Final de Lost + Livros

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Final de Lost + Livros

Antes de escrever sobre o post de hoje, vou falar de cara o que achei sobre a final de Lost: assim como todos os episódios de todas as temporadas, Lost sempre foi surpreendente e como o final, não poderia ter sido diferente… Pelo menos para mim o efeito foi esse, portanto: eu gostei SIM!

Embora algumas pessoas achassem que o final deveria ter sido outro pelo fato de não terem entendido muito bem ou por acharem que sua teoria seria a melhor para um ultimo episódio, talvez interpretassem o “The End” de outra forma, por outro ângulo… E na boa; debater sobre isso vai acabar virando uma discussão desnecessária (como quase já virou hoje com um amigo-cabeça-dura). Encontrei esse texto no G1 que explica muito bem o que realmente aconteceu (ou o que eu entendi, não importa), em todo caso deixarei reforçados alguns trechos aqui:

“Após “The end”, a ilha pode ser encarada como um lugar de redenção. A realidade paralela (realidade paralela = aquela vida do vôo que o avião não caiu, que chegou a Los Angeles, mostrado na 6ª temporada) seria um purgatório, um ritual de passagem para o céu, o paraíso ou qualquer outro nome religioso que exista para definir a vida após a morte O vitral da igreja, com diversas religiões retratadas, reforça essa teoria. (eu achei isso bem interessante)

Como explica Christian Shepard ao filho Jack, na emocionante cena final, a igreja é um lugar em que todos chegaram juntos para que pudessem encontrar uns aos outros na realidade paralela, pois a parte mais importante da vida de cada um foi o tempo que passaram juntos na ilha. (Logo tudo aquilo aconteceu sim, a ilha não era o purgatório e todos estavam vivos, exceto é claro, aqueles que durante a história morreram mesmo – como Charlie ou Shannon, e também estavam vivos quando sairam pela 1ª vez de lá, viveram fora por 3 anos e voltaram).

No começo do ano, os produtores executivos Carlton Cuse e Damon Lindelof adiantaram que o 6º ano de “Lost” teria uma relação maior com a 1ª temporada. E que o restante deveria ser encarado como parte de uma grande jornada, de uma experiência à parte. O foco não seria responder aos mistérios, mas fornecer um bom final aos personagens. (Portanto colega, se você assistiu o final só pensando nas respostas para os mistérios, enigmas e suas duvidas, certamente foi mais um membro pro time dos que odiaram o “The End” de Lost).

Esqueça a Iniciativa Dharma, o templo ou as viagens no tempo de Faraday. Essas questões continuarão a fazer parte de um universo mantido apenas pelos fãs – que, aliás, desde que a série nasceu foram responsáveis por criarem na internet teorias muito superiores àquela sugerida em “The end” ou em outros episódios. (…) Afinal, como se sabe muito bem em “Lost”, o que aconteceu, aconteceu. Mesmo que a gente não saiba exatamente o quê.” (Talvez seja por isso que existam milhões de fóruns de discussões, não é mesmo? Achou isso um absurdo? Eu não!)

Fonte: G1


Na minha opinião o final foi perfeito e não poderia ter tido um outro melhor. Pra mim Lost, com certeza, foi a melhor série que já assisti!

Em tempo… Vou falar rapidinho dos livros que estou lendo da série “House of Night” recomendado pela minha querida amiga Kellen. A história é sobre vampiros, que quando humanos são marcados e vão para a Morada da Noite… Enfim, não vou ficar entrando em maiores detalhes mas, basicamente é uma história contada numa linguagem mais adolescente (ok, não torçam o nariz antes de saberem mais).

Porém, o que muito me surpreendeu é a dinâmica da trama. Harry Potter também é adolescente e (inclusive) amado por muita gente grande, entretanto, na minha opinião JK Rowling usou a mesma receita de bolo em todas as histórias (tanto que eu não consegui passar do 3º livro), diferente de House of Night que cada capítulo é um babado novo acontecendo e foi isso que mais me agradou.

Se não me engano essa série terá 9 volumes e hoje mesmo eu começo a ler o 4º livro (Indomada), portanto fica aqui a minha recomendação pra quem gosta de uma boa leitura (daquelas que fluem tão bem que quando você menos percebe, terminou de ler mais uma história) e não se apega apenas naqueles livros “cult” demais só pra pagar de (pseudo)intelectual com os amiguinhos, afinal de contas o que pode ser legal para um, pode não ser para o outro, mas o que concordamos é que a leitura é sempre uma boa pedida, não é mesmo minha gente?!

Juliana Esgalha Post por