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Look do dia: gatinhos

Amor por gatos é uma coisa que expande em tudo ehehehehe, impressionante. Semana passada estava voltando do almoço quando encontrei perdido numa arara esse vestido de estampa de gatinhos nas Pernambucanas por 70 reais. Por uma incrível coincidência, no mesmo dia, eu achei esse MESMO vestido no Ali Express por 17 dólares, perguntei pra um amigo que é designer de moda o porque esse mesmo vestido estava nas Pernambucanas e ele disse que é produto de pronta entrega de fabricas chinesas… Eles fazem em grande escala, montam um mostruário com vários modelos e o comprador compra pelo catálogo, então não é necessariamente uma fabricação exclusiva da loja, por isso que acabei achando no Ali também e inclusive, vi uma lojinha de internet vendendo por 124 reais… Hmmmm. Ok, é lógico que aquele que vende dessa forma tem que ter um lucro em cima, mas achei bem abusadinho esse preço.

Enfim, comprei nas Pernambucanas mesmo por motivos de: se eu deixasse pro Ali ia ter que converter do dólar pro real, esperar (sentada ultimamente) chegar e ainda correr o risco de não receber. Além do mais, pelo valor que está o dólar, a diferença de preço não seria absurda.

O caimento do vestido ficou ótimo, experimentei um M e um PP e o PP foi o que acabou ficando melhor (a cara de bolacha, óculos chiquinha e descabelada é porque tinha acabado de chegar da rua, desconsiderem):

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Super fresquinho, usei ele no sábado com a sapatilha (de gatos, só pra variar) da Petite Jolie e com esse calor dantesco nada como um vestido.

Trailer: A Menina que Roubava Livros

Li ‘A Menina que Roubava Livros’ no começo de 2008 e foi uma das histórias mais lindas que já li na vida, todos que conheço que leram esse livro se emocionaram com a história, agora o livro virou um filme com a estreia para 31 de Janeiro de 2014. Direção de Brian Percival e roteiro de Michael Petroni e já saiu o trailer do filme e pra primeira impressão super gostei, se o filme for pelo menos 1/3 do quão incrível é o livro, já vale a entrada no cinema!

Peru: Machu Picchu

Primeiro de tudo: desculpem a demora! Estou há dias prometendo o post de Machu Picchu que só agora saiu e deixei esse lugar por ultimo porque né… É Machu Picchu. Quando se viaja existem alguns lugares que são mágicos por sua existência, é aquele tipo de lugar que quando você visita não tem como não sentir a energia que transmite, não só pelo lugar, mas pela história, o quão antigo é… Enfim… Muitas coisas. Nas nossas viagens, alguns lugares que eu senti muito essa energia foram: Stonehenge, Coliseu em Roma e claro, Machu Picchu.

Não dá pra transmitir como é tudo isso em palavras. É o tipo de lugar no mundo que tem que ir por você e conhecer pra ver/sentir por si mesmo. É aquele tipo de lugar que você fica por muitos minutos olhando e não acreditando que tudo aquilo está diante dos seus olhos. É um lugar que não tem como não se emocionar, que não tem como não te dar arrepios, que torna você muito pequeno diante de tantas maravilhas que tem no mundo, que tudo aquilo que você já viu em fotos, filmes ou qualquer outra coisa, não é nada, quando se está diante de um lugar como Machu Picchu.

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Machu Picchu tem uma história muita louca e muitas teorias. É Patrimônio Mundial da UNESCO, em quíchua leva o nome “velha montanha” e, é chamado também como a “cidade perdida dos Incas”, fica localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba e possivelmente por ser no meio da montanha, Machu Picchu só foi descoberto em 1911. Ainda há controvérsias sobre o verdadeiro descobridor. Aqui explica rapidamente o motivo.

O fato é que Machu Picchu é um lugar no mundo incrível, é um lugar que todos os amantes de viagem devem um dia conhecer e mesmo pra aqueles que nem pensam tanto em viajar, mas é algo tão único, que todos no mundo, um dia deveriam conhecer.

Indo pra Machu Picchu:

Fomos de Cusco até uma cidade (que esqueci o nome agora) de ônibus, antes o trem ia direto de Cusco pra Machu Picchu, porém, por motivos de reforma, tivemos que sair dessa cidade e ir até Águas Calientes. Lá é tipo uma vila (muito bem estruturada por sinal) e que fica bem próxima de Machu Picchu. Dessa cidade (que puta merda, ainda não lembrei o nome), fomos pra Águas Calientes de trem… É um passeio que vale muito à pena. Em Águas Calientes, nós passamos o dia, há vários restaurantes legais alí, dormimos uma noite (em albergue) e no outro dia, antes mesmo do sol nascer, fomos pra Machu Picchu E Huayna Picchu – que expliquei como esses dois passeios funcionam nesse post aqui.

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Como chegar?

Acordamos super cedo quando estávamos em Águas Calientes, um dia antes você compra o ticket de ônibus (ida + volta) que te leva pra lá, eles saem a todo o momento, mas quanto mais cedo você chegar, é melhor. O ônibus sobe a estrada de Águas Calientes que liga ao parque. É uma estrada bem sinuosa, dalí já dá pra sentir que o passeio do dia será no modo aventura e muita gente faz essa subida da estrada a pé. Chegando lá, antes de entrar no parque, existem alguns serviços que é bom saber e que pouca gente informa: banheiros, lanchonete, guias (paga à parte) e guarda volumes (paga à parte também). Pra entrar lá você precisa estar com o ticket do passeio (duh! óbvio), passaporte ou outro documento com foto. Não pediram a carteirinha de vacinação da Febre Amarela, mas, independente de terem pedido ou não, eu acho super importante tomar a vacina. Logo que chegamos, passamos por Machu Picchu, mas fomos direto para Huayna Picchu, pois o nosso grupo era o primeiro – das 7 horas da manhã. Muito protetor solar, repelente e água – essas são as 3 principais coisas que você precisa pra visitar Huayna, além é claro, de um tênis confortável e roupas confortáveis. Evite regatas, bermudas e claro, tenha disposição e (muita) coragem. Huayna Picchu é a montanha da foto mais clássica de Machu Picchu que todo mundo conhece e nós subimos até o topo dela.

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Vale a pena? Muito. Vale a pena pela trilha, pela vista e principalmente pela superação por cada passo que você dá até chegar lá em cima.

É fácil? Não. Mas não é impossível. Cada um faz no seu ritmo e todos chegam lá. É cansativo, o cuidado tem que ser grande, a altitude judia bem, é alto pra cara#$%@, mas mesmo pra quem tem fobia de altura (eu acho que) dá pra fazer. Nosso lema do começo ao fim foi: “firma o pé e não olha pra baixo” ahauhauhauhauhauhauhauh, achei a descida mais difícil que a subida, justamente porque na volta, o cansaço é maior e alguns lugares eu diria que, o melhor mesmo, é não olhar pra baixo.

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Mas a vista lá de cima é maravilhosa, paga com juros cada medo e cada passo… Pra mim foi uma superação, foi uma descarga de adrenalina maravilhosa… Machu Picchu visto de lá de cima parece um desenho, parece brinquedo. Você chega ao topo de Huayna Picchu e a primeira coisa que pensa é: “eu não acredito que consegui chegar até aqui” e chegou. 🙂

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A descida é mais ou menos o tempo da subida: entre uma hora/uma hora e vinte, isso depende é claro, do ritmo de cada um, mas é média é essa. Quando estávamos descendo já tinha uma galera subindo que era o grupo das 10 horas, o sol estava mais forte então o que eu recomendo pra quem pensar subir Huayna Picchu é: escolha o primeiro grupo que é o das 7 horas porque depois de Huayna, você vai ter Machu Picchu pra conhecer e lá você também anda e MUITO.

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Quando voltamos pra Machu Picchu, nós saímos do parque pra comer alguma coisa, fazer pipi, dar uma recuperada na dignidade. Entramos de volta no parque e aí sim, pudemos andar por todo Machu Picchu e conhecer cada canto daquele pedaço de mundo incrível. Essa é uma das coisas de viajar que ninguém mais tira de você, essa experiência gratificante de conhecer algo tão rico em história, tão antigo, tão misterioso… TÃO ÚNICO! Por mais que eu descreva com palavras, nunca vou conseguir expressar nem 0,5% do que foi conhecer Macchu Picchu e a lição de superação que foi subir Huayna Picchu. A única coisa que posso dizer à vocês é: visitem Machu Picchu, tenho certeza que será algo totalmente diferente e inédito na vida de cada um. É isso que a gente leva dessa vida.

Eis dois vídeos que achei muito digno fazer só com as fotos de Machu E Huayna Picchu (algumas fotos sairam repetidas, mas nhá, faz de conta que vocês não viram) e outro que filmei pelo celular mesmo:


E no celular:

TOP 5: Bases!

TOP 5: Bases!

Faz tempo que estou prometendo esse post porque assim como em outros blogs, resenhas desse tipo servem como dicas valiosas pra gente, ainda mais se tratando de base que pelo menos pra mim é um item indispensável na maquiagem. Fiz uma lista pequena com as TOP 5 que mais gosto e uso, espero que ajudem vocês também porque base cada uma prefere com um acabamento diferente. Eu gosto das que tenham uma maior cobertura, mas sem pesar demais. Mesmo assim vocês irão ver nessa lista que tem uma mais aquosa também:


Teint Miracle da Lancôme – De todas é a minha preferida!! O acabamento dela é perfeito. Nada muito pesado, mas também nada muito leve! Lembro que comprei a Teint Miracle na Sephora de Milão quando viajamos no ano passado, mas a anta da vendedora acabou pegando uma cor mais escura que o meu tom de pele e eu só vi à noite quando já estávamos no hotel. Acabei vendendo a minha pra uma amiga que deu certinho a cor da base com o tom de pele dela e acabei comprando uma outra (dessa vez com a minha cor certa) no site da Roana. Mas então… Não tem cheiro, rende bastante, não deixa a pele oleosa, tem uma gama de cores enorme e até nesses dias de inverno que estão um pouco mais quentes, ela não transfere. Resumindo: o acabamento dela é PERFEITO!!!! Aqui o preço da Teint Miracle é uma facada no rim, portanto, recomendo a compra no site da Roana!

Pro Longwear da M.A.C – Essa linha da M.A.C é muito boa. Tenho alguns batons, um corretivo e resolvi testar a base também! O meu tom é o NW20, exatamente a cor da minha pele. É uma base mais pesada por assim dizer, portanto, uso ela quando vou pra algum lugar durante à noite. Assim como o corretivo ela seca bem rápido, transfere um pouquinho, mas a durabilidade é ótima!!!

Mary Kay Matte-Wear – Essa eu conheci naquele evento da MK que a Mônica fez comigo e algumas meninas. Essa base é muito legal porque ela age como uma máscara de argila que ajuda a controlar o excesso de oleosidade e o brilho da pele durante todo o dia. Tem vitaminas, minerais na sua formulação então funciona como uma base de tratamento também. Deixa a pele bem sequinha!

DiorSkyn Nude – Eu não me lembro, mas acho que essa base eu comprei no Brigitte’s Boutique e na época paguei muito barato. Essa é pra uma base bem mais leve que como o nome já diz é pra deixar um acabamento mais natural na pele, portanto se você precisa de uma base pra cobrir imperfeições a DiorSkin não é a mais indicada. Segundo informações essa base possui 40% de água mineral o que dá aquele acabamento suave, de pele hidratada. Esse é boa pra usar naqueles dias mais quentes que você precisa de uma base, mas não quer nada muito pesado.

Healthy Mix da Bourjois – Essa eu também comprei quando viajamos e paguei 8 libras nela! Sempre gostei dos produtos da Bourjois, principalmente das bases! A Healthy Mix na sua composição tem pêssego (para dar brilho), gengibre (para energizar) e maçã (para os efeitos antioxidantes). Promete uma durabilidade de 16 horas, mas é claro que não dura tudo isso. Porém mesmo assim ela é boa nesse quesito. O acabamento é semi-matte, transfere um pouquinho, mas nada absurdamente. Eu adoro.

E vocês, quais as bases que mais gostam?