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23 jan, 2015

internet nossa de hoje em dia…

Desde que a Lia mudou a plataforma do MAP pro WordPress (sempre digo que foi ela, pois é o tipo de coisa que eu definitivamente não sei fazer sozinha) eu estava engajada em organizar bem bonitinho todos os meus mais de 1.200 posts aqui, já que a mudança deu uma boa bagunçada nos arquivos e os únicos que estão perfeitamente arrumados são os mais recentes, ou seja, coisa de um ano/um ano e meio pra cá…

Comecei a fazer isso, juro… Mas confesso que ainda está longe de terminar. De qualquer forma, essa semana houve um dia que eu estava bem ociosa aqui no trabalho e (re)comecei e dar uma olhada nos arquivos do blog, ver o que estava perdido por aí, reler algumas coisas, enfim… Alguns posts com a mudança realmente foram perdidos e não consegui recuperar, mas não lamentei por isso, simplesmente fui dando uma organizada. Eu não sei se isso acontece com todo mundo que escreve em blogs há muito tempo (muito tempo é quando eu digo de 10 anos pra mais), mas quando eu, por exemplo, me pego lendo meus arquivos antigos, me dá um certa vergonha… AHAHAHAHAHAHA. Não vergonha pelo que escrevi em si, aliás, nem sei se a palavra ‘vergonha’ seria a mais adequada pra definir o que eu quero explicar, mas tem muita coisa que escrevi lá atrás e que hoje, se fosse a mesma situação, eu escrevia melhor e de uma uma forma diferente, entendem?

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Percebi que mudei meu pensamento em muita coisa em relação a um monte de tipo de assunto, outros permaneceram como sempre pensei, o jeito de escrever obviamente também mudou e ainda bem, porque sinto que melhorou (assim espero) em muita coisa, e por tudo isso, uma coisa que me pegou bastante e acredito que todos irão concordar comigo é que a internet de hoje está muito diferente da internet de sei lá… 10 anos atrás. Aliás, esse foi um assunto que conversamos no outro dia com uns amigos (da internet) numa mesa de bar e uma coisa é fato: as pessoas hoje em dia estão mais maldosas e bisbilhoteiras do que nunca.

A prova disso é só você pegar as notícias dos grandes portais e ver a quantidade de assunto que tem intriga, briga, barraco, lavação de roupa suja e até crime, você descobre que o assunto muitas vezes começou pela internet, o numero é absurdamente grande e as situações são assustadoras. Se antes você tinha que esperar até meia noite pra se conectar via acesso discado porque era mais barato, hoje você tem internet dentro do seu celular pelo tanto tempo que quiser e aonde quiser, é muita gente que passa muito tempo online com a cara enfiada numa tela, do que na vida ‘do lado real’ – literalmente falando e não vê o mundo girar. Isso por um lado implica em coisa boa ou não: Ao mesmo tempo que você pode consultar os horários no cinema daquele filme que você de repente resolveu assistir, pedir comida, comprar pela internet (o que eu amo, de verdade), você também pode dar uma stalkeada naquele seu desafeto enquanto espera o ônibus ou se você for do tipo bem baixo, ainda pode xingar aquela pessoa que você não gosta ou sente uma inveja jamais admitida e tudo isso quase sempre ‘protegido’ pelo véu do anonimato. Eu acho que é aí que mora o perigo.

Se eu me basear por mim, posso dizer, graças a Deus que nunca fui perseguida por algum stalker sociopata em potencial que viesse aqui 24 horas por dia me xingar, fuçar minha vida ou pior ainda: que de alguma forma me prejudicasse por isso (porque pagar as contas ninguém se propõe, né?). Tirando uma única pessoa – a ex do meu marido que certa vez, através da forma mais besta (os ips dos comentários) eu descobri que ela chegou até a criar um blog e comentava aqui de vez em sempre: ora falando bem de algo que eu tinha escrito, ora me xingando, mas SEMPRE me observando. Isso foi em meados de 2006… Acho… O fato é que não demorou quase nada de tempo pra eu descobrir que esse stalkeamento se tratava de uma mesma pessoa, e aí o que dia confrontei isso com ela via email, ela simplesmente jogou a bolinha de fumaça e PUF! – sumiu (pelo menos hipoteticamente falando, nunca mais apareceu por aqui e hoje eu prefiro acreditar que nunca mais veio mesmo, que ela tenha me esquecido de verdade, enfim… pelo menos não apareceu mais comentando e eu também não tenho paciência e muito menos tempo de ir atrás pra ficar consultando os acessos do blog). Ainda bem que nunca fui prejudicada realmente por ela, essa história não rendeu nem uma espinafrada mutua de ‘elogios’, um bate boca ou uma atarracada de unhas direto no cabelo, mas me lembro que na época eu achei isso um disparate tão doentio e absurdo que, eu ficava indignadíssima de constatar como alguém despendeu um tempo da própria da vida, pra vim saber da minha… Eu me perguntava uma coisa que até hoje, não tive uma resposta efetiva: Pra quê isso?

A verdade é que eu nunca mastiguei essa questão muito bem (falando agora de um modo geral, mas sobre esse ponto), eu simplesmente não consigo compreender esse tipo de ~~~curiosidade~~~ que alguém tem na vida daquele que não gosta, porque dependendo da situação, se você quer – você prejudica sim, mas mais ainda: você prejudica a si mesmo. E qualquer um sabe disso. Sabe sim, não tem como não saber. Hoje, esse fato que aconteceu comigo é engraçado porque quando me lembro disso eu dou muita risada sozinha, mas porque principalmente se eu comparar com as coisas que a gente vê por aí no mundo de hoje ou até de relatos de pessoas próximas a mim, essa história foi apenas mamão com açúcar. Todo mundo conhece alguém ou um fato assim que é daí pra pior.

É claro que não estou aqui querendo bancar a mensageira do apocalipse com tudo isso que estou escrevendo, aliás, esse post está ficando muito mais longo do que eu pretendia – virou textão, mas justamente por hoje não ser igual ontem, eu acredito que algumas medidas as vezes você precisa se obriga a tomar. Questão de auto preservação, sabe? Eu sempre partia da premissa que se o Blog/FB/Twitter/Whatever é meu, eu escrevo o que eu quiser – aliás, é um argumento simplista de muita gente, inclusive… Mas hoje eu percebo que ‘o que eu quiser’ implica em monte de consequências que tanto podem ser boas como ruins e aí batemos na tecla que tem muita coisa que é melhor guardar pra você porque, quanto menos gente souber da sua vida, mais as coisas boas acontecem, melhor também do que ficar passando nervoso a toa por nada de algo que você poderia ter se poupado, até porque tem muita gente que usa esse mesmo argumento de ‘o que eu quiser’ pra escrever absurdos, ofensas e mostrando muitas vezes, uma faceta sombria daquele alguém que até então você achava que conhecia.

Muita gente hoje em dia tem uma necessidade de mostrar tudo que faz/tem pras outras pessoas: onde foi no fim de semana, o que comprou, o que comeu, pra onde foi viajar, o que está fazendo no momento… Eu mesma já agi muito assim, ainda faço isso, mas me policio bastante… Não acho isso totalmente errado e muito menos é da minha conta o que cada um faz com a vida, mas hoje particularmente, penso que tem muita coisa, que dá margem pra outras pessoas virem e se portarem com você, como acham que tem devem se portar – goste você ou não, inclusive, se intrometendo daquela forma que ninguém.te.perguntou sendo que o resultado geralmente costuma dar em merda… Também existe aquele tipo de pessoa que adora ser do contra em tudo e sai por aí vociferando comentários que em sua maioria, infelizmente, são negativos. Muita gente tira isso de letra, mas tem quem não tira e se importa, e por mais que cada um aguente a sua própria chatice porque aguentar a chatice dos outros ninguém é obrigado, na prática não é tão fácil assim. Tudo isso que estou dizendo (eu acho) que já existia antigamente (me senti uma anciã de 700 anos agora), mas com certeza era um numero BEM menor e acredito que até de um jeito mais suave.

Fui mexendo nos arquivos do blog – que não é pouca coisa e fui fazendo minhas alterações de coisas que simplesmente decidi não mais compartilhar com ninguém e deixar só pra mim, fui fazendo como achava que tinha que ser feito e isso foi de tudo que já escrevi por aqui: de quando criei o MAP, de quando me casei, de quando me formei, de quando fiz 1, 2, mil tatuagens até de algum seriado ou filme que tinha assistido – assunto que não teria qualquer tipo de relevância pra ninguém, absolutamente tudo! – e quando me dei conta; tinha colocado mais de 700 posts no privado! =O

Fazendo as contas com o numero que disse no começo, mais alguns que deletei, isso significa que eu tenho mais posts no privado que os publicados que deixei. Me assustei com isso, me perguntei se estou ficando ranzinza ou até neurótica com internet, mas confesso que estranhamente me deu um certo alívio… E se mais pra frente eu quiser mudar isso pra publico novamente é só eu alterar no painel do blog. Não foi por nenhum motivo específico – por isso que disse que o alívio foi até estranho, nem por motivos de brigas, gente louca seguindo, nem nada… Porque como disse: já tive sim muito arranca rabo por aí, mas eu nunca tive problemas sérios na internet e aqui no MAP as coisas sempre foram tranquilas, mas a gente dança não mais conforme a musica, mas sim como a gente quer dançar e se de repente tiver tocando um Kenny G e eu quiser dançar uma lambada porque sei que vou me sentir melhor, tudo bem nisso, afinal, essa vida aqui – a minha vida, tem todos os direitos reservados. 🙂

31 dez, 2014

Layout novo para 2015 e gratidão com 2014

Um novo ano, 365 oportunidades e por mais que pra muita gente 2014 tenha sido um ano ruim, eu acho impossível que em 365 dias não tenha acontecido pelo menos uma coisa de bom. A gente (isso também vale pra mim) tem aquela mania estranha de super valorizar os problemas, até olhar pro lado e perceber que existe gente com problemas muito maiores que os nossos. Então, apenas agradeça, mesmo que você tenha motivos pra reclamar, pois eu sei sim que os dias bons também vieram. Já fiz minha retrospectiva aqui, e como muitos de vocês me acompanharam, eu tive minhas passagens de tristeza, mas muita coisa maravilhosa aconteceu pra mim em 2014. Muita. MESMO! E o primeiro sentimento que me vem a cabeça, é gratidão.

Ganhei um novo layout pro MAP, feito por quem vocês já conhecem – a Lia. Nada como começar o ano com uma ‘roupa’ nova por aqui e espero que isso também me anime a aparecer mais vezes no blog. Obrigada minha amiga do coração. Vou virar o ano e já estou com uma viagem marcada – estou muito feliz (e ansiosa) por isso, o mundo não é tão pequeno como muita gente pensa, mas a vida é muito curta pra ficar sempre no mesmo lugar, conto mais detalhes depois… Espero que todos vocês tenham um 2015 de boas surpresas e renovação, que se por algum momento vacilar (porque nem tudo são flores), tenhamos força para levantar, bater a poeira e seguir em frente.

Mais amor em 2015. Mais respeito. Feliz Ano Novo.

2014. QUE ANO!!!

Um vídeo publicado por Juliana Esgalha (@jubalinha) em

11 dez, 2014

2014

2014 foi um ano (in)tenso. Pode até ser meio clichê escrever no blog esses posts de retrospectivas, mas acho que vale muito pela forma de reflexão e agradecimento. Muita coisa aconteceu esse ano, na sua grande maioria foram ótimas coisas – graças a Deus, mas teve algumas tristezas também. O ano começou e logo em março fomos viajar. Foi a maior viagem que já fiz até hoje: 10 países em 38 dias. Eu trouxe uma bagagem de conhecimento, experiência e histórias pra contar tão grande que nem com números eu conseguiria mensurar a importância disso pra mim. Passei meu aniversário em Amsterdã, viajei em trem noturno, fez muito frio, estive mais uma vez em um ponto ultra distante da minha casa e isso é uma sensação indescritível. Visitei tudo que queria e até os lugares que não estavam nos planos, entre eles mais um sonho realizado que foi conhecer o anexo da Anne Frank e que contei tudo nesse post aqui. Revi amigos, fiz novos amigos, comi e vi tanta coisa diferente que essa viagem pra mim, foi uma experiência principalmente pra um auto conhecimento, de como você olha a vida por aquele prisma mais apurado e acho que foi isso que me ajudou muito a ser uma pessoa mais suave em muitos pontos e dar importância ao que realmente é importante. Disse muito sobre isso em dos posts anteriores, é o tipo de coisa que todo mundo sempre se cobra como se fosse um mantra, mas que a prática mesmo, só vem com o tempo.

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Esse ano também, finalmente conseguimos nossa cidadania italiana! E pra quem lê o blog há mais tempo sabe que estamos nessa luta desde 2008. Ter o passaporte em mãos foi uma conquista, foi aquele gostinho doce de vitória que apesar de muitos por menores e aquela esfregadinha na cara de alguns porque eu não ia deixar essa em branco, nós conseguimos. Rick mudou de emprego – pra um lugar super próximo de casa e isso implica em mais tempo pra fazer o que gosta, melhores horários, mais vida social.

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A família cresceu: adotamos mais 3 gatinhos (Lennon, Morpheus e Odin) e que junto com a Amélie viraram irmãos inseparáveis e somando números mais todo esse amor, eu descobri na adoção e no trabalho voluntário da ONG o quanto isso me fez e me faz bem. Mudamos de apartamento: no mesmo prédio, no mesmo andar, mas pra um que é maior e eu fiz todo tipo de decoração que vocês é claro, já puderam comprovar aqui. Descobri esse meu lado que até então, não sabia que iria gostar e me identificar tanto.

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Pessoas muito queridas entraram na minha vida: pessoas que não cobram, não julgam e que são amigos pela essência mais simples e pura da amizade. Por outro lado teve quem não somou nada, só me encheu o saco e eu cortei laços que pra mim já tinham virado nós. Aquilo que não tem acrescenta em nada de fará falta. Me tornei uma pessoa mais dedicada na cozinha, não virei nenhuma chef comparada ao meu marido, mas sempre estou fazendo algumas coisas bem gostosas e prometo registrar mais esses meus feitos aqui no blog.

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Estou menos ansiosa que ano passado. É até engraçado dizer isso, mas pra quem sofre TAG entende o que eu estou dizendo. Melhorei muito, inclusive no meu sono e parte disso também devo a terapia, natação (que acabei parando) e a academia que mesmo sendo as vezes relapsa, me ajudou bastante e minha melhor companhia continua sendo meu pai que vai religiosamente todas as manhãs.

Esse ano perdi uma das pessoas mais importantes da minha vida: minha avó. E isso foi um baque muito grande pra mim. Tudo aconteceu de uma forma tão rápida que as vezes ainda não acredito que ela se foi. Minha avó é uma das pessoas mais puras e doces que conheci na minha vida e não ter mais ela, dói bastante no meu coração. A morte é a apenas uma passagem da vida, é inevitável, mas não é nada fácil. Sonho com ela praticamente toda a semana.

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Esse ano teve Copa do Mundo, Eleição e nessa transição toda foi algo bem delicado no sentido de que todo mundo estava com os nervos a flor da pele por aí, enlouquecendo com tudo e com todos, essa foi minha impressão e aí por mais que você fique neutro no meio de tudo isso, todo mundo acabou dando uma peneirada em alguns círculos porque olha… Muita coisa foi falada, mesmo… Principalmente merdas. Comecei o ano com a minha meta de ler um livro por mês e que mandei tudo pras picas depois que me enrolei com um livro gigante do SK e porque meu sono me derruba não muito depois das 22:30 da noite. Não deixei a meta de lado, mas apenas adaptei: não consegui ler um livro por mês, mas continuo lendo. Então não importa quantos, mas apenas continuo lendo. Também não escrevi no blog exatamente com uma frequência frenética, mas parecido com a ideia dos livros – apenas escrevi o que quis e quando me deu vontade. Sem cobranças, sem obrigações. Escrevo quando quero e é assim que vai continuar sendo.

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No mais, comprei uma GoPro, mais vestidos lindos, adquiri meu próprio jardim (mesmo que em um pote), fiquei mais míope, não deixei meu cabelo crescer, fiz mais uma tatuagem, perdi o show do Paul, ganhei uma jóia do marido, viciei em mais seriados, reclamei menos, comprei bem menos maquiagens, descobri que colocar papel de parede é mais complicado do que eu imaginava, já estou planejando uma próxima viagem…

Agora estamos naquela fase do ano que por mais que tudo esteja uma correria eu penso que o que tinha pra acontecer, já aconteceu… É até meio presunçoso dizer isso, ainda mais com 2014 que aconteceu TANTA coisa e parece que a cada respiro ainda é uma nova surpresa que pode de repente chegar, mas eu vejo dessa forma. Tipo, tá bom já né? É como se a maré já estivesse baixando e levando tudo que precisa embora, pra 2015 chegar somente com coisas positivas. Muita gente acredita que é apenas uma virada de ano – que as mesmas coisas acontecem e vão continuar acontecendo, mas eu gosto sempre de pensar que independente da forma que foi e continuará sendo, é sempre uma renovação, uma nova chance, um novo caminho, um novo aprendizado. Que venha logo 2015.

18 nov, 2014

Tirando o pó do blog…

Gente, meu Deus do céu, eu preciso atualizar esse blog!!! Nem foi por falta de assunto, foi simplesmente porque a vontade de sentar pra escrever não bateu como deveria. Final do ano está chegando, bastante coisa aconteceu e muitas delas não acho que mereça algum tipo de registro meu aqui, mas essa semana eu li uma frase que achei muito pertinente e vou compartilhar com vocês, porque pra mim é um aprendizado: “A decepção faz você riscar da vida gente com quem você não deve perder mais tempo. É uma ótima peneira!” e por alguns acontecimentos, pra mim caiu como uma luva. Tenho me sentindo mais leve em relação as coisas/pessoas/situações que em um tempo mais distante, eu daria uma importância totalmente descartável. Hoje simplesmente não ligo mais. Sigo em frente. Logicamente que na prática isso não é tão simples como na teoria, mas uma hora a gente aprende. Eu aprendi. Eu poderia escrever bastante coisa – até como um manual porco de auto ajuda ou um mero desabafo meu, mas gente… Pra quê? Hoje só me importo com o que me faz bem, apenas. Ultimamente eu ando numa calmaria e paz de espírito tão grande que até me estranho, tipo… Oi? Sou eu mesma? Aquela esquentadinha, agora nessa calma da Dalai Lama? É engraçado isso, mas mais ainda: é libertador.

Já estou planejando uma próxima viagem! Mais curta dessa vez pois o Rick não pegará férias o ano que vem, mas como viajar pra mim é sempre um bom motivo (e uma necessidade), ano que vem (que já está tão pertinho), eu vou aparecer com um roteirinho maroto pra um próximo destino. A Copa passou, eleição passou e eu continuei imune aos chorumes… Ficar na minha é uma das melhores coisas que eu fiz e faço agora como meta de vida, principalmente quando a mistura de fio desencapado é internet + rede social. Estou muito assim inclusive com as coisas do dia a dia mesmo, acho que muito tem a ver com o que disse no começo do post.

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Nenhum filme tem me agradado ultimamente. Socorro! Eu não sei pra vocês, mas pra mim ou o cinema está uma tristeza ou eu estou ficando exigente demais. Eu escolho ver os filmes por se vale pagar a entrada no cinema e não está sobrando nenhum pra isso, nem com o trailer de O Hobbit eu me animei. Em compensação os seriados eu estou acompanhando fielmente e um que estou gostando bastante (acabou tem pouco tempo), é Sons Of Anarchy. Estou lendo Pennywise do Stephen King que pela grossura absurda do livro + meu sono de hibernação à noite, quem sabe um dia lá bem distante eu termino, a meta de um livro por mês foi pras pica mesmo.

Ozzy está mais magrinho, está fazendo caminhadas matinais com minha mãe. Os gatinhos estão bem também. Gatos crescem ehehehe e os 4 cresceram bastante na mesma proporção que arteiros. Como eles aprontam… Eu ainda vou escrever sobre a personalidade de cada um, pois são complemente diferentes um do outro. Também ainda tô naquela vibe de decoração em casa e vire e mexe faço alguma coisinha que é simples, bonita e barata. Descobri tanto blog legal pra esse tipo de assunto. Estou numa loucura desenfreada por vestidos. Nunca fui de usar muitos porque eu tenho um complexo super besta de achar minhas canelas finas, do qual, complexo esse que já desapeguei e andei comprando uns lindos pra esses dias de calor dantesco e decidi que vou usar com mais frequência, prometo tentar postar alguns looks. Não sei quanto tempo vai demorar até o próximo post, mas volta e meia estou no Instagram, passa lá!

08 out, 2014

Querido Diário

Semanas atrás eu terminei de ler “A Terra Inteira e o Céu Infinito” e apesar de achar o livro meio maçante em alguns pontos, a base da história é muito boa: uma escritora chamada Ruth encontra na costa de uma ilha do Canadá em que mora, o diário de uma adolescente de Tóquio que provavelmente foi trazido pelo tsunami – “Estou esticando o braço para tocar em você” é como começa o diário de Nao e que a partir daí desenrola toda a história. Não vou me estender muito sobre ele, pois a ideia do post não é essa, mas o livro foi um dos grandes incentivadores a começar de vez essa minha ideia que já vinha pensando há um tempo: Escrever um diário.

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Sim, eu já tenho um blog que posto muitas coisas minhas, mas acredito que todo mundo tenha coisas a contar que prefere por em palavras e guardar pra si a ter que ficar contando pra alguém. Não se trata exatamente de um segredo, mas sempre pensei que os diários são uma ótima maneira de você se conhecer melhor, refletir sobre suas ações, planejar, expressar sentimentos, exercitar o cérebro, a escrita, divagar sem medo de ser feliz e por em palavras muitas das coisas que as vezes não conseguimos dizer. Tipos de diário não faltam: pode ser um diário de viagem, pode ser aquele que você escreve diariamente detalhando tudo o que faz no dia a dia, pode ser um diário pra por os pensamentos quando simplesmente dá aquela vontade de escrever – acho que essa é a ideia que mais combina com o que estou pensando e querendo fazer a respeito disso, também pretendo carregar ele nas minhas viagens, mas basicamente será usado para expressar meus pensamentos quando simplesmente eu sentir a vontade de colocar isso num papel.

Falar em papel… Eu realmente sinto falta de escrever, no sentido literal mesmo, de sentir o peso da caneta na folha e observar o quanto – modéstia a parte – minha caligrafia é realmente bonita. O máximo que faço de uns bons anos pra cá em relação a escrita é preencher cheques e eu acho muito triste quando um hábito como esse, vai sendo deixado de lado. Rick comprou um mega estojo de canetas coloridas da Stabilo pra mim porque acho que já deu pra perceber que adoro um colorido em tudo. Aliás, o diário em si é o mais legal: foi uma ideia que tive e que achei muito simbólico e depois de muito pesquisar eu comprei um que é exatamente a réplica do diário da Anne Frank – xadrez em vermelho, que comprei no Elo 7 de uma pessoa que faz vários tipos diários artesanalmente, estou esperando chegar.

Como uma coisa sempre puxa a outra, também fiquei pensando nos filmes em que os personagens escrevem em diários e nossa, tem um mooooonte: O Diário de Bridget Jones, Diário de uma Paixão, Na Natureza Selvagem… São tantos filmes que a lista seria enorme, mas o primeiro que me veio à cabeça quando pensei nisso foi “As Vantagens de Ser Invisível” e que contribuiu pra essa minha nova inspiração também.

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Enfim, acho que nada mais justo que registrar no meu blog que vou começar a escrever em um diário, depois eu faço um post mostrando como ele é.