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As músicas que ouvi na viagem

Eu ainda tenho uma porrada de lugares da viagem pra escrever aqui, então, pra não ficar mais do mesmo eu resolvi dar uma variada nos posts, mas continuando no mesmo segmento pra não perder o rumo. Vou falar de músicas hoje. Música e viagem, são duas coisas que combinam completamente. Na verdade, além de um complemento, acredito que uma não vive sem a outra… Então pra mim, meio que vira uma necessidade de ambas. Bem disse Nietzsche: “Sem música a vida seria um erro”. Além de playlist de viagem que montei e publiquei aqui, teve várias outras músicas que eu ouvi durante a viagem nos lugares que eu passava e que me marcou bastante. Happy do Pharrel Willians entrou com certeza na lista – praticamente todos os lugares que entrei como cafés, lojas e restaurantes essa música estava tocando, na minha opinião é o melhor hit mundial de todos os tempos. Em Londres cada vez que a gente ouvia essa música tocar, eu e Marcelo saímos dançando não importando aonde, algo bizarro mais ou menos assim:

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Happy, virou a nossa música oficial da viagem, mas teve muitas outras que eu ouvia e tagava no Shazam pra depois montar uma playlist e publicar aqui; por isso a ideia desse post. Espero que gostem:

Se o aplicativo não abrir, clica aqui

Playlist de viagem

Eu tinha criado uma lista maravilhosa de músicas que combinam com viagem no 4shared, mas por algum motivo aquele site realmente me odeia e aquela bagaça não tinha um link que eu pudesse fazer o compartilhamento aqui pra vocês. E acabei descobrindo o Plaay pelo blog da Camis (que também montou uma lista muito legal). O Plaay é um site incrível com mais de 5 milhões de músicas e que dá pra você montar suas playlists e compartilhar com os amigos, tem aplicativo pra celular também, mas eu ainda não testei. Fiz uma playlist com as músicas, que pra mim, tem tudo a ver com viagens. Não pela letra, mas pela canção mesmo, sempre combinou com minhas viagens e, é a minha trilha sonora pra isso. Tem mais de 50 músicas (eu não consigo ser comedida com esse tipo de listagem ehehehe) pra vocês se divertirem, é só apertar o play:

Minissérie sobre Michael Hutchence – Vocalista do INXS

O Papel Pop divulgou essa semana uma nova minissérie que irá ao ar em uma TV Australiana e que vai contar sobre a vida de Michael Hutchence – vocalista do INXS que morreu em 1997 aos 37 anos de idade. Vão mostrar toda a trajetória da banda e como foi a vida de Michael. Eu sempre fui fã de INXS, muitas músicas são inesquecíveis e achei a ideia incrível de fazer uma minissérie sobre isso. Eu me arrepiei dos pés a cabeça com o trailer, pra quem é fã ou simplesmente simpatizava pela banda, super vale a pena, tá lindo:

Show da Madonna na Integra – 04/12

O Madonna Online divulgou na semana passada todos os shows que a Madonna fez aqui no Brasil, inclusive, do dia que eu fui:


E ainda tem um bônus do Humberto que filmou a gente durante o show de abertura. Reparem que eu levanto do chão como se tivesse saído de um caixão AHAHAHAHAHAHAHAAH (estava sentada descansando, pensa no cansaço de quem estava desde as 4:30 da manhã lá, mas que foi embora é claro, depois que a Madonna entrou) e demorei praticamente o vídeo inteiro pra me tocar de que o Beto… Estava filmando (duh!). Muito gansa.

MDNA in Brasil: a nova revolução de Madonna já começou

Todos os créditos do texto são de Ronald Villardo, jornalista do jornal O Globo. Aqui o link da onde o texto foi extraído. MELHOR CRÍTICA EVERRRR sobre essa turnê da Madonna, vale a leitura:

ACABOU. Madonna veio ao Rio, ao Brasil, fez o que tinha que fazer, e acabou com a expectativa carioca em relação à apresentação da turnê “MDNA”, um show impecável. Por conta da web, prioritariamente via a plataforma das redes sociais, podemos acompanhar cada apresentação ao redor do planeta. Vimos a estreia em Tel Aviv – disponível em versão completa no Youtube – e seguimos cada modificação sofrida pelo show ao longo da estrada, por cada país onde pisou a diva. Entre os destaques, alguns momentos tensos/controversos, como a ocasião em que por pouco não foi presa na Rússia por defender abertamente a liberdade de expressão (lembre-se de Pussy Riot); o desafio à direitista francesa Marine Le Pen ao projetar uma suástica na testa da líder no show de Paris; o polêmico pocket show no Olimpia; a inclusão da sempre requisitada “Holiday” em Nova York; o erro de coreografia que resultou no soco de verdade que ela levou de um bailarino, a deixando com o rosto sangrando – sem parar o show – na Colômbia; a “periguete” no Rio… a gripe em Porto Alegre…

PARTICULARMENTE, acho MDNA um dos shows mais relevantes da carreira de Madonna Louise Ciccone. É um show-assinatura, numa época importante. Uma rubrica de quem precisou dar um passo à frente dos outros artistas que mudaram o cenário pop nos últimos quatro anos, depois do encerramento da turnê “Sticky and sweet”, em 2008/2009. De lá para cá, houve um redesenho do ecossistema no mundo pop, com astros muito jovens, como Justin Bieber, ganhando relevância acima do esperado, além de, claro, as neodivas, concorrentes diretas de Madonna. Enquanto a nova geração assumia o comando, deixando Britneys e Missy Elliots pra trás, a diva se exercitava na direção de cinema, um dos caminhos que ela certamente tomará nos anos que vêm por aí.

EM “MDNA”, Madonna fez seu trabalho com a perícia e a habilidade de sempre. Com um currículo consistente na indústria da música, ela conquista a prerrogativa de citar a si própria para lembrar a todos, e principalmente aos mais jovens, de onde vem a maior parte das ideias que eles apreciam na nova constelação musical. Inventou um palco sem precedentes, com blocos móveis que podem derrubar o artista que resolver tomar umas e outras antes do show. Misturou tradicional com o novo, fez mash-ups, rezou, e foi do inferno à celebração, na “jornada” de MDNA, para usar a palavra que a própria utIliza para definir seu show.

O ÚNICO problema é que Madonna ousou ser o primeiro ícone pop do planeta a envelhecer na frente do seu público. Ela não morreu antes dos 60 anos, como Michael Jackson. Nem decidiu se esconder como David Bowie. Muito menos vive de sucessos do passado, como Cindy Lauper ou Elton John, já que, aparentemente, viver de greatest hits alivia a barra e conquista simpatia do público diante do popstar, digamos… “sênior”.

MADONNA NÃO quer simpatia. Quer briga. Ela está ativa e não vai parar tão cedo de dar a cara a tapas, disputar paradas, se arriscar.

POR ISSO mesmo, a loura declarou ao apresentador Luciano Huck que só tirará DUAS SEMANAS de férias após o encerramento da turnê, dia 22, em Córdoba, na Argentina. O que ela vai fazer quando estiver de volta a Nova York, na primeira semana de janeiro, ninguém sabe. Mas é certo que ela estará relaxada depois de um tempo “off”, pronta para começar a cumprir seus projetos futuros. Entre eles, está o de mostrar ao mundo como uma popstar do tamanho de Elvis e de Michael pode envelhecer produzindo. A quem pensou, portanto, que Madonna não tinha mais nenhuma revolução em vista, aqui vai um conselho: pense melhor.