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19 maio, 2014

(mais um) novo membro na família: Morpheus

Uma pequena pausa com os posts sobre a viagem porque eu preciso contar que a família cresceu mais uma vez. Eu adotei MAIS UM GATINHO e tenho certeza que vocês, assim como eu, vão se emocionar com a história dele, um dos motivos pelos quais eu resolvi levá-lo pra casa:

No dia 29 de Abril a equipe do Corpo de Bombeiros aqui de São Caetano do Sul resgatou um filhote que estava há dias no cano de esgoto, a rua teve que ser fechada pelo SEMOB (departamento de transito da cidade), assim como uma via da avenida principal aqui da cidade e 3 bocas de lobo foram abertas. Como vocês podem perceber isso não foi um resgate fácil, durou cerca de 3 horas. Como ele foi parar alí? Ninguém sabe. O resgate foi acionado pela Ana Paula Demambro, uma pessoa maravilhosa que conheci sábado retrasado na festa de adoção da ONG e que depois disso ela também acionou a ONG para a ajuda no resgate. Sargento – como foi batizado o gatinho, ficou muito conhecido depois disso, teve até matéria no jornal da cidade com direito a foto e nada mais justo, pois além de ser um pequeno grande guerreiro, sua história de salvação foi realmente um milagre.

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Resgate Morpheus

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Semanas atrás, fui até a ONG como sempre faço e lá estava ele: ainda um pouco assustado, dormindo abraçado com um bichinho de pelúcia, mas sendo muito bem cuidado e acompanhado por todos da ONG. Amo gatos pretos e depois que me tornei oficialmente uma gateira (e de mão cheia, diga-se de passagem), sempre quis ter um gatinho preto. Sem contar que a adoção de um gato preto sempre tem que ser muito bem inspecionada e analisada, pois todos sabem que o que mais tem nesse mundo é gente ignorante e cruel, a ONG supervisiona muito bem isso, principalmente em relação os gatos pretos, pois eles são muito procurados principalmente para rituais cruéis e muita gente idiota ainda acredita naquela besteira de que gato preto traz azar, é muito triste isso. Me apaixonei pelo Sargento, peguei-o no colo e depois de aninha-lo entre meu ombro e pescoço, percebi que ele era do tamanho da minha mão, ou seja, muito frágil. Ele é realmente um tico e me pergunto como é que alguém é capaz de fazer mal pra um animal, aliás, independendo do tamanho. Eles são tão indefesos.

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Me apaixonei pelo Sargento antes mesmo de conhece-lo. Li sua história na página da ONG e me emocionei, no fundo eu já sabia que ele, se já não fosse de alguém, seria meu. Quando fui na ONG, a Jô me disse: “se você quiser, ele é seu” e eu não pensei duas vezes. Acontece que não o peguei de imediato, porque naquela semana o Lennon seria castrado, eu estou em processo de mudança de casa e o Sargento ainda precisava de mais uns dias de observação e cuidados na ONG. Sábado retrasado teve uma festa de adoção de gatos + vacinas + consultas e eu trabalhei como voluntária. Devo dizer que isso me fez um bem imensurável que não sei me expressar com palavras, mas só sei dizer que fiquei muito feliz. Sempre quis trabalhar como voluntaria defendendo algum tipo causa e foi na causa animal que consegui me encontrar. Nesse ultimo sábado, estive novamente na ONG e trouxe o Sargento pra casa – que agora, por nós, foi batizado de Morpheus. A adaptação ainda está em processo de transição lá em casa, a Amélie solta os conhecidos “bufinhos” pra ele (e vice e versa) e o Lennon está desconfiadíssimo dele, mas nada que amor e paciência não resolva isso, by the way dicas de introdução de gatinhos ao novo ambiente que já tenha outros gatinhos são bem vindas…

(a cara da Amélie ao fundo está muito engraçada)

(a cara da Amélie ao fundo está muito engraçada)

Estou sempre batendo nessa tecla de adoção aqui no blog, porque hoje, mais do que nunca eu entendo perfeitamente o real, significativo e importante sentido dessa palavra, então acho que com um conhecimento de causa, eu posso falar disso com propriedade. Mas tão importante quanto a adoção, é a castração também. Todo mundo tem que ter a consciência que independente de adotado ou comprado, seu animal de estimação precisa ser castrado – isso diminui riscos e traz muitos benefícios… Se você pensa em cruzá-lo, tenha em mente os cuidados extras que precisa ter. Sempre penso que a partir do momento que você assume essa responsabilidade, você tem que zelar e ter a consciência que você está cuidando de uma vida que é tão importante quanto a sua própria, então aquela máxima de que “quem ama cuida” faz muito sentido numa adoção. Não compre, adote. Mas adote consciente. Esse post também não teria o menor sentido, se eu não divulga-se os nomes dos responsáveis por salvarem a vida do Morpheus e tudo só foi possível graças a Ana Paula Demambro, o Cabo Palácio, Soldado Batista sob o comando do Sargento Facco que são do Corpo de Bombeiros de São Caetano do Sul e claro, a sempre presente ONG SOS Cidadania Animal que eu amo de paixão e que está sempre fazendo trabalhos lindos em nome dos animais.

Morpheus também foi notícia no Anda News e no JusBrasil. Catcelebrissss.

17 fev, 2014

Dia Internacional do Gato

Descobri graças a essa internet maravilhosa-sem-limites que hoje é Dia Internacional do Gato. Isso mesmo! Os felinos possuem uma data no calendário só pra eles, possivelmente quase ninguém sabe disso – eu não sabia, mas achei uma data muito nobre. Resolvi então escrever um post sobre isso e relatar algumas experiências minhas pra deixar registrado os benefícios que tenho desde que dois gatinhos safados entraram na minha vida.

Eu nunca tive gatos até adotar a Amélie. Não sabia como era ter gatos e foi algo como um amor a primeira vista que como um furação; leva seu coração e alma e você se apaixona de verdade – a ponto de um dia de semana qualquer se encontrar deitada no chão com seu gato, apenas observando seus movimentos e achando aquilo o supra sumo do que há de mais lindo no mundo. E paguei minha língua por isso… Sim… Pois antes não era muito simpatizante dos felinos, mas com a chegada da Amélie eu acabei aprendendo muito com ela e que pra mim, só trouxe coisas boas. Li muito sobre esse mundo maravilhoso dos gatos e algumas das coisas que li, dizia que gatos e espiritualidade tem MUITO a ver, sempre andam juntos; eles veem dentro e além de nós, são sempre uma meditação que está ao nosso lado que nos ensinam sobre paciência, atenção, silêncio, mistério e mais ainda: nos protegem dos males… Dizendo assim parece tudo exageradamente místico, mas não é. Acho que só quem tem gatos entende exatamente o que quero dizer, porque realmente é tudo isso e muito mais.

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A Amélie foi a adoção de alguém que entrou na minha vida só pra trazer coisas boas, mas do Lennon eu sempre digo que foi a cereja do bolo. Um faz companhia pro outro, não se desgrudam e se a vida já estava ótima com um gato, com dois ficou maravilhosa (e com um cachorro está perfeita). Amélie e Lennon são de personalidades bem diferentes: ela é mais na dela, de andar manso e sempre muito observadora com tudo, já o Lennon apesar de as vezes ser um pouco medroso em algumas situações (e dramático – mia pra tudo), se mostra muito destemido quando realmente quer algo. Ambos poderiam ter tido um destino muito triste (por isso que eu sempre bato na tecla da importância de uma adoção), principalmente pela forma que chegaram ao mundo e me sinto muito honrada por poder dar outra vida – a que realmente eles ou qualquer gato/bicho merecem. Não vejo minha vida sem eles, amo mais que muita gente que conheço e me preocupo como se fossem meus filhos – porque são sim parte da família e tudo que eu puder fazer eu sempre farei por eles. Pra muita gente isso é tomado como um exagero, pra mim é apenas a essência de fazer o bem sem olhar a quem.

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Eu não me lembro se já disse isso aqui, mas tanto eu como o Ricardo não pretendemos ter filhos, é uma decisão nossa e talvez até mais minha do que dele – embora tenha o comum e total acordo de ambos, mas não me vejo como mãe por muitos motivos que nem é o foco assunto do post, porém acredito que projetei meu amor de mãe aos animais e isso não me faz melhor ou pior, menos ou mais nobre do que ninguém. Sempre penso que todos temos que dar continuidade no nosso amor, não importando aonde a gente se esforce pra conseguir fazer esse papel de uma forma exemplar, não importando inclusive se é pra um humano ou um bicho, mas partindo da essência e princípio de que ambos são verdadeiramente um alguém nesse mundo.

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Enfim… Quando me perguntam se é gostoso ter gatos, eu digo que é algo maravilhoso. Algo que só vai saber exatamente o que quero dizer com todos os rompantes emocionais que essa palavra envolve, quando um dia tiver um. Eu encontro neles felicidade, harmonia, diversão, amor, respeito, carinho e mais ainda: encontro a minha paz. Coisas essas que você procura quando se propõe a ter um bicho de estimação e que todos deveriam saber que vai muito além de cuidados básicos como água e comida. Não é só isso. Envolve amor, carinho, cuidado, zelo… É acima de muitas coisas, um laço de respeito e cumplicidade que se cria entre você e eles. Aonde você passa a conhece-los a fundo, mas eles com certeza te conhecem muito mais… Mais até do que que você imagina. Se a vida é muito boa em muitos aspectos, posso dizer com toda a certeza do mundo que com um gato fica ainda muito melhor. 🙂

20 jan, 2014

Amélie e Lennon: adaptação

Lennon está há pouco mais de uma semana com a gente e acho que além de amor e paciência, eu tive muita sorte com a adaptação entre ele a Amélie… Ela cresceu bastante. Da semana passada pra cá ela deu uma boa espichada e na sexta (dia 31/01), vou mandar castrá-la, ou seja, vai crescer mais ainda. Lennon ainda é um tico de gato, quando ele chegou era ainda menor que a Amélie quando veio pra casa e acho que ele será um pouco menor que ela e com o pelo mais longo, ele realmente é ainda muito pequeno, mas cada dia que passa está mais lindo, saudável e como diz uma amiga: “mastigável”

Quando ele chegou em casa naquele sábado, Lennon estava bem tímido, assustado, com aqueles olhos azuis que cada vez que eu o pegava no colo, se acalmavam e arriscava até um cochilo gostoso, como querendo dizer: “eu acredito quando você diz que tudo vai ficar bem”. A Amélie não o recebeu mal, mas ficou desconfiadíssima, soltou daqueles ‘baforinhos’ típico dos gatos, cheirou a gaiolinha de transporte, cheirou ele, cheirou a gente… Mas no sábado mesmo, já percebi que ela tinha dado uma amolecida com o irmão.

Sábado e domingo os dois só ficavam juntos quando estavam sob nossa supervisão. A Amélie, por ser maior que o caçula e assim como qualquer gato, tem brincadeiras mais brutas – abraçava o Lennon, rolava pelo chão com ele, dava umas mordidinhas e ele miava, Lennon adora miar. Mas quando ela o soltava, ele ia com ela. Na segunda feira, ainda deixei os dois separados até eu chegar em casa depois do trabalho – mais por prevenção mesmo, mas da terça em diante os dois já ficaram juntos em tempo integral e desde então a relação entre Amélie e Lennon virou um amor incondicional de irmãos que não se desgrudam mais.

Lennon adora brincar com o rabo da Amélie e ela adora ficar lambendo ele, rolam pela casa, correm um atrás do outro, dividem o mesmo potinho de ração… Brincam o dia inteiro, comem, dormem e depois voltam a brincar como se o mundo fosse uma imensa brincadeira. Outro dia li uma frase que era mais ou menos assim: “você não muda o mundo com uma adoção, mas muda pra sempre a vida de quem foi adotado” e isso pra mim não teve tanto sentido como tem agora. Aliás, pra quem quiser conhecer a ONG >>> SOS Cidadania Animal

13 jan, 2014

Boas vindas ao Lennon

Lembro que até um tempo atrás eu dizia que não era “muito fã” de gatos. Talvez porque nunca tivesse tido um ou porque quando criança fui carimbada com o arranhado de um que nem me lembro mais de quem era, o fato é que eu tinha essa pré disposição (ou preconceito) bobo que acabei pagando minha língua quando resolvemos adotar um pela primeira vez – a Amélie. Aliás, ela está cada dia mais linda; come que nem um leão (mesmo sendo magrinha), brinca, pula, morde, arranha ehehehehe e assim como todos os gatos, tem uma personalidade adoravelmente incrível. Muitos me perguntam se ela e o Ozzy já se acostumaram um com o outro e como o Ozzy passa a semana toda na minha mãe (rotina que sempre foi assim desde pequeno), é óbvio que os dois ainda estão se adaptando, uma vez que, Ozzolino é mais ciumentinho e esse ano já vai pra 8 anos que ele está na nossa família. Lembrei até de um fato que aconteceu na semana passada quando alguém teve a pachorra de me dizer: “hoje em dia você só posta fotos da Amélie” e isso me emputeceu um bocado.

Diz regra da vida que não devemos dar ouvidos pra esse tipo de comentário vindo de uma mente desocupada pra chegar (e falar) uma abobrinha dessas, isto é uma lição que pra mim é diária e penso que pra grande maioria das pessoas também, eu preciso sempre estar atenta pra ver se aprendi isso direito, mas puta que pariu mil vezes eu também não tenho sangue de barata e pra quem está “preocupado” com isso eu informo que o Ozzy continua muito amado, bem cuidado e gostoso como sempre. Eu não troquei cachorro por gato. Eu não meço meu amor por animais. Agora, ele só não aparece tanto em fotos quanto a Amélie por motivos de: é um parto de elefantes fazer uma foto/vídeo/whatever dele… Diferente da Amélie que faz até pose. Mas se alguém ainda consegue enxergar alguma maldade nisso, pode começar a pagar minhas contas! Enfim… Depois desse adendo, e vou contar o motivo real do post:

Sábado já acordei na correria – tomei café, fui pra academia, voltei pra casa, tomei banho e logo já sai de novo. Não era tarde e o sol estava já um inferno, eu não sei vocês, mas o verão – indo contra ao que falam do inverno, me deixa muito mal humorada. Se em muitos países o frio é o culpado pelos índices de suicídio nas pessoas, aqui, quando chega o verão ou está sol demais eu fico ao ponto de querer arrancar a minha pele, mas então… Voltando, passei no Pet Shop e comprei umas coisas pra levar na ONG. Isso foi algo que decidi fazer esse ano (e com certeza nos próximos também) de todo mês levar alguma coisa em prol dos bichinhos que estão pra adoção e acho que nada mais justo, é impressionante a quantidade de animais que eles recebem por dia, tanto cachorrinhos como gatos e obviamente toda a ajuda que recebem sempre é muito bem vinda. Eu já estava com ideia de adotar mais um gatinho, mas meus planos era que isso fosse feito depois da viagem, ou seja – em meados de abril, mas tudo mudou até eu chegar lá e ver isso:

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Morri de amor. Enlouqueci!

Dizem que quando você vai escolher um bichinho de estimação, não é exatamente você que escolhe, mas sim o bicho que escolhe você e eu acredito muito nisso. Foi assim com um deles e foi amor a primeira vista a partir do momento que aqueles olhinhos azuis olharam pra mim, peguei umas 3 vezes no colo pra me convencer de que eu só podia adotar depois que voltasse de viagem, mas não teve jeito e o amor falou mais alto. Eis que então, novamente, temos mais um novo membro na família, as vezes eu chamo ele de Johnjohn, mas oficialmente foi batizado como Lennon porque eu precisava de um beatle na minha vida:

Mas aí vocês me perguntam como eu já sei que é um menino, uma vez que com a Amélie…? Né? Pois é! As donas da ONG me garantiram que dessa vez se trata de um menino (mesmo com esse tamanho micro nos seus 30 dias de vida, ele é menor do que a Amélie quando chegou) e realmente, analisando com mais embasamento (pero no mucho), vejo que se trata de um rapaz, EMBORA eu deva admitir que ainda não tenho 100% de certeza, mas né… Sexo é o de menos e o máximo que pode acontecer é ter que trocar os nomes (já tenho um “nome B” caso isso aconteça). A Amélie desconfiou no começo, soltou aqueles ‘baforinhos’ que todo gato faz, sabem? Mas estão se acostumando muito bem, eu ainda não deixo os dois sozinhos quando não estou estou perto porque, a Amélie já deu uma boa crescida e o Lennon é realmente MUITO pequeno, muito mesmo… E como brincadeira de gato é mais bruta, agora no começo eu ainda prefiro deixar os dois juntos só quando estão sob nossa supervisão, mais por precaução mesmo porque, no mais, estão se entendendo super bem. A Amélie quando não vai atrás dele, é ele quem vai atrás dela, estão até já comendo no mesmo pote e quando se cansam de brincar, cada um deita de um lado e dormem como dois anjinhos. E eu estou uma mãe (agora de três – dois felinos e um cão salsicha) mais babona do que nunca, esses bichinhos deixam a nossa vida muito mais colorida… Porque a felicidade mesmo, é mais do que certa!

17 dez, 2013

Ex-Gandalf, agora Amélie

Gente, preciso contar pra vocês uma descoberta engraçada que tivemos:

Levei “o” Gandalf na ONG SOS Cidadania Animal pra tomar as vacinas que restavam no sábado depois do almoço, entramos na sala da veterinária e começamos a conversar enquanto ela preparava as vacinas:

– Doutora, quando poderemos castrá-lo?
– Deixa eu dar uma olhadinha…
(doutora examinando, procurando pelos amendoins e não encontrando nada)
– Estranho, ele já cresceu bastante, mas não apontou nada, deixa eu examinar melhor, coloca ele aqui.
E coloquei o “Gan” na mesa de exames, doutora Chyntia começou a examina-lo e hmmm “tem alguma coisa estranha aqui” e de repente ela começa a rir…
– Mãe, realmente não vai ter nada apontando, seu menino é na verdade, UMA MENINA!!!!!!

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Gente?!?! Eu comecei a rir feito uma maluca e “Gan” ficou olhando pra mim com cara de “sua humana estúpida” eu demorei um tempo pra mastigar a informação e já pensar no que de menino elA já tinha, a única coisa que consegui dizer na hora é:

– Vamos ter que mudar o nome.

“Gan” que já estava sendo a sensação do dia hoje na ONG, foi motivo de muita risada também, no caminho viemos rindo da história… Nunca fui mãe de gatos, elA chegou muito novinha e muito pequena em casa, o que deu pra examinar naquele dia é que tínhamos adotado um menino, gatos são diferentes de cães.

Enfim… A volta foi tempo suficiente pra decidir a troca de nomes e agora não temos mais um mago, temos uma mocinha muito meiga, vinda de um filme francês: Amélie. De hoje em diante, esqueçam o nome Gandalf (vou demorar um tempo pra acostumar, eu sei), mas é só trocar os filmes.

P.S. Prometo colocar umas fotos dela com lacinhos, até vocês se acostumarem =D

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