STOP MIMIMI!

Vocês já repararam na quantidade de gente que vive reclamando de TUDO na vida? Se está calor, reclama porque está calor, se esfria reclama porque está frio, reclama do passarinho que canta pela manhã, reclama que a terra não é redonda o suficiente, que o céu está muito azul – nada está bom! Os reclamões em potencial podem ter o mundo girando normalmente a sua volta, mas SEMPRE vão procurar algo pra colocar algum defeito pra assim se sentirem “melhor”. Veja bem, eu não estou dizendo que não se deve nunca mais reclamar de mais nada a partir de hoje… Primeiro porque não existe um mundo ou uma vida perfeita, segundo porque reclamar faz parte da natureza humana e terceiro que é com os limões que a vida joga na nossa cara que aprendemos a fazer uma limonada e são nessas situações que dá pra olhar pra si, ter um pouquinho mais de empatia, analisar com carinho e se policiar melhor antes de começar a espalhar todo esse chorume de negatividade pro mundo.

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Obviamente eu também reclamo (aliás, esse post É uma reclamação… ahahaha um paradoxo eu diria), tenho os meus problemas e aqueles dias em que eu penso que o melhor mesmo seria nem ter saído da cama, mas não faço de 01 dia ruim o walk of life da minha vida. Não faço de uma fase chata a sentença errônea de uma vida inteira desafortunada. Pra mim, que tenho TAG e que a vida de um ansioso é um turbilhão de pensamentos 24 horas por dia, aprender a levar tudo de uma maneira mais suave é uma questão de necessidade pra não enlouquecer e por consequência disso, aprendi também a me conhecer melhor. Eu procuro sempre prestar muita atenção nisso: nas minhas atitudes, nas minhas conversas, da necessidade se realmente vale a pena prolongar ou não um assunto ruim ou um bad hair day… Se não gosto: não faço. Se não deu certo: bola pra frente e tente fazer melhor numa próxima. Eu me policio muito nisso porque acredito que tudo que você é/ou faz nada mais é, do que o reflexo que transmite. Nem sempre na prática é tão simples como exemplifiquei agora na teoria, mas ter isso em mente e estar predisposto a por em prática já é um belo de um começo.

É muito ruim você conversar com uma pessoa que só sabe reclamar e que mesmo numa situação que poderia ser boa, tem a capacidade de transformar o bom em algum ruim. Hoje em dia eu tenho pavor de gente assim e digo hoje em dia porque eu acredito que há alguns anos atrás as coisas eram mais maleáveis por assim dizer, então talvez com o passar do tempo eu tenha desenvolvido uma certa intolerância a isso porque já tem tanta coisa ruim e maluca acontecendo diante de nós, que eu realmente não preciso que alguém me venha com mais uma.

"Felizes são aqueles que aprendem a administrar seus conflitos, que aceitam suas oscilações de humor, que dão o melhor de si e não se autoflagelam por causa dos erros que cometem. Felicidade é serenidade. Não tem nada a ver com piscinas, carros e muito menos com príncipes encantados." — Martha Medeiros

“Felizes são aqueles que aprendem a administrar seus conflitos, que aceitam suas oscilações de humor, que dão o melhor de si e não se autoflagelam por causa dos erros que cometem. Felicidade é serenidade. Não tem nada a ver com piscinas, carros e muito menos com príncipes encantados.”
— Martha Medeiros

Outro dia eu li um artigo que explicava que reclamar altera negativamente o cérebro tanto de si mesmo, como daquela reclamação que vem dos outros; ou seja, quem reclama também pode prejudicar quem está à sua volta. Eu mesma já me afastei de gente que só sabia reclamar de tudo e de todos, afinal, ou eu me afastava ou eu me afundava junto. E não foi por egoísmo da minha parte. Sou uma boa ouvinte, posso dar conselhos e, inclusive, um ombro amigo e quentinho pra chorar, mas bem como disse a Lia – minha grande amiga: “existe um limite até para ser legal” e acho que isso é uma questão de auto preservação mesmo, um escudo que você cria e que você pode ser um ouvinte sim, mas existem limites pro mimimi de quem só sabe fazer tempestade em tampa de xarope. Eu sempre penso que todo mundo tem problemas, mas tenha certeza que existe alguém com problemas piores que os nossos. “Que se dane os problemas dos outros?” Ok, mas tenha em mente que só reclamar, meu amigo, nunca resolveu nada!

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Então bora começar aquele exercício diário de tentar reclamar menos e procurar ser mais positivo com as coisas que são realmente positivas e por quê não com as negativas também? São com elas que aprendemos, não quer dizer que de agora em diante todo mundo estará totalmente livre dos tropeços, mas com certeza ajuda o tombo a ser menor. Evite pessoas negativas – eu sei que parece até meio egoísta da minha parte dizer uma coisa dessas, mas um pensamento negativo é o estopim pra uma sucessão de outros e isso é muito desgastante… Nunca negue ajuda, um abraço ou uma palavra de conforto, mas não se esqueça que a ajuda só acontece quando as pessoas querem ser ajudadas, do contrário, é realmente uma perda de tempo e um ganho considerável de stress, a verdade é que tem gente que realmente GOSTA de reclamar. Fuja das tretas das redes sociais ahahahahaha (acho que todo mundo dá esse tipo de conselho, mas só uma parcela bem pequena segue de verdade) e isso não quer dizer tapar os olhos e ouvidos pros acontecimentos do dia a dia, mas quem procura por problemas, inevitavelmente acha e aí cabe a cada um pesar na balancinha do “isso realmente vale a pena?” seguir ou não a diante porque né… sommelier de negatividade tá cheio.

“Até mesmo uma vida feliz não pode existir sem uma medida de escuridão, e a palavra “feliz” perderia seu significado se não fosse equilibrada pela “tristeza”. É muito melhor aceitar as coisas como elas vêm, com a paciência e equanimidade.”
— Carl Gustav Jung

Entrevista pro Na Mesa Com Rodrigo

Esses dias eu estava pensando em como a corrida mudou pra melhor a minha vida em todos os sentidos: físico, emocional, social, dia a dia… – TUDO! De carona nisso, também mudou muito a vida do Rick que hoje em dia, além de correr mais rápido do que eu (hunft! ahahaha), fez com que ele perdesse peso e parasse de fumar (e além de tudo é meu pacer nas corridas). É muito bom quando você se encontra em algo relacionado ao esporte porque a gama de benefícios que isso traz pra vida é realmente muito grande.

Hoje, meu amigo querido de longa data – o Rodrigo, publicou no blog dele Na Mesa Com Rodrigo (um blog que tem posts incríveis sobre alimentação, psicologia, músicas – vale a pena adicionar nos favoritos, tem também a fanpage no FB) uma entrevista muito legal que ele fez comigo sobre como e quando a corrida entrou pra minha vida, ali eu falo de muitas coisas: da Equipe Viva, dos benefícios, dos meus desafios pessoais, tem até playlist com músicas pra animar quem quer correr, segue o link pra quem quiser ler tudo na integra. E Rô, muito obrigada por me escolher pro seu blog pra falar de algo que amo muito!

Corrida Athenas, que estou inscrita pra próxima etapa que será 16k

Corrida Athenas, que estou inscrita pra próxima etapa que será 16k

Livro: Como Eu Era Antes de Você

É impressionante como livro é algo tão pessoal no gosto de cada um, mesmo quando a maioria gostou e você não ou vice e versa, né? Confesso que me sinto um alien quando um livro (principalmente os best sellers) cai no gosto da maioria das pessoas, menos no meu… E quando, mesmo que a chance seja remota, o filme acaba sendo melhor que o livro? Céus!!! É algo raro, eu sei… Mas pode acontecer. Semana passada terminei de ler “Como Eu Era Antes de Você” e honestamente – BOMBA! – eu esperava muito mais. =/

Sinopse:

Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.

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O enredo é bom; tanto pelos personagens principais, como os secundários, a história em si é muito boa também, mas pra mim o que pecou foi a dinâmica da história, – eu achei que faltou muito da autora em realmente me prender. Veja bem, eu sou do tipo que adoooooora um drama, mas sabe quando você começa a ler uma história que está chegando num ponto crucial que você espera ansiosamente e depois que lê, sente que faltou mais emoção? Me senti assim com o livro todo.

Sei que tem gente que vai me achar uma insensível de coração peludo, porque principalmente o final (que também não gostei), eu achei que faltou explorar mais a emoção por parte da autora. Como disse a história é sim boa: envolve amor, amizade, empatia e o direito de escolha que cada humano tem – principalmente porque a base carrega um tema bem complexo e, é exatamente por isso eu achei que Jojo Moyes poderia ter mandado melhor, saca? Em breve terá a estreia no cinema, tem o trailer a seguir pra vocês conferirem e vou dar mais uma chance à história, mas dessa vez na tela, então quem sabe né?

Como citei no começo deste post: livro é algo pessoal, posso não ter gostado o que isso não quer dizer que outras pessoas não irão gostar, ao contrário, a maioria que leu gostou, mas é aquela né, gente? Gosto é igual c*, cada um tem o seu. Vai ganhar só duas xícaras de café:

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