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Amélie e Lennon: adaptação

Lennon está há pouco mais de uma semana com a gente e acho que além de amor e paciência, eu tive muita sorte com a adaptação entre ele a Amélie… Ela cresceu bastante. Da semana passada pra cá ela deu uma boa espichada e na sexta (dia 31/01), vou mandar castrá-la, ou seja, vai crescer mais ainda. Lennon ainda é um tico de gato, quando ele chegou era ainda menor que a Amélie quando veio pra casa e acho que ele será um pouco menor que ela e com o pelo mais longo, ele realmente é ainda muito pequeno, mas cada dia que passa está mais lindo, saudável e como diz uma amiga: “mastigável”

Quando ele chegou em casa naquele sábado, Lennon estava bem tímido, assustado, com aqueles olhos azuis que cada vez que eu o pegava no colo, se acalmavam e arriscava até um cochilo gostoso, como querendo dizer: “eu acredito quando você diz que tudo vai ficar bem”. A Amélie não o recebeu mal, mas ficou desconfiadíssima, soltou daqueles ‘baforinhos’ típico dos gatos, cheirou a gaiolinha de transporte, cheirou ele, cheirou a gente… Mas no sábado mesmo, já percebi que ela tinha dado uma amolecida com o irmão.

Sábado e domingo os dois só ficavam juntos quando estavam sob nossa supervisão. A Amélie, por ser maior que o caçula e assim como qualquer gato, tem brincadeiras mais brutas – abraçava o Lennon, rolava pelo chão com ele, dava umas mordidinhas e ele miava, Lennon adora miar. Mas quando ela o soltava, ele ia com ela. Na segunda feira, ainda deixei os dois separados até eu chegar em casa depois do trabalho – mais por prevenção mesmo, mas da terça em diante os dois já ficaram juntos em tempo integral e desde então a relação entre Amélie e Lennon virou um amor incondicional de irmãos que não se desgrudam mais.

Lennon adora brincar com o rabo da Amélie e ela adora ficar lambendo ele, rolam pela casa, correm um atrás do outro, dividem o mesmo potinho de ração… Brincam o dia inteiro, comem, dormem e depois voltam a brincar como se o mundo fosse uma imensa brincadeira. Outro dia li uma frase que era mais ou menos assim: “você não muda o mundo com uma adoção, mas muda pra sempre a vida de quem foi adotado” e isso pra mim não teve tanto sentido como tem agora. Aliás, pra quem quiser conhecer a ONG >>> SOS Cidadania Animal

Boas vindas ao Lennon

Lembro que até um tempo atrás eu dizia que não era “muito fã” de gatos. Talvez porque nunca tivesse tido um ou porque quando criança fui carimbada com o arranhado de um que nem me lembro mais de quem era, o fato é que eu tinha essa pré disposição (ou preconceito) bobo que acabei pagando minha língua quando resolvemos adotar um pela primeira vez – a Amélie. Aliás, ela está cada dia mais linda; come que nem um leão (mesmo sendo magrinha), brinca, pula, morde, arranha ehehehehe e assim como todos os gatos, tem uma personalidade adoravelmente incrível. Muitos me perguntam se ela e o Ozzy já se acostumaram um com o outro e como o Ozzy passa a semana toda na minha mãe (rotina que sempre foi assim desde pequeno), é óbvio que os dois ainda estão se adaptando, uma vez que, Ozzolino é mais ciumentinho e esse ano já vai pra 8 anos que ele está na nossa família. Lembrei até de um fato que aconteceu na semana passada quando alguém teve a pachorra de me dizer: “hoje em dia você só posta fotos da Amélie” e isso me emputeceu um bocado.

Diz regra da vida que não devemos dar ouvidos pra esse tipo de comentário vindo de uma mente desocupada pra chegar (e falar) uma abobrinha dessas, isto é uma lição que pra mim é diária e penso que pra grande maioria das pessoas também, eu preciso sempre estar atenta pra ver se aprendi isso direito, mas puta que pariu mil vezes eu também não tenho sangue de barata e pra quem está “preocupado” com isso eu informo que o Ozzy continua muito amado, bem cuidado e gostoso como sempre. Eu não troquei cachorro por gato. Eu não meço meu amor por animais. Agora, ele só não aparece tanto em fotos quanto a Amélie por motivos de: é um parto de elefantes fazer uma foto/vídeo/whatever dele… Diferente da Amélie que faz até pose. Mas se alguém ainda consegue enxergar alguma maldade nisso, pode começar a pagar minhas contas! Enfim… Depois desse adendo, e vou contar o motivo real do post:

Sábado já acordei na correria – tomei café, fui pra academia, voltei pra casa, tomei banho e logo já sai de novo. Não era tarde e o sol estava já um inferno, eu não sei vocês, mas o verão – indo contra ao que falam do inverno, me deixa muito mal humorada. Se em muitos países o frio é o culpado pelos índices de suicídio nas pessoas, aqui, quando chega o verão ou está sol demais eu fico ao ponto de querer arrancar a minha pele, mas então… Voltando, passei no Pet Shop e comprei umas coisas pra levar na ONG. Isso foi algo que decidi fazer esse ano (e com certeza nos próximos também) de todo mês levar alguma coisa em prol dos bichinhos que estão pra adoção e acho que nada mais justo, é impressionante a quantidade de animais que eles recebem por dia, tanto cachorrinhos como gatos e obviamente toda a ajuda que recebem sempre é muito bem vinda. Eu já estava com ideia de adotar mais um gatinho, mas meus planos era que isso fosse feito depois da viagem, ou seja – em meados de abril, mas tudo mudou até eu chegar lá e ver isso:

gatos

Morri de amor. Enlouqueci!

Dizem que quando você vai escolher um bichinho de estimação, não é exatamente você que escolhe, mas sim o bicho que escolhe você e eu acredito muito nisso. Foi assim com um deles e foi amor a primeira vista a partir do momento que aqueles olhinhos azuis olharam pra mim, peguei umas 3 vezes no colo pra me convencer de que eu só podia adotar depois que voltasse de viagem, mas não teve jeito e o amor falou mais alto. Eis que então, novamente, temos mais um novo membro na família, as vezes eu chamo ele de Johnjohn, mas oficialmente foi batizado como Lennon porque eu precisava de um beatle na minha vida:

Mas aí vocês me perguntam como eu já sei que é um menino, uma vez que com a Amélie…? Né? Pois é! As donas da ONG me garantiram que dessa vez se trata de um menino (mesmo com esse tamanho micro nos seus 30 dias de vida, ele é menor do que a Amélie quando chegou) e realmente, analisando com mais embasamento (pero no mucho), vejo que se trata de um rapaz, EMBORA eu deva admitir que ainda não tenho 100% de certeza, mas né… Sexo é o de menos e o máximo que pode acontecer é ter que trocar os nomes (já tenho um “nome B” caso isso aconteça). A Amélie desconfiou no começo, soltou aqueles ‘baforinhos’ que todo gato faz, sabem? Mas estão se acostumando muito bem, eu ainda não deixo os dois sozinhos quando não estou estou perto porque, a Amélie já deu uma boa crescida e o Lennon é realmente MUITO pequeno, muito mesmo… E como brincadeira de gato é mais bruta, agora no começo eu ainda prefiro deixar os dois juntos só quando estão sob nossa supervisão, mais por precaução mesmo porque, no mais, estão se entendendo super bem. A Amélie quando não vai atrás dele, é ele quem vai atrás dela, estão até já comendo no mesmo pote e quando se cansam de brincar, cada um deita de um lado e dormem como dois anjinhos. E eu estou uma mãe (agora de três – dois felinos e um cão salsicha) mais babona do que nunca, esses bichinhos deixam a nossa vida muito mais colorida… Porque a felicidade mesmo, é mais do que certa!

Ex-Gandalf, agora Amélie

Gente, preciso contar pra vocês uma descoberta engraçada que tivemos:

Levei “o” Gandalf na ONG SOS Cidadania Animal pra tomar as vacinas que restavam no sábado depois do almoço, entramos na sala da veterinária e começamos a conversar enquanto ela preparava as vacinas:

– Doutora, quando poderemos castrá-lo?
– Deixa eu dar uma olhadinha…
(doutora examinando, procurando pelos amendoins e não encontrando nada)
– Estranho, ele já cresceu bastante, mas não apontou nada, deixa eu examinar melhor, coloca ele aqui.
E coloquei o “Gan” na mesa de exames, doutora Chyntia começou a examina-lo e hmmm “tem alguma coisa estranha aqui” e de repente ela começa a rir…
– Mãe, realmente não vai ter nada apontando, seu menino é na verdade, UMA MENINA!!!!!!

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Gente?!?! Eu comecei a rir feito uma maluca e “Gan” ficou olhando pra mim com cara de “sua humana estúpida” eu demorei um tempo pra mastigar a informação e já pensar no que de menino elA já tinha, a única coisa que consegui dizer na hora é:

– Vamos ter que mudar o nome.

“Gan” que já estava sendo a sensação do dia hoje na ONG, foi motivo de muita risada também, no caminho viemos rindo da história… Nunca fui mãe de gatos, elA chegou muito novinha e muito pequena em casa, o que deu pra examinar naquele dia é que tínhamos adotado um menino, gatos são diferentes de cães.

Enfim… A volta foi tempo suficiente pra decidir a troca de nomes e agora não temos mais um mago, temos uma mocinha muito meiga, vinda de um filme francês: Amélie. De hoje em diante, esqueçam o nome Gandalf (vou demorar um tempo pra acostumar, eu sei), mas é só trocar os filmes.

P.S. Prometo colocar umas fotos dela com lacinhos, até vocês se acostumarem =D

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Eles crescem

Aquele projetinho de gato que adotamos meses atrás (mais precisamente no dia 26 de outubro) vai muito bem: brinca, corre, derruba as coisas, come (MUITO) bem, escolhe os lugares mais inusitados pra dormir… Gandalf é assim e está crescendo:

Pernas compridas, corpinho esguio, cabeça pequena
Gente, olha como eu já cresci (e ainda vou crescer mais):

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Quer adotar um bichinho?
Conheça a ONG de onde o Gandalf veio.
E nesse link aqui tem várias ONG’s espalhadas pelo Brasil inteiro, tanto pra adotar um cãozinho ou um gatinho.

Novo membro da família: Gandalf

Sempre amei animais, aliás, acho que já deu pra notar bem isso por aqui. Hoje em dia defende-se muito a adoção animal – o que acho um ato de amor sem tamanho, e como alguns de vocês sabem, tenho o Ozzy que está com a gente há sete anos, mas ele não veio de uma adoção. Moro em um apê pequeno, Ozzy fica mais nos fins de semana em casa, pois como moro super perto dos meus pais e Ozzy também é muito apegado com eles, durante a semana ele fica com os avós.

Eu e Rick já tínhamos conversado sobre esse assunto, e com a idade do Ozzy (e ciumento do jeito que é) um outro cachorrinho na família, nós correríamos o sério risco de não haver uma adaptação… Mas não desistimos da ideia, até que nesse ultimo fim de semana estivemos na ONG SOS Cidadania Animal aqui em São Caetano e adotamos um gatinho. Nunca tive um gato como bicho de estimação, na verdade, eu tenho até um pouco de alergia com eles – algo que já aprendi a tratar e também tinha um outro fator: eu achava os gatos seres menos dóceis que os cães.

Me enganei totalmente.

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Gatos sim, são mais independentes e estão sempre com aquele olhar blasé quando olham pra você, mas acho que nós humanos, ainda temos muito que aprender com os animais quando o assunto é amor e carinho. Gandalf chegou no sábado em casa; tímido, quieto, com seus 40 e poucos dias que ainda cabem na palma da mão e demorou até um tempo pra sair da casinha, afinal, é uma vida nova que acabou de começar e tudo que é novo as vezes assusta um pouco.

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Ontem ele já estava mais soltinho: correu pela casa, se enfiou debaixo do sofá, descobriu o mundo maravilhoso que a simples franja de um tapete pode oferecer e se diverte quando mexo meus dedos na frente dele… Aliás, qualquer coisa que se mexe desperta a curiosidade naqueles olhos azuis (que acho que ficarão cinzas) de Gandalf.

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E Ozzy como reagiu? No começo ele rosnou, latiu um pouco, está ainda desconfiadíssimo, mas ontem já substituiu o rosnar por um abano de rabo tímido e um faro pra cima do Gandalf como que – “só estou vendo como ele é, mamãe.” Sei que isso leva um certo tempo, mas nada que com muito amor e paciência eles não se entendam, pois como disse, sempre temos muito que aprender com os animais. Já andei lendo muitos artigos sobre gatos, seus hábitos, do que gostam… Afinal, pra mim também é novidade, nunca fui mãe de gatos. Essa semana também já vou providenciar a colocação de telas nas janelas, arranhador, uns brinquedos extras, enfim… Daqui 25 dias ele será castrado e na outra segunda-feira receberá sua primeira vacina, ainda estamos na semana de adaptação, mas acredito que será bem tranquila, pra mim, Gandalf – O Cinzento, já é oficialmente membro da família.

Pra quem quiser conhecer mais sobre a ONG SOS Cidadania Animal, eles tem uma fanpage bem legal no Facebook.

Querido pra cachorro

Querido pra cachorro

Eu sempre digo aqui a minha paixão imensurável por animais, especialmente os cachorros! Mas fazia um tempo que eu não dedicava um post inteiro ao Ozzy – meu fiel amigo de 4 patas e o furacão oficial da casa, (embora ele apareça sempre nos queridinhos da semana).

Ozzy não é muito fã de fazer fotos, eu não sei se isso é por conta de uma certa timidez diante das lentes ou se ele faz isso pra me provocar, uma vez que, ele SABE que eu adoro tirar fotos e que sou a paparazzo da vida dele.

Anyway… Fiz umas fotinhas essa semana pelo IPhone e resolvi compartilhar um Momento Ozzy com vocês, (atenção: as imagens contém overdoses de fofura):


Ele nota o meu esforço em querer tirar uma foto e justamente por isso, nem olha na minha cara, sem contar que metade do sofá é só dele!


Aí eu chamo: “Ozzynho, olha pra mamãe” e o que ele faz? Vira mais a cara, agora com um ar de “desculpa, sou muito tímido”. Tá, quem vê pensa…


E não mais que de repente, Ozzy resolve fazer uma das coisas que mais gosta: DORMIR! E claro, me ignorar completamente. Safadeeeenho!!!


Mais um bônus:


Esse é dos momentos em que a gente brinca: “ué, aonde está o Ozzy?” que é quando eu chego no prédio da minha mãe e posso soltá-lo da coleira à vontade, lá tem um bom espaço pra ele correr e é o que Ozzy faz – sai correndo na nossa frente e se esconde, – alí naquele canto da porta, então eu faço de conta que estou procurando e quando apareço ele faz a maior festa, tudo bem que esse é o único e sempre o mesmo esconderijo dele, mas a brincadeira é sempre divertida!

Ozzy em Casa!

MÚSICA DO DIA: 3 LADOS – SKANK

Ozzy em Casa!

Ozzy está muito bem!
A cirurgia foi super tranqüila e quando fui buscá-lo ele veio correndo de lá do fundo do consultório da veterinária e pulou no meu colo. “Não faz issoooo”.
Mas Ozzy é hiperativo, ele não para um minuto e nem parece que passou por anestesia e que está tomando remédios para a sua recuperação.
Afinal de contas, o incomodo é mais aparente, quase luminoso eu diria:

Foi uma novela pra ele dormir com isso na noite passada, confortável não é nem um pouco e eu morro de dó de ver ele com aquele troço na cabeça!
Mas não tem outro jeito, ele precisa usar, visto que ele já tentou várias vezes lamber os pontos e se isso acontecer, a dor de cabeça será bem maior depois.
Ozzy terá que se acostumar com esse abajur por esses dias e eu terei que me acostumar com um abajur ambulante andando pela casa!

Um abajur…!
Ou seria mais um gramofone?