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Livro: Os Três de Sara Lotz

Meses atrás eu comecei a pesquisar sobre livros de suspense/terror e eis que encontrei “Os Três” de Sara Lotz. Nunca tinha visto ou lido qualquer coisa sobre ele e após ler algumas opiniões eu decidi comprar. Basicamente a história começa com 4 acidentes aéreos que caem em diferentes partes do mundo e exatamente no mesmo dia, dia esse que ficou conhecido e marcado como “Quinta Feira Negra”, o mais intrigante ainda não é isso, mas sim que 3 crianças conseguiram sobreviver aos acidentes principalmente quando as chances de sobrevivência são nulas e há supostamente uma quarta criança na história que dá mais mistério ao livro.

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A partir daí a história vai se desenrolando e ficando cada mais vez intrigante. Principalmente porque pra muitos, essas crianças são consideradas um milagre, mas já por uma outra parte são consideradas o preludio do fim do mundo e isso é o estopim para iniciar um verdadeiro caos mundial. É um livro perturbador. Acho que pra mim, é a melhor palavra que descreve a história porque inevitavelmente você se pergunta até a aonde a mente humana pode ser influenciada e da forma rápida como isso acontece. E mesmo com alguns pontos sobrenaturais durante a história, a autora mesclou muito bem com o real, deixando tudo de uma maneira bem convicente diga-se de passagem, e aí o que temos é uma história densa a ponto de você se recordar de acidentes aéreos (alguns sem explicação, vale lembrar) que já aconteceram de verdade no mundo.

É um ótimo livro pra quem, como eu, se borra de medo de voar de avião. AHAHAHAHAHAHA brincadeiras a parte, a história é contada em forma de biografia por uma ghost writer baseado em depoimentos e entrevistas que ela colheu de pessoas que tinham alguma ligação com as vitimas, além de jornalistas e investigadores – o que eu achei muito interessante esse ponto em especial, pois a riqueza de detalhes é tanta que te dá aquela sensação estranha de ser real, já sentiram isso com algum livro ou filme? É o tipo de narrativa que você não consegue parar de ler e quer saber o que vai acontecer na página seguinte.

Eu não diria que “Os Três” é do gênero terror, mesmo em muitos momentos a autora assustar o leitor com certos personagens. Mas é um livro que te faz pensar que não seria exatamente algo impossível de acontecer no nosso mundo real e isso de fato! – é bem assustador, digo isso principalmente por toda a consequência que se desenrolou com a sobrevivência das 3 crianças e mais uma vez, aquela perguntinha sobre como não é difícil influenciar a mente humana, mais uma vez vem a tona. Pra quem gosta de histórias assim, super recomendo. Ganhou as 4 das 4 xícaras de café.

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Juliana Esgalha Post por

minhas primeiras leituras de 2015

Acho que comecei bem com minhas metas de leitura em 2015, o mês de janeiro ainda nem terminou e eu já estou no meu segundo livro, uma coisa que decidi esse ano é não me apegar nas histórias de que tenham livros demais, no máximo uma trilogia e ainda assim vou dar preferência pras que já estão completas porque esse lance de ainda não ter lançado tal volume ou você pegar uma história que não sabe quantos livros irá ter (ou até mesmo com volumes demais), é bem chato.

Mas então vamos lá:

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Comecei com O Lado Bom da Vida que eu já tinha comprado no ano passado mas só fui ler esse ano. A história é um pouco diferente do filme, mas o livro é tão bom quanto. É até estranho dizer isso, mas acho que gostei até mais do filme do que do livro, mesmo assim é uma leitura gostosa, que vale a pena. Agora estou lendo Depois de Auschwitz que conta a história real de uma sobrevivente ao Holocausto, e como todo livro relacionado a 2a Guerra, é uma história bem pesada e emocionante… Mesmo assim eu adoro ler qualquer tipo de livro que seja relacionado a guerra (especialmente a Segunda), mas não sei se todo mundo gostaria desse tipo de leitura. O interessante é que a autora do livro é irmã de Anne Frank, na verdade é meia irmã e há várias passagens aonde ela fala de Anne e sua família, já estou quase no final e gostando bastante dessa leitura.

Os próximos serão Princesa de Jean P. Sasson e A Lista de Brett de Lori Nelson Spielman, e ambos foram indicados por amigas que dão ótimas dicas de leitura – a Dea e a Lia. A Princesa, se eu não estiver enganada, são 3 livros. É uma história real também e quando recebi essa dica, me lembrei muito quando li A Cidade do Sol. Gosto de histórias assim. Prometo resenhas sobre esses por aqui quando termina-los.

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E você, o que está lendo?

Juliana Esgalha Post por

Literatura de Cordel no meu bairro

Hoje, descendo a pé de manhã pro trabalho, fiquei encantada com o que vi numa rua bem próxima de casa: Literatura de Cordel – em TODAS as arvores e na rua TODA, é de encher os olhos de alegria de qualquer pessoa! Foram feitas por alunos de uma escola próxima e fiquei apaixonada pelo trabalho e pela delicadeza, afinal de contas, passar por uma rua que está forrada de poesia em um sábado monocromático como hoje, é daquelas pequenas felicidades da vida que dinheiro nenhum paga.

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Juliana Esgalha Post por

Minhas leituras até agora…

No começo do ano eu tinha prometido a mim mesma que com mais amor, eu iria retomar minhas leituras. Eu estava muito relapsa com isso o que me fazia me sentir mal porque pra mim, era um tempo que eu acabava perdendo com qualquer besteira que não me trazia benefício algum. Nesse post aqui, junto com o plus de uma pesquisa que diz que ler melhora o sono e diminui o estresse, eu finalmente tomei vergonha na cara e voltei pros meus amados livros – que agora com a mudança pra um apartamento maior estão ocupando lindamente quatro prateleiras enormes na sala. Sou adepta aos livros propriamente ditos, gosto de sentir o peso, o cheiro das folhas misturadas com a tinta, não gosto de kindle e em termos de praticidade, isso não é muito vantagem pra mim.

Mas estou tão orgulhosinha de mim mesma porque, tirando o período de março e abril – que foram os meus 38 dias de viagem, eu já li 6 livros até agora. A média está boa – um livro por mês (sendo que um deles, eu li em menos de 3 dias) e tudo que eu preciso fazer é continuar nesse ritmo que está ótimo, está perfeito, está redondinho. Bem, como alguns deles eu já fiz a resenha anteriormente aqui no blog, pra esses eu vou colocar apenas o link… Dos outros, eu vou fazer um breve resumo porque acho que livro é uma coisa tão pessoal quanto perfume, enfim… São esses aqui:

seguindo pela ordem de leitura

seguindo pela ordem de leitura

A Culpa é das Estrelas – John Green eu fiz a resenha nesse post aqui e foi o primeiro de 2014. No começo do ano parecia uma eternidade pra estreia do filme que já está nos cinemas, mas eu ainda não vi. Mesmo assim eu sempre aconselho: SEMPRE leia o livro e depois veja o filme.

Livre – Cheryl Strayed falei bem rápido dele neste post aqui que foi dois dias antes de eu viajar. E eu precisava terminar esse livro antes da viagem porque além da história ser fantástica e ter a ver com o assunto, tem muito a ver também com essa busca de sempre conhecer novos lugares e testar nossos limites. Esse pelo que li vai rolar o filme (Wild), mas ainda não sei pra quando.

O Oceano no Fim do Caminho – Neil Gaiman até então o único livro que eu tinha lido do Gaiman era Coraline, esse foi por incentivo do marido que conta a história de um homem e suas lembranças de infância aonde abordam muitos assuntos que todos são contatos daquela forma bem fantasiosa que, quem conhece bem as obras de Neil Gaiman, compreenderá o que estou falando. Leitura mais que recomendada.

Os Filhos de Anansi – Neil Gaiman daí o Rick disse que se eu gostasse de Oceano no Fim do Caminho ele me indicaria outro e continuei com esse na sequencia. O livro conta a história de Fat Charlie que não tinha uma relação lá muito amigável com seu pai. Depois com o pai falecido, Charlie descobre que tem um irmão e também descobre que seu pai é Anansi, o deus-aranha. Não sou muito boa com resenhas, mas escrevendo assim, parece que o livro é de uma história totalmente viajada e sem noção. Mas não é. Neil Gaiman tem o dom de misturar o real com o imaginário e deixar tudo ao mesmo tempo simples de ler.

Quem é você, Alasca? – John Green acho que já deu pra perceber que me rendi aos livros dele, né? Este eu li em menos de 3 dias, nos meus momentos de insônia. Conta a história de Miles, colecionador de ultimas palavras, que nunca teve amigos e decide ir pra um colégio interno em busca do seu “grande talvez”, lá ele faz novos amigos e conhece inclusive a Alasca, que por algum motivo, em determinados pontos no livro eu simplesmente a odiava ahahahah, e embora seja um best seller juvenil, a história no seu conteúdo e principalmente no desfecho, não deixa nada a desejar e te faz pensar naqueles muitos pensamentos clichês que todos nós temos.

Cidades de Papel – John Green este eu ainda estou lendo, comecei essa semana então não tenho muito o que escrever sobre ele ainda… exceto pelo fato de sim, estou gostando bastante. Além do que, também não vou ficar procurando resenhas sobre ele, pra eu não tomar um spoiler de graça e ficar com cara de concha depois. Mas até agora, gostei muito dos livros de John Green.

Então é isso. Dada a largada de 2014 até agora, essas foram as minhas leituras que eu resolvi dividir com vocês, aliás, usem os comentários pra indicações também, pois eu gosto mais ainda quando os livros são recomendados.

Juliana Esgalha Post por

Backpacker: O Anexo da Anne Frank em Amsterdam

O anexo da Anne Frank foi fundado no dia 3 de maio de 1960 em sua memória, aonde ela e mais 7 pessoas permaneceram escondidas durante a Segunda Guerra Mundial. Em 3 de maio de 1957, seu pai – Otto Frank (que faleceu em 1980) criou o Instituto Anne Frank com o objetivo de salvar o edifício da demolição e tornar o diário de Anne mundialmente conhecido. Anne Frank escreveu o seu diário entre 12 de junho de 1942 e 1 de agosto de 1944 durante a Segunda Guerra Mundial enquanto esteve escondida em Amsterdam. Foi no seu período dos 13 aos 15 anos de idade que Anne detalhou como era viver escondida em um anexo e, no meio disso tudo, muitos de seus sonhos também.

No dia 4 de agosto de 1944 o anexo for descoberto pela Gestapo – possivelmente através da denuncia de um informante que nunca foi identificado, Anne Frank foi separada dos seus pais e mandada para o campo de concentração de Bergen-Belsen… Foi lá que Anne Frank faleceu no fim de fevereiro de 1945, aos 15 anos de idade. Seu diário foi encontrado por Miep Gies e entregue ao pai de Anne Frank – único sobrevivente da família, ao Holocausto. O Diário de Anne Frank é considerado um dos livros mais importantes do século XX. No diário de Anne, através das palavras dela, é possível identificar sua maturidade com o passar anos, ela relata muitas coisas: seus medos, seus sonhos, como era a rotina no anexo, a tristeza de ficar confinada, enfim… É um livro muito emocionante e mais emocionante ainda é visitar aonde ela viveu e aonde tudo isso aconteceu.

Anne Frank

Quando incluímos Amsterdam no nosso roteiro de viagem, a primeira coisa que pensei foi: “eu preciso conhecer o anexo do Anne Frank”, aliás, esse é dos maiores motivos que me motivou conhecer a Amsterdam e antes mesmo de viajar, eu comprei os ingressos com antecedência no site do Ducs Amsterdam que além de ser com hora marcada eu não precisei pegar fila. Quando chegamos em Amsterdam, eu quis ir ao prédio onde está seu anexo. Ele fica de frente pra um canal, a fila não estava tão longa naquele dia quanto eu pensava. Olhei tudo em volta, atravessei a rua e por vários minutos fiquei olhando o edifício e um misto de emoção e tristeza tomou conta de mim… Pensei que: se já senti tudo isso do lado de fora, eu sabia que no dia seguinte (no dia da visita mesmo) a emoção seria ainda muito maior.

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No outro dia voltamos pra lá – dessa vez pra conhecer tudo de perto e sentir pelo menos um pouco, de como foi a vida de Anne Frank. Infelizmente não é permitido tirar fotos, nem mesmo do museu, e acredito que isso seja justamente para estimular aqueles que tem vontade de conhecer, ir e ver com os próprios olhos. A entrada é exatamente como descrita no livro. A falsa estante que levava ao anexo e, em seguida, precisa subir alguns lances de escadas que são bem íngremes e estreitos… Dentro do anexo não há móveis, isso porque Otto Frank, quando criou o museu, disse que não queria que o anexo fosse novamente mobiliado, pois estando vazio era a melhor maneira de expressar as vidas que foram perdidas. Mas nitidamente dá pra ver a finalidade de cada cômodo e de como tudo era dividido entre as 8 pessoas que ali viveram. Em todas as paredes estão trechos do diário de Anne Frank e, aonde ela dormia, há vários recortes de revistas de atrizes de Hollywood e posters que Anne Frank era fã – colados na parede e protegidos por um vidro, é realmente tudo muito impressionante de se ver, de estar alí e impossível de não se emocionar, muita coisa passa na cabeça em um momento único como esse e a mente fervilha em pensamentos.

Em seguida, logo no final da visita há uma exibição de vídeos e outros documentos que também estão em exposição, mais alguns passos depois, envolto por uma vitrine de vidro, lá estava o seu diário. Eu congelei. Sabe aquela sensação de choque quando parece que o tempo para e a única coisa que você escuta é a batida do seu próprio coração? Foi assim. Não sei colocar em palavras a emoção que senti nesse momento de ter o diário dela há apenas alguns palmos de distancia do meu rosto, mas minha primeira reação foi começar a chorar. Lá estava, bem diante dos meus olhos: o diário dela – Kitty, mundialmente conhecido, numa caligrafia que não é tão perfeita, mas era bonita… Pensei em todas as emoções de Anne depositadas nas palavras daquele diário e fiquei imaginando qual seria a reação dela se tivesse vivido pra ver isso e soubesse a importância da marca que deixou pro mundo. Lá também estão várias folhas avulsas expostas, todas escritas por Anne, mas nada mais emocionante que seu próprio diário, que pra mim, de tudo que vi – foi o mais simbólico.

Logo sem seguida há uma exposição de fotos aos 15 anos de Anne Frank e cada foto há um objeto junto, fotografar ali também não era permitido. Logo depois, há um café com uma loja de souvenirs – é a ultima parte de toda a visita. Comprei um livro pra mim e outro para a minha mãe, não o diário (que já tenho), mas um livro com fotos que conta toda a história e a disposição do anexo, comprei também alguns postais de algumas fotos de Anne que sempre achei muito bonitas. Pedi um café, sentei, respirei fundo e por muitos minutos fiquei ali processando o turbilhão de emoções de tudo que eu tinha acabado de ver, e ser grata por ter tido a oportunidade de conhece-lo. De tudo que conheci em Amsterdam (e não foi pouca coisa) esse foi o passeio que mais gostei, foi muito importante pra mim, porque quem lê o seu diário e sabe de sua história, entende o significado de tudo isso.

Juliana Esgalha Post por

Resenha: A Culpa é das Estrelas

Ganhei A Culpa é das Estrelas de uma amiga muito querida e terminei na semana passada de ler. O livro é incrível, tanto que devorei em menos de uma semana. Hazel e Augustus são os protagonistas da história, ambos tem câncer e tratam da doença de uma maneira bem humorada, mas acima de tudo – realista. Hazel que já havia aceitado o destino da sua doença – “sou uma granada”, como ela se classifica, conhece Gus que também tem um câncer… E enquanto ela está preocupada com o sofrimento alheio perante a sua doença, Gus por outro lado quer marcar a vida de alguém e não cair no esquecimento depois de sua partida. Parece piegas, né? Mas não é de forma alguma, muita coisa acontece nesse breve resumo que dei.

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Hazel na sua narrativa realista é de uma personalidade marcante e em muitos momentos são salpicados de um humor ácido e ironia. Gus por outro lado é um personagem impossível de não se apaixonar, tanto por sua doçura como pela sua inteligência, que na minha opinião é o que dá o equilíbrio ideal a história. Muitas coisas acontecem: ambos vão para Amsterdã conhecer Peter Van Houten – escritor do qual Hazel vai atrás procurando respostas sobre os personagens de um livro que leu, são amigos em comum de um rapaz que também por um câncer ficou cego e a história se desenrola em tudo isso de uma maneira despretensiosa, mas que é impossível não se emocionar e partir seu coração em mil pedacinhos – algo inevitável, porque acredito que se tivesse outro tipo de final, acho que a história não teria a mesma sensibilidade e aí perderia o sentido. Recomendo muito. É um livro fantástico, envolvente e uma dica: separe uma caixa de lenços!

“Os verdadeiros heróis, no fim das contas, não são as pessoas que realizam certas coisas; heróis são as que REPARAM nas coisas” – A Culpa é das Estrelas

Juliana Esgalha Post por

Meus 10 livros mais marcantes…

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Facebook é uma rede social maravilhosa quando usado para o intuito do que realmente deveria ser, confesso que eu mesma muitas vezes escorrego nisso e acabo sendo chata também, mas de vez em quando, alguém começa uma ‘corrente do bem’ e te marca em uma publicação legal pra você dar continuidade. Hoje a Roberta (Boo para os íntimos blogueiros) me marcou em um post super legal pra dizer quais foram os 10 livros que mais marcaram sua vida, como eu adoro essas listas (e acho que há muito tempo atrás já fiz um post parecido com esse, mas é sempre bom atualizar), montei a minha rapidinho, eis os 10 livros que eu mais gostei de ler:

1 – O Menino Poti – Ana Maria Machado (foi o primeiro livro que li na minha vida quando aprendi…. A ler, eu estava na primeira série e me lembro dele até hoje, nada mais justo que colocar no topo da lista)
2 – O Diário de Anne Frank – Anne Frank (acho impressionante como um simples diário sempre dá pra tirar uma lição diferente)
3 – As Brumas de Avalon – Marion Zimmer Bradley (sou apaixonada pelas histórias de Rei Artur)
4 – As Crônicas de Artur – Bernard Cornwell (trilogia sobre Rei Artur também, mais subjetiva que As Brumas, no final de cada livro o autor conta os fatos que são históricos citados no livros)
5 – A Sombra do Vento – Carlos Ruiz Zafón (intrigante do começo ao fim, gosto muito desse autor)
6 – O Incêndio de Troia – Marion Zimmer Bradley (devorei esse livro em menos de uma semana, a historia flui que é uma beleza)
7 – A Hora do Vampiro – Stephen King (o melhor terror que já li até hoje, ainda não encontrei nenhum que me colocasse medo como esse, tanto que eu só lia durante o dia ahauhauhau)
8 – A Menina que Roubava Livros – Markus Zusak (quase me acabei de chorar, a história é maravilhosa e apesar do filme estar bem fiel, o livro é incrivelmente mais emocionante)
9 – O Iluminado – Stephen King (o livro é muito mais assustador que o filme, a história é muito mais tensa)
10 – Coraline – Neil Gaiman (apesar de ser juvenil, é bem interessante)

Quem quiser também pode fazer sua lista (deixa aqui nos comentários pra eu ver também). By the way estou devorando “A Culpa é das Estrelas” e amanhã vou postar 10 coisas aleatórias sobre mim (outra listinha bem legal que correu no Facebook há um tempo atrás).

Juliana Esgalha Post por