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Pão vegano de cebola

Essa receita tá rolando bastante nos grupos vegans e já tinha um tempo que eu estava querendo fazer, domingo eu e o Rick resolvemos botar a mão na massa e o resultado foi um pão de cebola que cresceu bastante, ficou hiper macio e muito, muito gostoso. O melhor de tudo: sem ovo ou leite. Nada mesmo de origem animal, o que deixou a receita ainda mais gostosa. Segue a receita, essa eu peguei no Vegemarian, mas no grupo Ogros Veganos do Facebook a galera posta direto essa receita também:

Pão de Cebola

1 xícara de água
1/2 xícara de óleo
1 cebola média
4 colheres de sopa de açúcar
1 pacote (10 g) de fermento biológico seco
1 colher de sobremesa rasa de sal
Farinha de trigo até a massa começar a soltar das mãos (um usei quase um pacote de 1 quilo de farinha, usei uma marca italiana que encontrei no mercado porque eu sou afrescalhada mesmo, mas pode ser qualquer uma da preferência de cada um)
Molho de tomate para pincelar

Adicione o fermento a uma tigela grande e reserve. Bata bem no liquidificador o óleo, a água, a cebola picada, o sal e o açúcar, despeje essa mistura na tigela onde está o fermento. Misture bem e deixe descansar por 10 minutos.
Depois do descanso adicione a farinha aos poucos até obter uma massa macia e homogênea, adicione farinha até a massa desgrudar das mãos.

Sove a massa por cerca de 8-10 minutos e deixe descansar coberta com um pano úmido por cerca de 1 hora. Após o descanso sove levemente a massa e modele o pão ou os pães da forma que desejar e adicione a uma assadeira untada, cubra e deixe descansar novamente por cerca de 1 hora ou até a massa dobrar de tamanho.
Pré aqueça o forno a 200 graus.

Gente, é sério: FAÇAM!!! Ficou muito gostoso e macio, vou fazer novamente pro natal!

Dia Mundial do Veganismo

Não ia deixar esse dia passar em branco aqui no blog porque foi uma das melhores decisões da minha vida. Sempre que falo em veganismo, eu lembro em primeiro lugar desse vídeo porque me identifico TOTALMENTE com ele e fico feliz por fazer parte dessa revolução:

Ser vegano não é fazer dieta, veganismo não está só relacionado apenas a comida, vai muito, muito mais além… Vou aproveitar esse post pra deixar algumas das milhões informações importantes sobre esse assunto:

Vegetarianos e Veganos. Quais as diferenças? Essa tabela feita pelo Vista-se ilustra de uma forma bem simplificada isso, mas é só pesquisar no Google pra ter mais informações detalhadas:

Piadinhas, tirações de sarro e chacotas com quem é vegano: Não, não é engraçado. Rimos por educação, mas a vontade mesmo é de dar as costas e sair andando. Eu já fiz isso anos atrás, não vou negar, mas só quando se coloca no lugar do outro é que a gente percebe que não tem graça nenhuma. Tem quem não aceita essas piadas e aí retruca e aí gera discussão e aí os veganos são rotulados de chatos. É de cada um, sabe? Eu realmente não ligo, de verdade, mas também não acho graça alguma.

Questionamentos. São milhões e garanto que pra todos eles há pelo menos uma resposta boa, o que mais se ouve é a famigerada pergunta: “mas e as proteínas?” como se por um momento todo mundo fosse o expert em nutrição, este vídeo é um dos montes que existem no Youtube respondendo especificamente a esse tema e desde já adianto que não se encontra proteína só na carne:

Sobre conselhos/comentários/achismos. Dispenso. De verdade, dispenso forte. Tirando é claro que se em algum momento eu solicitei a opinião sobre, aí ok. E digo o porquê: Geralmente essas coisas quase sempre vem disfarçadas de arrogância e isso sim me incomoda bastante. E em tão poucos meses nesse meu processo pro veganismo eu já ouvi umas merdas bem cabulosas, mas por sorte, tenho 100% do apoio das pessoas mais importantes da minha vida. Então, hoje em dia funciona assim: se eu não perguntei, eu também dispenso o “eu só acho que…” 

Veganismo não é impossível. Veganismo é uma escolha individual, mas que te faz pensar no próximo, você pode não querer pra você ou não concordar, mas tem que respeitar e acredite: não procuramos conselhos dos outros (principalmente de quem não é). Só o respeitinho mesmo.

Sempre é bom procurar um nutricionista, inclusive quem come carne também. Deficiência de vitamina não está necessariamente ligada ao não comer carne, leite ou derivados, na verdade tudo é questão de adequação da alimentação pra comer certo, viver bem e isso é totalmente diferente. Existem pessoas que possuem deficiência de alguma vitamina, que são anêmicas (e nem sabem) mesmo comendo carne, ovos e leite, então dizer que vegano não come bem ou que não é saudável, não é nem argumento e isso já foi mais do que provado.

Ser vegano é caro? Nunca!!! Falo por mim, estamos economizando muito mais no mercado do que quando eu consumia carne. Sim, o paladar melhora e tanto fisicamente como mentalmente, me sinto muito bem, já disse isso aqui. Cortei definitivamente o leite, troquei pelo vegetal e sabe o que aconteceu? Nunca mais tive rinite alérgica.

Teste em animais, roupas de couro ou qualquer outra coisa que seja de origem animal: as vezes é muito difícil escolher um produto livre de crueldade, ou seja, que não tenha nada de origem animal ou que não seja testado em animais… Hoje em dia já existem diversas empresas que estão se conscientizando disso, mas muitas ainda não deixam isso claro em seus rótulos, com o tempo você vai aprendendo a identificar melhor isso.

Quer saber mais a respeito? Esse post do Veganize indica 13 documentários sobre o veganismo que são esclarecedores, principalmente porque alguns mostram sem rodeios, de como é o processo cruel de abate dos animais pra carne chegar ao seu prato. E não só a carne, mas leite e ovos também. Eu já assisti alguns deles, mas não todos, alguns são realmente pesados porque a verdade nua e crua é jogada na sua cara.

Essa foi a minha contribuição para o dia de hoje que acho que pelo menos vale uma reflexão.

“Se os matadouros tivessem paredes de vidro, todos seriam vegetarianos. Nós nos sentimos melhores com nós mesmos e melhores com os animais, sabendo que não estamos contribuindo para o sofrimento deles.” – Paul McCartney

Juliana Esgalha Post por

Receita: Pão de “queijo” vegano

Gostem ou não, daqui pra frente todas receitas que aparecem neste blog serão VEGANAS e pelos motivos óbvios que não preciso explicar. Quem diz que vegano tem opções muito restritas do que comer, não sabe o que está falando e não sabe principalmente das descobertas maravilhosas que se tem quando se adota o veganismo pra vida. A gente descobre coisas novas, sabores e ideias. Semana atrás eu ganhei um livro maravilhoso da Lia com mais de 150 receitas, TODAS VEGANAS:

Já fiz algumas receitas do livro que além de deliciosas são super fáceis e ontem a Luciana me passou uma receita de pão de beijo, mais conhecida como pão de “queijo” vegano. Eu já estava com a ideia de fazer, mas a Lu (que é mineira e não vegana) passou pra mim e eu fiquei morrendo de vontade quando ela ainda me disse que ficava uma delícia, ou seja, se uma MINEIRA disse que o pão de queijo vegano fica super gostoso, então pode confiar.

Vamos a receita:

INGREDIENTES
– 5 ou 6 mandioquinhas (conhecida também como batata baroa) médias
– 4 xícaras de chá de polvilho doce
– 1 xícara de chá de polvilho azedo
– 1 xícara de chá de óleo de coco bem quente (pode substituir por azeite extravirgem de oliva)
– 1 xícara e 1/2 de chá de água bem quente

Sal a gosto.

MODO DE PREPARO
Cozinhe a mandioquinha e, depois, amasse bem para formar um purê. Misture esse purê com os polvilhos e o sal. Acrescente aos poucos o óleo e continue misturando. Por último, acrescente a água. Misture tudo até conseguir uma massa homogênea. Faça bolinhas pequenas com as mãos (a massa não gruda nas mãos). Preaqueça o forno e asse em forno baixo/médio (aproximadamente 180º) por mais ou menos 40 minutos.

O resultado é um pão crocante por fora e macio por dentro, sabor MELHOR que pão de queijo:

Ficou muito gostoso, porém, numa próxima eu vou fazer algumas adaptações: colocar menos óleo de coco ou testar com azeite, mas menos que uma xícara, o sabor do óleo de coco sobressai um pouquinho. Ao invés de 4 xícaras do polvilho doce e 1 do azedo eu faria 2/2. É o azedo que dá aquele saborzinho mais marcante ao pão de queijo, veremos como será na próxima. Mas o melhor de tudo, além de gostoso, é essa receita ser zero crueldade animal: nada de leite, ovos e queijo. Temperinhos secos casam muito bem. Inhame e batata doce no lugar da mandioquinha também deve ficar bom. Ótimo acompanhamento pra um café da manhã/tarde ou pra receber as visitas.

meu processo para o veganismo até o momento

4 meses sem nenhum tipo de carne animal e agora estou no processo do vegetarianismo para o veganismo, ou seja, não só a carne, mas nada de origem animal (leite, laticínios, ovos) também. Há também muito do que você veste e consome: couro, cosméticos, maquiagens testados em animais e algumas pequenas mudanças eu já fiz nisso também, porém, essa parte será pauta pra um outro post. Leite ainda não cortei totalmente, mas diminui MUITO principalmente depois que descobri da ligação do leite e laticínios com a rinite alérgica, uso o leite mais em receitas (e pra terminar logo as caixas que ainda tenho em casa) e mesmo assim substituo sempre que posso porque também aprendi a fazer vários leites vegetais, até o momento o que mais estou consumindo e gostando é o leite de aveia: fácil de fazer e delicioso.

Ovo eu nem lembro da ultima vez que consumi, seja pra mim ou cozinhado algum prato. Nas minhas pesquisas descobri que a banana é um ótimo substituto do ovo nas receitas, além de muitos outros ingredientes e dá super certo mesmo. Queijos eu evito ao máximo (acho que esse será o mais difícil pra mim), mas como disse, veja bem, eu sou uma vegetariana que está em processo para o veganismo.

Fisicamente me sinto ótima. Não sinto cansaço e nenhum tipo de fadiga ou desanimo, principalmente quando corro ou estou na academia, posso dizer que meu rendimento até melhorou. Não tive mais aquele inchaço que tanto me incomodava e minhas refeições tem sido maravilhosas porque antes era basicamente uma proteína animal + salada na janta, sendo que no almoço era a mesma coisa só que aí eu acrescentava um carbo. Em casa, todos nos dias na janta, tem ao menos umas 3 coisas diferentes no meu prato, descubro sempre receitas deliciosas e fazer a minha própria comida com nada de origem animal e nada industrializado (muito embora eu já evite isso há muitos anos) tem sido algo tão prazeroso que, chega a ser uma terapia pra mim.

Psicologicamente/Espiritualmente digo e afirmo de todo coração que não sinto vontade de comer carne, de verdade, não sinto mesmo. Acredito que em parte isso se deve ao fato de eu estar comendo melhor, com uma gama enorme de variedades de alimentos e também porque foi mais fácil do que eu pensava. Aos poucos é como se meu cérebro fosse acostumando o meu corpo a não aceitar mais as coisas de origem animal, sei que não é uma “mágica” que acontece do dia pra noite, é um processo gradual de descobrimento e também de muitas verdades que o Veganisno joga na sua cara – verdades essas que no passado eram simplesmente ignoradas, mas penso nisso como um despertar pra um novo começo e isso tem me trazido muita paz e a certeza de que fiz uma das melhores escolhas pra minha vida.

O vídeo a seguir mostra muito do que sinto e estou vivendo em relação ao veganismo. O difícil não é adequar a alimentação, mas muitas vezes lidar com o lado sombrio das pessoas quando te criticam ou fazem chacota sobre suas escolhas, nessas horas o melhor mesmo é a resiliência, o respirar fundo e o deixar pra lá, até mesmo porque eu já sabia desse revés no caminho, mas sei que faz parte… (muito embora eu preciso dizer: tive muito apoio de pessoas mais próximas a mim: marido, pais, amigos mais chegados e considero isso como uma grande sorte)

P.S. Ainda não passei com uma nutri, mas pretendo muito em breve fazer isso e já tenho algumas boas indicações de nutricionistas especializadas em alimentação vegana, contarei tudo. Ah! E não esqueci os posts sobre o Atacama também, be patient.

Juliana Esgalha Post por

Por que parei de comer carne?

Primeiro de tudo tenho que dizer: este post é um relato totalmente pessoal. Escrito a partir das MINHAS experiências e vivências, então isso significa que em nenhum momento a ideia aqui é impor, criticar, militar ou dizer o que é certo ou errado pra alguém. Portanto não sou parâmetro pra nada, afinal, a ideia é única e exclusivamente contribuir os meus 25 centavos e dividir com vocês a minha história.

Já tem mais de um ano que eu não como carne vermelha no jantar: primeiro porque carne vermelha leva muito tempo pro estômago digerir (cerca de 3 dias) e como minha janta costuma sempre ser depois das 20 horas (ou seja, já meio tarde) eu resolvi optar por algo mais leve; então eu comia uma salada bem farta, as vezes acompanhada com algum carbo e sempre com alguma carne branca (frango ou peixe). Segundo motivo é que estava me sentindo muito pesada/inchada e não saciada totalmente ao comer carne vermelha a noite: uma hora depois eu já estava com fome de novo. Acontece que depois de um tempo começou acontecer a mesma coisa no almoço: inchaço, não saciava e enjoo (eu ficava “conversando” com aquele pedaço de carne no estômago o resto do dia) e de repente não estava me apetecendo mais. De repente eu vi que estava deixando de escolher carne vermelha pra escolher alguma carne branca pra comer. Até aí, nada de muito diferente. Mas depois de um tempo, o mesmo começou a acontecer com frango, peixe (inclusive com os temakis e comida japa que tanto amo) e porco (que já muito raramente eu comia).

Lisa me representando nessa mudança.

Tentei persistir, mesmo ainda com todo aquele combo de mal estar que já mencionei acima e não deu muito certo. Se eu ia a um restaurante ou eu escolhia alguma opção sem carne ou quando muito pegava um pedacinho de carne no self-service que depois sempre acabava sobrando no meu prato. Em casa a mesma coisa, todo dia era: “não estou afim de comer carne hoje.” Foi nessa transição-não-programada que eu comecei a perceber que ficar sem a carne não ia ser um problema pra mim, muito pelo contrário, ia ser um problema se eu continuasse a comer porque, acima de tudo, eu penso que a comida está associada ao prazer e bem estar… Se você não está satisfeito com uma coisa: você muda pra outra, simples assim. E isso foi algo que eu cuspi pro alto e caiu bem na minha testa, devo mencionar porque né… Até alguns anos atrás eu dizia que era incapaz de viver sem carne e não entendia como é que um vegetariano/vegano consegue ficar sem consumir uma das proteínas mais gostosas que existe. Mas temos aí uma liçãozinha nesse ponto: nada (ou quase nada, talvez?) perpetua pra sempre, especialmente quando se trata de hábitos.

E veja bem, foi aí que eu resolvi ir parando… E não por ‘moda’ ou influência de alguém, mas porque realmente comecei a ficar saturada desse tipo de alimento. E aí as coisas mudam: os hábitos, os gostos, as preferências, as crenças, a visão sobre as coisas, o mundo… TUDO! Hoje a gente vê muito sobre sustentabilidade, alimentos orgânicos, o impacto no ambiente de algumas práticas do homem, mudanças de hábitos, qualidade de vida, mas isso é assunto pra um outro post. Comecei a ler muitos artigos sobre vegetarianismo/veganismo e obviamente as questões dos animais e todas as outras que envolvem essa escolha pra vida, também tiveram um grande peso pra mim, é óbvio que tiveram. Entrei em grupos vegans no FB e comecei a buscar uma série de receitas que fazendo em casa, descobri um mundo inteiro de coisas gostosas pra comer que substituíram a carne de uma maneira tão positiva que eu nem imaginava. E fiquei feliz por isso porque achei que seria bem mais difícil. E minha ideia é exatamente essa: se não vou comer carne, que pelo menos eu faça meu alimento e evite ao máximo os ultra processados e industrializados (algo que já faço há tempos). Se comer é um prazer, fazer a própria comida também é. E isso me fez um bem danado: comecei a me sentir saciada, no sentido de alimentada e não cheia. Não sinto mais fome logo depois de ter almoçado ou jantado, me sinto bem menos inchada também (muito em parte porque eu sempre fui de reter líquido, principalmente no período menstrual) e isso simplesmente acabou. Me sinto mais leve, e posso dizer que espiritualmente também estou leve com minha consciência.

Se me perguntam: “Nossa (nossa = credo) mas você virou vegana?” Eu digo que (ainda) não. Eu diria que estou na fase de Ovo Lacto Vegetariano, ou seja: não consome carne, mas consome leite, ovo e derivados. Vegan envolve muitas outras coisas além da comida. Não é uma transição que acontece da noite pro dia, mesmo porque não é algo fácil tirar o que se comeu uma vida inteira, mas não é impossível e muito menos um bicho de sete cabeças. Você precisa se questionar, se perguntar, se informar, ler bastante e ter em mente se é isso mesmo que você realmente quer. É uma coisa muito particular, entende? Comigo eu posso dizer que foi até meio fácil, o começo de tudo foi porque simplesmente meu corpo começou a não aceitar mais a carne no organismo, mas eu ainda consumo leite (que eu gosto de verdade), queijo, ovos (bem raramente), então tudo precisa ser de uma forma gradual pro seu corpo ir se acostumando e pro psicológico também ir se adaptando, está tudo ligado. Conversando outro dia com um amigo vegetariano, ele me disse: “Ju, se minha experiência pode servir pra alguma coisa, te digo: só pare com aquilo que vc não se sente bem ao comer. Se vc gosta e não te prejudica, mande bala!”

E é basicamente isso!

Mas e as proteínas? E a vitamina B-12? Por eu me exercitar bastante e correr também, obviamente eu preciso de todos os nutrientes necessários e saber consumi-los pra não ter nenhuma deficiência de alguma vitamina, é primordial. Eu vou passar com uma nutricionista em breve pra fazer um hemograma completo e conhecer o que posso substituir, adaptar, suplementar, enfim… Nem vou entrar em detalhes sobre essa parte porque eu não sou nutricionista e porque ainda não passei com uma, então não vou escrever sobre aquilo que não tenho conhecimento e cada pessoa é um caso diferente, né? Mas pretendo contar aqui também essa fase.

Essas são apenas algumas das minhas comidinhas durante esse período, tem todas as receitas e dicas de lugares no meu Instagram, passa lá pra dar uma olhada:

É isso. Acima de tudo, acima inclusive de qualquer bandeira que isso representa, é uma ESCOLHA minha e estou bem feliz e em paz com essa decisão. 🙂

Juliana Esgalha Post por