computer + filme + livro

MÚSICA DO DIA: 29 PALMS – ROBERT PLANT

computer + filme + livro

Vou lhes dizer uma coisa:

Eu realmente perco a paciência quando meu computador resolve não mais colaborar com a minha pessoa. Ontem foi a vez do antivírus dar xabú em tudo por aqui, e são nessas horas de (in)paciência que eu agradeço a experiência que adquiri quando eu trabalhei na saudosa AOL.
Pelo menos no quesito conhecimento eu não sou nenhuma sabe-tudo, mas me viro o suficiente a ponto de resolver algumas coisas sozinha e sem precisar levar na assistência técnica.

Enfim, assistimos esse filme aqui no final de semana:

1408

Sinopse
Um promissor romancista, Mike Enslin (John Cusack), resolveu enveredar por outro caminho e escrever livros que investiguem fenômenos paranormais. Enslin nunca presenciou realmente algum destes fatos, então fica difícil obter credibilidade. Além do mais Mike é totalmente cético, pois até hoje não encontrou evidências de que exista vida após a morte. No entanto decide ir até Nova York e se hospedar no Dolphin Hotel, mais exatamente no quarto 1408, que tem fama de ser habitado por espíritos malignos. O gerente do hotel, Gerald Olin (Samuel L. Jackson), o avisa que 56 mortes já ocorreram neste quarto, mas Mike está decidido a conferir se sua fama está condizente com a verdade.

Embora os últimos 20 minutos sejam um pouco parados, gostei bastante.

Ah… E mediante ao meu vício misturado com a minha aguçada curiosidade eu informo que já estou no 5º episódio de Lost e puxa vida…

O que dizer?
Tá foda!
Não, melhor…
MUITO foda!

Contudo, como não é só de tevê que eu vivo, terminei de ler esse livro aqui:

Eu Sou o Mensageiro

Ed Kennedy. Dezenove anos. Um perdedor.
Seu emprego: taxista. Sua filiação: um pai morto pela birita e uma mãe amarga, ranzinza. Sua companhia constante: um cachorro fedorento e um punhado de amigos fracassados.
Sua missão: algo de muito importante, com o potencial de mudar algumas vidas. Por quê? Determinado por quem? Isso nem ele sabe.
Markus Zusak, autor do best-seller A Menina que Roubava Livros, nos fornece essas respostas bem aos poucos neste incomum romance de suspense, escrito antes do seu maior sucesso.
O que se sabe é que Ed, um dia, teve a coragem de impedir um assalto a banco. E que, um pouco depois disso, começou a receber cartas anônimas. O conteúdo: invariavelmente, uma carta de baralho, um ou mais endereços e… só. Fazer o que nesses lugares? Procurar quem? Isso ele só saberá se for. Se tentar descobrir. E, com o misto de destemor e resignação dos mais clássicos anti-heróis, daqueles que sabem não ter mesmo nada a perder nesse mundo, é o que ele faz.
Ed conhecerá novas pessoas nessa jornada. Conhecerá melhor algumas pessoas nem tão novas assim. Mas, acima de tudo, a sua missão é de autoconhecimento. Ao final dela, ele entenderá melhor seu potencial no mundo e em que consiste ser um mensageiro.

E como já mencionado acima, é do mesmo autor de “A Menina que Roubava Livros”, não é tão maravilhoso quanto, mas é uma ótima leitura.

Volto depois.

Juliana Esgalha Post por