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3 coisas

Imagina, a Lia voltou com o blog! De novo!!! ahahahahahah aí eu vi esse meme no blog dela e como tô ociosa hoje por aqui, resolvi fazer também… Fique à vonts pra quem também quiser responder.

3 coisas que me dão medo
➸ violência
➸ epidemias desses vírus loucos que as vezes aparecem
➸ voar de avião

3 coisas que me dão preguiça
➸ falar ao telefone
➸ qualquer tipo de extremismo
➸ gente que só sabe reclamar

3 coisas que eu gosto
➸ viajar
➸ gatos
➸ comer

3 coisas que eu sei fazer
➸ sobremesas gordas
➸ montar roteiros
➸ decorar

3 coisas que eu não sei fazer
➸ ter paciência
➸ costurar
➸ comer pouco

3 assuntos preferidos
➸ viagens
➸ seriados
➸ livros

3 assuntos que eu não curto discutir
➸ política
➸ futebol
➸ religião

3 cheiros preferidos
➸ chuva
➸ meu travesseiro
➸ marido

3 cheiros que eu detesto
➸ cigarro
➸ goiaba
➸ a caixa de areia dos gatos

3 melhores comidas
➸ temaki
➸ macarrão ao alho e óleo com muito queijo ralado
➸ coxinha

3 piores comidas
➸ chocolate amargo
➸ na verdade, qualquer coisa amarga
➸ gengibre

3 piores redes sociais
➸ facebook
➸ snapchat
➸ hello

3 melhores redes sociais
➸ twitter
➸ skoob
➸ pinterest

3 melhores bebidas
➸ chá gelado
➸ leite
➸ café

3 piores bebidas
➸ refrigerante
➸ licor de anis
➸ vodka

3 coisas que me acalmam
➸ dormir
➸ correr
➸ meus gatos

3 coisas que levam todo o meu dinheiro
➸ comida
➸ livros
➸ vestidos fofos

3 coisas em que eu detesto gastar dinheiro
➸ vestidos pra casamento (por favor, não me chamem pra madrinha)
➸ taxas de qualquer coisa
➸ remédios

3 coisas que me estressam
➸ chorume/mimimi
➸ lugares muito lotados
➸ calor

3 coisas que eu vou fazer essa semana
➸ correr 18k (Deus me ajude!)
➸ colocar (mais) seriados em dia
➸ comprar uma garrafa térmica

3 coisas que eu fiz na semana passada
➸ jantei com as amigas
➸ comprei produtos bafônicos pro cabelo
➸ terminei de ver Narcos

3 coisas que eu quero fazer em breve
➸ uma meia maratona
➸ trocar reais por libras
➸ perder 3 quilos

3 coisas que eu deveria fazer em breve
➸ perder 3 quilos =D
➸ economizar (mais ainda)
➸ ler mais livros

3 coisas que eu não quero fazer
➸ dieta
➸ dieta!
➸ ah e dieta também!

STOP MIMIMI!

Vocês já repararam na quantidade de gente que vive reclamando de TUDO na vida? Se está calor, reclama porque está calor, se esfria reclama porque está frio, reclama do passarinho que canta pela manhã, reclama que a terra não é redonda o suficiente, que o céu está muito azul – nada está bom! Os reclamões em potencial podem ter o mundo girando normalmente a sua volta, mas SEMPRE vão procurar algo pra colocar algum defeito pra assim se sentirem “melhor”. Veja bem, eu não estou dizendo que não se deve nunca mais reclamar de mais nada a partir de hoje… Primeiro porque não existe um mundo ou uma vida perfeita, segundo porque reclamar faz parte da natureza humana e terceiro que é com os limões que a vida joga na nossa cara que aprendemos a fazer uma limonada e são nessas situações que dá pra olhar pra si, ter um pouquinho mais de empatia, analisar com carinho e se policiar melhor antes de começar a espalhar todo esse chorume de negatividade pro mundo.

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Obviamente eu também reclamo (aliás, esse post É uma reclamação… ahahaha um paradoxo eu diria), tenho os meus problemas e aqueles dias em que eu penso que o melhor mesmo seria nem ter saído da cama, mas não faço de 01 dia ruim o walk of life da minha vida. Não faço de uma fase chata a sentença errônea de uma vida inteira desafortunada. Pra mim, que tenho TAG e que a vida de um ansioso é um turbilhão de pensamentos 24 horas por dia, aprender a levar tudo de uma maneira mais suave é uma questão de necessidade pra não enlouquecer e por consequência disso, aprendi também a me conhecer melhor. Eu procuro sempre prestar muita atenção nisso: nas minhas atitudes, nas minhas conversas, da necessidade se realmente vale a pena prolongar ou não um assunto ruim ou um bad hair day… Se não gosto: não faço. Se não deu certo: bola pra frente e tente fazer melhor numa próxima. Eu me policio muito nisso porque acredito que tudo que você é/ou faz nada mais é, do que o reflexo que transmite. Nem sempre na prática é tão simples como exemplifiquei agora na teoria, mas ter isso em mente e estar predisposto a por em prática já é um belo de um começo.

É muito ruim você conversar com uma pessoa que só sabe reclamar e que mesmo numa situação que poderia ser boa, tem a capacidade de transformar o bom em algum ruim. Hoje em dia eu tenho pavor de gente assim e digo hoje em dia porque eu acredito que há alguns anos atrás as coisas eram mais maleáveis por assim dizer, então talvez com o passar do tempo eu tenha desenvolvido uma certa intolerância a isso porque já tem tanta coisa ruim e maluca acontecendo diante de nós, que eu realmente não preciso que alguém me venha com mais uma.

"Felizes são aqueles que aprendem a administrar seus conflitos, que aceitam suas oscilações de humor, que dão o melhor de si e não se autoflagelam por causa dos erros que cometem. Felicidade é serenidade. Não tem nada a ver com piscinas, carros e muito menos com príncipes encantados." — Martha Medeiros

“Felizes são aqueles que aprendem a administrar seus conflitos, que aceitam suas oscilações de humor, que dão o melhor de si e não se autoflagelam por causa dos erros que cometem. Felicidade é serenidade. Não tem nada a ver com piscinas, carros e muito menos com príncipes encantados.”
— Martha Medeiros

Outro dia eu li um artigo que explicava que reclamar altera negativamente o cérebro tanto de si mesmo, como daquela reclamação que vem dos outros; ou seja, quem reclama também pode prejudicar quem está à sua volta. Eu mesma já me afastei de gente que só sabia reclamar de tudo e de todos, afinal, ou eu me afastava ou eu me afundava junto. E não foi por egoísmo da minha parte. Sou uma boa ouvinte, posso dar conselhos e, inclusive, um ombro amigo e quentinho pra chorar, mas bem como disse a Lia – minha grande amiga: “existe um limite até para ser legal” e acho que isso é uma questão de auto preservação mesmo, um escudo que você cria e que você pode ser um ouvinte sim, mas existem limites pro mimimi de quem só sabe fazer tempestade em tampa de xarope. Eu sempre penso que todo mundo tem problemas, mas tenha certeza que existe alguém com problemas piores que os nossos. “Que se dane os problemas dos outros?” Ok, mas tenha em mente que só reclamar, meu amigo, nunca resolveu nada!

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Então bora começar aquele exercício diário de tentar reclamar menos e procurar ser mais positivo com as coisas que são realmente positivas e por quê não com as negativas também? São com elas que aprendemos, não quer dizer que de agora em diante todo mundo estará totalmente livre dos tropeços, mas com certeza ajuda o tombo a ser menor. Evite pessoas negativas – eu sei que parece até meio egoísta da minha parte dizer uma coisa dessas, mas um pensamento negativo é o estopim pra uma sucessão de outros e isso é muito desgastante… Nunca negue ajuda, um abraço ou uma palavra de conforto, mas não se esqueça que a ajuda só acontece quando as pessoas querem ser ajudadas, do contrário, é realmente uma perda de tempo e um ganho considerável de stress, a verdade é que tem gente que realmente GOSTA de reclamar. Fuja das tretas das redes sociais ahahahahaha (acho que todo mundo dá esse tipo de conselho, mas só uma parcela bem pequena segue de verdade) e isso não quer dizer tapar os olhos e ouvidos pros acontecimentos do dia a dia, mas quem procura por problemas, inevitavelmente acha e aí cabe a cada um pesar na balancinha do “isso realmente vale a pena?” seguir ou não a diante porque né… sommelier de negatividade tá cheio.

“Até mesmo uma vida feliz não pode existir sem uma medida de escuridão, e a palavra “feliz” perderia seu significado se não fosse equilibrada pela “tristeza”. É muito melhor aceitar as coisas como elas vêm, com a paciência e equanimidade.”
— Carl Gustav Jung

TAG: 7 Coisas

Adoro essas tags de listas de coisas que falam mais sobre cada um que está por de trás de um blog. Essa tag eu vi no blog da Raquel do Maionese, espero que gostem e se inspirem, se fizerem depois coloquem pra eu poder ler também sobre vocês, combinado?

7 coisas para fazer antes de morrer

– Conhecer TODOS os lugares do mundo que ainda quero ir.
– Fazer trekking em algum lugar inóspito pra testar meus limites, tipo o Alasca.
– Morar ou passar um tempo fora do país sem ser uma viagem.
– Aprender a costurar.
– Correr meia maratona.
– Participar de corridas fora do país.
– Ter uma casa com meu próprio jardim.

7 coisas que eu mais falo

– Que fome!
– Affe…
– Mas que cu.
– Tipo…
– Num creio!
– Lacrou!
– Adoroooonnn!

7 coisas que eu faço bem

– Decorar minha casa.
– Drama.
– Arroz de forno.
– Pesquisas sobre qualquer assunto que me interessa.
– Ignorar.
– Criar playlists.
– Comer.

7 coisas que me encantam

– Gentilezas (principalmente de desconhecidos).
– Gaita de fole.
– Filhotes de qualquer bicho.
– Cheiro de chuva.
– Casas simples e aconchegantes.
– Histórias de superação.
– Londres.

7 coisas que eu não gosto

– Verão.
– Indiretas.
– Jeitinho Brasileiro.
– Gente folgada.
– Barulho.
– Avião.
– Bife a role.

7 coisas que eu amo

– Viajar (cê jura?).
– Ler.
– Seriados fodas com finais incríveis.
– Rir com os amigos até o rosto doer.
– Intervenções artísticas nas ruas.
– Rick.
– Meus filhos de 4 patas.

as 10 coisas mais legais do meu mundo

Vi esse post no blog da Raquel e mais em alguns outros blogs também e achei a ideia bem legal. São 10 coisas legais no meu mundo que serve pra vocês conhecerem um pouquinho mais sobre mim e se inspirarem pra cada um escrever 10 coisas legais sobre o seu mundo, vamos lá?

1) Decoração

Siga o painel Decoração de Juliana no Pinterest.

Muitas cores. Muitas. Muita parede colorida, muitos quadros, muito papel de parede, muitos enfeites. Menos pra mim não é mais quando o assunto é decoração. Já postei alguns pedacinhos da minha casa aqui no blog e depois da mudança de apartamento no ano passado (nossa. já fez um ano!), eu descobri que sou apaixonada por decoração e quando mais se pesquisa, mais coisas você aprende. Além de ser um ótimo exercício pra estimular a criatividade e deixar seu lar com a sua marca registrada, acredito que a decoração de uma casa diz muito sobre a personalidade de quem habita ela. Minha maior inspiração de ideias é o Pinterest (me segue lá) e já fiz várias coisas com ideias que peguei.

2) Livro

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Amo ler. Esse ano tô conseguindo manter a minha meta de pelo menos um livro por mês. Atualmente estou lendo O Dia do Curinga (que já estou terminando), mas é difícil escolher um livro só. Um que li e gostei bastante é Livre da Cheryl Strayed, que teve a adaptação pro cinema também. É uma história de superação incrível que mescla com aventuras e viagens. Gostei tanto desse livro, já fiz resenha aqui e falei do filme aqui.

3) Viagem

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em Estocolmo – Suécia

O assunto que mais amo. O que mais gosto de fazer da minha vida! Espero ter tempo, saúde e $$ pra viajar tudo que ainda quero. Todas viagens são inesquecíveis pra mim – não importa a distância, aonde ou o tempo, eu sempre aprendo muito coisa quando estou fora de casa. Uma viagem que me marcou muito foi a do ano passado: por ser a mais longa – 38 dias, por eu ter visitado mais lugares: 10 países e por ter conseguido ir mais longe do ponto em que já estive fora da casa: Oslo na Noruega.

4) Música

Outra coisa que é difícil de escolher e difícil de escolher uma só. Mas amo essa música do U2.

5) Sapato

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Keds. Com legging, jeans, vestido ou saia: amo! Confortável e vai bem com tudo.

6) Maquiagem

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Ando bem básica com maquiagem de um bom tempo pra cá, só faço algo mais elaborado quando tenho algum casamento ou algo do tipo, mas não abro mão de umas boas camadas de rímel.

7) Ídolo

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Eu ia falar a Madonna, mas acho que já está até batido dizer isso, então resolvi escolher uma outra pessoa. Há uns meses atrás fiquei apaixonada pela história incrível de Edith Piaf quando vi seu filme, fiquei emocionada especialmente com essa cena. Que história. Que voz. Que mulher. Tenho uma caixinha de música que eu trouxe da França e que toca La Vie en Rose e essa caixinha tem significado muito especial pra mim.

8) Doce

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Chocolate. Amo qualquer doce: pudim, bolo, cheesecake, arroz doce, canjica, mas o que não abro mão e sempre como é o chocolate. Chocolate não faz perguntas, chocolate te entende.

9) Foto

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Rick que fez essa foto minha na estação central de Milão no ano passado e eu só fui ver que ele tinha feito essa foto quando estava passando todas as imagens da máquina pro iPad. Gostei tanto dela que já usei até de capa no FB. Quase nem dá pra me ver porque a mochila era praticamente maior do que eu, amo essa foto!

10) Blog

Tem tantos blogs legais que eu leio. Adoro blogs que falam de alguns temas específicos, mas sou apaixonada pelos que tem a essência de diário mesmo, aquela pegada roots do começo de tudo. Vou indicar a mãe mais doida que conheço Talita, o lindo do Paulo, a viajante Camille e a gateira Renata.

internet nossa de hoje em dia…

Desde que a Lia mudou a plataforma do MAP pro WordPress (sempre digo que foi ela, pois é o tipo de coisa que eu definitivamente não sei fazer sozinha) eu estava engajada em organizar bem bonitinho todos os meus mais de 1.200 posts aqui, já que a mudança deu uma boa bagunçada nos arquivos e os únicos que estão perfeitamente arrumados são os mais recentes, ou seja, coisa de um ano/um ano e meio pra cá…

Comecei a fazer isso, juro… Mas confesso que ainda está longe de terminar. De qualquer forma, essa semana houve um dia que eu estava bem ociosa aqui no trabalho e (re)comecei e dar uma olhada nos arquivos do blog, ver o que estava perdido por aí, reler algumas coisas, enfim… Alguns posts com a mudança realmente foram perdidos e não consegui recuperar, mas não lamentei por isso, simplesmente fui dando uma organizada. Eu não sei se isso acontece com todo mundo que escreve em blogs há muito tempo (muito tempo é quando eu digo de 10 anos pra mais), mas quando eu, por exemplo, me pego lendo meus arquivos antigos, me dá um certa vergonha… AHAHAHAHAHAHA. Não vergonha pelo que escrevi em si, aliás, nem sei se a palavra ‘vergonha’ seria a mais adequada pra definir o que eu quero explicar, mas tem muita coisa que escrevi lá atrás e que hoje, se fosse a mesma situação, eu escrevia melhor e de uma uma forma diferente, entendem?

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Percebi que mudei meu pensamento em muita coisa em relação a um monte de tipo de assunto, outros permaneceram como sempre pensei, o jeito de escrever obviamente também mudou e ainda bem, porque sinto que melhorou (assim espero) em muita coisa, e por tudo isso, uma coisa que me pegou bastante e acredito que todos irão concordar comigo é que a internet de hoje está muito diferente da internet de sei lá… 10 anos atrás. Aliás, esse foi um assunto que conversamos no outro dia com uns amigos (da internet) numa mesa de bar e uma coisa é fato: as pessoas hoje em dia estão mais maldosas e bisbilhoteiras do que nunca.

A prova disso é só você pegar as notícias dos grandes portais e ver a quantidade de assunto que tem intriga, briga, barraco, lavação de roupa suja e até crime, você descobre que o assunto muitas vezes começou pela internet, o numero é absurdamente grande e as situações são assustadoras. Se antes você tinha que esperar até meia noite pra se conectar via acesso discado porque era mais barato, hoje você tem internet dentro do seu celular pelo tanto tempo que quiser e aonde quiser, é muita gente que passa muito tempo online com a cara enfiada numa tela, do que na vida ‘do lado real’ – literalmente falando e não vê o mundo girar. Isso por um lado implica em coisa boa ou não: Ao mesmo tempo que você pode consultar os horários no cinema daquele filme que você de repente resolveu assistir, pedir comida, comprar pela internet (o que eu amo, de verdade), você também pode dar uma stalkeada naquele seu desafeto enquanto espera o ônibus ou se você for do tipo bem baixo, ainda pode xingar aquela pessoa que você não gosta ou sente uma inveja jamais admitida e tudo isso quase sempre ‘protegido’ pelo véu do anonimato. Eu acho que é aí que mora o perigo.

Se eu me basear por mim, posso dizer, graças a Deus que nunca fui perseguida por algum stalker sociopata em potencial que viesse aqui 24 horas por dia me xingar, fuçar minha vida ou pior ainda: que de alguma forma me prejudicasse por isso (porque pagar as contas ninguém se propõe, né?). Tirando uma única pessoa – a ex do meu marido que certa vez, através da forma mais besta (os ips dos comentários) eu descobri que ela chegou até a criar um blog e comentava aqui de vez em sempre: ora falando bem de algo que eu tinha escrito, ora me xingando, mas SEMPRE me observando. Isso foi em meados de 2006… Acho… O fato é que não demorou quase nada de tempo pra eu descobrir que esse stalkeamento se tratava de uma mesma pessoa, e aí o que dia confrontei isso com ela via email, ela simplesmente jogou a bolinha de fumaça e PUF! – sumiu (pelo menos hipoteticamente falando, nunca mais apareceu por aqui e hoje eu prefiro acreditar que nunca mais veio mesmo, que ela tenha me esquecido de verdade, enfim… pelo menos não apareceu mais comentando e eu também não tenho paciência e muito menos tempo de ir atrás pra ficar consultando os acessos do blog). Ainda bem que nunca fui prejudicada realmente por ela, essa história não rendeu nem uma espinafrada mutua de ‘elogios’, um bate boca ou uma atarracada de unhas direto no cabelo, mas me lembro que na época eu achei isso um disparate tão doentio e absurdo que, eu ficava indignadíssima de constatar como alguém despendeu um tempo da própria da vida, pra vim saber da minha… Eu me perguntava uma coisa que até hoje, não tive uma resposta efetiva: Pra quê isso?

A verdade é que eu nunca mastiguei essa questão muito bem (falando agora de um modo geral, mas sobre esse ponto), eu simplesmente não consigo compreender esse tipo de ~~~curiosidade~~~ que alguém tem na vida daquele que não gosta, porque dependendo da situação, se você quer – você prejudica sim, mas mais ainda: você prejudica a si mesmo. E qualquer um sabe disso. Sabe sim, não tem como não saber. Hoje, esse fato que aconteceu comigo é engraçado porque quando me lembro disso eu dou muita risada sozinha, mas porque principalmente se eu comparar com as coisas que a gente vê por aí no mundo de hoje ou até de relatos de pessoas próximas a mim, essa história foi apenas mamão com açúcar. Todo mundo conhece alguém ou um fato assim que é daí pra pior.

É claro que não estou aqui querendo bancar a mensageira do apocalipse com tudo isso que estou escrevendo, aliás, esse post está ficando muito mais longo do que eu pretendia – virou textão, mas justamente por hoje não ser igual ontem, eu acredito que algumas medidas as vezes você precisa se obriga a tomar. Questão de auto preservação, sabe? Eu sempre partia da premissa que se o Blog/FB/Twitter/Whatever é meu, eu escrevo o que eu quiser – aliás, é um argumento simplista de muita gente, inclusive… Mas hoje eu percebo que ‘o que eu quiser’ implica em monte de consequências que tanto podem ser boas como ruins e aí batemos na tecla que tem muita coisa que é melhor guardar pra você porque, quanto menos gente souber da sua vida, mais as coisas boas acontecem, melhor também do que ficar passando nervoso a toa por nada de algo que você poderia ter se poupado, até porque tem muita gente que usa esse mesmo argumento de ‘o que eu quiser’ pra escrever absurdos, ofensas e mostrando muitas vezes, uma faceta sombria daquele alguém que até então você achava que conhecia.

Muita gente hoje em dia tem uma necessidade de mostrar tudo que faz/tem pras outras pessoas: onde foi no fim de semana, o que comprou, o que comeu, pra onde foi viajar, o que está fazendo no momento… Eu mesma já agi muito assim, ainda faço isso, mas me policio bastante… Não acho isso totalmente errado e muito menos é da minha conta o que cada um faz com a vida, mas hoje particularmente, penso que tem muita coisa, que dá margem pra outras pessoas virem e se portarem com você, como acham que tem devem se portar – goste você ou não, inclusive, se intrometendo daquela forma que ninguém.te.perguntou sendo que o resultado geralmente costuma dar em merda… Também existe aquele tipo de pessoa que adora ser do contra em tudo e sai por aí vociferando comentários que em sua maioria, infelizmente, são negativos. Muita gente tira isso de letra, mas tem quem não tira e se importa, e por mais que cada um aguente a sua própria chatice porque aguentar a chatice dos outros ninguém é obrigado, na prática não é tão fácil assim. Tudo isso que estou dizendo (eu acho) que já existia antigamente (me senti uma anciã de 700 anos agora), mas com certeza era um numero BEM menor e acredito que até de um jeito mais suave.

Fui mexendo nos arquivos do blog – que não é pouca coisa e fui fazendo minhas alterações de coisas que simplesmente decidi não mais compartilhar com ninguém e deixar só pra mim, fui fazendo como achava que tinha que ser feito e isso foi de tudo que já escrevi por aqui: de quando criei o MAP, de quando me casei, de quando me formei, de quando fiz 1, 2, mil tatuagens até de algum seriado ou filme que tinha assistido – assunto que não teria qualquer tipo de relevância pra ninguém, absolutamente tudo! – e quando me dei conta; tinha colocado mais de 700 posts no privado! =O

Fazendo as contas com o numero que disse no começo, mais alguns que deletei, isso significa que eu tenho mais posts no privado que os publicados que deixei. Me assustei com isso, me perguntei se estou ficando ranzinza ou até neurótica com internet, mas confesso que estranhamente me deu um certo alívio… E se mais pra frente eu quiser mudar isso pra publico novamente é só eu alterar no painel do blog. Não foi por nenhum motivo específico – por isso que disse que o alívio foi até estranho, nem por motivos de brigas, gente louca seguindo, nem nada… Porque como disse: já tive sim muito arranca rabo por aí, mas eu nunca tive problemas sérios na internet e aqui no MAP as coisas sempre foram tranquilas, mas a gente dança não mais conforme a musica, mas sim como a gente quer dançar e se de repente tiver tocando um Kenny G e eu quiser dançar uma lambada porque sei que vou me sentir melhor, tudo bem nisso, afinal, essa vida aqui – a minha vida, tem todos os direitos reservados. 🙂

Layout novo para 2015 e gratidão com 2014

Um novo ano, 365 oportunidades e por mais que pra muita gente 2014 tenha sido um ano ruim, eu acho impossível que em 365 dias não tenha acontecido pelo menos uma coisa de bom. A gente (isso também vale pra mim) tem aquela mania estranha de super valorizar os problemas, até olhar pro lado e perceber que existe gente com problemas muito maiores que os nossos. Então, apenas agradeça, mesmo que você tenha motivos pra reclamar, pois eu sei sim que os dias bons também vieram. Já fiz minha retrospectiva aqui, e como muitos de vocês me acompanharam, eu tive minhas passagens de tristeza, mas muita coisa maravilhosa aconteceu pra mim em 2014. Muita. MESMO! E o primeiro sentimento que me vem a cabeça, é gratidão.

Ganhei um novo layout pro MAP, feito por quem vocês já conhecem – a Lia. Nada como começar o ano com uma ‘roupa’ nova por aqui e espero que isso também me anime a aparecer mais vezes no blog. Obrigada minha amiga do coração. Vou virar o ano e já estou com uma viagem marcada – estou muito feliz (e ansiosa) por isso, o mundo não é tão pequeno como muita gente pensa, mas a vida é muito curta pra ficar sempre no mesmo lugar, conto mais detalhes depois… Espero que todos vocês tenham um 2015 de boas surpresas e renovação, que se por algum momento vacilar (porque nem tudo são flores), tenhamos força para levantar, bater a poeira e seguir em frente.

Mais amor em 2015. Mais respeito. Feliz Ano Novo.

2014. QUE ANO!!!

Um vídeo publicado por Juliana Esgalha (@jubalinha) em

2014

2014 foi um ano (in)tenso. Pode até ser meio clichê escrever no blog esses posts de retrospectivas, mas acho que vale muito pela forma de reflexão e agradecimento. Muita coisa aconteceu esse ano, na sua grande maioria foram ótimas coisas – graças a Deus, mas teve algumas tristezas também. O ano começou e logo em março fomos viajar. Foi a maior viagem que já fiz até hoje: 10 países em 38 dias. Eu trouxe uma bagagem de conhecimento, experiência e histórias pra contar tão grande que nem com números eu conseguiria mensurar a importância disso pra mim. Passei meu aniversário em Amsterdã, viajei em trem noturno, fez muito frio, estive mais uma vez em um ponto ultra distante da minha casa e isso é uma sensação indescritível. Visitei tudo que queria e até os lugares que não estavam nos planos, entre eles mais um sonho realizado que foi conhecer o anexo da Anne Frank e que contei tudo nesse post aqui. Revi amigos, fiz novos amigos, comi e vi tanta coisa diferente que essa viagem pra mim, foi uma experiência principalmente pra um auto conhecimento, de como você olha a vida por aquele prisma mais apurado e acho que foi isso que me ajudou muito a ser uma pessoa mais suave em muitos pontos e dar importância ao que realmente é importante. Disse muito sobre isso em dos posts anteriores, é o tipo de coisa que todo mundo sempre se cobra como se fosse um mantra, mas que a prática mesmo, só vem com o tempo.

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Esse ano também, finalmente conseguimos nossa cidadania italiana! E pra quem lê o blog há mais tempo sabe que estamos nessa luta desde 2008. Ter o passaporte em mãos foi uma conquista, foi aquele gostinho doce de vitória que apesar de muitos por menores e aquela esfregadinha na cara de alguns porque eu não ia deixar essa em branco, nós conseguimos. Rick mudou de emprego – pra um lugar super próximo de casa e isso implica em mais tempo pra fazer o que gosta, melhores horários, mais vida social.

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A família cresceu: adotamos mais 3 gatinhos (Lennon, Morpheus e Odin) e que junto com a Amélie viraram irmãos inseparáveis e somando números mais todo esse amor, eu descobri na adoção e no trabalho voluntário da ONG o quanto isso me fez e me faz bem. Mudamos de apartamento: no mesmo prédio, no mesmo andar, mas pra um que é maior e eu fiz todo tipo de decoração que vocês é claro, já puderam comprovar aqui. Descobri esse meu lado que até então, não sabia que iria gostar e me identificar tanto.

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Pessoas muito queridas entraram na minha vida: pessoas que não cobram, não julgam e que são amigos pela essência mais simples e pura da amizade. Por outro lado teve quem não somou nada, só me encheu o saco e eu cortei laços que pra mim já tinham virado nós. Aquilo que não tem acrescenta em nada de fará falta. Me tornei uma pessoa mais dedicada na cozinha, não virei nenhuma chef comparada ao meu marido, mas sempre estou fazendo algumas coisas bem gostosas e prometo registrar mais esses meus feitos aqui no blog.

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Estou menos ansiosa que ano passado. É até engraçado dizer isso, mas pra quem sofre TAG entende o que eu estou dizendo. Melhorei muito, inclusive no meu sono e parte disso também devo a terapia, natação (que acabei parando) e a academia que mesmo sendo as vezes relapsa, me ajudou bastante e minha melhor companhia continua sendo meu pai que vai religiosamente todas as manhãs.

Esse ano perdi uma das pessoas mais importantes da minha vida: minha avó. E isso foi um baque muito grande pra mim. Tudo aconteceu de uma forma tão rápida que as vezes ainda não acredito que ela se foi. Minha avó é uma das pessoas mais puras e doces que conheci na minha vida e não ter mais ela, dói bastante no meu coração. A morte é a apenas uma passagem da vida, é inevitável, mas não é nada fácil. Sonho com ela praticamente toda a semana.

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Esse ano teve Copa do Mundo, Eleição e nessa transição toda foi algo bem delicado no sentido de que todo mundo estava com os nervos a flor da pele por aí, enlouquecendo com tudo e com todos, essa foi minha impressão e aí por mais que você fique neutro no meio de tudo isso, todo mundo acabou dando uma peneirada em alguns círculos porque olha… Muita coisa foi falada, mesmo… Principalmente merdas. Comecei o ano com a minha meta de ler um livro por mês e que mandei tudo pras picas depois que me enrolei com um livro gigante do SK e porque meu sono me derruba não muito depois das 22:30 da noite. Não deixei a meta de lado, mas apenas adaptei: não consegui ler um livro por mês, mas continuo lendo. Então não importa quantos, mas apenas continuo lendo. Também não escrevi no blog exatamente com uma frequência frenética, mas parecido com a ideia dos livros – apenas escrevi o que quis e quando me deu vontade. Sem cobranças, sem obrigações. Escrevo quando quero e é assim que vai continuar sendo.

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No mais, comprei uma GoPro, mais vestidos lindos, adquiri meu próprio jardim (mesmo que em um pote), fiquei mais míope, não deixei meu cabelo crescer, fiz mais uma tatuagem, perdi o show do Paul, ganhei uma jóia do marido, viciei em mais seriados, reclamei menos, comprei bem menos maquiagens, descobri que colocar papel de parede é mais complicado do que eu imaginava, já estou planejando uma próxima viagem…

Agora estamos naquela fase do ano que por mais que tudo esteja uma correria eu penso que o que tinha pra acontecer, já aconteceu… É até meio presunçoso dizer isso, ainda mais com 2014 que aconteceu TANTA coisa e parece que a cada respiro ainda é uma nova surpresa que pode de repente chegar, mas eu vejo dessa forma. Tipo, tá bom já né? É como se a maré já estivesse baixando e levando tudo que precisa embora, pra 2015 chegar somente com coisas positivas. Muita gente acredita que é apenas uma virada de ano – que as mesmas coisas acontecem e vão continuar acontecendo, mas eu gosto sempre de pensar que independente da forma que foi e continuará sendo, é sempre uma renovação, uma nova chance, um novo caminho, um novo aprendizado. Que venha logo 2015.