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2012

Posts em 2012.

Look do Dia: Layout Novo!

Nada como começar o ano com tudo novo, inclusive, um novo layout pro blog (ueaaabaaaannnnn). Como sempre quem faz as transformações incríveis aqui é a Lya, mais uma vez ela fez um trabalho perfeito que ficou a minha cara, do jeito que eu quero e com muita coisa nova!

Algumas coisas mudaram: a barra de menu agora é em cima (achei mais clean), em cada post agora tem botões do Twitter e do Facebook pra vocês compartilharem as abobrinhas que escrevo, achei tãããão mais prático isso. Também tem a opção de posts relacionados – algo que no antigo layout não conseguimos colocar por motivos obscuros desconhecidos, mas dessa vez tem mais essa opção pra vocês, se, de repente, resolverem dar uma passeada nas publicações mais antigas do MAP. A opção de marcadores ficou mais bonita – as palavras chave que uso com mais frequência estão em destaque, a borda das fotos do meu perfil também mudou e o banner… Bem o banner ficou um espetáculo a parte!

Photobucket

As únicas imagens que passei pra Lya foram as da Madonna, da Audrey Hepburn e do iPhone branco, todo o restante foi por conta da criatividade dela, inclusive, esse fundo com flores e manchas de tinta que com certeza isso tem um nome específico, mas que agora não me lembro qual é ehehehehehe.

Mais uma vez quero agradecer a Lya por mais um layout perfeito alcançado (e desculpa por eu ter ‘sumido’ com o menu à noite quando fui fuçar ahahaha), eu amei de verdade e acho que foi um dos layouts mais rápidos que ela fez, porque só ela sabe o quanto eu sou chata com essas coisas e sempre mudo detalhezinhos (mesmo eu não manjando porra nenhuma disso, mas sou mestre em palpitar ahahahaha). Quem quiser conhecer mais dos trabalhos da Lya aqui no site dela tem bastante coisa incrível que ela cria (inclusive trabalhos fotográficos) e quem quiser um layout lindo pro seu blog/site é só entrar em contato com ela, os preços são bem amyghos!

Filmes que você tem que ver…

Dois eu assisti e o ultimo eu ainda vou ver, a estréia é nessa sexta-feira:

Intocáveis

Sinopse:

Philippe (François Cluzet) é um aristocrata rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um assistente, ele decide contratar Driss (Omar Sy), um jovem problemático que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas no seu estado. Aos poucos ele aprende a função, apesar das diversas gafes que comete. Philippe, por sua vez, se afeiçoa cada vez mais a Driss por ele não tratá-lo como um pobre coitado. Aos poucos a amizade entre eles se estabelece, com cada um conhecendo melhor o mundo do outro.


Há tempos não assistia uma comédia inteligente + história linda! O filme é baseado em uma história real e te prende do começo ao fim, não só pela história e mensagem bonita que passa, mas pela comédia inteligente mesmo que faz você rir durante todo o filme. Cinema europeu sempre me surpreende, esse é francês. Super recomendo!!!

O Hobbit

Sinopse:

Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) vive uma vida pacata no condado, como a maioria dos hobbits. Um dia, aparece em sua porta o mago Gandalf, o cinzento (Ian McKellen), que lhe promete uma aventura como nunca antes vista. Na companhia de vários anões, Bilbo e Gandalf iniciam sua jornada inesperada pela Terra Média. Eles têm por objetivo libertar o reino de Erebor, conquistado há tempos pelo dragão Smaug e que antes pertencia aos anões. No meio do caminho encontram elfos, trolls e, é claro, a criatura Gollum (Andy Serkis) e seu precioso anel.


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH car$@#$#¨%&@!!!! Quanto que eu esperei por esse filme!!!!!! Incrível, ouso em dizer que é mais legal que o próprio Senhor dos Anéis. Ok, ok… Mesmo sendo uma continuidade muita gente vai querer bater em mim por esse comentário, mas Hobbit me surpreendeu muito. Aliás, o filme vem com uma boa pitada de humor, aventuras, muitas, muitas batalhas e claro, meu personagem favorito – Gandalf, O Cinzento. O Hobbit está sendo muito comentado também pelo seu modo de filmagem – o tal 48fps (frames per second), por sinal, foi primeiro filme feito dessa maneira.

Vou tentar explicar isso da melhor maneira possível pois não sou muito didática com essas coisas, mas é assim: O filme foi feito em 48 quadros (cenas) por segundo sendo que o de praxe, que nossos olhos estão acostumados é de 24 quadros por segundo e qual a diferença de 24 pra 48? Além de ser o dobro (cê jura? ehehehe) visualmente isso te dá mais informação (em detalhes, aquela sensação de estar no filme – isso não é loucura minha, essas coisas) e a imagem fica MUITO mais perfeita.

É claro que há quem amou e quem detestou isso, e muita gente passou por vezes procurando por esses detalhes sem se apegar na história (sempre vai ter um do contra), mas acredito mesmo que tudo não passa de uma questão de costume, pois se muita gente não soubesse dessa inovação talvez nem notaria a diferença ou até notaria sim, mas não ficaria de mimimi depois. Eu particularmente gostei, mas essa mania agora do cinema em fazer TUDO em 3D é a única coisa que me irrita, principalmente se você pega um filme longo como esse pra assistir, eu sempre saio com dor de cabeça e pra mim não é nada atrativo!

A história? É perfeita, eu simplesmente achei incrível, não acrescentaria e não tiraria nada. Foi muito bem contada desde o ínicio da batalha dos anões ou quando Bilbo começa a contar no livro dele de como foi sua grande aventura e até o “final” quando Bilbo também diz: ‘acho que o pior já ficou pra trás’ e vocês sabem que o mundo de Tolkien é incrivelmente imenso, ainda tem muita história pra contar. Esse com certeza é filme pra ver no cinema!

E por ultimo e não menos importante:

As Aventuras de Pi

Sinopse:

Pi Patel (Suraj Sharma) é filho do dono de um zoológico localizado em Pondicherry, na Índia. Após anos cuidando do negócio, a família decide vender o empreendimento devido à retirada do incentivo dado pela prefeitura local. A ideia é se mudar para o Canadá, onde poderiam vender os animais para reiniciar a vida. Entretanto, o cargueiro onde todos viajam acaba naufragando devido a uma terrível tempestade. Pi consegue sobreviver em um bote salva-vidas, mas precisa dividir o pouco espaço disponível com uma zebra, um orangotango, uma hiena e um tigre de bengala chamado Richard Parker.


Esse estréia agora dia 21/12 (se o mundo não acabar…) mas me ganhou pelo trailer e pela trilha sonora, vamos ver se é tão bom quanto parece, foi baseado no livro A Vida de Pi, mas achei meio salgado o preço pra um livro e se alguém quiser praticar uma boa ação eu aceito como presente de Natal #alocka.

Fonte das Sinopses: Adoro Cinema

MDNA in Brasil: a nova revolução de Madonna já começou

Todos os créditos do texto são de Ronald Villardo, jornalista do jornal O Globo. Aqui o link da onde o texto foi extraído. MELHOR CRÍTICA EVERRRR sobre essa turnê da Madonna, vale a leitura:

ACABOU. Madonna veio ao Rio, ao Brasil, fez o que tinha que fazer, e acabou com a expectativa carioca em relação à apresentação da turnê “MDNA”, um show impecável. Por conta da web, prioritariamente via a plataforma das redes sociais, podemos acompanhar cada apresentação ao redor do planeta. Vimos a estreia em Tel Aviv – disponível em versão completa no Youtube – e seguimos cada modificação sofrida pelo show ao longo da estrada, por cada país onde pisou a diva. Entre os destaques, alguns momentos tensos/controversos, como a ocasião em que por pouco não foi presa na Rússia por defender abertamente a liberdade de expressão (lembre-se de Pussy Riot); o desafio à direitista francesa Marine Le Pen ao projetar uma suástica na testa da líder no show de Paris; o polêmico pocket show no Olimpia; a inclusão da sempre requisitada “Holiday” em Nova York; o erro de coreografia que resultou no soco de verdade que ela levou de um bailarino, a deixando com o rosto sangrando – sem parar o show – na Colômbia; a “periguete” no Rio… a gripe em Porto Alegre…

PARTICULARMENTE, acho MDNA um dos shows mais relevantes da carreira de Madonna Louise Ciccone. É um show-assinatura, numa época importante. Uma rubrica de quem precisou dar um passo à frente dos outros artistas que mudaram o cenário pop nos últimos quatro anos, depois do encerramento da turnê “Sticky and sweet”, em 2008/2009. De lá para cá, houve um redesenho do ecossistema no mundo pop, com astros muito jovens, como Justin Bieber, ganhando relevância acima do esperado, além de, claro, as neodivas, concorrentes diretas de Madonna. Enquanto a nova geração assumia o comando, deixando Britneys e Missy Elliots pra trás, a diva se exercitava na direção de cinema, um dos caminhos que ela certamente tomará nos anos que vêm por aí.

EM “MDNA”, Madonna fez seu trabalho com a perícia e a habilidade de sempre. Com um currículo consistente na indústria da música, ela conquista a prerrogativa de citar a si própria para lembrar a todos, e principalmente aos mais jovens, de onde vem a maior parte das ideias que eles apreciam na nova constelação musical. Inventou um palco sem precedentes, com blocos móveis que podem derrubar o artista que resolver tomar umas e outras antes do show. Misturou tradicional com o novo, fez mash-ups, rezou, e foi do inferno à celebração, na “jornada” de MDNA, para usar a palavra que a própria utIliza para definir seu show.

O ÚNICO problema é que Madonna ousou ser o primeiro ícone pop do planeta a envelhecer na frente do seu público. Ela não morreu antes dos 60 anos, como Michael Jackson. Nem decidiu se esconder como David Bowie. Muito menos vive de sucessos do passado, como Cindy Lauper ou Elton John, já que, aparentemente, viver de greatest hits alivia a barra e conquista simpatia do público diante do popstar, digamos… “sênior”.

MADONNA NÃO quer simpatia. Quer briga. Ela está ativa e não vai parar tão cedo de dar a cara a tapas, disputar paradas, se arriscar.

POR ISSO mesmo, a loura declarou ao apresentador Luciano Huck que só tirará DUAS SEMANAS de férias após o encerramento da turnê, dia 22, em Córdoba, na Argentina. O que ela vai fazer quando estiver de volta a Nova York, na primeira semana de janeiro, ninguém sabe. Mas é certo que ela estará relaxada depois de um tempo “off”, pronta para começar a cumprir seus projetos futuros. Entre eles, está o de mostrar ao mundo como uma popstar do tamanho de Elvis e de Michael pode envelhecer produzindo. A quem pensou, portanto, que Madonna não tinha mais nenhuma revolução em vista, aqui vai um conselho: pense melhor.

MDNA 2012

Honestamente tem tanta gente esperando por esse post que eu nem sei por onde começar. Depois de quase 30 anos de espera por esse dia (em 2008 não fui porque tinha acabado de voltar de viagem) finalmente eu puder assistir a Madonna ao vivo – a 3 metros da minha frente e eu já sabia que ela é a Rainha, mas em um show ela mostra realmente toda a sua majestade e mais que isso: Madonna é única.

Existe uma porrada de cantoras no mundo do Pop? Sim, várias! Algumas ótimas por sinal… Mas Madonna é Madonna e essa simples frase já quer dizer muita coisa. Dia 04/12 é um dia que ficou marcado na minha vida, não ‘só’ pelo show que foi um sonho realizado, mas também pelos amigos que estavam comigo e que dividiram esse sonho em comum. Os amigos de sempre, os que fiz e até quem encontrei lá no meio daquela loucura de pista sem se quer ter combinado nem hora ou lugar. Isso eu preciso super mencionar aqui porque todos eles fizeram esse dia muito mais divertido mesmo com todos os perrengues. Amizade se solidifica com o tempo, mas existem pessoas que a gente já gosta de graça logo de cara!


Saímos de casa as 4 da manhã, chegamos as 5 horas pois o Rick (meu amigo) já estava lá desde a segunda, éramos a barraca de numero 15 ehehehehehe e foi aí que passamos boa parte do dia quando os outros meninos da turma também chegaram. Não vou mentir: ficar na fila, viver de lanchinho e salgadinho, ter que pagar pra ir ao banheiro, suportar o calor e principalmente enfrentar o sol lascado que fez nesse dia é bem punk, mas depois que você entra pro estádio a vibe muda completamente e todos esses cansaços ficam pra trás.

Entramos às 16 horas no estádio e ficamos na Pista Premium abarrotados com mais um monte de gente que queria um espaço mínimo que fosse perto do palco, uma hora depois a Madonna entrou pra testar o som e ensaiar umas coreografias então posso dizer que tivemos praticamente dois shows. Só ali vestida de boné, com uma roupa de moletom e óculos escuros, Madonna enlouqueceu todo mundo (inclusive eu, claro) e por aí eu já senti o peso que teria esse show, mas ainda não fazia ideia do grande espetáculo que seria depois.


Acontece que aonde estávamos tinha muita gente, muita mesmo a ponto de eu literalmente não conseguir me mexer (como é que eu ia fazer minha performance de Vogue junto? AHAHAHAHAHA), então quando ela terminou o ensaio, eu e o Júnior resolvemos sair daquela muvuca e ir pro outro lado, um pouco mais atrás. Ficamos num lugar que dava perfeitamente pra ver o palco inteiro que é um monstro de gigante e foi por alí que assistimos ao show.

Às 20 horas entrou o DJ Gui Boratto pra abrir o show da diva. E ok… É um som lounge bem legalzinho pra você ouvir os primeiros 5 minutos, depois aquela música começa a te irritar porque além de misturar com a ansiedade, dava impressão que aquela musica nunca mais acabaria. Ele saiu do palco umas 22 horas, rolou mais umas musiquinhas, alguns testes de som que são de praxe, até que por volta das 22:40 hs as luzes do estádio se apagaram e o espetáculo começou.

Gente?!?! Por mais que eu tente, eu não consigo descrever a sensação pra vocês de como é o começo de tudo isso, de como tudo te envolve e fez o estádio vir abaixo quando Madonna entrou naquele palco, esse é o vídeo do dia do show que eu fui, é a abertura dele e mesmo assim ele não transmite nem 1% do quão emocionante é estar lá. Dá sim pra ver a empolgação da galera, mas só quem esteve presente vai entender o que eu quero dizer:


O show é um espetáculo à parte. Sim, alí tudo é digno de se chamar de espetáculo e não só por Madonna que canta e dança muitoooo (mesmo usando bases pré gravadas em algumas músicas), mas por toda a sua equipe de bailarinos composta por 22 pessoas que dançam até em cordas elásticas, por seu trio Kalakan que junto com ela cantam (pasmem!) em sânscrito um trecho de Cyberraga e por todo aquele palco gigantesco de 26 metros de altura com 7 telões de led que mudam completamente o cenário num piscar de olhos.


Aliás, Madonna como sempre adora polemizar porque tudo isso já faz parte da sua carreira. Seria até estranho se não rolasse uma provocação religiosa, um pouco de violência (em Revolver é de chocar AHAHAHAHAHAH), bastante erotismo e dando um tapão na cara da sociedade até na política de uma forma direta ou sublimar em Nobody Knows Me quando ela cutuca os principais lideres mundiais. Nem Vossa Santidade Papa Bento XVI escapou dessa porque Madonna gosta mesmo de pesar a mão quando quer chocar e de fato ela sabe fazer isso como ninguém. Muita gente desaprova o que ela faz pelos seus motivos e opiniões, mas pra mim… Bom, pra mim é a Madonna e isso explica!


Por outro lado Madonna durante o show defende fervorosamente a igualdade entre as pessoas – não importando raça, opção sexual ou crença. Pede paz, critica as guerras e ainda fez as mais de 58 mil pessoas no estádio gritarem Fuck Yeah com ela em resposta ao protesto. Aos 54 anos Madonna esbanja disposição e um corpo que deixaria qualquer princesinha ou little monster do pop no chinelo.


O que me emocionou mais? Tudo! Absolutamente tudo. Eu pulei, gritei, chorei (ah, imagina que não), cantei, estraguei completamente meu joelho (acho que de tanto pular) e saí de lá completamente sem voz. Mas com a alma lavada, passada e engomada. A abertura do show com Girl Gone Wild (quase enlouqueci), Turn up de Radio (até essa eu chorei ahahahha), Masterpiece, Open Your Heart e Like a Prayer foram os momentos mais emocionantes do show pra mim. Rocco teve uma breve aparição em duas músicas: Open Your Heart e Celebration, dança muitooooooo e tem apenas 12 anos. Um fofo. As bees tudo queria ele! AHAHAHAHAHAHAHA


Muita gente reclamou que ela não cantou Like a Virgin nem Love Spent e eu também senti falta, mas boa, eu realmente não tenho o que reclamar desse show, pra mim foi tudo perfeito. Se engana e muito quem diz que Madonna está acabada ou decadente, prova disso são os números de vendagens dos seus álbuns, os hits que ficam por meses nas rádios de todo o mundo e suas turnês que sempre inovam e impressionam a cada temporada nova, do contrário Madonna não arrastaria multidões aos estádios do mundo em 30 anos de carreira já.

Pra mim superou todas as expectativas e foi mais um sonho realizado pra marcar no calendário da vida como: “jamais vou esquecer esse dia.” 🙂