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Salisbury – Inglayterra e Stonehenge

Salisbury – Inglaterra e Stonehenge

Salisbury – Inglaterra e a visita novamente ao Stonehenge é o nosso ultimo destino dessa viagem aqui no blog. Como disse beeem lá atrás, um dos roteiros ao voltar à Inglaterra seria novamente visitar o Stonehenge, é um lugar mágico que me emocionou da primeira vez e me emocionou mais ainda da segunda vez também que visitei. Lembro quando em 2008 eu escrevi o post falando sobre esse dia, e terminei me perguntando em pensamento se um dia eu voltaria lá e uma voz na minha mente me respondeu: “é claro que vai, bobinha.”

E eu voltei.

Dessa vez o Lau foi junto com a gente e foi um dia muito divertido. Pra se chegar até lá funciona assim: você compra o bilhete pra Salisbury na Victória Station e quanto mais pessoas mais barato o valor do bilhete fica. Chegando a Salisbury você compra um outro bilhete de ônibus que não passa de 12 libras (acho que é isso, ou até menos) e que te dá direito ao Stonehenge e mais dois passeios pelo o dia inteiro. Saímos de Londres cedinho e depois de uma hora e vinte (mais ou menos), chegamos a Salisbury. Almoçamos em um pub muito legal com direito a um fish and chips maravilhoso e de lá voltamos até a estação e pegamos o ônibus (exclusivo) que vai direto para o Stonehenge e que fica a 20 minutos de Salisbury.


Chegamos lá com um sol lindo (e um frio também) e gente… Eu não sei explicar o porquê que Stonehenge me encanta TANTO. Talvez principalmente pelos livros que li, mas ele por si só já tem a sua magia. O Stonehenge é o monumento mais antigo do mundo (4.000 a.C.), mais antigo até que as pirâmides do Egito. Existem milhões de especulações e estudos sobre o porquê daquelas pedras e de como elas estão em posições estratégicas com os solstícios e o equinócio quando foram colocadas ali… No meio do nada. A verdade é que você não precisa ser um historiador e nem pesquisar muito pra saber que muita coisa aconteceu lá e que se esse lugar tão antigo ainda existe é porque teve um grande propósito que, possivelmente, nunca e ninguém irá descobrir o real motivo.


Eu me emocionei de novo e me permiti desligar por alguns minutos pra ficar diante de tudo aquilo: apenas eu, meus pensamentos e mais nada ou ninguém. Novamente como tradição (se é assim que posso chamar) peguei algumas graminhas de lá (que guardei na caixinha do iluminador de Benefit ahahahahahah) e como prometido trouxe pra minha mãe por no meio dos livros que temos, que falam do Stonehenge e que amamos tanto (As Brumas de Avalon, As Crônicas de Artur e Stonehenge são alguns deles). Minha mãe é louca pra conhecer lá, em parte pelos livros que já lemos e em grande parte pelo tanto que já contei, descrevi e narrei como é… Ela sempre me diz: “Eu preciso muito conhecer esse lugar, meu Deus.”


Stonehenge é um passeio diferente de qualquer coisa e tenho certeza que ainda voltarei de novo e me emocionarei da mesma forma. Como disse, chegamos lá com um sol incrível, mais tarde entramos na loja de souvenirs pra comprar umas coisinhas e quando saímos – a surpresa… Estava chovendo! Chuva e sol ao mesmo tempo, os passarinhos (que nesse dia tinha muitos, mas muitos mesmoooo) ficaram loucos de alegria. Aaaah…. Coisas da Inglaterra.

Na volta, visitamos novamente a Catedral de Salisbury com o Lau já que ele ainda não conhecia. A Catedral de Salisbury foi fundada em 1075 e sendo edificada entre 1220 e 1280. É a maior Catedral do país, nela está o relógio medieval AINDA EM USO mais antigo do mundo e uma das cópias da Carta Magna que obviamente não foi possível tirar fotos, mas é impressionante de ver uma parte importantíssima da história a poucos centímetros do seu nariz.


Passeamos um pouco pela cidade e depois voltamos pra Londres. Se antes eu me perguntava se um dia eu voltaria ao Stonehenge, hoje eu tenho certeza de que voltarei mais e mais vezes. Foi o mesmo que realizar o mesmo sonho, de novo.


Enfim… Com este post encerrei o ciclo dessa nossa ultima viagem, possivelmente mais pra frente eu ainda monte um clipezinho com as melhores fotos e tudo mais, eu só preciso pegar o jeito da coisa (leia-se saco) que pra ser bem sincera eu nunca tentei ehehehehe. Mas espero de verdade que eu tenha conseguido pelo menos um pouquinho, transmitir pra vocês algo de cada lugar que passei… Que sirva como dica de viagem, como história, como relatos, whatever… O mundo pode ser pequeno quando se trata de pessoas, mas quando se viaja ele se torna infinito. E torçam por nós, pois agora estamos focados na nossa cidadania italiana, mas quem sabe pro final do ano ainda role uma viagem pra Machu Picchu no Peru… Quem sabe! =D

Juliana Esgalha Post por

Londres – Inglaterra (again)

Londres – Inglaterra (again)

Realizar um sonho de conhecer um lugar que você ama tanto e tempos depois voltar neste mesmo lugar é o mesmo que realizar esse sonho novamente. Nessa viagem passamos por muitos países e várias cidades, cada qual sendo um totalmente diferente do outro; seja no seu charme, sua arquitetura e a história peculiar de cada um, mas pra mim não há lugar melhor ou igual no mundo como Londres. Samuel Johnson tem razão quando disse a frase: “Quem cansou de Londres, cansou da vida.”


Londres é a minha cidade do coração. Sempre deixei isso bem explícito aqui. É o meu lugar preferido no mundo e acho que sempre vai ser mesmo que se um dia (se Deus quiser), eu consiga conhecer o mundo inteiro pra poder tirar a prova de todos lugares que passei e mesmo assim ainda escolher Londres como o preferido. Essa cidade sempre vai estar no topo da minha lista. Pisar de novo na Inglaterra pra mim foi uma grande euforia, mas ao mesmo tempo parece que tudo foi acontecendo em câmera lenta. Saímos de Praga bem cedo e a viagem de avião não durou mais que 3 horas.

Rick ainda me perguntou no avião: “Pronta pra voltar? Estamos quase chegando” e eu só consegui respirar fundo, sem dizer nada porque aquele frio que deu na minha barriga como se eu tivesse descendo numa montanha russa já foi uma grande resposta. Desembarcamos no aeroporto de Gatwick, e Marcelo havia me dito que esse era um dos menores da cidade só que sem brincadeira, é sério gente, mas o Gatwick dá uns 3 (eu disse TRÊS) aeroportos de Garulhos, não preciso nem falar então da dimensão monstruosa do Heathrow, néam?


Mas então… Foi quando saímos no aeroporto e pisamos na Victoria Station que a minha ficha caiu por completo – parei, olhei em volta e pensei: “Oi Londres, estou de volta.” O Lau foi buscar a gente e aquele dia foi uma aventura pra chegar até a casa do Marcelo que mora em Greenwich (bairro bem afastado do miolo de Londres), pois nesse mesmo dia (5 de novembro) se comemora o Bonfire Night – quem assistiu “V de Vingança” vai saber do que estou falando, então várias ruas e linhas de ônibus estavam mudando o trajeto pois os fogos iriam acontecer em vários pontos da cidade logo mais à noite, mas chegamos bem na casa do Má (que infelizmente ele teve que vir justo naquela semana pro Brasil) e aonde ficamos hospedados todos os nossos 8 dias. O bairro que ele mora é simplesmente uma delícia, calmo, bonito e totalmente inglês, assistimos os fogos do Bonfire Night no parque perto da casa dele, não muito longe do meridiano de Greenwich.

Foram 8 dias totalmente inesquecíveis e divertidos… E no meio dessa diversão toda descobri que ainda não conheço tudo de Londres: Fomos ao Soho, Abadia de Westminster (que não conseguimos ir da outra vez), passeamos dessa vez com mais calma em Nothing Hill, fomos ao Museu da Guerra (que é de graça) e em vários outros lugares que acabamos descobrindo sozinhos, aqueles achadinhos de quando se viaja e faz a gente se sentir um grande explorador e desbravador do mundo, sabe?


Além disso, o Lau foi um anjo-amigo pra gente. Encontramos numa noite com ele quando fomos buscá-lo na Gant… Estava uma noite bem fria, mas gostosa e fomos da Oxford Street até o Parlamento caminhando, dando risadas e fazendo milhões de fotos durante o caminho, paramos em um Pub que fica bem ao lado do Parlamento e lá ficamos até bem tarde, foi uma noite muito legal, me senti uma inglesa, junto com todos aqueles ingleses em um dia de semana qualquer #alocka.

Também encontrei com os meus outros amigos que por sinal eu estava morrendo de saudades de todos eles, fomos pra Candem Town (um dos meus bairros preferidos de Londres), jantamos na casa deles, demos muitas risadas e pelo menos um pouquinho, deu pra matar a saudade que a gente estava sentindo. Esses meninos são meus irmãos de longe, é a segunda vez que volto Londres e saio de lá com mais um amigo novo… Dessa vez foram dois: O Lau (que vocês verão mais fotos dele no post de Salisbury/Stonehenge) e o Fabrício que é divertidíssimo e que mora no mesmo prédio que o Wandy e o Shuja moram.


Shuja, Wandeco, Lau e eu


Eu poderia falar de todos os lugares pra se conhecer em Londres, de todos os pontos turísticos que não são poucos, onde comer, albergues, compras, mas já falei sobre tudo isso em 2008 e dessa vez, pra mim, Londres teve uma sensação bem diferente… Algo parecido quando a gente sente e pensa “eu voltei pra casa” – é bem engraçado isso, mas é uma cidade que me dá uma sensação acolhedora enorme.

Amo a minha casa aqui, adoro São Caetano, mas é lá que também me sinto como se fosse meu lar, como se eu já vivesse ali por muito tempo e conhecesse tudo tão bem e tivesse Londres na palma da minha mão.


Não é a toa que quando fui a primeira vez disse depois aqui no blog que, um pedaço do meu coração ficou em Londres e dessa vez tive mais certeza do que nunca de que ficou mesmo. Dos passeios que fizemos, o que recomendo muito é o Museu da Guerra. E neste dia que visitamos foi 11/11/11 (data louca!) – SEMPRE no dia 11 de novembro Londres PARA (de verdade) pra fazer 2 minutos de silêncio em respeito à todos os soldados ingleses que morreram na primeira guerra mundial (a gente não sabia disso, foi uma coincidência, chama-se Remembrance Sunday ou Poppy Day) e exatamente nesse dia nós estávamos dentro do museu (da guerra!). Um rapaz de uniforme de guarda começou a tocar uma trombeta, depois parou e TODOS fizeram 2 minutos de silêncio (inclusive as escolas cheias de crianças que estavam lá) e logo depois uma moça tocou uma canção linda no violino.


Eu me emocionei. De verdade… Não teve como. Tinha acabado de visitar boa parte do museu, já vinha com resquícios de guerra de outros lugares que passamos e fazer parte daquele momento pra mim foi algo deveras emocionante. Lau depois nos contou que realmente Londres inteira parou por esses 2 minutos de silêncio, inclusive, na Oxford Street aonde fica a Gant (aonde ele e o Má trabalham), que é uma das ruas mais badaladas e famosas de Londres. Mais tarde descobri que em vários outros países ocorre os 2 minutos de silêncio ao Poppy Day.


Londres tem sempre algo a mais e um “quê” de diferente pra qualquer lugar que se vá, realmente a cidade já está mais do que pronta para as olimpíadas, é incrível e super admirável a organização e a responsabilidade dos ingleses, os parques já estavam todos em tons de laranja com as folhas queimadas de amarelo caindo lentamente para se despedir do finalzinho de outono e esperando a chegada do inverno, que agora já está lá.


Na nossa ultima noite lá, fez uma neblina incrível que mal se podia ver o Big Ben e não sei por que, não sei quando e nem ainda como, mas sinto que um dia eu ainda volto de novo… E dessa vez (quem sabe) pra ficar.


*Próxima parada: Salisbury – Inglaterra e Stonehenge (sim, eu voltei lá)

Juliana Esgalha Post por

Queridinhos da Semana

Queridinhos da Semana

Queridinhos da semana que nem é semanal, mas tudo bem…

Ozzy curtindo o seu lado preguiça e em um dos raros momentos em que ele faz uma carinha fofa e olha pra lente da máquina (no caso meu IPhone), esse meu cachorro é uma figura:


Aplicativo pro IPhone que dá esse efeito HQ nas fotos, achei super criativo, dá pra colorir também e se chama ToonPaint, mais informações sobre ele aqui:


Kate Middleton versão boneca, fofa:


Música da semana já que a Shakira vem aqui pro Brasil, não é o clipe oficial (youtube tem uma frescura muito chata com incorporações de vídeo), mas é uma das músicas dela que mais gosto:


Alfred Hitchcock e David Bowie que foram homenageados em livros. Hitchcock homenageado como o mestre do suspense e Bowie como o camaleão do rock. “Alfred Hitchcock The Complete Films” é de Paul Duncan e “Any Day Now: David Bowie the London Years (1947-1974)”, de Kevin Cann, muito legal, né?

Juliana Esgalha Post por

Queridinhos da Semana

Queridinhos da Semana

Uma das fotos oficiais do noivado do Príncipe Willian e Kate Middleton que foram feitas por um fotografo peruano, eu super gostei:


Sombras na coleção nova da Vult, várias cores em neon com uns brilhos bem discretos, mas que fizeram toda a diferença nessa nova linha de cores, a pigmentação é ótima e dura super nas pálpebras:


Jantar japa para comemorar o aniversário da minha avó querida que fez 81 anos na quinta-feira passada, foi no Kasato Sushi e a família esteve em peso, é super pertinho da minha casa e a comida é ótima:


Nas unhas, Hippie Chic da Colorama. Gostei tanto da cor que vou usar pras festas de final de ano também:


Semanas atrás, eu mostrei cenas clássicas de filmes montadas em Lego, dessa vez temos cenas do mundo real, que marcaram a história… Todas é claro, em Lego (imagem da revista Criativa):

Juliana Esgalha Post por