugares estavam em reforma, mas mesmo assim conseguimos ver… E, é óbvio que lá dentro são se podia tirar fotos, mas Rick deu uma de safado-discreto e só apertou o botão da máquina que estava pendurada no pescoço, este então é o túmulo de São Pedro:


Vimos também a famosíssima obra Pietà de Michelangelo. De 1499 que hoje é protegida por um vidro à prova de bala depois de ter sido atacada em 1972, a Pietà é toda feita em mármore, ela representa Jesus morto nos braços da Virgem Maria. Pietà foi a primeira grande obra escultórica de Michelangelo.


Créditos da foto todos ao Rick, que conseguiu um zoom ótimo com a cam e registrou essa obra belíssima

Além da Basílica de São Pedro é possível também conhecer a Capela Sistina e o Museu do Vaticano, o que não fomos a nenhum dos dois pelos motivos de: muita gente, muita fila e pouco tempo.


E não é que saí procurando, eles existem mesmo

Saindo da Praça e seguindo pela muralha chegamos ao Castelo de Santo Ângelo (mais uma vez: quem leu/assistiu “Anjos e Demônios” vai identificar tudo nesse post) que foi nosso segundo passeio feito pelo Roma Pass, o Castelo também é conhecido como o Mausoléu de Adriano, localizado à margem direita do rio Tibre, diante da ponte Sant’Angelo.


Foi iniciado em 139 d.C pelo o Imperador Adriano como seu mausoléu particular e foi concluído Antonino Pio. Mas em pouco tempo sua função foi alterada e foi utilizada como edifício militar e sendo assim ficou integrada a muralha do Vaticano (que na verdade se chama Muralha Aureliana). Durante a época medieval esta foi a mais importante das fortalezas pertencentes aos Papas e serviu também como prisão para muitos patriotas, na época dos movimentos de unificação da Itália ocorridos no século XIX.


Vista da Basílica pelo Castelo

De volta em Roma:


Pra mim foi emocionante conhecer o Vaticano, pensei muito na minha avó, na minha mãe, queria que elas estivessem lá com a gente. Estando no Vaticano você sente muito, o grande poder que a igreja católica tem no mundo e uma coisa engraçada que notei é: o Papa Bento XVI é muito respeitado por lá, as pessoas gostam dele e tudo mais, mas quem é o amado mesmo pelo povo ainda é o Papa João Paulo II.

Digo isso pelas lojas de souvenirs e isso não só no Vaticano, mas em toda a Itália… Do Papa João Paulo II tinha postais, medalhinhas, terços e mais uma porrada de outras coisas, do Papa Bento XVI apenas uma coisinha ou outra… É uma observação tão nítida que não tem como negar… Engraçado isso, né? Carisma é uma coisa que pode ficar pra sempre. Já na Alemanha em lojas de souvenirs só se vê Papa Bento XVI, mas a Alemanha ainda não é o nosso próximo destino. Este foi o ultimo post da Itália dessa viagem, próxima parada: Berna – Suíça!

Roma – Itália

Roma – Itália

Roma é uma das cidades da Itália que eu mais gostei. Acho que empatou com Veneza, mas acho que Roma fica mesmo no topo das minhas cidades italianas preferidas. Eu nunca vi uma cidade tão cheia de igrejas como é em Roma. Comparado com São Paulo, por exemplo, seria praticamente na mesma proporção do numero de pizzarias que tem aqui, você anda um quarteirão e de repente – “olha uma igreja”, anda mais 100 metros e – “olha, mais duas igrejas”. Roma inteira é assim.


O trânsito de Roma é uma loucura, o metrô (que só tem duas linhas) é uma porcaria, mas a cidade é incrivelmente histórica e linda. O moderno e o antigo se fundem e, é isso que faz de Roma uma cidade bem excêntrica.


Roma é considerada a cidade eterna por conta de toda sua história, título esse que acho bem merecido. Foi fundada em 753 a.C. pelos irmãos Rómulo e Remo – aqueles que foram criados por uma loba e por isso é o símbolo da cidade. Ambos, tempos depois se envolveram numa luta e Rómulo acabou matando Remo, confesso que essa parte da história conheço pouco, mas enfim…


Capital da Itália, Roma começou a ser governada por reis, mas depois acabou tornando-se uma republica.


O principal ponto turístico da cidade é o Coliseu (ah, cê jura?) e só mesmo estando diante daquilo pra ver e entender como é – juro que quando cheguei bem em frente dele eu fiquei alí… Parada feito uma estátua como se eu fosse mais um monumento da cidade e olhando por uns cinco minutos sem ousar a dar uma piscada se quer, o Coliseu é um monumento que só de olhar é algo que já te intimida.


No segundo dia que estávamos na cidade, nós compramos o Roma Pass que dava direito a ônibus, metrô de graça e dois passeios que são pagos de graça. É claro que o primeiro passeio foi no Coliseu… Tinha muita gente, a fila estava enorme, mas como tínhamos o Roma Pass entramos sem pegar fila alguma #aicomoeutôbandida.

Quando eu entrei no Coliseu eu desacreditei que tinha chegado até alí, afinal, de tantos livros e principalmente filmes que vi sobre ele, naquele dia, eu pude dizer que estive pessoalmente lá… Dentro dele! Com lugares históricos assim eu tenho uma mania de tatear paredes, sentir a energia, olhar cada detalhe de perto e imaginar o TANTO de coisas que aconteceram dentro daquela arena imensa.


O Coliseu de Roma é também conhecido como Anfiteatro Flaviano, foi construído por volta de 70 e 90 d.C tem 48 metros de altura e naquela época foi capaz de abrigar 50 MIL pessoas (Gente?!?!? 50 M-I-L), durante o reinado de Alexandre Severo e Gordiano III o Coliseu foi ampliado mais um andar e podendo assim abrigar cerca de 90 MIL pessoas, é muita gente. Não é a toa que o Coliseu é o símbolo do Império Romano e considerado uma das 7 maravilhas do mundo.


Por toda essa grandiosidade muita coisa aconteceu alí: batalhas com animais que eram trazidos da África – desde leões, hipopótamos e até girafas, combates entre os gladiadores e mais um monte de “eventos” do tipo, então, pode-se dizer que o Coliseu, além de jogos e outras celebrações, também teve muito banho de sangue e muitas mortes alí. Certa vez assisti um documentário no History Channel aonde falava que o Coliseu também em batalhas, era inundado por dutos subterrâneos alimentados pelos aquedutos que traziam água de longe para serem utilizados na realização de naumaquias ou batalhas navais. Loucura!

Agora imagine tudo isso turbilhando dentro da sua mente e você estando alí pessoalmente, bem diante dos seus olhos… Chega a ser surreal. Durante todo o tempo em que estive no Coliseu, falei pouco, mas observei muito… É inacreditável estar alí, é o tipo de coisa que costumo dizer que os livros e os filmes não conseguem transmitir, só mesmo estando lá pessoalmente pra ver e sentir como é, viajar é isso.


Roma é incrível por qualquer lugar que se passe… Perto do Coliseu, também fica o monumento Vittorio Emanuele (TODO feito em mármore branco)


E próximo dalí há vários lugares que ainda estão sendo descobertos e estão no processo de escavação pelos historiadores e arqueologistas, quem sabe para descobrir mais sobre a história de Roma ou até mesmo de outros lugares:


Conhecemos e andamos muito por Roma, fomos até o Pantheon (quem assistiu/leu “Anjos e Demônios” com certeza irá se lembrar desse lugar), sua construção foi dedicada primeiro como templo a todos os deuses do panteão romano (daí o seu nome) e, desde o século VII, também como templo cristão. É famoso pela sua cúpula, que no centro é a céu aberto. Famoso também por pessoas históricas como os reis Vítor Emanuel II e Humberto I e o pintor Rafael que estão sepultados alí.


O teto de uma das centenas de igrejas que visitamos, mas não lembro o nome dessa, desculpeeeeeeeeem. Descobri: Teto da igreja de S. Ignazio


Também visitamos a Fontana de Trevi – outro monumento da cidade que estando em Roma, vale muito a visita, o que me lembrou agora que a Fontana de Trevi aparece no Thank You For Love Me – clipe do Bon Jovi e também foi o cenário de uma das cenas mais famosas do cinema italiano: em La Dolce Vita de Federico Fellini, quando Anita Ekberg entra na água e convida Marcello Mastroianni a fazer o mesmo.


eu não era alta o suficiente para as asas, mas ficariam perfeitas em mim =D


Eu poderia passar o dia escrevendo sobre Roma porque, SEMPRE tem e sempre terá algo pra se contar dessa cidade que é famosa por sua história, seus descobrimentos, seus monumentos, famosa por ter sido mostrada em tantos filmes, livros e até em clipes de música. Não é a toa que ROMA escrita ao contrário forma a palavra AMOR. ♥

*próxima parada: Vaticano.