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Itália

Posts em Itália.

Conseguimos!!!

Quem lê o blog há muito tempo vai se lembrar disso:

2008 – ano em que resolvemos entrar nessa luta pra conseguir obter a cidadania italiana, e quando o Rick resolveu se jogar nessa, eu já sabia que ele conseguiria, mas sentia que não seria fácil. De 2008 pra cá, muitas coisas aconteceram… Foi tudo muito difícil; juntar documentos, autenticar, correr atrás de muitas coisas, viajar pra Itália (não que isso seja algo difícil no sentido chato do assunto, mas… bom, vocês me entendem) e todos esses tramites burocráticos que envolve. Mesmo assim, isso não foi o mais complicado. O mais complicado foi ter que engolir (muitos) sapos, aguentar desaforo de gente que só faz parte da “família” biologicamente falando e que, na verdade, não passa de um desperdício de espaço no planeta (essa é pra você mesma sogra na-da querida, não tenho problemas em dar nomes as cobras… ops, aos bois… bem… na verdade as cobras mesmo – você é uma, eu sabia que esse dia chegaria e eu espero de coração que você leia isso. VIXE).

Por algumas vezes pensamos em desistir, mas ao mesmo tempo também pensávamos em tudo que já tínhamos conseguido, nas pessoas que nos ajudaram e naquelas que, direta ou indiretamente, estavam e estão sempre na nossa torcida… Ainda bem que apesar tudo, nessas horas a gente conhece e sabe com quem podemos contar simplesmente por estar ao nosso lado.

passaporte

Está aí (muitos beijos nos ombrinhos). Conseguimos! E sim, temos asas e podemos voar. Obrigada à todos que estiveram ao nosso lado – vocês sabem quem são, mas obrigada em especial a Andrea, Antonio, Bella, Marcelo, meus pais… Pois sem vocês nada desse sonho seria possível. Obrigada pra quem torceu contra também… O mundo dá voltas e eu posso sentir que os tombos só nos tornam mais fortes que qualquer coisa (e, é claro que eu não ia perder a chance de esfregar isso na cara, não mesmoooo). E mais do que ninguém: Grazie a tutti Nino, esse passaporte é seu e você merece cada centímetro e cada sonho e objetivo que ele vai te realizar.

Backpacker: Sul da Itália – Reggio Calábria e Sicília

Saímos de Madri super cedo e fomos rumo a Itália (novamente). O destino dessa vez foi o Sul, mais precisamente bem na ponta da bota. O motivo da nossa ida até lá (além de conhecer, é claro) era resolver de vez o lance do passaporte italiano do Rick. Fomos nos encontrar com a Andrea – amiga e advogada do nosso processo de cidadania italiana. Rick resolveu dar entrada no passaporte por lá, uma vez que no Brasil foi tudo muito burocrático, pra variar. De Madri fomos até Roma e de Roma pegamos um trem para Reggio Calabria, uma pena não ter dado tempo de dar uma paradinha em Roma, queria muito ter visitado mais uma vez aquela cidade louca e incrivelmente histórica. Chegamos em Reggio super cedo, a Dea foi buscar a gente na estação e posso dizer que foram dias divertidíssimos com ela, conheci uma Itália diferente e incrivelmente tão bela quanto o país inteiro.

Reggio Calabria e o Etna ao fundo

Reggio Calabria e o Etna ao fundo

Reggio Calabria é uma comuna italiana da reggião da Calabria, é uma cidade muito charmosa e muito bem estruturada. Durante o dia, nessa época do ano a temperatura é agradável, mas mesmo assim uma blusa era sempre necessária porque em Reggio venta muito. A noite fazia um pouco mais de frio. Da janela da sala do apartamento da Dea é possível ver o vulcão Etna, aliás, de várias partes de Reggio – principalmente da costa… Estar na praia e ver um vulcão tão próximo é uma visão linda de tirar o fôlego. Passeamos bastante pelo Sul, pegamos uma balsa e fomos conhecer Messina, Castelmola, Taormina e claro – o vulcão Etna… Todos esses lugares que citei (tirando Reggio) são da região da Sicília e bem próximas uma da outras, ir de carro – além de ser uma paisagem maravilhosa pela estrada, é uma viagem bem divertida (com a Dea a gente riu o caminho inteiro), e muito mais fácil também.

Almoçamos em Taormina, que além de muito linda e uma vista incrível (fica bem no alto), possui ótimos restaurantes. Depois de Taormina e do nosso maravilhoso almoço, a Dea do nada lança: “Vamos pro Etna?” e lá fomos nós in loco, o bom de viajar é isso – essa loucura que de vez em quando, a gente se permite em não programar nada e simplesmente ir.

Não é tão perto e nem tão fácil de chegar ao Etna como eu pensava, fica na parte oriental da Sicília e ainda ativo (a noite era possível ver as lavas), é o vulcão mais alto da Europa e com uma extensão da base de 1190 km². O Etna é um passeio a parte que estando nessa região, você tem que conhecer. A estrada é linda e cada vez que vai mais e mais subindo, você percebe que a dimensão do que realmente é o Etna, vai muito mais além do que você imagina. Foi um passeio rápido porque já chegamos um pouco tarde, mas foi muito legal e um tanto quanto diferente, afinal de contas, não é todo dia que se pisa assim… tão despretensiosamente em um vulcão. Lá em cima estava coberto de neve, muitas pessoas estavam praticando ski e lá tem uma estrutura bem legal também com restaurantes, cafés e lojas. Subimos e descemos por um bondinho e mesmo estando aos pés de algo na natureza que é tão imprevisível e até agressivo, dá uma paz enorme estar ali em cima.

No outro dia, fomos conhecer Scilla que fica na região da Calabria mesmo. É uma província que fica na costa que não tem como eu expressar em palavras, só estando lá pra entender como Scilla é absurdamente lindo. Scilla apesar de pequena é um lugar cheio de histórias, com ruas estreitas até chegar a costa – que é banhada pelo Mar Tirreno, é possível também ver e visitar o Castelo Ruffo que está construído em um penhasco bem ao alto, isso (também) faz de Scilla um lugar incrível. Sempre vi a Itália como um país incrível e adoravelmente antigo, em 2011 conheci boa parte visitando as principais e mais lindas cidades, mas agora conheci o que eu diria ser bem puramente italiano. Aliás: os italianos e suas italianices – essa frase define muito bem como é o sul da Itália e como são os italianos por lá. Essa pontinha da bota é realmente uma graça.

Cidade do Vaticano – Itália

Cidade do Vaticano – Itália

Mesmo o Vaticano sendo uma cidade de um enclave murado dentro da cidade de Roma, eu senti a necessidade de fazer um post só para a Cidade do Vaticano. Sede da igreja católica, com 44 hectares e com uma população de mais ou menos 800 habitantes o Vaticano existe desde 1929 e, é o menor Estado totalmente independente e soberano do mundo, a defesa do estado é de responsabilidade da Itália, enquanto a segurança do Papa é de responsabilidade da Guarda Suíça.


O Vaticano também é considerado como Patrimônio Mundial pela UNESCO e por volta de 40 d.C o imperador Calígula iniciou a construção de um circo, que mais tarde foi completada por ninguém menos que Nero dando o nome de Circo de Nero (esse cara também causou, heim?), mas depois Calígula tomou de volta, e esse obelisco foi o que sobrou do circo e se tornou um grande martírio para os cristãos… Dizem que São Pedro foi crucificado nesse circo de cabeça para baixo, o obelisco (um símbolo egípcio e totalmente pagão) está até hoje bem ao centro da Praça de São Pedro.


Foto “roubada” do Sandro


Em 326, a primeira igreja, a Basílica de Constantino, foi construída sobre o local onde os primeiros católicos romanos (desde o primeiro século da era cristã), bem como arqueólogos italianos, afirmavam que foi o túmulo de São Pedro, enterrado em um cemitério comum no local. A basílica foi crescendo em volta ao túmulo de São Pedro e hoje é tudo isso que você vê quando entra no Vaticano. A Basílica de São Pedro foi a maior igreja com o domo mais alto do mundo de 1626 a 1989, mais tarde perdeu o título pra igreja de St. Petri em Hamburgo na Alemanha, mas disso não faz da Basílica de São Pedro menos imponente, não sou católica praticante, mas acredito em Deus e entrar nessa Basílica em especial foi incrível, na minha opinião a Basílica de São Pedro é mais bonita que a Catedral de St Paul’s em Londres.


Pra se entrar na Basílica de São Pedro existe todo um regulamento e esquema de segurança. Começaremos primeiro pelo regulamento: não se pode entrar de bermuda, boné, camisetas regatas ou chinelos… Para as mulheres roupa curta nem pensar e fiquei só imaginando a quantidade de brasileiras piriguetes que já foram barradas alí… Parece loucura uma coisa dessas, mas é o mínimo de respeito que se pede por visitar um lugar como esse…

Aí como sempre tem um “desinformado” no mundo, eu vi uma japa com uma micro saia e um decote que ia praticamente até o umbigo furando a fila um pouco mais na nossa frente (biscate e ainda sem educação) e pensei: “tá furando fila a toa pirijapa, não vão te deixar entrar vestida desse jeito” e não deu outra – 5 minutos depois ela estava sendo educadamente retirada por um guarda, justamente por conta da sua roupa que não era em nada apropriada para uma igreja, minha vontade foi de quando ela passou por mim levantar um L com as mãos bem no meio da testa pra ela, mas deixei pra lá, afinal, eu sou uma boa menina!

O esquema de segurança também é bem rígido: você passa por um detector de metais, as mochilas e os homens são revistados um por um e só assim depois de passado por tudo isso, você já pode entrar na Basílica – o que acho essencial já que né… Tem cada louco nesse mundo!


Todo mundo que entra passa as mãos no pé de São Pedro feito em bronze, percebam os dedos do pé dele, como já estão gastos…

Dentro da basílica bem ao centro há a localização do túmulo de São Pedro que fica em baixo nas catacumbas, mas visto de cima é só um santuário… E nós conseguimos entrar nas catacumbas e ver os túmulos de todos os Papas que passaram por alí, inclusive, conseguimos ficar bem diante do túmulo de São Pedro. Ricardo ficou de queixo caído, eu fiquei simplesmente muda e entramos por um acaso quando vi um dos guardas abrir uma portinha aonde tinha um santuário (não me lembro de quem) e formar uma pequena fila, chamei o Ricardo e disse: “entra nessa fila comigo” ele – “por quê, o que é?”“não sei, mas vamos descobrir” e foi assim que descemos até lá.


Descendo pras catacumbas…

Pesquisamos depois e descobrimos que as catacumbas são abertas apenas 2 vezes ao dia, em horários aleatórios e pra pouquíssimos visitantes, é o tal ditado de estar no lugar certo e na hora certa. Vimos também o túmulo do Papa João Paulo II, mais ao longe pois alguns lugares estavam em reforma, mas mesmo assim conseguimos ver… E, é óbvio que lá dentro são se podia tirar fotos, mas Rick deu uma de safado-discreto e só apertou o botão da máquina que estava pendurada no pescoço, este então é o túmulo de São Pedro:


Vimos também a famosíssima obra Pietà de Michelangelo. De 1499 que hoje é protegida por um vidro à prova de bala depois de ter sido atacada em 1972, a Pietà é toda feita em mármore, ela representa Jesus morto nos braços da Virgem Maria. Pietà foi a primeira grande obra escultórica de Michelangelo.


Créditos da foto todos ao Rick, que conseguiu um zoom ótimo com a cam e registrou essa obra belíssima

Além da Basílica de São Pedro é possível também conhecer a Capela Sistina e o Museu do Vaticano, o que não fomos a nenhum dos dois pelos motivos de: muita gente, muita fila e pouco tempo.


E não é que saí procurando, eles existem mesmo

Saindo da Praça e seguindo pela muralha chegamos ao Castelo de Santo Ângelo (mais uma vez: quem leu/assistiu “Anjos e Demônios” vai identificar tudo nesse post) que foi nosso segundo passeio feito pelo Roma Pass, o Castelo também é conhecido como o Mausoléu de Adriano, localizado à margem direita do rio Tibre, diante da ponte Sant’Angelo.


Foi iniciado em 139 d.C pelo o Imperador Adriano como seu mausoléu particular e foi concluído Antonino Pio. Mas em pouco tempo sua função foi alterada e foi utilizada como edifício militar e sendo assim ficou integrada a muralha do Vaticano (que na verdade se chama Muralha Aureliana). Durante a época medieval esta foi a mais importante das fortalezas pertencentes aos Papas e serviu também como prisão para muitos patriotas, na época dos movimentos de unificação da Itália ocorridos no século XIX.


Vista da Basílica pelo Castelo

De volta em Roma:


Pra mim foi emocionante conhecer o Vaticano, pensei muito na minha avó, na minha mãe, queria que elas estivessem lá com a gente. Estando no Vaticano você sente muito, o grande poder que a igreja católica tem no mundo e uma coisa engraçada que notei é: o Papa Bento XVI é muito respeitado por lá, as pessoas gostam dele e tudo mais, mas quem é o amado mesmo pelo povo ainda é o Papa João Paulo II.

Digo isso pelas lojas de souvenirs e isso não só no Vaticano, mas em toda a Itália… Do Papa João Paulo II tinha postais, medalhinhas, terços e mais uma porrada de outras coisas, do Papa Bento XVI apenas uma coisinha ou outra… É uma observação tão nítida que não tem como negar… Engraçado isso, né? Carisma é uma coisa que pode ficar pra sempre. Já na Alemanha em lojas de souvenirs só se vê Papa Bento XVI, mas a Alemanha ainda não é o nosso próximo destino. Este foi o ultimo post da Itália dessa viagem, próxima parada: Berna – Suíça!

Roma – Itália

Roma – Itália

Roma é uma das cidades da Itália que eu mais gostei. Acho que empatou com Veneza, mas acho que Roma fica mesmo no topo das minhas cidades italianas preferidas. Eu nunca vi uma cidade tão cheia de igrejas como é em Roma. Comparado com São Paulo, por exemplo, seria praticamente na mesma proporção do numero de pizzarias que tem aqui, você anda um quarteirão e de repente – “olha uma igreja”, anda mais 100 metros e – “olha, mais duas igrejas”. Roma inteira é assim.


O trânsito de Roma é uma loucura, o metrô (que só tem duas linhas) é uma porcaria, mas a cidade é incrivelmente histórica e linda. O moderno e o antigo se fundem e, é isso que faz de Roma uma cidade bem excêntrica.


Roma é considerada a cidade eterna por conta de toda sua história, título esse que acho bem merecido. Foi fundada em 753 a.C. pelos irmãos Rómulo e Remo – aqueles que foram criados por uma loba e por isso é o símbolo da cidade. Ambos, tempos depois se envolveram numa luta e Rómulo acabou matando Remo, confesso que essa parte da história conheço pouco, mas enfim…


Capital da Itália, Roma começou a ser governada por reis, mas depois acabou tornando-se uma republica.


O principal ponto turístico da cidade é o Coliseu (ah, cê jura?) e só mesmo estando diante daquilo pra ver e entender como é – juro que quando cheguei bem em frente dele eu fiquei alí… Parada feito uma estátua como se eu fosse mais um monumento da cidade e olhando por uns cinco minutos sem ousar a dar uma piscada se quer, o Coliseu é um monumento que só de olhar é algo que já te intimida.


No segundo dia que estávamos na cidade, nós compramos o Roma Pass que dava direito a ônibus, metrô de graça e dois passeios que são pagos de graça. É claro que o primeiro passeio foi no Coliseu… Tinha muita gente, a fila estava enorme, mas como tínhamos o Roma Pass entramos sem pegar fila alguma #aicomoeutôbandida.

Quando eu entrei no Coliseu eu desacreditei que tinha chegado até alí, afinal, de tantos livros e principalmente filmes que vi sobre ele, naquele dia, eu pude dizer que estive pessoalmente lá… Dentro dele! Com lugares históricos assim eu tenho uma mania de tatear paredes, sentir a energia, olhar cada detalhe de perto e imaginar o TANTO de coisas que aconteceram dentro daquela arena imensa.


O Coliseu de Roma é também conhecido como Anfiteatro Flaviano, foi construído por volta de 70 e 90 d.C tem 48 metros de altura e naquela época foi capaz de abrigar 50 MIL pessoas (Gente?!?!? 50 M-I-L), durante o reinado de Alexandre Severo e Gordiano III o Coliseu foi ampliado mais um andar e podendo assim abrigar cerca de 90 MIL pessoas, é muita gente. Não é a toa que o Coliseu é o símbolo do Império Romano e considerado uma das 7 maravilhas do mundo.


Por toda essa grandiosidade muita coisa aconteceu alí: batalhas com animais que eram trazidos da África – desde leões, hipopótamos e até girafas, combates entre os gladiadores e mais um monte de “eventos” do tipo, então, pode-se dizer que o Coliseu, além de jogos e outras celebrações, também teve muito banho de sangue e muitas mortes alí. Certa vez assisti um documentário no History Channel aonde falava que o Coliseu também em batalhas, era inundado por dutos subterrâneos alimentados pelos aquedutos que traziam água de longe para serem utilizados na realização de naumaquias ou batalhas navais. Loucura!

Agora imagine tudo isso turbilhando dentro da sua mente e você estando alí pessoalmente, bem diante dos seus olhos… Chega a ser surreal. Durante todo o tempo em que estive no Coliseu, falei pouco, mas observei muito… É inacreditável estar alí, é o tipo de coisa que costumo dizer que os livros e os filmes não conseguem transmitir, só mesmo estando lá pessoalmente pra ver e sentir como é, viajar é isso.


Roma é incrível por qualquer lugar que se passe… Perto do Coliseu, também fica o monumento Vittorio Emanuele (TODO feito em mármore branco)


E próximo dalí há vários lugares que ainda estão sendo descobertos e estão no processo de escavação pelos historiadores e arqueologistas, quem sabe para descobrir mais sobre a história de Roma ou até mesmo de outros lugares:


Conhecemos e andamos muito por Roma, fomos até o Pantheon (quem assistiu/leu “Anjos e Demônios” com certeza irá se lembrar desse lugar), sua construção foi dedicada primeiro como templo a todos os deuses do panteão romano (daí o seu nome) e, desde o século VII, também como templo cristão. É famoso pela sua cúpula, que no centro é a céu aberto. Famoso também por pessoas históricas como os reis Vítor Emanuel II e Humberto I e o pintor Rafael que estão sepultados alí.


O teto de uma das centenas de igrejas que visitamos, mas não lembro o nome dessa, desculpeeeeeeeeem. Descobri: Teto da igreja de S. Ignazio


Também visitamos a Fontana de Trevi – outro monumento da cidade que estando em Roma, vale muito a visita, o que me lembrou agora que a Fontana de Trevi aparece no Thank You For Love Me – clipe do Bon Jovi e também foi o cenário de uma das cenas mais famosas do cinema italiano: em La Dolce Vita de Federico Fellini, quando Anita Ekberg entra na água e convida Marcello Mastroianni a fazer o mesmo.


eu não era alta o suficiente para as asas, mas ficariam perfeitas em mim =D


Eu poderia passar o dia escrevendo sobre Roma porque, SEMPRE tem e sempre terá algo pra se contar dessa cidade que é famosa por sua história, seus descobrimentos, seus monumentos, famosa por ter sido mostrada em tantos filmes, livros e até em clipes de música. Não é a toa que ROMA escrita ao contrário forma a palavra AMOR. ♥

*próxima parada: Vaticano.