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Itens novos na lojinha

Gente, esse post é um total jabá, mas tô informando em primeira mão à vocês que tem coisas novas na minha lojinha do Enjoei:

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Tem maquiagem, roupa, óculos, decoração, livros… Essa semana vai entrar mais itens de maquiagem, se você for de São Caetano ou região e quiser retirar o produto em mãos pra não pagar o frete, fale comigo antes de efetuar a compra. Negocio preços também! 🙂

Livro: Como Eu Era Antes de Você

É impressionante como livro é algo tão pessoal no gosto de cada um, mesmo quando a maioria gostou e você não ou vice e versa, né? Confesso que me sinto um alien quando um livro (principalmente os best sellers) cai no gosto da maioria das pessoas, menos no meu… E quando, mesmo que a chance seja remota, o filme acaba sendo melhor que o livro? Céus!!! É algo raro, eu sei… Mas pode acontecer. Semana passada terminei de ler “Como Eu Era Antes de Você” e honestamente – BOMBA! – eu esperava muito mais. =/

Sinopse:

Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.

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O enredo é bom; tanto pelos personagens principais, como os secundários, a história em si é muito boa também, mas pra mim o que pecou foi a dinâmica da história, – eu achei que faltou muito da autora em realmente me prender. Veja bem, eu sou do tipo que adoooooora um drama, mas sabe quando você começa a ler uma história que está chegando num ponto crucial que você espera ansiosamente e depois que lê, sente que faltou mais emoção? Me senti assim com o livro todo.

Sei que tem gente que vai me achar uma insensível de coração peludo, porque principalmente o final (que também não gostei), eu achei que faltou explorar mais a emoção por parte da autora. Como disse a história é sim boa: envolve amor, amizade, empatia e o direito de escolha que cada humano tem – principalmente porque a base carrega um tema bem complexo e, é exatamente por isso eu achei que Jojo Moyes poderia ter mandado melhor, saca? Em breve terá a estreia no cinema, tem o trailer a seguir pra vocês conferirem e vou dar mais uma chance à história, mas dessa vez na tela, então quem sabe né?

Como citei no começo deste post: livro é algo pessoal, posso não ter gostado o que isso não quer dizer que outras pessoas não irão gostar, ao contrário, a maioria que leu gostou, mas é aquela né, gente? Gosto é igual c*, cada um tem o seu. Vai ganhar só duas xícaras de café:

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Livro: Toda Luz Que Não Podemos Ver

“O cérebro obviamente está fechado em escuridão total crianças”, diz a voz, “Ele flutua em um líquido claro dentro do crânio, nunca na luz. No entanto, o mundo que constrói na mente é repleto de luz. Ele transborda cores e movimento. Então, crianças, como o cérebro, que vive sem uma centelha de luz, constrói para nós um mundo iluminado?” (…) “Abram os olhos”, conclui o homem, “e vejam o máximo que puderem antes que eles se fechem para sempre.”

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Vou começar dizendo que: estou apaixonada por esse livro! Fiquei tão apaixonada pela história que entrou pra minha lista de preferidos. Primeiro de tudo vamos a sinopse:

“Marie-Laure vive em Paris, perto do Museu de História Natural, onde seu pai é o chaveiro responsável por cuidar de milhares de fechaduras. Quando a menina fica cega, aos seis anos, o pai constrói uma maquete em miniatura do bairro onde moram para que ela seja capaz de memorizar os caminhos. Na ocupação nazista em Paris, pai e filha fogem para a cidade de Saint-Malo e levam consigo o que talvez seja o mais valioso tesouro do museu. Em uma região de minas na Alemanha, o órfão Werner cresce com a irmã mais nova, encantado pelo rádio que certo dia encontram em uma pilha de lixo. Com a prática, acaba se tornando especialista no aparelho, talento que lhe vale uma vaga em uma escola nazista e, logo depois, uma missão especial: descobrir a fonte das transmissões de rádio responsáveis pela chegada dos Aliados na Normandia. Cada vez mais consciente dos custos humanos de seu trabalho, o rapaz é enviado então para Saint-Malo, onde seu caminho cruza o de Marie-Laure, enquanto ambos tentam sobreviver à Segunda Guerra Mundial. Uma história arrebatadora contada de forma fascinante. Com incrível habilidade para combinar lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, o premiado autor Anthony Doerr constrói, em Toda luz que não podemos ver, um tocante romance sobre o que há além do mundo visível.”

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A trama toda se passa durante a 2º Guerra Mundial, um dos motivos pelo qual me interessei pela história uma vez que amo livros sobre esse período histórico. O história é dividida em 3 partes, cada capítulo fala da história de um personagem o que deixa a leitura muito mais fluida e dinâmica. As histórias vão acontecendo paralelamente, até se cruzarem mais pro final. Toda Luz Que Não Podemos Ver é um livro delicado, sutil e forte ao mesmo tempo. Muitas vezes o autor consegue colocar tudo de uma maneira até poética e reflexiva ao leitor. Você se envolve com a história, com os lugares, com os personagens (que são todos incrivelmente bem construídos, vale ressaltar) e principalmente com os sentimentos que o autor passa de uma maneira impecável, que foi uma das coisas que mais amei em Anthony Doerr. É o tipo de livro que você não quer que termine e quando termina, bate aquele vazio de praxe que acontece toda vez quando uma história é muito boa. Acredito que pra quem leu A Menina Que Roubava Livros e se apaixonou, com certeza irá se apaixonar ainda mais por esse. Entrou pra minha lista de preferidos. Leitura mais que recomendada, um dos melhores livros que li nos últimos tempos. Vai ganhar as 4 xícaras de café e se pudesse ainda colocava um bolinho junto:

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“Todos nós passamos a existir de uma única célula, menor do que um grão de areia. Muito menor. Dividir. Multiplicar. Somar e subtrair. A matéria muda de sentido, os átomos flutuam para dentro e para fora, as moléculas giram, as proteínas se grudam umas nas outras, as mitocôndrias transmitem ordens oxidantes; começamos como uma aglomeração elétrica microscópica. Os pulmões, o cérebro, o coração. Quarenta semanas mais tarde, seis trilhões de células se espremem através das nossas mães e soltamos um berro. Só então o mundo começa para nós”

Com a palavra, Dr. Drauzio Varella

Doutor Drauzio Varella é uma grande inspiração pra mim: como pessoa e como atleta. Seu livro está na minha lista de leituras (aliás, tenho que dar um pulo hoje no shopping e vou aproveitar pra comprar) e li hoje esse trecho aqui que achei tão incrível que vou compartilhar com vocês:

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Eu Corro – por Drauzio Varella, 68 anos, médico

“Quando eu estava prestes a completar 50 anos, um amigo me disse que naquela idade começava a decadência. Então resolvi fazer alguma coisa legal para comemorar a data e tive a ideia de fazer uma maratona. Já comecei a correr pensando nos 42 km. Pouco tempo depois, outro amigo me passou um programa de treinos e fui seguindo como podia. No fim daquele ano, corri a Maratona de Nova York em 4h01. Isso foi em 1993, e desde então já participei dessa prova mais umas sete ou oito vezes. Também já corri em Chicago, Berlim e Joinville — meu melhor tempo é de 3h38, em 1994, em Nova York.

A maratona é minha distância preferida. Ninguém corre 42 km sem estar preparado, todo mundo ali sabe o que está fazendo, então existe muito mais respeito. Já participei de alguns revezamentos e provas menores, mas não gostei. Também fiz a São Silvestre e detestei, achei uma bagunça. Treino duas vezes por semana no Parque do Ibirapuera e nos fins de semana procuro correr no Minhocão ou no centro da cidade. Aí vario os trajetos: passeio pela praça da Sé, largo de São Bento, Mercado Municipal. Cada treino varia entre 15 e 25 km, depende de quanto tempo tenho.

Também subo os 16 andares do meu prédio duas vezes por semana. Vou pelas escadas e desço pelo elevador, onde aproveito para ir me alongando. Repito isso entre oito e dez vezes. É puxado, mas me dá um fôlego danado e com certeza me ajuda a correr melhor. Se as pessoas fizessem mais exercício, ficar parado seria menos penoso para o corpo. Quando você é sedentário, você se levanta e logo tem que se sentar de novo — e aquilo não te descansa. Quando você corre bastante e senta, é uma sensação muito boa.

Sempre levo meu tênis quando vou viajar. Tem coisa mais gostosa do em um dia de congresso você se levantar cedinho para treinar? Corro 2 horas e depois passo o resto dia sentado, sem culpa, ouvindo as pessoas falarem sobre os assuntos de que eu mais gosto. É uma delícia. Para mim, a corrida é um antidepressivo maravilhoso. Sou muito agitado, faço muitas coisas e a corrida também me ajuda a relaxar. É o momento em que fico em contato comigo mesmo, vejo minhas limitações, e isso me deixa mais com o pé no chão. Por isso não corro ouvindo música e prefiro treinar sozinho.

No ano passado, fiz a Maratona de Berlim em 4h12. Depois pensei que se tivesse feito 2 minutos a menos teria me qualificado para Boston. Não quero estabelecer essa meta porque tenho medo de me frustrar, mas, se este ano eu conseguir fazer uma maratona em menos de 4h10, posso comemorar os 70 anos correndo em Boston.

Não tenho nenhum cuidado especial com alimentação. Antes do treino, bebo uma água de coco ou como uma fruta. Depois tomo café com leite e como pão, azeite e tomate. Não estou convencido de que existe um benefício real nesses géis e vitaminas, aminoácidos. Durante a maratona só bebo água, não tomo nem isotônico. Como cortei açúcar da minha alimentação há 34 anos, tenho medo de ficar enjoado e passar mal. O exercício só é bom quando ele termina. Durante, é sofrimento. Às vezes você até libera uma endorfina no meio e dá uma sensação boa, mas o prazer mesmo vem quando você acaba.

Quem faz atividade física tem um envelhecimento muito mais saudável. Tenho quase 70 e não tomo nenhum remédio, peso 3 kg a mais do que na época da faculdade. As pessoas dizem: “Você é magro, hein? Que sorte!” Não é sorte, tenho que suar a camisa todos os dias.

Eu corro porque estou convencido de que o exercício físico é contra a natureza humana. Precisamos combater essa inércia. Nenhum animal desperdiça energia, ele gasta sua força para ir atrás de comida e de sexo ou para fugir de um predador. Com essas três necessidades satisfeitas, ele deita e fica quieto. Vá a um zoológico para ver se você encontra uma onça correndo à toa. Ou um gorila se exercitando na barra. Por isso é tão difícil para a maioria das pessoas fazer atividades físicas.

Um exemplo disso são meus pacientes. A grande maioria são mulheres com câncer de mama. Muitas passam por quimioterapia, perdem o cabelo, têm enjoos, fazem cirurgia para retirar parte do seio. E enfrentam esse processo com tanta coragem que fico até emocionado. Depois disso tudo, falo para elas que, se caminharem 40 minutos por dia, cortam pela metade a chance de morrer de câncer de mama. Esse índice é maior do que o da quimio, mas menos de 1% das minhas pacientes começam a fazer exercício. Vai contra a natureza humana.

Muita gente fala que não tem tempo de fazer exercícios. Dizem que acordam muito cedo para levar os filhos à escola, que trabalham demais, que têm que cuidar da casa. Antes eu até ficava com compaixão, mas hoje eu digo: isso é problema seu. Ninguém vai resolver esse problema para você. Você acha que eu tenho vontade de levantar cedo para correr? Não tenho, mas encaro como um trabalho. Se seu chefe disser que a empresa vai começar um projeto novo e precisa que você esteja lá às 5h30, você vai estar lá. Você vai se virar, mudar sua rotina e dar um jeito. Por que com exercício não pode ser assim?

Nós temos a tendência de jogar a responsabilidade sobre a nossa saúde nos outros. Em Deus, na cidade, na poluição, no trânsito, no estresse. Cada um de nós tem que se responsabilizar pelo próprio bem-estar e encontrar tempo para cuidar do corpo. É uma questão de prioridades.

Se você não consegue fazer exercício de jeito nenhum, pelo menos tem que ter consciência de que está vivendo errado, que não está levando em consideração a coisa mais importante que você tem, que é o seu corpo. Este ano pretendo correr as maratonas do Rio e de Chicago. Se fizer abaixo de 4h10, me qualifico para Boston.”

Livro: A Garota no Trem

Uma coisa que sempre me dou bem quando o assunto é livro é pegar dicas de leituras com amigos que tem o gosto parecido com o meu. Esse foi dica da Raquel que me interessei de ler quando ela já estava terminando. E amei a história.

O Garota no Trem de Paula Hawkins é um suspense psicológico extremamente bem feito. Eis a descrição:

“Todas as manhãs Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas d’água, pontes e aconchegantes casas. Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes – a quem chama de Jess e Jason –, Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess – na verdade Megan – está desaparecida. Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos. Uma narrativa extremamente inteligente e repleta de reviravoltas, A garota no trem é um thriller digno de Hitchcock a ser compulsivamente devorado.”

O livro é extremamente envolvente, é o tipo de leitura que você começa a ler e não consegue mais parar pra saber o desfecho que a história toda irá ter. Fui terminar de ler essa madrugada, então imagine meu sono neste momento ehehehehe. Cheio de reviravoltas, ele começa de um jeito, daí lá pro meio do livro muda totalmente e o final acaba sendo surpreendente. A autora fez uma construção ótima de todos os personagens e mesmo sendo de uma forma bem psicológica, não ficou chato de ler. Os personagens chave da história são narrados em primeira pessoa e divididos cada um por capítulos, o que pra mim – deixou tudo muito mais envolvente.

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A única coisa que aconteceu é que não consegui me identificar com nenhum dos personagens – algo bem raro de acontecer comigo numa história, na verdade os que são as peças chave eu senti é raiva deles e em alguns poucos momentos uma grande pena. Não sei o porque disso, deve ser porque eles são TÃO humanos. E mesmo não me identificando com nenhum deles, a história é tão crua, tão verdadeira que fiquei completamente envolvida com o livro (li em menos de 5 dias).

O Garota no Trem é um livro que está bem cotado no mundo da literatura: já vendeu mais de 4 milhões de cópias e foi traduzido para 44 idiomas. No Reino Unido desbancou “O Símbolo Perdido” de Dan Brown que há seis anos estava na lista dos mais vendidos. Mas sabe o que eu mais gostei? Descobri na semana passada que vai virar FILME! Tudo bem que os livros são sempre melhores que os filmes, mas se for bem produzido tenho certeza que teremos uma ótima história nas telas também. Leitura mais que recomendada, ganhou as 4 xícaras de cafés:

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Juliana Esgalha Post por

Livro: O Dia do Curinga

Jostein Gaarder é um escritor norueguês mundialmente conhecido, talvez eu falando assim você não se lembre de quem é, mas é o autor de “O Mundo de Sofia” que com certeza mesmo quem não leu este livro, sabe de qual estou falando. Eu ganhei de presente “O Dia do Curinga” de uma amiga e terminei tem algumas semanas.

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Jostein Gaarder tem o dom de te colocar dentro da filosofia principalmente se você faz parte do time “filosofia para não filósofos” – o que se encaixa perfeitamente no meu caso. Acho que por isso que gostei tanto dessa história porque nada fica cansativo, nada perde o fio da história. A história é sobre um garoto e seu pai que atravessam a Europa de carro em busca de sua mãe na Grécia que há alguns anos foi embora de casa para “se encontrar”. Essa história é paralelamente contada junto com outra de um livrinho (minúsculo no sentido literal mesmo) que o menino recebe de um padeiro em determinado ponto da história.

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O Dia do Curinga é um livro incrível. Te faz pensar. Questionar. Refletir sobre coisas elementares das nossas vidas que por não sermos grandes filósofos nunca nos perguntamos, mas sempre estiveram ali. Tudo depende da absorção de cada pessoa como leitor, acho que pra cada pessoa é um conhecimento diferente. Te faz ver a sorte de ser alguém num mundo tão incrível que muitas vezes não enxergamos isso, um autoconhecimento que envolve muitas questões de acreditar ou não em Deus e todas aquelas questões “so clichê” de quem somos? de onde viemos?

Uma dica: recomendo ler esse livro bem devagar. Digo isso porque é interessante você ler sem pressa pra poder absorver toda a filosofia que está contida nele e em alguns momentos até voltar em certos trechos e ler novamente. Mas afinal: Quem é o Curinga? Leia e descubra. 🙂

“Vivemos nossas vidas num incrível mundo de aventuras, pensei. Apesar disso, a grande maioria das pessoas considera tudo isso “normal”. Em compensação, vivem em busca de algo fora do normal: anjos ou então marcianos. E isso se explica pelo simples fato de que elas não consideram um enigma o mundo em que vivem. Para mim a coisa era completamente diferente. Para mim, o mundo era um sonho muito estranho, e eu vivia em busca de uma explicação racional qualquer para esse sonho.”

Ganhou as 4 xícaras de café:

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By the way, vou aproveitar e atualizar a lista do livros que já li em 2015:

– O Lado Bom da Vida
– A Lista de Brett
– Depois de Auschwitz
– Princesa
– As Filhas da Princesa
– Inverno na Manhã
– Os Três
– O Diário de Helga
– O Dia do Curinga
– Eu Sou Malala
(li em 3 dias, prometo uma resenha)
– Misery

Juliana Esgalha Post por

Livros que já li em 2015

Todo final de ano eu apelo pro clichezão de criar algumas metas pro próximo ano, é verdade que algumas delas eu acabo não conseguindo cumprir e acredito que com todo o mortal seja assim, mas geralmente as metas na verdade são aquelas coisas que, basicamente, você não cumpriu no ano anterior então você empurra pro ano seguinte porque acho que sempre rola aquele sentimento de culpa + uma motivação de que agora vai.

Uma das metas que tinha criado para 2015 era ler mas livros, pelo menos um por mês e quem sabe – se não fosse me cobrar muito – aumentar esse numero. Uma coisa que fiz dessa vez foi: não pegar livros com histórias absurdamente longas. Veja bem, não são livros finos, mas livros que são mais de 3 volumes e dependendo do autor escolhido, você corre um grande risco dele não continuar a história – já me ferrei tanto com isso. Tem também o fator que eu sempre acabo dando uma pausa na história quando termino o volume de algum livro e parto pra outro, faço isso pra não ficar apegada num “mundo” só e pra principalmente não desanimar com o hábito da leitura, por isso que preferi não pegar livros que sejam mais de 3 volumes. Ler tem que ser um prazer, nunca uma obrigação. Geralmente eu escrevo resenhas dos livros que leio aqui no blog, mas não são com todos que faço isso (acho que já deu pra perceber), acho que é pra não ficar mais do mesmo assunto, mas me surpreendi quando parei hoje pra contar quantos livros já li esse ano e fiquei feliz com a contagem de 8.

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É claro que muita gente lê e já leu muito mais que isso só neste ano, mas eu não gosto de me comparar com o “muita gente” – essa minha meta é pessoal, isso não se trata de quantidade, mas sim que consigo manter uma linha continua de leituras + tempo. Uma coisa que tenho feito bastante é ler resenhas e procurar títulos no Skoob (me segue lá), alí tem resenhas com opiniões muito boas, também gosto de ler alguns blogs sobre livros, mas o Skoob é uma ótima ferramenta porque há várias resenhas de um mesmo livro num lugar só, então fica tudo mais prático.

Essa semana terminei de ler o Diário de Helga e vou começar a ler O Dia do Curinga de Jostein Gaarder, o mesmo autor de O Mundo de Sofia, ganhei de presente de uma amiga e sobre o que li dele é um livro pra você ler devagar e aproveitar cada reflexão com a abordagem filosófica que ele oferece. Acho que vou gostar.

Esse aqui são os 8 livros que já li em 2015:

– O Lado Bom da Vida
– A Lista de Brett
– Depois de Auschwitz
– Princesa
– As Filhas da Princesa
– Inverno na Manhã
– Os Três
– O Diário de Helga

E você, está lendo o quê?

Juliana Esgalha Post por