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Posts em sonhos.

Uma Semana para o Show!!!!

Ansiosa eu? Magéééénaaannnnn, tô super calma… Ops, onde estão minhas unhas?
Já estava em contagem regressiva, mas a partir de hoje é a contagem regressiva no créu velocidade 10… By the way hoje também vou tatuar ‘masterpiece’ no punho porque não deu tempo na segunda passada. TEM que ser antes do show senão como é que a Madonna vai ver quando eu estiver lá? #Alocka


Gente, é sério! Eu estou esperando muitoooo por esse show. Eu vou chorar, cantar, gritar, pular, berrar, enloquecer, vou ‘inesquecer’ (inventei essa palavra agora) esse dia! Dei uma customizada na camiseta que comprei pro show, depois também prometo mostrar cada detalhe aqui, é claroooooo.


Neste ultimo sábado Madonna deu uma entrevista pro Luciano Huck que eu achei sensacional, foram 23 minutos de uma conversa super descontraída entre os dois e não é porque foi com a Madonna, mas foi uma das melhores entrevistas que já vi:


Madonna também está numa campanha do Johnnie Walker que está esses dias sendo veiculada em alguns canais, pra quem ainda não viu segue aqui:

E pra finalizar o setlist do show:

1.Act of Contrition / Girl Gone Wild
2.Revolver
3.Gang Bang
4.Papa Don’t Preach
5.Hung Up
6.I Don’t Give A
7.Best Friend / Heartbeat (INTERLUDE)
8.Best Friend
9.Express Yourself
10.Give Me All Your Luvin’
11.Turn Up The Radio
12.Open Your Heart
13.Masterpiece
14.Justify My Love (INTERLUDE)
15.Vogue
16.Candy Shop
17.Human Nature / Erotica
18.Like A Virgin / Love Spent
19.Nobody Knows Me (INTERLUDE)
20.I’m Addicted
21.I’m A Sinner
22.Like A Prayer
23.Celebration

Tendência do clima para terça, dia 04:


MADONNAAAAA, SUA VACAAAAA CHEGA LOGOOOO!!!!!!

Viajando: Londres – Inglaterra

MÚSICA DO DIA: WISE MEN – JAMES BLUNT

Viajando: Londres – Inglaterra

“See The World. Visit London.”

Li essa frase em uma propaganda no metrô de Londres e acho que ela define com poucas e boas palavras tudo aquilo que é esta cidade.
Londres é um lugar que o mundo inteiro está dentro dela. Cosmopolita, louca , frenética, que não dorme nunca, diferente, excêntrica , única … Eu poderia ficar por horas escrevendo sobre as infinitas qualidades que essa cidade fascinante tem, mas o espaço neste blog, com certeza e sem exageros – seria insuficiente!

De todos os lugares que eu conheci na minha vida, Londres sem dúvida foi que eu mais gostei, que eu mais me apaixonei e me encantei, aliás, gostei tanto que eu sinto que parte do meu coração ficou para sempre naquele lugar.
Sempre quis conhecer Londres, isso é, e sempre foi um fato na vida desta que vos escreve, mas é maravilhoso quando vc chega ao lugar que sempre sonhou e então tudo aquilo que vc vê supera as suas expectativas.

Londres é uma cidade grande… Assim como São Paulo, assim como Nova York, mas comparado a São Paulo – por exemplo, notei algumas peculiaridades necessárias e tão indispensáveis que aqui não tem:
Londres é uma cidade organizada, seja nas ruas, nos metrôs, pontos turísticos ou em qualquer lugar que vc vá, as pessoas respeitam umas as outras, respeitam ao entrar e sair do metrô, trem ou ônibus, respeitam se vc está na frente de uma fila, respeitam vc como pessoa educada que é, coisa que aqui… Bom, aqui é melhor eu nem comentar.

A cidade, mesmo com todas as infinitas pessoas e seus milhões de turistas que vem e vão por todos os lados, é impecavelmente limpa… Vc não vê um papel ou qualquer sujeira no chão, e vale dizer que em estações de trem e metrô não há latas de lixo (precauções com atentados), e mesmo assim vc está no meio de algo limpo seja lá aonde for, as pessoas que estão lá são conscientes e civilizadas o suficiente para não emporcalhar a cidade com sujeira. Achei exemplar isso.

Uma dessas tantas coisas que mais me impressionou nesta Londres tão cosmopolita é a segurança, mesmo havendo tantas pessoas de tantas nacionalidades em todos os lugares, mesmo sendo uma cidade grande e que por cidade grande inevitavelmente também tem os seus contratempos, é um lugar extremamente seguro, seja em qualquer hora do dia ou da noite! Também pudera: a cada canto que vc ande ou pise, há pelo menos uma câmera te observando… Há câmeras espalhadas pela cidade toda, inclusive nos banheiros!

O povo londrino, assim como o próprio povo inglês, indo totalmente contra ao que muita gente diz sobre ser arrogante e frio, é o povo mais educado e simpático que já conheci. Em nenhum lugar que passamos fomos mal tratados.
É um fato que eles não são de muita conversa, ainda mais com desconhecidos e por sinal eu tbm sou assim, eles são mais reservados, mais “cada um na sua”, mas de uma educação e uma simpatia que é fora de série.
Adorei os ingleses e identifiquei-me totalmente com eles.

Uma semana pra conhecer Londres é pouco, ficamos duas semanas e ainda assim não conheci tudo que queria, é claro que visitei os principais pontos da cidade: Big Ben (por sinal o lugar que mais gostei), London Eye , Madame Tussauds (o museu de cera , que é muito legal), Palácio de Buckinhan , Hyde Park , Picadilly Circus , Abadia de Westminster , London Bridge , Meridiano de Greenwich , Catedral de St Paul , Abbey Road (sim, essa famosa rua beatlemaníaca fica em Londres ) e etc, etc, etc…
Cada bairro de Londres tem um parque (todos muito bem cuidados), cada rua há pelo menos uma igreja e uns dois Pubs , sem contar os museus, galerias, lojas, lanchonetes espalhados por tudo…
Pontos turísticos então nem se fala, era só abrir o guia e escolher no uni-duni-tê a diversão do dia!

Aliás, por falar em dia, no segundo dia que estávamos lá eu liguei para aquele meu amigo da faculdade, combinamos de nos encontrar no Pub do albergue em que estávamos e uma hora depois lá chega ele com uma garrafa de vinho, um sorriso no rosto e um chaveiro londrino de presente pra mim. Wandy – meu amigo da faculdade e que está há dois anos lá, foi um anjo pra gente nesses dias em que estivemos em Londres (por sinal ele que foi um dos que foram pra Paris com a gente), e de quebra conhecemos mais 3 amigos dele: Júlio (que tbm foi pra Paris conosco e que por sinal já voltou pro Brasil), Romeu (o papagaio canadense engraçadíssimo) e o Marcelo que está há 9 anos lá, gerente da Gant e não troca Londres por nenhum outro lugar desse mundo. (é, nem eu trocaria).

Ter o Wandy como amigo e de quebra ganhar mais 3 ótimos amigos foi algo muito legal e único pro Rick e pra mim, não precisei conviver por meses ou até mesmo anos pra saber o quanto eles são do BEM de verdade, que fazem tudo por vc sem esperar algo em troca, são pessoas que ganharam um lugar especial no meu coração e que eu quero levar essas amizades pro resto da minha vida.

Depois do primeiro dia que nos encontramos com o Wandy, nos dias seguintes só foram festas, risadas e momentos. Wandy saia do trabalho às duas horas… Ele nos ligava para combinar algum lugar para a gente se encontrar, minutos depois aparecia ele com a uma sacolinha do restaurante em que ele trabalha – todo dia ele trazia um almoço: (macarrão com salada e tals), uma banana, uma maçã e duas garrafinhas de água pra gente (isso pq a essa altura já tínhamos almoçado, e por sinal, muito bem), sentávamos em algum parque, comíamos, riamos um pouco e logo em seguida íamos passear

No final do dia, encontrávamos com o Marcelo, o Júlio – que quase sempre já estava com a gente e aí passeávamos mais ainda por Londres… Nós andamos por lugares que jamais iríamos conhecer se não fosse por eles… Depois de todos esses passeios nós comprávamos uma garrafa de vinho (tá, eram duas… ou 3?) e então, ou a gente ficava em frente ao Big Ben ou íamos para casa deles fazer uma janta , (geralmente fazíamos as duas coisas todos os dias ehehe).
Foi muito divertido ter a presença desses amigos tão queridos com a gente em Londres e como eu disse antes: são pessoas inesquecíveis que fazem parte de um lugar igualmente inesquecível.

São momentos de pequenos (grandes) prazeres que estarão sempre na minha memória e no meu coração.

Eu trocaria fácil o Brasil por Londres (Rick – meu amado , pensa exatamente como eu, que feliz), trocaria a ponto de não pensar duas vezes, mesmo sabendo da saudade que eu sentiria dos meus pais, dos meus amigos, do meu cachorro… Acho que muitas coisas dessa vida são adaptáveis, a saudade dessa forma é uma delas…
Pode até parecer loucura minha, mas me senti literalmente em casa estando em Londres, acostumei tanto a andar de metrô que agora, eu sei usar este rápido transporte em Londres, mas não sei aqui em São Paulo (ahauaha, falo sério), acostumei tanto com os breakfasts, com os cafés do Starbucks, com o vinho barato, com a alegria que é andar por aquelas ruas e com a facilidade de encontrar um cheesecake no mercado, que parece que antes mesmo de qualquer uma dessas coisas acontecerem, eu já conhecia tudo aquilo…. E de certa forma… É, eu sinto falta.

Gostei das pessoas, dos lugares , dos cheiros, dos sabores, dos bairros , de cada milímetro do pedacinho de Londres, esta cidade tem literalmente o mundo inteiro dentro dela, não é brincadeira, e não tem como não se apaixonar por esse lugar, pois eu me apaixonei perdidamente.

Quando eu voltei pra cá, confesso que no começo fiquei meio depressiva e melancólica, sendo que e aos poucos (bem aos poucos) eu fui me acostumando ao dia-a-dia, as minhas coisas e as peculiaridades do Brasil, mas até hoje ainda me pego olhando no relógio e fazendo mentalmente o fuso horário na minha cabeça pra imaginar o que eu poderia estar fazendo neste momento lá. Londres causa esse tipo de efeito.
Outra: por vezes, quando estou irritada com alguma coisa, ao invés de vomitar meia dúzia de palavrões como eu sempre faço, eu digo simplesmente: “Preciso voltar pra Londres”, convenhamos que vendo pelo lado bom da situação eu extravaso de uma maneira mais educada, por assim dizer.

E quando eu digo que um pedaço do meu coração ficou em poder daquela cidade pra sempre, não é um exagero meu… Não mesmo. É só a mais pura verdade.
Marcelo na semana passada me disse que o outono chegou por lá, e que as folhas já estão caindo. Aí eu disse pro Rick – meu amado, que a gente podia ir lá pra procurar o pedaço do meu coração que ficou, mas achando ou não, eu ficaria lá pra sempre!

Amigos e queridos leitores, esse foi o ultimo post dessa minha inesquecível viagem, espero que tenham gostado desses relatos e que tenham – pelo menos um pouco, viajado nas minhas palavras também. Aos que pensam em um dia ir pra alguns desses lugares: desejo que essas minhas sinceras palavras sirvam como um humilde guia de dicas à vc’s, assim como o meu desejo de boa viagem e que seja tão inesquecível quanto foi pra mim.
Na dúvida de algum lugar, me perguntem, eu ajudarei com prazer.

No mais, acredito que voltei uma pessoa um pouco diferente…
Diferente em pensamentos, por assim dizer, embora eu não tenha transparecido isso por aqui tão nitidamente à vc’s…

Pelo menos ainda!

Talvez por ora, é apenas o meu coração ou a minha mente que apontem somente para mim o tal algo que eu mudei, porém, algumas pessoas do meu mundo real já estão notando isso e uma das coisas que com certeza eu mudei, é de não dar mais ouvidos pra coisas tão pequenas. Descobri que o mundo lá fora não é só um lugar bonito, diferente ou atrativo aos olhos, pois esse nosso mundo, apesar de pequeno – é grande em muita coisa na vida de alguém.
Viajar – seja lá pra onde for o destino é algo tão único e necessário na vida de um mortal que todo ser humano – sem exceção, deveria ter por direito viajar pelo menos uma vez na vida (lembrem-se que muitas pessoas nunca saem do pequeno mundo em que vivem e não falo isso no sentido figurado, mas no real) melhor ainda, quando essa viagem é aquela dos seus mais antigos e almejados sonhos…

Como foi para mim.

Viajar é o melhor dinheiro que vc pode investir na vida partindo do simples princípio: ninguém tira isso de vc. Jamais!

P.S. A Scheyla, perguntou-me sobre qual foi a trilha sonora dessa viagem…
Ouviamos várias coisas, mas as musicas que mais marcaram essa viagem foi James Blunt (por sinal, um inglês), aliás, tenho ouvido muito de suas músicas ultimamente e se eu fosse escolher uma do James Blunt, eu escolheria Wise Men pq eu sou do tipo que ouço mil vezes a mesma música:

Viajando: Stonehenge – Salisbury

MÚSICA DO DIA: PORCELAIN – MOBY

Viajando: Stonehenge – Salisbury

(…) “Ela estendeu a mão e colocou a ponta dos dedos entre as sobrancelhas do moço, que era sensível a Visão. Soprou levemente sobre ele e ouviu sua exclamação de espanto, pois o círculo de pedras acima deles pareceu dissolver-se nas sombras” (…)
Do livro: “As Brumas de Avalon”

É engraçado quando tudo aquilo que vc leu nos livros de castelos, Reis, Rainhas, Merlins, cavaleiros, magia, espadas e fadas torna-se realidade quando vc se depara com algo tão antigo como esse e que fez parte dessa história.
Rei Artur, se é que ele realmente existiu (e eu acredito que sim) muito provavelmente viveu em torno de 400 ou 450 depois de Cristo. O Stonehenge já existia há muito tempo antes disso, cerca de 3.000 mil anos antes de Cristo – mais antigo até, que as pirâmides do Egito. Acredita-se e especula-se muitas coisas sobre esse círculo de pedras tão misterioso, uma delas é a ligação com o lendário povo da perdida Atlantis e eu, particularmente já li milhões de coisas a respeito do Stonehenge pq simplesmente sua existência me fascina…

O Stonehenge sempre fez parte dos meus livros preferidos (mesmo sendo duas coisas de épocas diferentes) e consequentemente dos meus sonhos também, no livro “As Crônicas de Artur” o narrador da história – que por sinal é um cavaleiro, conta que Merlin deixou Artur uma noite inteira no centro do círculo de pedras segurando a excalibur para o alto, para assim ele ser digno da espada mágica e ter direito a ela (e ele foi!). Eu nunca tinha estado diante de algo tão antigo nesse mundo e conhecer o Stonehenge de perto foi mais que um sonho realizado, mas também como se eu voltasse nesses tempos medievais e estivesse presente em tudo aquilo.

O Stonehenge fica na cidade de Salisbury que é uma cidade pequena, mas extremamente acolhedora , um dia antes estivemos em Bath que é uma cidade muito linda também e que fica no interior da Inglaterra, no outro dia cedinho fomos direto pra Salisbury e quando chegamos na cidade, já compramos de imediato um bilhete que dava direito ao Stonehenge e mais alguns outros passeios alí por perto. O dia estava de sol, mas como eu já tinha pegado toda a manha do clima inglês, tinha certeza que muito em breve o tempo ia mudar. E mudou mesmo.

Para se chegar ao Stonehenge vc precisa pegar uma estrada, que por sinal é muito bonita – aliás, como tudo na Inglaterra, ele não fica na cidade propriamente dita, mas sim há uns 20 minutos fora dalí.
Minha ansiedade – como já era de se esperar – estava mais aflorada do que nunca, parecia tudo uma eternidade, uma demora louca… Até o momento em que o ônibus virou em uma curvinha eu o vi … E ele estava lá, me esperando .
Eu não sei explicar com palavras como foi minha primeira impressão, parece que por um momento louco, eu cheguei acreditar que não estava alí de tão surreal que era pra mim, mas é claro que todo aquele sonho estava apenas começando a tomar suas formas reais.

O Stonehenge fica bem próximo da estrada, quem passa por alí de carro consegue vê-lo perfeitamente, ele fica no meio de um vale imenso – basta apenas vc olhar em toda a sua volta e respirar fundo pra sentir uma paz inexplicável entrando no seu coração, é como se o mundo tivesse começado exatamente alí , naquele ponto.

Passamos por uma passarela que entra por debaixo da estrada e quando saí, lá estava tudo aquilo que eu li nos meus livros, aquilo que eu sempre quis conhecer…
Bem diante dos meus olhos.
Não sei o que dizer, mas permitam-me um clichê: É um conto de fadas , tinha bastante gente por perto visitando tbm, mas o silêncio era tão grande que eu era capaz de ouvir a minha própria respiração. Não tem como vc visitar um lugar como esse e não sentir a energia a sua volta, penso que até os mais incrédulos de qualquer crença ou história sentiria algo diferente que aquele lugar transmite só pelo sutil fato de vc estar diante de toda aquela magnitude…
Não podia tocar nas pedras , havia uma certa distância por questões de preservação e eu concordo com isso plenamente, mas só de estar diante de algo tão antigo e tão cheio de histórias e mistérios, só de simplesmente estar perto, é mais do que suficiente, vc se sente muito pequeno diante de tudo isso.

E puxa vida… Isso eu não ia contar, mas vou contar… Eu chorei (pronto, falei).
E como chorei. Chorei por estar alí , por estar realizando o meu sonho ao lado da pessoa que eu mais amo , chorei pq é gostoso vc se apegar a uma coisa boa e que de tão boa chega a ser mágica, chorei pq por um lampejo de momento eu senti como se estivesse nas histórias dos meus livros de Rei Artur e talvez até pela magia do lugar, se eu arriscasse uma olhadela pro lado veria um cavaleiro com uma espada passando pelo meio daqueles vales verdes e imensos. Ora, qual problema da sua paixão por essas histórias e da magia que vc permitiu-se entrar te levar – como uma criança, para esse lado da imaginação?

Sonhar é uma das poucas coisas na vida que não se paga, portanto eu sonho mesmo e nesse dia tão real eu sonhei como se estivesse nos meus livros.
Estava um frio danado, minhas previsões tinham sido fundadas finalmente e além do frio começou com uma garoa fina também.

Se isso me atrapalhou?

De forma alguma, ao contrario, dei umas duas voltas completas por todo Stonehenge e a cada ângulo que vc olha é uma mágica diferente de vê-lo .
A Inglaterra sempre foi o meu sonho de lugar do mundo a se conhecer, sempre disse isso aqui no blog e o Stonehenge pra mim, era como se fosse… Digamos assim…
Um sonho a parte.

Penso que ir a Inglaterra e não conhecer o Stonehenge é como ir a um parque de diversões e não andar na montanha-russa.
É como pedir um chocolate quente e só vir a caneca.

E sim, esse foi mais um sonho realizado.

Saímos de lá e depois de eu ter passado pela loja de survenis e feito a festa, depois de ter comido uma legítima torta de carne e de ter tirado algumas fotos com um povo meio doido (mais conhecidos como Heritages ), fomos embora…
E quando entrei no ônibus fiquei olhando para trás, até a imagem daquelas pedras, do meu sonho… Sumir de vista.
Não disse muita coisa durante o caminho, pois estava com o pensamento e a mente ainda bem longe… Foi literalmente algo mágico na minha vida, e isso eu nunca vou esquecer. Às vezes, aliás, por muitas vezes eu me pergunto:

“Será que um dia eu vou voltar lá?”

E algo me diz:
“É claro que vai, bobinha!”

Mais sobre o Stonehenge no Wikipédia
Próxima parada: Londres, o melhor de todos os lugares e o ultimo lugar a ser contado por aqui. É, deixei o mais legal pra depois mesmo!

Viajando: Paris – França

MÚSICA DO DIA: AIN’T NO MOUNTAIN HIGH ENOUGH – MARVIN GAYE

Viajando: Paris – França

Paris…
Sempre Paris …. E ainda bem que conheci uma Paris que não é a Hilton.
Wandy e Júlio foram com a gente pra lá:

“Podemos ir pra Paris com vc’s?”
“É CLAROOOOOOOO!!!”

Saímos na quinta à noite de Londres, fomos de ônibus via Ferry Boat, pq de trem era um absurdo de caro, e descobri que viajar de ônibus é ruim em qualquer lugar realmente, até mesmo na Europa, mas quando colocamos o pé na cidade-luz, todo cansaço valeu a pena e eu até esqueci que não consegui dormir nada durante a viagem.
Chegamos no sábado bem cedinho, deixamos nossas coisas no albergue e lá fomos todos nós bater perna pela cidade.

É óbvio que Paris é lindo e claro, usando um adjacente clichê: romântica tbm.
O primeiro ponto turístico que visitamos foi a Torre Eiffel , que mesmo estando perto ou longe dela vc se sente como se fosse o menor ser do mundo.

Visitamos também o Arco do Triunfo , Champs Élysées (trés chique), Catedral de Notre Dame , Museu do Louvre e todos eles são lugares lindíssimos, porém, como ainda era época de temporada a cidade estava lotada (não é a toa que Paris é a cidade mais visitada do mundo) e alguns lugares que eu queria muito ir, infelizmente, não deram certo pelo tamanho da fila e pelo pouco tempo que nós tínhamos.

Por 8 euros vc visita a Monalisa de Da vinci, mas justamente por causa desse lance de tempo, nós só passamos pelo Louvre mesmo. Valeu mesmo assim, claro!
Paris é uma cidade cara para comer, mas ainda bem que vinho é super barato por lá, e mesmo sendo cara não deixamos de tomar um cafezinho nos famosos cafés parisienses , sem dúvida foi o café mais caro da minha vida, mas foi o mais bem pago tbm.

No final da tarde, todos nós estávamos podres de cansados e tbm não era pra menos, voltamos pro albergue e dormimos um pouquinho e quando foi umas 8 da noite, saímos novamente pra rua, afinal eu precisava ver a cidade-luz a noite.

Passamos no mercado, compramos duas garrafas de vinho (pq sai mais barato tomar vinho do que água, vamos combinar) e fomos novamente pra Torre Eiffel.
Gente… Quando eu virei a esquina e dei cara com aquela torre toda azul com as estrelas a União Européia eu parei e fiquei uns 3 minutos catatônica, só admirando.

Se durante o dia ela já e linda, à noite é muito mais e a cada meia hora ela fica piscando por completo , é de fato, um lugar lindo mesmo de se ver e que vale a pena visitar, vendo por foto é uma coisa, mas estando ao vivo é outra bem diferente.

Enchemos a cara de vinho em frente a Torre Eiffel, nos divertimos, demos risadas e voltamos pro albergue alegres (pela bebida) e muito felizes pelo dia que tinha sido muito, muito legal.
Quando deitei na cama eu literalmente apaguei, estava super cansada, mas no outro dia acordei renovada e o sábado foi tão legal quanto a sexta-feira.

Como tudo ali pra se comer era caro demais, decidimos ir novamente ao mercado e fazer algo diferente: compramos queijos, pão, salames e claro – mais duas garrafas de vinho (sempre) e fomos pra beira do Rio Sena fazer piquenique (alto lá, farofa não heim…) e este é uns dos dias dessa minha viagem que eu nunca mais vou esquecer na minha vida , pq dizer simplesmente que foi legal, é pouco. Foi perfeito.

E pra fechar com chave de ouro, fomos passear de barco pelo Sena , passeio este que pra quem for pra Paris, precisa sem dúvida fazer isso. Saímos de lá no sábado a noite e chegamos em Londres antes mesmo no sol nascer.

E apesar de alguns lugares serem meio sujos, (os parques de Londres são bem mais cuidados) e outros por menores que essa cidade não poderia ter (mendigos, sujeira), Paris torna-se um lugar inesquecível com coisas boas para quem a visita.

Me senti quase que uma Amélie Poaulin, aliás, vi esse filme (de novo) ontem…

Próxima parada: Stonehenge em Salisbury, eu vi o que lia nos meus livros!