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Sobre corridas…

É uma sensação muito boa quando além de algo te fazer bem, você se encontrar e se ver naquilo. Eu tô assim com corridas. Já estou inscrita em duas (na Vênus e o Circuito das Estações – Primavera e Rick vai comigo nessa) e apesar de ainda ser novata nisso, tenho treinado bastante e os resultados, gradativamente, estão vindo.

O lance é que quando eu me disponho a fazer alguma coisa, eu praticamente viro uma PhD no assunto e saio a caça de todo tipo de artigo relacionado. E nessas, encontrei uma corrida em Paris (eu sei, sô puro glamour, môbeim) que é só para mulheres e está na 19a edição. Além do trajeto, diga-se se passagem, ser maravilhoso (por motivos óbvios), o evento em si foi o que mais me emocionou. Encontrei uma moça brasileira que foi e escreveu como foi. Fiquei apaixonada pelo circuito La Parisienne (assistam dos 4 minutos em diante que é quando fica mais legal) e quem sabe na 20a talvez eu esteja lá divando e correndo com azamigas corredoras!

Playlist pra correr

Pessoas que tem a corrida como seu exercício tem suas peculiaridades também: algumas gostam de correr concentradas na respiração, outras com algum dispositivo que mede distancia e quilometragem e tem aquelas que não preferem nada disso e simplesmente correm…

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Eu preciso de musica.

Eu sempre pensei que musica é uma ótima injeção de otimismo pra qualquer coisa. Um incentivo. Ouço musica o dia todo no trabalho, na rua principalmente… Outro dia meu iPod ficou sem bateria e quando saí de casa, sem música, parecia que estava faltando um pedaço de mim. Na academia eu gosto de ouvir musica quando estou fazendo meus exercícios aeróbicos, além de ser uma motivação, ajuda o tempo a passar mais rápido e quando estou bem cansada, mas ainda não terminei o percurso, eu sempre me concentro na musica e dá certo.

Como é bem chato de ficar trocando as musicas enquanto você está na esteira por exemplo, eu resolvi criar uma playlist específica para correr. Infelizmente não tem todas as músicas que tem na playlist no meu iPod porque algumas ainda não tem no Spotify, mas já dá pra brincar e espero que gostem:

Divirtam-se e boa corrida!

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Minha 1a corrida!

Estou bem firme na academia. E isso não quer dizer em relação só aos treinos, mas estou indo no mínimo 5 vezes por semana e acho que dessa vez eu já fiz as pazes com a força de vontade, mandei a procrastinação a merda e não estou faltando mais. Pra mim melhorou em muita coisa: tanto fisicamente, disposição e até emocionalmente. Entre a musculação e aeróbico eu prefiro fazer o aeróbico, embora sempre eu faça os dois, é nele que principalmente vou melhorar a minha disposição e como estou bem empenhada e treinando direitinho, vou participar da minha primeira corrida:

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Na verdade eu já participei de duas na minha vida – uma em São Paulo que agora não me lembro o nome e uma outra aqui em São Caetano – a Corrida de Reis, mas já faz muito tempo e embora eu me lembre de ter completado o circuito das duas eu não tive um preparo e treino adequado pra nenhuma delas, então por isso que estou dizendo que essa está sendo oficialmente a minha 1a corrida. A Corrida Vênus é bem legal (já está no sétimo ano), é feita só por mulheres e você pode escolher entre três etapas: 5k, 10k e 15k. Como sou principiante nisso escolhi a de 5k e vou correr junto com minha amiga Elaine. O evento vai acontecer no Jockey Club de São Paulo no dia 20 de setembro e antes no dia 23 de agosto no Rio de Janeiro no MAM, então tem bastante tempo pra se inscrever e treinar. No site tem todas as informações e link para inscrição, corre e chama azamigues também.

Em tempo: por todo esse meu empenho e dedicação, resolvi me dar um tênis de presente, na verdade foi presente do marido mesmo e ganhei esse tênis da Nike da coleção Fotossíntese:

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Ótimo pra correr, super leve, mas o que eu mais amei é esse floral de estampa. Essa semana também vou postar uma playlist aqui com (minhas) musicas de correr, me aguardem!

Agora vai!!!

Vou começar esse post com uma confissão: dei uma relaxada feia na academia. Isso desde que voltei de viagem e se fui umas duas vezes, foi muito. Não justificando esse relapso da minha parte, mas muita coisa também aconteceu nesses últimos meses pra cá (e já passamos da metade do ano) e eu acabei dando uma desanimada… Isso sempre gerava uma desculpa (esfarrapada, é claro) a mim mesma e eu acabava não indo.

Semana passada eu resolvi tomar vergonha na cara e mais ainda uma atitude; renovei meu semestre na academia (pra vocês verem como eu estava há muito tempo sem ir) e junto com o Rick entrei pra natação também (por enquanto, ele só está na natação). Quando eu era criança eu cheguei a fazer natação, mas não fiquei muito tempo, o que significa que: eu não sei nadar. (Re)Comecei a academia ontem e hoje comecei a natação que será de terça e quinta na parte da manhã. Parece até loucura do tipo algum efeito placebo, mas já estou me sentindo bem melhor. Eu saio me arrastando; tanto da academia como hoje da piscina, mas é aquele tipo de cansaço gostoso, sabem? No quesito cabeça, ela fica mais leve com a consciência porque você mesmo se diz com aquele orgulhinho: “hoje eu fui”, mas o foda mesmo é manter isso, iiih eu bem sei.

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Eu tinha colocado como meta (ai que clichê) pra 2014 fazer alguma atividade além da musculação, e tinha pensado na natação. Mas só tinha pensado mesmo. Como o Rick cogitou precisou fazer, eu, como incentivo (pra mim e pra ele) acabei entrando junto. E por falar em incentivo, pode ser que muito em breve meu pai comece a fazer academia comigo também e aí terei que ir na parte da manhã e isso significa que terei que dormir mais cedo – o que pra mim, isso é ótimo. Honestamente, eu não sou o exemplo de pessoa quando o assunto é atividade física, e sei disso. Mas sempre considerei importante pra todo mundo e mais ainda pra mim, pra principalmente eu deixar de ser preguiçosa e sempre que bater aquele desanimo, eu vir aqui e ler esse post como incentivo (esse post está mais pra puxão de orelha, pensando bem). Mas vejam… Na minha aula de natação, além do Rick, tem mais 3 pessoas: uma mulher e dois homens, todos com mais de sessenta anos de idade e uma disposição maravilhosa que deveria servir de exemplo pra principalmente os mais novos, um deles nada tão bem que eu fiquei até com vergonha de colocar minha humilde pranchinha e sair batendo pernas com aquela “coordenação de paquiderme” típico de iniciantes AHAHAHAHAHAHAHA, mas brincadeiras a parte, ter eles ali é algo bem legal porque muitas vezes, as “dificuldades” só estão na nossa cabeça porque aquele bichinho pertinente da preguiça plantou.

Tô (re)animada. De verdade. Tipo… Comecei com aquele mantra de: Agora vai ou vai, porque na boa, se não for vai ser muito feio dizer que “pratico xadrez” na minhas atividades saudáveis e nem xadrez eu poderia, porque não sei jogar. Levantamento de copo tá tão batido que não vale mais. =D

Limites pra uma alimentação saudável?

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As vezes eu vejo umas coisas meio absurdas nessa internet que eu não sei se é chatice da minha parte ou se é a falta do bom senso que realmente está acabando entre as pessoas… Eu acompanho alguns blogs fit porque gosto de pegar dicas de receitas e exercícios, mas nada mais além disso, porque coisas mais sérias como suplementação por exemplo, somente um profissional da área pra orientar… Além do mais, eu nem vou entrar nas questões de posts patrocinados porque ao mesmo tempo que isso é muito bem maquiado e que, infelizmente, ainda tem muita gente que não percebe (ou finge que não percebe, vai saber…), tem aquele que também escancara e não faz questão alguma de disfarçar mas ok, acho que “pagando bem que mal tem?”, porém é óbvio que não tem como não se perguntar: até que ponto uma “opinião” paga é realmente confiável? Mas a questão, como disse nem é essa, vou falar de um ponto específico que ando observando com uma frequência até que grande nesse meio…

Semanas atrás vi uma foto num blog fit muito conhecido que me deixou um tanto quanto incomodada ao ponto de se perguntar “mas gente, isso é realmente necessário?” tipo… Sério mesmo… REALMENTE precisa? E como essa modinha agora de “marmitar” em qualquer lugar (qualquer lugar MESMO) virou uma febre entre os fitnistas (mas não todos e não estou generalizando, que fique isso bem claro), eu me pergunto também, até aonde algumas pessoas querem e procuram um meio de vida mais saudável e até aonde isso não se torna uma neurose que, diga-se de passagem, na maioria das vezes (como na maioria das neuroses) faz você fazer papel de ridículo, pelo simples fato do exagero, mas isso é uma opinião minha e isso não necessariamente quer dizer que eu esteja certa. É só uma opinião! Foto de gente “marmitando” dentro do carro durante o transito, no consultório, na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê e até mesmo em um avião – daquela ponte aérea super curta que quando você pensa em abrir um pacotinho merreca de amendoim, seu voo já chegou ao destino. Percebam que, não é só o fato de você comer quando sente fome – isso, na verdade, não é o problema (é uma solução!), nem ter sua própria comida, mas pra começar que eu acharia grosseiro demais alguém abrir um potão de macarrão e frango do meu lado em um consultório enquanto eu também espero a minha vez pra passar com um médico ou ainda: 15 claras de ovos e uma batata doce do tamanho da sua cabeça, tudo isso sendo aberto bem ao seu lado e dentro de uma caixa gigante pressurizada mais conhecida como avião… SOCORRO!!!!!

Gente, numa boa? Eu só consigo imaginar o cheiro bombástico que deve ser quando se destampa uma “marmita” dessas e como disse, o ponto geral de tudo isso: não importando aonde! Diferente daquele que resolve comer uma maçã ou uma barrinha de cereal pra enganar a fome ou porque não teve tempo pra almoçar… Sei lá até que ponto uma tupperware com comida FRIA e nuclear em termos de cheiro, aberta sem precedentes do limite de respeito do espaço ao próximo – como querendo dizer: “foda-se, é a minha hora de comer”, está sendo a bandeira declarada da boa alimentação. Acredito que isso seja algo pra no mínimo se questionar. Acho que pra tudo tem um lugar certo (restaurantes self services tem aos montes com variadas opções e preços baratos, sabiam?), pra tudo é uma questão de educação e se isso é normal pra muita gente, eu tenho o direito de achar que não é (e ainda pensar que isso é no mínimo estranho).

Você fazer uma viagem relativamente curta de avião e levar sua própria comida (independente da “marmita” em questão ser patrocinada ou não pra você estar ganhando um bom cascalho ao fazer papel de besta numa ponte aérea) me leva a questionar que então fazer uma viagem longa, viajar pra um lugar em que a comida é diferente dos seus hábitos alimentares está totalmente fora de questão porque né… Pessoas que “marmitam” em qualquer lugar, mas não comem nada além daquilo que estão habituadas (ou se impõem pra si, pensando bem), então a (única) solução é ficar em casa e isso pra mim já é se privar demais da vida. Até porque a fiscalização aduaneira pode até deixar com o “jeitinho brasileiro” você passar naquela ponte aérea curtinha, mas jamais deixaria você passar transportando sua feira dentro mala de mão em um voo internacional, correndo até o risco de te prenderem por terrorismo enquanto você tenta explicar que toda aquela caralhada de claras de ovos e batata doce com cara de poucos amigos não é uma bomba. Isso foi é apenas uma das observações que sempre faço quando vejo esse tipo radicalismo, porque assim… Se um dia ou outro você comer algo que está fora dos seus hábitos, não quer dizer que você irá viver menos na sua vida super saudável-radical por isso, nunca ninguém comprovou cientificamente uma coisa dessas. Então apenas RE-LA-XE, aproveite mais e não seja tão exageradamente regrado assim. Dizer que “levamos esse hábito porque gostamos” eu até acredito com algumas reticências, mas pra mim é o mesmo que uma criança de 5 anos dizer “porque sim e pronto”, mesmo porque, eu duvido que não tenha aquele que não suba pelas paredes quando vê uma barra de chocolate, mas que se obrigue a comer aquele brigadeiro-fit como substituto e que, mesmo que diga que é, com certeza o gosto e o prazer não são os mesmos. Não, não são.

Sou super a favor da alimentação saudável. É óbvio! Ninguém quer ter uma veia entupida, ter um treco e bater as botas. As pessoas estão cada vez mais procurando por isso (eu sou uma delas) e parabéns! – porque ninguém vive de fast food e comida industrializada. Alimentos saudáveis são uma delícia – algo que com criatividade e boa vontade dá pra fazer coisas maravilhosamente gostosas, mas não sou a favor de me abster 100% do prazer que é comer outras coisas que eu gosto, que necessariamente não são tão saudáveis assim e que de uma forma ou de outra se eu não comer, podem me privar de OUTROS prazeres da vida por isso. Bom senso, minha gente!

Querem um exemplo? Pensem se eu – Juliana, fosse exatamente assim: regrada radicalmente a base de clara de ovo, frango, macarrão integral e com uma viagem incrível marcada pra daqui uns dias em que, o meu destino são países, cujo alguns deles eu não faça nem ideia de como seja a comida… E eu faria o que com toda minha vida de marmiteira do cardápio regrado? Acho que o melhor seria eu ficar em casa vendo tevê e comendo frango sonso, né? Percebam até que ponto você precisa saber o que é saudável e o que é privação, não só de alimentação, mas de outras coisas que isso acaba envolvendo. Eu só de dei UM exemplo entre muitos.

Não vejo problema em um pedacinho de pudim de leite depois do almoço, menos problema ainda no bom e velho arroz com feijão ou um lanche rápido pra quem naquele dia, não teve tempo de almoçar. Ovo é ótimo pra quem está malhando e não vou morrer mais cedo que você, só porque justo hoje eu resolvi comer o meu frito com pão no meu café da manhã (e você comeu suas 15 claras e ainda cozidas. cara, teu peido deve ser uma bomba). Alimentação saudável é super válido sim, quem ainda não se tocou disso, deveria se informar e pensar mais a respeito pra ter hábitos melhores e uma vida mais longa, mas só não seja um escravo disso… Afinal de contas, o exagero por mais bem intencionado que seja, também não é legal. Reflitam.

Meu processo ‘acadêmico’: 1 mês!

Meu processo ‘acadêmico’: 1 mês!

Assim como a Dai (uma das minhas incentivadoras, aliás, já viram a ideia nova lá do TPM de #ummesligh?) que sempre relata seus avanços na academia e acho que isso é uma forma de incentivo muito legal, não só pra quem escreve como também pra quem lê, vou deixar meu pequeno relato de apenas um mês de academia aqui pra vocês… Ou se já completou um mês, não me lembro.


Na primeira semana de exercícios eu achei que FOCE MORRÊ! Tudo doía. Eu achei que tinha travado meu corpo. Meu amigo pra brincar comigo perguntava porque eu estava andando que nem uma pata choca e como o dedo médio, além da língua eram as únicas coisas que não doíam em mim, eu mostrava o dedo ~educado~ e soltava alguns impropérios pra ele e nhá… Coisas de amigo, vocês entendem. Mas na primeira semana, mesmo com as dores eu passei a dormir melhor. Nas semanas seguintes a história foi outra: as dores passaram, não se repetiram com aquela intensidade absurda e eu notei que gradativamente a minha disposição para os exercícios foi aumentando de uma maneira considerável.


Sinto fome, mas nada monstruosamente absurdo – como o suficiente no almoço, sem exageros e se passo um pouco da conta me sinto pesada. À tarde SE me dá fome eu como uma barrinha de cereal ou uma goiabinha (que tem menos calorias que a de cereal) e à noite como salada, carne e tomo leite antes de dormir, às vezes me permito um pedacinho de chocolate, mas me acostumei bem com a gelatina, acho que principalmente por conta desse calor do inferno. Chocolate! Isso é uma coisa que sou viciada, mas olha que maravilha: percebi que com a academia (sei lá, pressuponho que seja isso), aquela vontade de matar qualquer um por uma barra de chocolate diminuiu bastante, tanto que o pote de Nutella que está aqui no meu trabalho eu só comi com cream cracker na primeira semana e depois acabei literalmente esquecendo dele, meu pai até estranhou. ¬¬


Tenho aparelho de aferir pressão arterial em casa e em alguns dias à noite eu tenho aferido pra saber como anda esse lado de dentro et voylá: sempre ente 11×8, 11×7, 12×8 – perfeita. Na esteira até eu estou me surpreendendo com meu próprio pique e faço 30 minutos naquele ritmo de trote quase uma corrida e minha meta é sempre 3 quilômetros e meio, essa semana vou tentar chegar nos 4 quilômetros. Já estou pensando em dar um fim na minha mesa e cadeira de computador que tenho na sala porque agora só uso o notebook e enfiar uma esteira lá, mas quando vi o what fucking this prices? na internet, resolvi deixar esse plano mais pra frente eheheheh.

A academia tem feito bem pro meu corpo – já tenho bracinho que posso trocar lâmpadas (ahahahhahah), perdi medidas na cintura e na barriga, tem feito muito bem pra minha saúde, mas tem feito muito bem principalmente pra minha cabeça, saio de lá como se tivesse pisando em nuvens e com a cabeça leve e vazia.


Desço junto com meu pai bem cedo e confesso: é uma tortura pra acordar, mas o único dia que resolvi voltar pra cama me arrependi depois, portanto acordar cedo É preciso. Faço todos os exercícios e na maioria dos dias faço as duas séries juntas, tomo meu banho calmamente e subo pro trabalho. Achava que não ficaria uma semana pelo fato de eu estar indo sozinha – sem a companhia dos meus amigos (lembram? O Ju foi pra outra por conta dos exercícios aeróbicos e o Evandro só pode à noite), mas sabe que eu estou adorando muito essa ideia de ir só?

Não que eu não gostasse da companhia dos meninos, ao contrário, foi muito gostoso fazer com eles e se não fosse pelo incentivo dos dois eu nem teria sequer começado ou estava procurando por alguma até hoje, mas é gostoso você às vezes se desprender de tudo e todos e saber que não é um bicho de sete cabeças fazer algumas coisas sozinha, ao contrário, passa a ser até mais gostoso! Bem, acho que por ora é isso e nunca pensei que fosse dizer isso porque sempre falava o contrário, mas honestamente estou adorando fazer academia.

P.S. As imagens são da Smart Fit aqui de São Caetano, aonde eu faço 🙂

Minha nova vida ‘acadêmica’

Minha nova vida ‘acadêmica’

Já tem alguns meses que comecei a fazer academia… Comecei com dois amigos que estavam no meu pé pra eu entrar junto e aí depois de muito tempo, me juntei a eles. Fiz por algumas semanas e depois resolvi fazer um check up geral da minha saúde pra poder dar continuidade – mais pra desencargo de consciência mesmo, uma vez que, com os probleminhas emocionais de ansiedade que tive no ano passado, minha pressão arterial deu uma leve alterada, então eu quis me certificar por A + B que estava tudo bem comigo. E estou. Exames sangue, cardiológicos, check up geral: estou com a saúde tão perfeita que o médico disse que se eu quisesse poderia até correr uma maratona AHUEAHUAEAHUEAHUE. (não, não quero não).


Aí logo no começo dessa semana eu voltei com tudo, porém comecei a fazer de manhã. Um dos amigos acabou se mudando pra outra academia (porque lá tem os exercícios aeróbicos que ele gosta) e até tentou me arrastar junto, mas pra quem como eu ainda está começando, aonde estou já está de bom tamanho… E o outro amigo está indo à noite. Resolvi fazer de manhã porque além de não ter quase ninguém, sinto que o dia depois rende muito mais e até passa mais rápido, eu diria (mesmo eu estando toda dolorida ahauhauahauahau), tenho mais pique do que se tivesse que ir à noite (mesmo com a tentação de querer voltar pra cama de manhã) e consequentemente à noite eu durmo muito, muito melhor. O que também me motivou muito são os posts que a Dai escreve no TPM sobre os treinos e exercícios que ela faz. Há duas semanas fiz uma dietinha básica e pra quem no ano passado nessa mesma época estava vestindo 38 quase chegando nos 40, hoje eu fico feliz quando fecho o botão da minha calça surrada, mas há muito tempo guardada de numero 36.


Faço 30 minutos de esteira (naquele pique de trote, quase correndo), bicicleta, exercícios pros braços, pernas, bunda e claro – pra tão indesejada barriguinha. Meu treino dura mais ou menos umas 2 horas, tomo banho por lá mesmo (o chuveiro da academia é óóóteeemo – bem que o Junior falou), venho pra ótica e tomo meu café da manhã: duas cream crakers com Nutella (eu mereço, tsá?) e um copo de leite com café e adoçante. No almoço como muita salada, carne e um pouquinho de carboidrato só pra não ficar sem ou ficar na vontade. Nessas refeições bebo água, chá gelado ou um suco, pois os refrigerantes eu cortei há mais de dois anos. Se à tarde me dá um pouco de fome eu como uma barra de cereal ou uma barrinha daquelas de goiabinha que tem menos calorias que a de cereal (e ainda acho mais gostoso) ou um rolinho de queijo mussarela com presunto. Em casa, na janta estamos cortando o carboidrato e comendo uma salada de folhas generosa com atum e queijo e de mistura algum tipo de carne. Sem carne eu realmente não consigo ficar. De sobremesa avançamos na gelatina diet e às vezes eu me permito um pedacinho de chocolate, porque na boaaaaa eu sou humana, mulher e doente por chocolates ahauahauahauha.


Infelizmente não sou de comer frutas, mas agora juntando a academia e com hábitos alimentares melhores minha saúde que já está boa, vai ficar melhor ainda (e a vida também vai muito bem, obrigado). Acho que quando a gente chega numa certa idade (eu, por exemplo, que já estou na casa dos 3.3) é mais do que necessário ter hábitos alimentares saudáveis (é claro que escorregar um pouco de vez em quando pode porque ninguém é de ferro), se possível praticar algum exercício físico (nem que se for apenas uma caminhada) e cuidar mesmo da nossa saúde porque da nossa vida já tem tanta gente querendo cuidar, néam?

Espero que esse pique, somado com a minha força de vontade e o gostinho que estou pegando pela coisa continue por tempo indeterminado, pois faz bem pro corpo, pra pele, mas principalmente pra cabeça e pro espírito. 🙂