Arquivo

amigos

Posts em amigos.

Sobre viagens e amigos…

Essa semana conversei com o Lau, um amigo querido meu que mora em Londres há anos e que conheci através de outro amigo que esse outro amigo conheci através de outro enfim… Vou contar sobre cada um. Semana passada eu tinha enviado o roteiro da viagem com as datas certinhas pra eles e essa semana o Lau mandou uma mensagem dizendo que possivelmente encontrará com a gente (também) em Madri, fiquei muito feliz com a notícia (essa é uma das vantagens da Europa – a facilidade de locomoção de um país pro outro).

Mas vou começar a contar dessas amizades lá em 2008 quando fomos a primeira vez pra Europa: Encontrei com o Wandy em Londres, foi por ele que tudo começou. Liguei pra ele e ele foi até o hostel em que estávamos hospedados nos encontrar. Wandy e eu fizemos faculdade juntos e nos formamos em 2006, nesse mesmo ano ele foi embora pra Londres e nosso contato se limitou apenas por trocas de mensagens que nem constantes eram. Depois que nos encontramos em Londres a amizade por incrível que pareça se intensificou muito mais, mais do que se ver todos os dias na faculdade. Através do Wandy conheci o Marcelo que também mora em Londres e que se tornou meu amigo-irmão-de-alma, digo isso inclusive por nossa personalidade tão semelhante, tanto que ele me chama de Marcela e eu chamo ele de Juliano. Voltamos de viagem e mesmo com a distancia e correria do dia a dia a amizade entre nós sempre permaneceu firme e forte.

viagensamigosmundo

Em 2011 voltamos pra Europa como viajantes novamente e como de praxe avisei os dois antes, com todos os tramites de informações do roteiro que íamos fazer e o Marcelo conseguiu se programar com os horários e disse que ia encontrar com a gente em Verona (Itália). Deu tudo tão certo que foram dias incríveis que eu jamais vou esquecer. Quando ele foi pra Verona encontrar com a gente ele levou o Lau, que foi aí que ganhamos mais um grande amigo. Lau quando veio ao Brasil ficou na minha casa por uns dias, me trouxe chocolates e agora vamos nos ver de novo, mas em Madri e posteriormente em Londres novamente. Depois do fim de semana em Verona eles voltaram pra casa, nós seguimos viagem e dias depois nos encontramos em Londres. Como combinado o Lau foi buscar a gente em Victória Station, o Má (que já estava com as passagens compradas há um tempo) tinha vindo pro Brasil visitar a família e deixou a chave da casa dele com a gente. Ele fez questão que ficássemos hospedados em sua casa, mesmo na sua ausência e em quase todos os dias encontramos com o Wandy também – jantamos juntos várias noites, tomávamos chá todos os dias e sassaricamos bastante por Londres. O laço perfeito já estava muito bem atado entre nós e são dias que deixaram muitas saudades, não só pela viagem em si, mas pelas companhias que estavam sempre junto com a gente.

Nessa mesma viagem de 2011 também passamos por Berna (Suíça) aonde conhecemos o Sandro que é um grande amigo nosso até hoje. Foi na sala de descanso do hostel + uma dúvida sobre um dispositivo que passa fotos da máquina pro iPad que nossa amizade começou. Sandro estava viajando sozinho e estava fazendo o caminho inverso ao nosso – nós estávamos subindo e ele estava descendo, depois da Suíça ele ia pra Itália e nós fomos pra Alemanha (ele já tinha passado por lá e nos deu ótimas dicas). No dia que nos conhecemos, Rick fez o nosso jantar no hostel e convidou o Sandro pra jantar com a gente. No outro dia, fomos pra algumas cidades da Suíça e o Sandro foi junto, como essas cidades ele já conhecia – além de um bom amigo, foi um ótimo guia pra gente. Visitamos uma cachoeira maravilhosa e descobrimos sentados na estação de trem com uma paisagem de tirar o fôlego, uma casinha pequena no meio da montanha. Depois trocamos telefones, emails, cada um seguiu seu destino e a amizade continuou. Sandro é carioca, mas mora desde 2007 aqui em São Paulo e é claro, que nesse caso, a distância curta facilitou mais ainda, pelo menos alguém mora mais perto ehehehehehe. Domingo passado fomos almoçar juntos, já viajamos inclusive depois de 2011, quando fomos pro Petar conhecer cavernas.

Tem também a Andrea – advogada da cidadania italiana do Rick. O Rick a conheceu em maio de 2012 quando ele foi sozinho pra Itália dar o andamento no processo de dupla cidadania com ela, que mora lá. A Andrea mora em Reggio Calabria, trabalha com cidadanias e eu ainda não a conheço pessoalmente, mas já nos tornamos grandes amigas e vou conhece-la agora em Março, já combinamos um monte de coisas e nos falamos sempre, temos uma personalidade incrivelmente parecida e a afinidade acabou sendo ‘apenas’ uma consequência.

Acho incrível como o destino da vida traça com perfeição os caminhos dessas pessoas com a gente e que em um prazo até que relativamente curto se tornam nossos grandes amigos que carinhosamente os chamamos de irmãos de alma. Amigos que você pode dividir suas coisas boas e suas conquistas, mas também divide os problemas, as frustrações – como toda amizade verdadeira que se preze tem que ser. Eu vejo isso como sorte também… São laços de amizade que a gente cria ‘sem querer’ e que muitas vezes são até mais intensos que aqueles amigos que conhecemos há anos e que moram bem ao nosso lado. Cada um está em um canto diferente do mundo: cada um com sua vida, suas responsabilidades, seus sonhos e planos… Mas de uma maneira ou de outra tudo permanece como se, geograficamente, fôssemos todos vizinhos de porta a apenas um passo de distância… Acho que isso é a prova mais sincera e definitiva quando a gente diz que alguém mora no nosso coração. Vou conseguir encontrar com todos eles nessa viagem e vou dar um abraço apertado de saudades em cada um, vou aproveitar muito esses dias juntos com meus amigos fazendo valer a pena cada segundo e sempre agradecer que mesmo longe com um oceano de distancia, é sempre bom ter um amigo por perto.

Blushs

MÚSICA DO DIA: LIFE IS A FLOWER – ACE OF BASE

Clique no para ouvir.

Blushs

Lembram do meu post que eu escrevi sobre o site da Ana Paula Beauty e que tinha encomendado a paleta de sombras da Kate Von D mais o blush Orgasm da Nars? Pois é, tem mais de uma semana que eles chegaram, fiquei super feliz e satisfeita com os produtos, a entrega foi super rápida e estou aqui dizendo tudo isso freneticamente, porque a Ana novamente vai pros EUA e está aceitando encomendas até o dia 23! =D

Eu encomendei dois Blushs com ela: O M.A.C Mineralize Cheek & Cheerful que tem um brilho bem acetinado e um tom lindo puxado pro laranja e dourado… Há tempos estou atrás desse da M.A.C… O preço dele por aqui 97 reais, com a Ana sai por 60.


O outro é o Blush Luster da Nars, e se este estiver em falta eu escolho o LoveJoy. Não havia dito aqui, mas eu AMEI o Orgasm! Tinha lido bastante coisa não só por ser uma cor que todo mundo adora, mas principalmente sobre a excelente durabilidade desses blushs da Nars e realmente ele fica o dia inteiroooo nas bochechas, coisa que com os blushs da Natura, por exemplo, eu não tenho essa mesma sorte. Eu usei o Orgasm na Fer, no dia no casamento dela e como prometi uma fotinha, aqui está:


Minha amiga arrasando de noiva, o cravo no cabelo foi colocado depois do terceiro champanhe, super phyna, mmmehehehehe!

Fiz a maquiagem nela as 9 da manhã. Essa foto é na casa dela, às 10 horas… DA NOITE!!! Na foto não dá pra ver tão nitidamente como eu queria, mas tinha uns brilhinhos bem discretos misturados com o rosa, minha amiga ficou um lousshooo!

Portanto meninas, mais uma vez eu vou recomendar o site da Ana pra vocês, sem contar que ela tem uns produtos à pronta entrega que super vale a pena dar uma conferida. Ah, antes que eu me esqueça, eu encontrei um link com milhões de swatches dos blushs da Nars, é bem legal, da pra ter uma noção melhor das cores.

Amigo Destroyer

MÚSICA DO DIA: VIDA PASSAGEIRA – IRA

Clique no para ouvir.

Amigo Destroyer

Quem freqüentou e ainda freqüenta o SleepBlog conheceu uma figura única com o pseudônimo de Destroyer. Se eu fosse enumerar quantas histórias esse blog tem, com certeza eu me perderia nas contas, posso dizer que a minha história com o Rick começou alí e alí também conheci alguns amigos no mundo real também, não todos, mas mesmo aqueles que eu não conheço pessoalmente, tem um lugar especial ocupado no meu coração. Ontem, aquela segunda-feira cinza e chuvosa eu me lembrei daquela música do Ira que diz: “…É quando seus amigos te surpreendem deixando a vida de repente e não se quer acreditar…”

“Mas essa vida é passageira…”

Lembro que há alguns anos atrás, certo dia eu estava passando por uns perrengues meio chatos e estava muito triste… Entrei no msn e o Wanderson – O Destroyer, o Gordinho – veio falar comigo, contei meio por cima o fato e ele me disse: “Espera aí, vou te ligar!” E lá veio um numero com o DDD de Brasília e um amigo doido, carinhoso, querido e divertido do outro lado da linha. Ficamos umas duas horas no telefone: conversando, desabafando um com o outro, falando da vida alheia, falando de coisas da nossa vida e dando muitas, mas muitas risadas. Eu nunca vou esquecer esse dia. Depois disso nos falávamos quase toda semana e sempre era mais de uma hora no mínimo ao telefone; sempre falando besteiras, sempre com “Julis, minha amiga” e “Oooh meu amigo” misturados com conversas sérias e muitas gargalhadas!

A ultima vez que nos falamos tem mais ou menos um mês e meio. Wanderson estava com uma felicidade inevitavelmente contagiante: tinha encontrado sua cara metade, havia se casado, estava numa fase da vida que para ele, era como se fosse um recomeço. Eu fiquei muito feliz por meu amigo e desejei toda a felicidade do mundo, ele merece. Sempre mereceu!

Meu amigo Wanderson – Destroyer, faleceu na segunda-feira! Nem eu, nem o Rick e nem o pessoal do SleepBlog conheceu ele pessoalmente, mas quem disse que você precisa conhecer alguém ao vivo pra chamar de amigo e levar no coração?

O Sleeper deixou um trecho muito legal no SleepBlog que resume muita coisa daquilo que quero dizer aqui para vocês:

“Não vai haver esquecimento – não para nós que passamos por aqui há quase 7 anos, e já dividimos tantas risadas, histórias malucas, brigas memoráveis, mas principalmente amizade e companheirismo. Dividimos quase 7 anos de nossas vidas aqui, mesmo que passando tempos sem vir olhar os posts ou comentar. Mas está tudo registrado, se não ficar nos arquivos do blog, ficará nos arquivos indeléveis de nossas memórias.”

Só quem passou por tudo isso, vai entender O QUE foram esses 7 anos! Eu pensei em escrever algo na segunda-feira mesmo, mas não quero lembrar do meu amigo Wanderson neste dia, não quero tristeza na minha memória quando eu me recordar dele, isso nunca combinou com a sua pessoa. Quero sim, lembrar dele nesses 7 anos que convivemos juntos. Quero lembrar das risadas, dos telefonemas, das bagunças, das brigas, das loucuras, das palhaçadas e acima de tudo, da AMIZADE!

Destroyer, Wanderson, Gordo… Você deixou um buraco imenso de saudades em cada um de nós e vai fazer muita, muita falta mesmo. Vai em paz meu amigo!

Photobucket
Encontro em 2004 na Paulista, Destroyer ligou várias vezes pra gente neste dia – Essa foto rendeu a história do suco de laranja e adivinhem QUEM começou com as piadas?

Mel, essa eu tive que copiar do seu post:

“Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti.” John Donne

People Around The World…

MÚSICA DO DIA: AROUND THE WORLD – OASIS

Clique no para ouvir.

People Around The World…

Dia 3 agosto fez um ano que viajamos pra Europa!
Um ano já se passou e embora tudo pareça como se fosse ontem, a saudade desses dias inesquecíveis é grande. Grande não. É imensa!!! Essa semana que passou o Marcelo (nosso grande amigo que reside em London) coincidentemente esteve aqui no Brasil para o casamento da irmã. Tudo foi muito corrido; tanto para nós como principalmente para ele! Conseguimos nos falar na quinta-feira e ficamos mais de uma hora no telefone. Ele me disse que Londres está um calor fora do comum (diferente do ano passado – que exatamente há um ano atrás o clima já estava bem mais ameno), está morando em outro lugar (perto do parque aonde fica o meridiano de Greenwich lindo lugar, por sinal) e trabalhando mais do que nunca (ele agora é o gerente geral de toda a rede Gant – chique demais), contou do Wandy (que me ligou no sábado as 7 horas da manhã – “já são onze horas aqui bonita, acorde!!!”) e contou que espera ansiosamente a nossa volta pra lá – seja à passeio ou para ficar de vez. Infelizmente devido a falta de tempo não conseguimos nos ver, mas o Rick encontrou-se com ele na Av. Paulista na sexta-feira e só não fui mesmo porque não ia ter como sair de São Caetano e chegar a tempo, afinal ele tinha outras coisas pra fazer até o final daquele dia, mas pelo menos consegui conversar com ele.

E tudo isso me deixa um tanto quanto saudosista porque eu trouxe muitas coisas de lá: trouxe conhecimento, trouxe sonhos realizados, trouxe novos amigos no coração e trouxe muitas lembranças de dias que eu jamais esquecerei na minha vida. Ontem mesmo, enquanto encaixotava o restante das minhas coisas para a mudança do apê fiquei me lembrando de todas as pessoas “indiretas” que conhecemos nessa viagem e lembrar isso fez com que eu risse sozinha, porque se tratando de pessoas, vocês podem abrir um leque enorme de variações e aspectos:

Lembro do albergue da Irlanda: o primeiro que chegamos e talvez o mais louco de todos que passamos (pra primeira impressão de albergue esse mostrou como tudo realmente é). Conhecemos um Húngaro muito simpático e que não tinha mais que cinco dentes na boca; contou um monte de coisas sobre a sua vida, mas contou pouco de sua família porque segundo suas palavras ele era uma pessoa sozinha, mas sentia-se melhor assim! Disse que trabalhava pra uma família muito rica e que dirigia quase todos os dias a Ferrari deles. No começo não acreditamos muito, mas depois que ele mostrou as fotos no celular eu compreendi bem mais além. Compreendi que um carro como esse na Europa é muito mais comum de encontrar do que aqui (Porshes então, são piores que pombos em praça de coreto), acho que na minha existência só por 3 ou 4 vezes eu vi uma Ferrari de verdade. Lá eu enjoei de ver.

Nesse mesmo albergue conhecemos um Francês muito freak. Foi quando em uma noite estávamos fazendo o nosso jantar na cozinha do Hostel e ele do nada, veio conversar com a gente. Falava e piscava muito rápido, não parava no lugar, estava feliz demais… Parecia que estava com algum fio desencapado no corpo, mas na certa obviamente deveria ter consumido alguma coisa do tipo ilegal, contudo fomos educados em não perguntar e depois, ele foi mais educado ainda em nos oferecer o resto da gororoba que ele tinha feito pro seu jantar: (acho que) era macarrão, mas parecia mais uma massa vermelha de consistência pra reboco de parede, por um momento perguntei-me se comer isso foi o motivo que o deixou tão louco assim! Ele era muito gente boa e, apesar de estar com sanidade alterada para modo “tô-doidão”, era ao mesmo tempo um ser totalmente inofensivo, nos desejou boa sorte e disse que pensava em ir ao Brasil nas próximas férias.

Em Londres conhecemos um garoto italiano que não sabia fazer macarrão, um francês careca com cara de poucos amigos até você oferecer alguma coisa de comer à ele, depois disso tornava-se o mais falante do lugar – quase um melhor amigo, conhecemos também duas australianas malucas que adoravam comer pepino sem lavar, descascar, picar ou temperar: assim mesmo, comiam do jeito que tiravam da geladeira e confesso que foi uma cena meio bizarra de se ver. E percebam: todos eles conhecemos na cozinha do Albergue, é por isso que muitos dizem que a cozinha é o coração da casa. Nesse mesmo hostel conhecemos um Brasileiro de Minas que estava sozinho na Inglaterra para fazer um curso, não me lembro mais do quê, as Australianas malucas fizeram amizade com o rapaz que era bem tímido e no ultimo dia em que estiveram por lá tiraram fotos com ele. Eu que bati as fotos.

Conhecemos um brasileiro no metrô que veio puxar conversa quando nos viu falando em português, ele estava sozinho, fazendo o mesmo esquema de viagem que nós, já tinha ido à França uma semana antes e recomendou alguns lugares pra gente, porém ele já estava pra ir embora por aqueles dias, acenou um adeus pra gente quando desceu (que eu me lembre) em Picadilly Station.

Na Escócia conhecemos o sósia do Willian Wallace (eu até tirei foto com ele) e depois de tanto ver a sua cara estampada em canecas, postais e imãs de geladeira nas lojas de todos os sourvenis de Edimburgo, nós descobrimos que além de ser muito querido entre as pessoas da sua terra, ele era mais famoso do que pensávamos, pois fisicamente ele muito parecido com o Willian Wallace que existiu de verdade e não como a maioria só conhece no rosto de Mel Gibson em Coração Valente.

Em Salisbury quando fomos ao Stonehenge conhecemos os Heritages e são eles que protegem o lugar, é um órgão que cuida de qualquer coisa histórica da Inglaterra pelo que andei pesquisando, não sei se todos são assim, mas estes que conheci eram no mínimo diferentes: pensem nos Hippies só de uma maneira Celta, quase um Druida, além de pessoas super simpáticas, tinham dois deles que estavam tocando harpa e eu fiquei maravilhada com essa cena, jamais vou esquecer isso.

Em Londres, conhecemos uma Colombiana que tinha uma lanchonete próxima da casa aonde o Wandy e Marcelo moram. Ela contou a vida, e foi muito gostoso ouvir a sua história. Disse que apesar de amar a Colômbia, amava mais ainda a Inglaterra e não trocava aquele seu mundo por nada… E penso que talvez por conta de todo esse amor ela retribuía na comida também, pois foi aonde eu comi o melhor breakfast londrino e encontrei o único suco de laranja decente desse país.

Foram tantas pessoas em tantos lugares que esse post ficaria infinito se eu contasse de todas elas aqui, por vezes a minha imaginação me leva de volta à essas terras e inevitavelmente também me lembro dessas pessoas que cruzaram o nosso caminho… Me pergunto aonde estão e o que estão fazendo neste exato momento. Será que estão bem? Será que continuam loucas? Será que aprenderam a fazer macarrão ou continuam fazendo a mesma massa de rebocar parede? Será que estão no mesmo emprego de dirigir uma Ferrari? Será que os cabelos cresceram ou cortaram mais curtos? Será que encontram um amor e casaram-se? Será que estão viajando bastante? Engraçado isso.

E sim, o mundo é deveras fascinante.