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dezembro 2014

Posts em dezembro 2014.

Layout novo para 2015 e gratidão com 2014

Um novo ano, 365 oportunidades e por mais que pra muita gente 2014 tenha sido um ano ruim, eu acho impossível que em 365 dias não tenha acontecido pelo menos uma coisa de bom. A gente (isso também vale pra mim) tem aquela mania estranha de super valorizar os problemas, até olhar pro lado e perceber que existe gente com problemas muito maiores que os nossos. Então, apenas agradeça, mesmo que você tenha motivos pra reclamar, pois eu sei sim que os dias bons também vieram. Já fiz minha retrospectiva aqui, e como muitos de vocês me acompanharam, eu tive minhas passagens de tristeza, mas muita coisa maravilhosa aconteceu pra mim em 2014. Muita. MESMO! E o primeiro sentimento que me vem a cabeça, é gratidão.

Ganhei um novo layout pro MAP, feito por quem vocês já conhecem – a Lia. Nada como começar o ano com uma ‘roupa’ nova por aqui e espero que isso também me anime a aparecer mais vezes no blog. Obrigada minha amiga do coração. Vou virar o ano e já estou com uma viagem marcada – estou muito feliz (e ansiosa) por isso, o mundo não é tão pequeno como muita gente pensa, mas a vida é muito curta pra ficar sempre no mesmo lugar, conto mais detalhes depois… Espero que todos vocês tenham um 2015 de boas surpresas e renovação, que se por algum momento vacilar (porque nem tudo são flores), tenhamos força para levantar, bater a poeira e seguir em frente.

Mais amor em 2015. Mais respeito. Feliz Ano Novo.

2014. QUE ANO!!!

Um vídeo publicado por Juliana Esgalha (@jubalinha) em

2014

2014 foi um ano (in)tenso. Pode até ser meio clichê escrever no blog esses posts de retrospectivas, mas acho que vale muito pela forma de reflexão e agradecimento. Muita coisa aconteceu esse ano, na sua grande maioria foram ótimas coisas – graças a Deus, mas teve algumas tristezas também. O ano começou e logo em março fomos viajar. Foi a maior viagem que já fiz até hoje: 10 países em 38 dias. Eu trouxe uma bagagem de conhecimento, experiência e histórias pra contar tão grande que nem com números eu conseguiria mensurar a importância disso pra mim. Passei meu aniversário em Amsterdã, viajei em trem noturno, fez muito frio, estive mais uma vez em um ponto ultra distante da minha casa e isso é uma sensação indescritível. Visitei tudo que queria e até os lugares que não estavam nos planos, entre eles mais um sonho realizado que foi conhecer o anexo da Anne Frank e que contei tudo nesse post aqui. Revi amigos, fiz novos amigos, comi e vi tanta coisa diferente que essa viagem pra mim, foi uma experiência principalmente pra um auto conhecimento, de como você olha a vida por aquele prisma mais apurado e acho que foi isso que me ajudou muito a ser uma pessoa mais suave em muitos pontos e dar importância ao que realmente é importante. Disse muito sobre isso em dos posts anteriores, é o tipo de coisa que todo mundo sempre se cobra como se fosse um mantra, mas que a prática mesmo, só vem com o tempo.

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Esse ano também, finalmente conseguimos nossa cidadania italiana! E pra quem lê o blog há mais tempo sabe que estamos nessa luta desde 2008. Ter o passaporte em mãos foi uma conquista, foi aquele gostinho doce de vitória que apesar de muitos por menores e aquela esfregadinha na cara de alguns porque eu não ia deixar essa em branco, nós conseguimos. Rick mudou de emprego – pra um lugar super próximo de casa e isso implica em mais tempo pra fazer o que gosta, melhores horários, mais vida social.

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A família cresceu: adotamos mais 3 gatinhos (Lennon, Morpheus e Odin) e que junto com a Amélie viraram irmãos inseparáveis e somando números mais todo esse amor, eu descobri na adoção e no trabalho voluntário da ONG o quanto isso me fez e me faz bem. Mudamos de apartamento: no mesmo prédio, no mesmo andar, mas pra um que é maior e eu fiz todo tipo de decoração que vocês é claro, já puderam comprovar aqui. Descobri esse meu lado que até então, não sabia que iria gostar e me identificar tanto.

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Pessoas muito queridas entraram na minha vida: pessoas que não cobram, não julgam e que são amigos pela essência mais simples e pura da amizade. Por outro lado teve quem não somou nada, só me encheu o saco e eu cortei laços que pra mim já tinham virado nós. Aquilo que não tem acrescenta em nada de fará falta. Me tornei uma pessoa mais dedicada na cozinha, não virei nenhuma chef comparada ao meu marido, mas sempre estou fazendo algumas coisas bem gostosas e prometo registrar mais esses meus feitos aqui no blog.

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Estou menos ansiosa que ano passado. É até engraçado dizer isso, mas pra quem sofre TAG entende o que eu estou dizendo. Melhorei muito, inclusive no meu sono e parte disso também devo a terapia, natação (que acabei parando) e a academia que mesmo sendo as vezes relapsa, me ajudou bastante e minha melhor companhia continua sendo meu pai que vai religiosamente todas as manhãs.

Esse ano perdi uma das pessoas mais importantes da minha vida: minha avó. E isso foi um baque muito grande pra mim. Tudo aconteceu de uma forma tão rápida que as vezes ainda não acredito que ela se foi. Minha avó é uma das pessoas mais puras e doces que conheci na minha vida e não ter mais ela, dói bastante no meu coração. A morte é a apenas uma passagem da vida, é inevitável, mas não é nada fácil. Sonho com ela praticamente toda a semana.

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Esse ano teve Copa do Mundo, Eleição e nessa transição toda foi algo bem delicado no sentido de que todo mundo estava com os nervos a flor da pele por aí, enlouquecendo com tudo e com todos, essa foi minha impressão e aí por mais que você fique neutro no meio de tudo isso, todo mundo acabou dando uma peneirada em alguns círculos porque olha… Muita coisa foi falada, mesmo… Principalmente merdas. Comecei o ano com a minha meta de ler um livro por mês e que mandei tudo pras picas depois que me enrolei com um livro gigante do SK e porque meu sono me derruba não muito depois das 22:30 da noite. Não deixei a meta de lado, mas apenas adaptei: não consegui ler um livro por mês, mas continuo lendo. Então não importa quantos, mas apenas continuo lendo. Também não escrevi no blog exatamente com uma frequência frenética, mas parecido com a ideia dos livros – apenas escrevi o que quis e quando me deu vontade. Sem cobranças, sem obrigações. Escrevo quando quero e é assim que vai continuar sendo.

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No mais, comprei uma GoPro, mais vestidos lindos, adquiri meu próprio jardim (mesmo que em um pote), fiquei mais míope, não deixei meu cabelo crescer, fiz mais uma tatuagem, perdi o show do Paul, ganhei uma jóia do marido, viciei em mais seriados, reclamei menos, comprei bem menos maquiagens, descobri que colocar papel de parede é mais complicado do que eu imaginava, já estou planejando uma próxima viagem…

Agora estamos naquela fase do ano que por mais que tudo esteja uma correria eu penso que o que tinha pra acontecer, já aconteceu… É até meio presunçoso dizer isso, ainda mais com 2014 que aconteceu TANTA coisa e parece que a cada respiro ainda é uma nova surpresa que pode de repente chegar, mas eu vejo dessa forma. Tipo, tá bom já né? É como se a maré já estivesse baixando e levando tudo que precisa embora, pra 2015 chegar somente com coisas positivas. Muita gente acredita que é apenas uma virada de ano – que as mesmas coisas acontecem e vão continuar acontecendo, mas eu gosto sempre de pensar que independente da forma que foi e continuará sendo, é sempre uma renovação, uma nova chance, um novo caminho, um novo aprendizado. Que venha logo 2015.