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julho 2014

Posts em julho 2014.

Receita: Macarrão a Parisiense

Tô me inspirando na cozinha ultimamente, não só pra decorar ehehehe, mas nesse caso pra cozinhar mesmo. O Rick cozinha muito bem, eu cozinho aquele básico pra não morrer de fome, não sou muito boa nisso e por preguiça mesmo, mas aos poucos eu vou me soltando e quando me arrisco a fazer alguma coisa, modéstia a parte fica gostoso.

Semana passada fiz um arroz de forno que é a minha especialidade, depois fiz uma torta de batata com frango e [muito] queijo que ficou uma delicia (desculpe, não tirei fotos), já ontem fiz um macarrão a parisiense que eu amo de paixão, mas nunca tinha me arriscado a fazer e ficou muito gostoso, então a partir de hoje, vou começar a compartilhar essas minhas receitas – as que derem certo ehehe – com vocês, pelo menos uma vez por semana. Sempre procuro escolher algo que seja fácil de fazer, afinal de contas, ainda falta muito pra eu chegar no nível de Chef de uma Le Cordon Bleu.

Mas, vamos a receita, minhazamiguinha?

Macarrão a Parisiense:

1 pacote de macarrão (escolhi o talharim)
2 xícaras (chá) de frango desfiado
1 lata de ervilha
1 xícara (chá) de presunto fatiado picado (+ ou – 100g)
1 lata de Creme de Leite
3 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado

sal, pimenta, alho, cebola e qualquer tempero à gosto

Refogue o frango já cozido e desfiado na manteiga com alho (eu não coloquei cebola), quando estiver mais sequinho acrescente o presunto, refogue mais um pouco e coloque a ervilha, abaixe o fogo e aos poucos vá acrescentando o creme de leite (sempre aos pouquinhos para não talhar), acerte o sal, pimenta do reino e coloque o queijo parmesão ralado, ele dá uma consistência mais cremosa, desligue. Partindo do princípio que nesse tempo o macarrão já estará cozido também ehehehe, escorra, acrescente ao molho et voilà, está pronto! Na receita eu ainda dei um toque com uma colher de requeijão no molho, porque eu sou louca por queijos e ficou gostoso também. Eis a foto do meu prato:

macarrao

Decorando a casa

Meses atrás me mudei de apartamento. Estou morando ainda no mesmo prédio e no mesmo andar, mas fui pra um apartamento maior e com isso pude decorar muito mais coisas e que fossem com a minha cara, meu estilo. Confesso que tô bem empenhada nesse assunto de decoração: comecei a seguir vários perfis no IG com dicas maravilhosas, no Pinterest também tem coisas bem legais e sempre estou fuçando por lojas e inspirações.

E, passeando por São Paulo, também conheci a Arte Moderna Retrô e me apaixonei pela loja principalmente porque nela tinha todas as ideias que que estava procurando, os móveis são de primeira qualidade, tudo é muito bem feito e o atendimento é ótimo. A mesa é do Etna e as cadeiras são um achado (acreditem!) da Marabraz, mas o aparador, o espelho e a cristaleira eu comprei todos os juntos na Arte Moderna e demorou mais ou menos uns 30 dias pra me entregarem…

E minha sala de jantar está assim:

foto 1

foto 2

Esses quadros eu comprei na Leroy, paguei super barato, mas depois não gostei deles. Vou colocá-los no corredor e nessa parede colorida eu vou colocar outros que encomendei e prometo fazer um post só sobre isso depois. A sala está com um rack branco, as prateleiras brancas e coloquei umas molduras coloridas também que vou deixar pra falar de tudo isso num próximo post. Eu não gosto de casa vazia e, como deu pra perceber, eu gosto de colorido. Minha sala é grande, logo, o espaço se não for decorado dá um ar de vazio. Como a sala de jantar é mais colorida, usei o preto da cristaleira + luminária e o branco da sala pra quebrar.
E aí, o que acharam? Tô amando minha casinha.

Backpacker : Bruxelas – Bélgica

Minha passada pela Bélgica foi super rápida, a viagem de Berlim até Bruxelas foi longa também, mas conseguimos uma cabine de vagão com camas e que tinha até um chuveiro que não era ótimo, mas dava super pra relaxar e recuperar a dignidade perdida com o cansaço, que a essa altura já estávamos há um mês viajando in loco, correndo de uma estação de trem pra outra, carregando mochilão e andando como se fosse uma peregrinação, é uma delícia, é o que eu amo fazer, mas é claro que isso fisicamente falando, cansa bastante. Quando chegamos na estação central – a Brussel Midi, Rick já foi fazer a reserva de acentos no trem para Luxemburgo que de acordo com o nosso roteiro, seria no outro dia. Acontece que voltando de Luxemburgo pra Bruxelas (pois de trem não existe de Luxemburgo pra Londres) teríamos que ficar mais dois dias na Bélgica, pois o acentos dos próximos trens para Londres estavam todos lotados. Eu não queria isso. Não queria matar dois dias de Londres mesmo que isso significasse deixar de conhecer outro lugar porque: Bélgica era o nosso NONO país dessa viagem, estávamos cansados, estávamos ansiosos por Londres pois queríamos ver nossos amigos, queríamos estar de novo lá mesmo sendo a nossa terceira vez na Inglaterra, e bem… Eu estou falando de Londres e tínhamos planos de ir pra mais cidades na Inglaterra. E não foi só isso… Pra primeira impressão que tive da Bélgica, logo que entrei no país, foi que eu achei tudo muito bagunçado e isso tenho que admitir que me broxa um pouco, principalmente pelo fato de estar tão longe de casa em um lugar que nunca tinha pisado antes, mas mesmo assim, resolvi (ainda) não dar importância pra isso sem antes conhecer mais a fundo pra poder falar alguma coisa.

bruxelas

Nosso hostel não era tão perto do centro, mas o lugar em si era sensacional pois tinha um bar muito legal aonde finalizei boa parte das musicas da minha playlist que fiz nesse post aqui. Não era perto do centro, mas pra minha felicidade gorda era exatamente ao lado da fábrica da GODIVA. Podia sim conhecer a fábrica, mas como o nosso tempo estava curto, eu me realizei com o outlet da loja, “apenas” e trouxe até chocolate com sal grosso pra casa. O centro de Bruxelas não é grande, mas é bonito… O principal ponto é a praça central – a Grand-Place que desde 1988 é Patrimônio Mundial da UNESCO e tem uma arquitetura gótica maravilhosa, há também a Catedral de St. Michael e o Atomium que eu não fui porque já era bem mais longe e não daria tempo.

Gostei de conhecer, mas confesso que não me encantei. A mesma bagunça que eu senti na estação de trem quando chegamos, eu senti caminhando na cidade também. Não há muitas informações para turistas, foi difícil de achar alguns pontos, talvez isso em parte porque eu já estava um pouco cansada, mas talvez pelo fato de não ter mesmo e não superar minhas expectativas como aconteceu em todos os outros lugares que passei. Há bastante opções pra comer e na sua grande maioria alguns não são nada baratos, mas por algum motivo, também achei um pouco difícil de me achar nessa parte, mesmo depois quando estávamos no hostel e precisamos de um mercado, foi bem trabalhoso de se achar e tivemos que andar bastante.

Em Bruxelas há uma mistura de nacionalidades muito grande também: muitos paquistaneses, africanos, nigerianos, indianos e até ciganos, essa mistura por um lado é boa, afinal, você vê muita gente diferente concentrada num lugar só, mas também fica mais difícil de absorver a cultura propriamente dita do país, eu encontrei mais lugares que vendiam kebabs do que lugares com os famosos waffles belgas. Se eu recomendaria conhecer Bruxelas? É claro que eu recomendaria, o que eu contei aqui foi a MINHA experiência que jamais deve ser generalizada quando o assunto é viajar, acho que eu só não recomendaria algum lugar se eu tivesse passado por alguma experiência muito ruim ou alguma situação que me colocasse em absoluto perigo, tenho amigos que conheceram a Bélgica antes de mim e simplesmente ficaram apaixonados por tudo. Eu gostei bastante também, mas esperava muito mais, esperava me surpreender. Voltaria? Honestamente e provavelmente não, até mesmo porque, eu ainda preciso conhecer Luxemburgo ehehehe.

Agora vai!!!

Vou começar esse post com uma confissão: dei uma relaxada feia na academia. Isso desde que voltei de viagem e se fui umas duas vezes, foi muito. Não justificando esse relapso da minha parte, mas muita coisa também aconteceu nesses últimos meses pra cá (e já passamos da metade do ano) e eu acabei dando uma desanimada… Isso sempre gerava uma desculpa (esfarrapada, é claro) a mim mesma e eu acabava não indo.

Semana passada eu resolvi tomar vergonha na cara e mais ainda uma atitude; renovei meu semestre na academia (pra vocês verem como eu estava há muito tempo sem ir) e junto com o Rick entrei pra natação também (por enquanto, ele só está na natação). Quando eu era criança eu cheguei a fazer natação, mas não fiquei muito tempo, o que significa que: eu não sei nadar. (Re)Comecei a academia ontem e hoje comecei a natação que será de terça e quinta na parte da manhã. Parece até loucura do tipo algum efeito placebo, mas já estou me sentindo bem melhor. Eu saio me arrastando; tanto da academia como hoje da piscina, mas é aquele tipo de cansaço gostoso, sabem? No quesito cabeça, ela fica mais leve com a consciência porque você mesmo se diz com aquele orgulhinho: “hoje eu fui”, mas o foda mesmo é manter isso, iiih eu bem sei.

foto_antigua_piscina

Eu tinha colocado como meta (ai que clichê) pra 2014 fazer alguma atividade além da musculação, e tinha pensado na natação. Mas só tinha pensado mesmo. Como o Rick cogitou precisou fazer, eu, como incentivo (pra mim e pra ele) acabei entrando junto. E por falar em incentivo, pode ser que muito em breve meu pai comece a fazer academia comigo também e aí terei que ir na parte da manhã e isso significa que terei que dormir mais cedo – o que pra mim, isso é ótimo. Honestamente, eu não sou o exemplo de pessoa quando o assunto é atividade física, e sei disso. Mas sempre considerei importante pra todo mundo e mais ainda pra mim, pra principalmente eu deixar de ser preguiçosa e sempre que bater aquele desanimo, eu vir aqui e ler esse post como incentivo (esse post está mais pra puxão de orelha, pensando bem). Mas vejam… Na minha aula de natação, além do Rick, tem mais 3 pessoas: uma mulher e dois homens, todos com mais de sessenta anos de idade e uma disposição maravilhosa que deveria servir de exemplo pra principalmente os mais novos, um deles nada tão bem que eu fiquei até com vergonha de colocar minha humilde pranchinha e sair batendo pernas com aquela “coordenação de paquiderme” típico de iniciantes AHAHAHAHAHAHAHA, mas brincadeiras a parte, ter eles ali é algo bem legal porque muitas vezes, as “dificuldades” só estão na nossa cabeça porque aquele bichinho pertinente da preguiça plantou.

Tô (re)animada. De verdade. Tipo… Comecei com aquele mantra de: Agora vai ou vai, porque na boa, se não for vai ser muito feio dizer que “pratico xadrez” na minhas atividades saudáveis e nem xadrez eu poderia, porque não sei jogar. Levantamento de copo tá tão batido que não vale mais. =D