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14 mar, 2019

“Toda Luz Que Não Podemos Ver” vai virar série

Toda Luz Que Não Podemos Ver é da minha lista de livros top preferidos. Eu lembro o quanto fiquei emocionada com essa história e do quanto indiquei esse livro pra tanta gente. Pois bem, a notícia maravilhosa que li hoje compartilhada pelo GoodReads é que os mesmos produtores de Stranger Things compraram a história e o livro vai virar série do Netflix. A gente sabe que series/filmes nunca são fielmente incríveis como livro, mas produções da Netflix geralmente não costumam me decepcionar e eu fiquei bem empolgada com a notícia.

Por enquanto ainda não há datas ou maiores informações, mas o que eu souber, vou compartilhando aqui. Enquanto isso você pode conferir a resenha que fiz há uns anos atras aqui ou se animar pra ler com alguns dos trechos:

“O cérebro obviamente está fechado em escuridão total crianças”, diz a voz, “Ele flutua em um líquido claro dentro do crânio, nunca na luz. No entanto, o mundo que constrói na mente é repleto de luz. Ele transborda cores e movimento. Então, crianças, como o cérebro, que vive sem uma centelha de luz, constrói para nós um mundo iluminado?” (…) “Abram os olhos”, conclui o homem, “e vejam o máximo que puderem antes que eles se fechem para sempre.”

“Todos nós passamos a existir de uma única célula, menor do que um grão de areia. Muito menor. Dividir. Multiplicar. Somar e subtrair. A matéria muda de sentido, os átomos flutuam para dentro e para fora, as moléculas giram, as proteínas se grudam umas nas outras, as mitocôndrias transmitem ordens oxidantes; começamos como uma aglomeração elétrica microscópica. Os pulmões, o cérebro, o coração. Quarenta semanas mais tarde, seis trilhões de células se espremem através das nossas mães e soltamos um berro. Só então o mundo começa para nós”

19 set, 2017

meu processo para o veganismo até o momento

4 meses sem nenhum tipo de carne animal e agora estou no processo do vegetarianismo para o veganismo, ou seja, não só a carne, mas nada de origem animal (leite, laticínios, ovos) também. Há também muito do que você veste e consome: couro, cosméticos, maquiagens testados em animais e algumas pequenas mudanças eu já fiz nisso também, porém, essa parte será pauta pra um outro post. Leite ainda não cortei totalmente, mas diminui MUITO principalmente depois que descobri da ligação do leite e laticínios com a rinite alérgica, uso o leite mais em receitas (e pra terminar logo as caixas que ainda tenho em casa) e mesmo assim substituo sempre que posso porque também aprendi a fazer vários leites vegetais, até o momento o que mais estou consumindo e gostando é o leite de aveia: fácil de fazer e delicioso.

Ovo eu nem lembro da ultima vez que consumi, seja pra mim ou cozinhado algum prato. Nas minhas pesquisas descobri que a banana é um ótimo substituto do ovo nas receitas, além de muitos outros ingredientes e dá super certo mesmo. Queijos eu evito ao máximo (acho que esse será o mais difícil pra mim), mas como disse, veja bem, eu sou uma vegetariana que está em processo para o veganismo.

Fisicamente me sinto ótima. Não sinto cansaço e nenhum tipo de fadiga ou desanimo, principalmente quando corro ou estou na academia, posso dizer que meu rendimento até melhorou. Não tive mais aquele inchaço que tanto me incomodava e minhas refeições tem sido maravilhosas porque antes era basicamente uma proteína animal + salada na janta, sendo que no almoço era a mesma coisa só que aí eu acrescentava um carbo. Em casa, todos nos dias na janta, tem ao menos umas 3 coisas diferentes no meu prato, descubro sempre receitas deliciosas e fazer a minha própria comida com nada de origem animal e nada industrializado (muito embora eu já evite isso há muitos anos) tem sido algo tão prazeroso que, chega a ser uma terapia pra mim.

Psicologicamente/Espiritualmente digo e afirmo de todo coração que não sinto vontade de comer carne, de verdade, não sinto mesmo. Acredito que em parte isso se deve ao fato de eu estar comendo melhor, com uma gama enorme de variedades de alimentos e também porque foi mais fácil do que eu pensava. Aos poucos é como se meu cérebro fosse acostumando o meu corpo a não aceitar mais as coisas de origem animal, sei que não é uma “mágica” que acontece do dia pra noite, é um processo gradual de descobrimento e também de muitas verdades que o Veganisno joga na sua cara – verdades essas que no passado eram simplesmente ignoradas, mas penso nisso como um despertar pra um novo começo e isso tem me trazido muita paz e a certeza de que fiz uma das melhores escolhas pra minha vida.

O vídeo a seguir mostra muito do que sinto e estou vivendo em relação ao veganismo. O difícil não é adequar a alimentação, mas muitas vezes lidar com o lado sombrio das pessoas quando te criticam ou fazem chacota sobre suas escolhas, nessas horas o melhor mesmo é a resiliência, o respirar fundo e o deixar pra lá, até mesmo porque eu já sabia desse revés no caminho, mas sei que faz parte… (muito embora eu preciso dizer: tive muito apoio de pessoas mais próximas a mim: marido, pais, amigos mais chegados e considero isso como uma grande sorte)

P.S. Ainda não passei com uma nutri, mas pretendo muito em breve fazer isso e já tenho algumas boas indicações de nutricionistas especializadas em alimentação vegana, contarei tudo. Ah! E não esqueci os posts sobre o Atacama também, be patient.

13 jul, 2016

Sobre gatos

“Imagine por um momento que Deus criou o gato à sua imagem e semelhança.”

Eu Te Amo, Eu Te Amo, de Alain Resnais

15 mar, 2016

Segunda Sem Carne

Vocês conhecem o Segunda Sem Carne?

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Eu já tinha ouvido falar, mas nunca parei pra ler a respeito. O Segunda Sem Carne é uma campanha de conscientização sobre os impactos que produtos de origem animal na alimentação tem sobre os animais, sociedade, saúde humana e o planeta. Vocês podem ler tudo a respeito neste link aqui. A ideia, é de pelo menos uma vez por semana você não consumir nada de origem animal e por consequência descobrir novos sabores (o site tem receitas fáceis e deliciosas). O Segunda Sem Carne já existe em 35 países, apoiada por um monte de gente famosa. Paul Paul McCartney – vegano fervoroso é o embaixador da causa no Reino Unido e, aqui no Brasil, o Segunda Sem Carne chegou em 2009 com várias implementações em parcerias entre a (SVB) Sociedade Vegetariana Brasileira e a Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA) da prefeitura.

Mas por que a segunda-feira? Porque segunda-feira é o dia da semana mais associado a mudanças como todos nós sabemos, afinal, quem nunca: ‘segunda eu começo a dieta’, ‘segunda eu volto a academia’, então daí veio o Segunda Sem Carne. Diante disso, eis que ontem resolvi aderir ao movimento! Confesso que acabei almoçando frango (eu ainda não tinha decidido a respeito ehehe), mas já na janta não comi nada de origem animal. Porém, dessa semana em diante vou me programar melhor e ficar pelo menos toda segunda feira sem comer carne e/ou qualquer outro produto de origem animal. Meu jantar de ontem foi: espinafre, brócolis com tomate cereja e cuzcuz marroquino com creme de ricota light. De sobremesa: uma banana. Me satisfez bem a fome e diga-se de passagem estava delicioso. Veja bem, a ideia nesse post NÃO É, de forma alguma e que fique BEM CLARO, converter ninguém (aliás, odeio essa palavra… converter… uurgh) até mesmo porque, nem vegetariana eu sou… Mas acho que vale dar uma leitura na campanha e pensar a respeito com carinho e se achar legal pensar em aderir também, afinal de contas, no mundo que estamos vivendo hoje, qualquer ação boa – por mínima que seja, já é um respiro de esperança pra um futuro melhor. <3

18 ago, 2015

TAG: 7 Coisas

Adoro essas tags de listas de coisas que falam mais sobre cada um que está por de trás de um blog. Essa tag eu vi no blog da Raquel do Maionese, espero que gostem e se inspirem, se fizerem depois coloquem pra eu poder ler também sobre vocês, combinado?

7 coisas para fazer antes de morrer

– Conhecer TODOS os lugares do mundo que ainda quero ir.
– Fazer trekking em algum lugar inóspito pra testar meus limites, tipo o Alasca.
– Morar ou passar um tempo fora do país sem ser uma viagem.
– Aprender a costurar.
– Correr meia maratona.
– Participar de corridas fora do país.
– Ter uma casa com meu próprio jardim.

7 coisas que eu mais falo

– Que fome!
– Affe…
– Mas que cu.
– Tipo…
– Num creio!
– Putz!
– Adoroooonnn!

7 coisas que eu faço bem

– Decorar minha casa.
– Drama.
– Arroz de forno.
– Pesquisas sobre qualquer assunto que me interessa.
– Ignorar.
– Criar playlists.
– Comer.

7 coisas que me encantam

– Gentilezas (principalmente de desconhecidos).
– Gaita de fole.
– Filhotes de qualquer bicho.
– Cheiro de chuva.
– Casas simples e aconchegantes.
– Histórias de superação.
– Londres.

7 coisas que eu não gosto

– Verão.
– Indiretas.
– Jeitinho Brasileiro.
– Gente folgada.
– Barulho.
– Avião.
– Bife a role.

7 coisas que eu amo

– Viajar (cê jura?).
– Ler.
– Seriados fodas com finais incríveis.
– Rir com os amigos até o rosto doer.
– Intervenções artísticas nas ruas.
– Rick.
– Meus filhos de 4 patas.

23 jan, 2015

A internet nossa de hoje em dia…

Desde que a Lia mudou a plataforma do Miss American Pie pro WordPress (sempre digo que foi ela, pois é o tipo de coisa que eu definitivamente não sei fazer sozinha) eu estava engajada em organizar bem bonitinho todos os meus mais de 1.200 posts daqui, já que a mudança deu uma boa bagunçada nos arquivos do blog e os únicos que estão perfeitamente arrumados são os mais recentes, ou seja, coisa de um ano/um ano e meio pra cá…

Comecei a fazer isso, juro… Mas confesso que ainda está longe de terminar. De qualquer forma, essa semana houve um dia que eu estava bem ociosa aqui no trabalho e (re)comecei e dar uma olhada nos arquivos do blog, ver o que estava perdido por aí, reler algumas coisas, enfim… Alguns posts com a mudança realmente foram perdidos e não consegui recuperar e tudo bem porque não me lamentei por isso, simplesmente fui dando uma organizada. Eu não sei se isso acontece com todo mundo que escreve em blogs há muito tempo (muito tempo é quando eu digo de 10 anos pra mais), mas quando eu, por exemplo, me pego lendo meus arquivos antigos, me dá um certa vergonha… AHAHAHAHAHAHA. Não vergonha pelo que escrevi em si, aliás, nem sei se a palavra ‘vergonha’ seria a mais adequada pra definir o que eu quero explicar, mas tem muita coisa que escrevi lá atrás e que hoje, se fosse a mesma situação, eu escrevia melhor e de uma forma diferente, entendem? Ou nem escreveria, talvez, vai saber.

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Percebi que mudei meu pensamento em muita coisa em relação a um monte de tipo de assunto, outros permaneceram como sempre pensei, o jeito de escrever obviamente também mudou e ainda bem, porque sinto que melhorou (assim espero) em muita coisa e por tudo isso, uma coisa que me fiquei refletindo bastante e acredito que todos irão concordar comigo é que a internet de hoje está muito diferente da internet de sei lá… 5 ou 7 anos atrás. Aliás, esse foi um assunto que conversamos no outro dia com uns amigos (da internet) numa mesa de bar e uma coisa é fato: as pessoas hoje em dia estão mais maldosas, barraqueiras e mais bisbilhoteiras do que nunca.

A prova disso é só você pegar as notícias dos grandes portais e ver a quantidade de assunto que contém intriga, briga, barraco, lavação de roupa suja e até crime, você descobre que o assunto muitas vezes começou pela internet, o numero é absurdamente grande e as situações são assustadoras. Se antes você tinha que esperar até meia noite pra se conectar via acesso discado porque era mais barato, hoje você tem internet dentro do seu celular pelo tanto tempo que quiser e aonde quiser. É muita gente que passa muito tempo online com a cara enfiada numa tela, do que na vida ‘do lado real’ – literalmente falando e por isso muitas vezes, nem vê o mundo girar. Isso por um lado implica em coisa boa ou não: Ao mesmo tempo que você pode consultar os horários no cinema daquele filme que você de repente resolveu assistir, pedir comida, comprar pela internet (o que eu amo, de verdade), você também pode xingar/ofender aquela pessoa só porque vocês não partilham da mesma opinião sobre algum assunto (nossa, como tem isso) ou pode dar uma bisbilhotada naquele seu desafeto enquanto espera o ônibus, não acho nem um pouco legal esses dois últimos, ainda que isso algumas vezes seja ‘protegido’ pelo véu do anonimato, mas hoje em dia as pessoas não estão nem aí pra isso também.

Se eu me basear por mim, posso dizer, graças a Deus que nunca fui perseguida por algum bisbilhotes sociopata em potencial que viesse aqui todos os dias me xingar, fuçar minha vida ou pior ainda: que de alguma forma me prejudicasse por isso (porque pagar as contas ninguém se propõe, né?). Tirando uma única pessoa – a ex do meu marido que certa vez, através da forma mais besta (os ips dos comentários) eu descobri que ela chegou até a criar um blog e comentava aqui de vez em quando: ora falando bem de algo que eu tinha escrito, ora me xingando, mas estava sempre me observando. Isso foi em meados de 2006… Acho… Foram poucos comentários, mas o fato é que não demorou quase nada de tempo pra eu descobrir que esse tal blog + comentários se tratava de uma mesma pessoa. Fiquei até meio assustada na época porque lembro que pensei: “pronto, agora que eu não vou ter mais paz.”

E sabe, o ponto nem é a curiosidade com o outro em si – todos nós somos curiosos de alguma forma, mas a ofensa gratuita que recebi que é o pesado disso tudo (e por quê? por eu ser a atual do ex dela? ah para né!), e aí o dia que confrontei isso com ela via email (porque ela ainda mandou um email ao meu marido), ela simplesmente jogou a bolinha de fumaça e PUF! – sumiu e nunca me respondeu (sumiu pelo menos hipoteticamente falando, nunca mais apareceu por aqui e hoje eu prefiro acreditar que nunca mais veio mesmo, que ela tenha me esquecido de verdade, que esteja feliz porque gente feliz não enche o saco, enfim… pelo menos não apareceu mais comentando e eu também não tenho paciência e muito menos tempo de ir atrás e ficar consultando os acessos do blog). Ainda bem que nunca fui prejudicada realmente por ela, embora eu tenha ficado de cara com todo o ‘trabalho’ que ela teve na época de criar um blog, deixar comentários, etc… essa história não rendeu nem um bate boca ou uma atarracada de unhas direto no cabelo e ainda bem porque, mesmo eu sendo uma ariana do pavio curto, eu odeio brigar, odeio confusão, mas me lembro que na época eu achei isso um disparate tão desagradável e absurdo que, eu ficava indignadíssima em constatar como alguém despendeu um tempo da própria vida, pra vir até aqui e ainda deixar comentários loucos. Eu me perguntava uma coisa que até hoje, não tive uma resposta efetiva: Pra quê isso? Afinal de contas, vida que segue, sabe?

A verdade é que eu nunca mastiguei essas questões de ofensas gratuitas muito bem (falando agora de um modo geral, isso é muito comum a gente ver hoje em dia nas redes sociais), eu realmente consigo compreender a curiosidade (mesmo na grande maioria das vezes achando esse tipo de curiosidade bem estranha, por acho que isso faz muito mal pra si mesmo), mas não consigo compreender quando alguém ofende um outro só pelo ‘prazer’ de odiar, porque dependendo da situação, se você quer – você prejudica sim uma pessoa, mas mais ainda: você prejudica a si mesmo. E qualquer um sabe disso. Hoje, esse fato que aconteceu comigo é engraçado porque quando me lembro disso eu dou muita risada sozinha, tipo mulher se bicando por causa de homem? ahahahaha, tão 15 anos. Mas é engraçado porque principalmente se eu comparar com as coisas que a gente vê por aí no mundo de hoje ou até de relatos de pessoas próximas a mim, essa história foi apenas mamão com açúcar. Todo mundo conhece alguém ou um fato assim que é daí pra pior e isso sim não é nada legal.

É claro que não estou aqui implementando algum modelo de paz mundial ou falando pra todo mundo se fechar numa bolha pra se abdicar de gente louca, aliás, esse post está ficando muito mais longo do que eu pretendia – virou textão e eu odeio textão, mas justamente por hoje não ser igual ontem, eu acredito que algumas medidas, as vezes, a gente precisa se obriga a tomar. Questão de auto preservação, sabe? Eu sempre partia da premissa que se o Blog/FB/Twitter/Whatever é meu, eu escreveria o que eu quisesse – aliás, é um argumento simplista de muita gente e por muito tempo também foi o meu… Mas hoje eu percebo que ‘o que eu quiser’ implica em monte de consequências que tanto podem ser boas como ruins e aí, batemos na tecla que tem muita coisa que é melhor guardar pra si mesmo porque, quanto menos gente souber da sua vida, mais as coisas boas fluem melhor. Além do que, ficar passando nervoso por confusão com algo que você poderia ter se poupado, não acrescenta em nada que possa ser aproveitado, tem muita gente que usa o escudo do argumento ‘falo o que eu quiser’ ou ‘mas é a minha opinião’ pra escrever absurdos, ofensas, pra se impor e mostrando muitas vezes, uma faceta sombria daquele alguém que até então você achava que conhecia. Eu não tenho mais saco pra isso e fujo sempre que começa a pipocar assunto de política ou qualquer outro assunto polêmico, por exemplo.

Muita gente hoje em dia tem uma necessidade de mostrar tudo que faz/tem pras outras pessoas: onde foi no fim de semana, o que comprou, o que comeu, pra onde foi viajar, o que está fazendo no momento… Eu mesma já agi muito assim e ainda faço isso, mas me policio bastante… Não acho isso totalmente errado, veja bem, desde que haja uma certa moderação e ainda muito menos é da minha conta o que cada um faz com a vida, mas hoje particularmente, penso que tem muita coisa, dependendo do QUANTO você mostra, dá margem pra outras pessoas virem e se portarem com você, como acham que tem devem se portar – goste você ou não, inclusive, se intrometendo daquela forma bem invasiva e o resultado geralmente costuma dar em merda… Também existe aquele tipo de pessoa que adora ser do contra em tudo e sai por aí vociferando comentários que em sua maioria, infelizmente, são sempre negativos. Muita gente tira isso de letra, mas tem quem se importa mais do que deveria (as vezes ainda caio nessa), e por mais que cada um aguente a sua própria chatice, ninguém é obrigado a aguentar a chatice dos outros e é lógico que isso uma hora vira treta. Tudo isso que estou dizendo (eu acho) que já existia antigamente (me senti uma anciã de 700 anos agora escrevendo isso), mas com certeza era um numero BEM menor e acredito que até de um jeito mais suave.

Enfim… Fui mexendo nos arquivos do blog – que não é pouca coisa e fui fazendo minhas alterações de coisas que simplesmente decidi não mais compartilhar com ninguém e deixar só pra mim, fui fazendo como achava que tinha que ser feito e isso foi de tudo que já escrevi até aqui: de quando criei o MAP, de quando me casei, de quando me formei, de quando fiz 1, 2, 3 tatuagens e até de algum seriado ou filme que tinha assistido – assunto que não teria qualquer tipo de relevância pra ninguém, mas resolvi fechar, então envolveu absolutamente tudo! – e quando me dei conta; tinha colocado mais de 700 posts no privado! =O

Fazendo as contas com o numero que disse no começo, mais alguns que deletei, isso significa que eu tenho mais posts no privado que os publicados que deixei. Me assustei com isso, me perguntei se estou uma pessoa ranzinza ou até neurótica com a internet, mas confesso que estranhamente me deu um certo alívio… E se mais pra frente eu quiser mudar isso pra publico novamente é só eu alterar no painel do blog. Não foi por nenhum motivo específico – por isso que disse que o alívio foi até estranho – nem por motivos de brigas ou gente bisbilhoteira, absolutamente nada disso, senão nem teria sentido em eu ter um blog. Mas porque como disse: já tive sim muito arranca rabo por aí por motivos idiotas, mas eu nunca tive problemas sérios na internet e principalmente aqui no blog – um mundo tão particular meu que amo tanto, as coisas aqui sempre foram tranquilas, vão continuar a ser e assim vamos seguindo em frente, afinal, essa vida aqui – a minha vida! – tem todos os direitos reservados. 🙂

31 dez, 2014

Layout novo para 2015 e gratidão com 2014

Um novo ano, 365 oportunidades e por mais que pra muita gente 2014 tenha sido um ano ruim, eu acho impossível que em 365 dias não tenha acontecido pelo menos uma coisa de bom. A gente (isso também vale pra mim) tem aquela mania estranha de super valorizar os problemas, até olhar pro lado e perceber que existe gente com problemas muito maiores que os nossos. Então, apenas agradeça, mesmo que você tenha motivos pra reclamar, pois eu sei sim que os dias bons também vieram. Já fiz minha retrospectiva aqui, e como muitos de vocês me acompanharam, eu tive minhas passagens de tristeza, mas muita coisa maravilhosa aconteceu pra mim em 2014. Muita. MESMO! E o primeiro sentimento que me vem a cabeça, é gratidão.

Ganhei um novo layout pro MAP, feito por quem vocês já conhecem – a Lia. Nada como começar o ano com uma ‘roupa’ nova por aqui e espero que isso também me anime a aparecer mais vezes no blog. Obrigada minha amiga do coração. Vou virar o ano e já estou com uma viagem marcada – estou muito feliz (e ansiosa) por isso, o mundo não é tão pequeno como muita gente pensa, mas a vida é muito curta pra ficar sempre no mesmo lugar, conto mais detalhes depois… Espero que todos vocês tenham um 2015 de boas surpresas e renovação, que se por algum momento vacilar (porque nem tudo são flores), tenhamos força para levantar, bater a poeira e seguir em frente.

Mais amor em 2015. Mais respeito. Feliz Ano Novo.

2014. QUE ANO!!!

Um vídeo publicado por Juliana Esgalha (@jubalinha) em

18 nov, 2014

Tirando o pó do blog…

Gente, meu Deus do céu, eu preciso atualizar esse blog!!! Nem foi por falta de assunto, foi simplesmente porque a vontade de sentar pra escrever não bateu como deveria. Final do ano está chegando, bastante coisa aconteceu e muitas delas não acho que mereça algum tipo de registro meu aqui, mas essa semana eu li uma frase que achei muito pertinente e vou compartilhar com vocês, porque pra mim é um aprendizado: “A decepção faz você riscar da vida gente com quem você não deve perder mais tempo. É uma ótima peneira!” e por alguns acontecimentos, pra mim caiu como uma luva. Tenho me sentindo mais leve em relação as coisas/pessoas/situações que em um tempo mais distante, eu daria uma importância totalmente descartável. Hoje simplesmente não ligo mais. Sigo em frente. Logicamente que na prática isso não é tão simples como na teoria, mas uma hora a gente aprende. Eu aprendi. Eu poderia escrever bastante coisa – até como um manual porco de auto ajuda ou um mero desabafo meu, mas gente… Pra quê? Hoje só me importo com o que me faz bem, apenas. Ultimamente eu ando numa calmaria e paz de espírito tão grande que até me estranho, tipo… Oi? Sou eu mesma? Aquela esquentadinha, agora nessa calma da Dalai Lama? É engraçado isso, mas mais ainda: é libertador.

Já estou planejando uma próxima viagem! Mais curta dessa vez pois o Rick não pegará férias o ano que vem, mas como viajar pra mim é sempre um bom motivo (e uma necessidade), ano que vem (que já está tão pertinho), eu vou aparecer com um roteirinho maroto pra um próximo destino. A Copa passou, eleição passou e eu continuei imune aos chorumes… Ficar na minha é uma das melhores coisas que eu fiz e faço agora como meta de vida, principalmente quando a mistura de fio desencapado é internet + rede social. Estou muito assim inclusive com as coisas do dia a dia mesmo, acho que muito tem a ver com o que disse no começo do post.

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Nenhum filme tem me agradado ultimamente. Socorro! Eu não sei pra vocês, mas pra mim ou o cinema está uma tristeza ou eu estou ficando exigente demais. Eu escolho ver os filmes por se vale pagar a entrada no cinema e não está sobrando nenhum pra isso, nem com o trailer de O Hobbit eu me animei. Em compensação os seriados eu estou acompanhando fielmente e um que estou gostando bastante (acabou tem pouco tempo), é Sons Of Anarchy. Estou lendo Pennywise do Stephen King que pela grossura absurda do livro + meu sono de hibernação à noite, quem sabe um dia lá bem distante eu termino, a meta de um livro por mês foi pras pica mesmo.

Ozzy está mais magrinho, está fazendo caminhadas matinais com minha mãe. Os gatinhos estão bem também. Gatos crescem ehehehe e os 4 cresceram bastante na mesma proporção que arteiros. Como eles aprontam… Eu ainda vou escrever sobre a personalidade de cada um, pois são complemente diferentes um do outro. Também ainda tô naquela vibe de decoração em casa e vire e mexe faço alguma coisinha que é simples, bonita e barata. Descobri tanto blog legal pra esse tipo de assunto. Estou numa loucura desenfreada por vestidos. Nunca fui de usar muitos porque eu tenho um complexo super besta de achar minhas canelas finas, do qual, complexo esse que já desapeguei e andei comprando uns lindos pra esses dias de calor dantesco e decidi que vou usar com mais frequência, prometo tentar postar alguns looks. Não sei quanto tempo vai demorar até o próximo post, mas volta e meia estou no Instagram, passa lá!

08 out, 2014

Querido Diário

Semanas atrás eu terminei de ler “A Terra Inteira e o Céu Infinito” e apesar de achar o livro meio maçante em alguns pontos, a base da história é muito boa: uma escritora chamada Ruth encontra na costa de uma ilha do Canadá em que mora, o diário de uma adolescente de Tóquio que provavelmente foi trazido pelo tsunami – “Estou esticando o braço para tocar em você” é como começa o diário de Nao e que a partir daí desenrola toda a história. Não vou me estender muito sobre ele, pois a ideia do post não é essa, mas o livro foi um dos grandes incentivadores a começar de vez essa minha ideia que já vinha pensando há um tempo: Escrever um diário.

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Sim, eu já tenho um blog que posto muitas coisas minhas, mas acredito que todo mundo tenha coisas a contar que prefere por em palavras e guardar pra si a ter que ficar contando pra alguém. Não se trata exatamente de um segredo, mas sempre pensei que os diários são uma ótima maneira de você se conhecer melhor, refletir sobre suas ações, planejar, expressar sentimentos, exercitar o cérebro, a escrita, divagar sem medo de ser feliz e por em palavras muitas das coisas que as vezes não conseguimos dizer. Tipos de diário não faltam: pode ser um diário de viagem, pode ser aquele que você escreve diariamente detalhando tudo o que faz no dia a dia, pode ser um diário pra por os pensamentos quando simplesmente dá aquela vontade de escrever – acho que essa é a ideia que mais combina com o que estou pensando e querendo fazer a respeito disso, também pretendo carregar ele nas minhas viagens, mas basicamente será usado para expressar meus pensamentos quando simplesmente eu sentir a vontade de colocar isso num papel.

Falar em papel… Eu realmente sinto falta de escrever, no sentido literal mesmo, de sentir o peso da caneta na folha e observar o quanto – modéstia a parte – minha caligrafia é realmente bonita. O máximo que faço de uns bons anos pra cá em relação a escrita é preencher cheques e eu acho muito triste quando um hábito como esse, vai sendo deixado de lado. Rick comprou um mega estojo de canetas coloridas da Stabilo pra mim porque acho que já deu pra perceber que adoro um colorido em tudo. Aliás, o diário em si é o mais legal: foi uma ideia que tive e que achei muito simbólico e depois de muito pesquisar eu comprei um que é exatamente a réplica do diário da Anne Frank – xadrez em vermelho, que comprei no Elo 7 de uma pessoa que faz vários tipos diários artesanalmente, estou esperando chegar.

Como uma coisa sempre puxa a outra, também fiquei pensando nos filmes em que os personagens escrevem em diários e nossa, tem um mooooonte: O Diário de Bridget Jones, Diário de uma Paixão, Na Natureza Selvagem… São tantos filmes que a lista seria enorme, mas o primeiro que me veio à cabeça quando pensei nisso foi “As Vantagens de Ser Invisível” e que contribuiu pra essa minha nova inspiração também.

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Enfim, acho que nada mais justo que registrar no meu blog que vou começar a escrever em um diário, depois eu faço um post mostrando como ele é.

22 set, 2014

Saudades em uma foto

O quanto que uma única foto pode dizer sobre a nossa evolução do que éramos e de como somos hoje? O quanto que uma foto pode trazer de lembranças dos tempos que não voltam mais? Não sei exatamente mensurar isso, mas posso garantir que é bastante coisa. Ontem um amigo meu me marcou numa foto que quando vi, um filme passou na minha cabeça.

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Esse é a foto do meu primeiro emprego (registrado), no meu primeiro dia de trabalho. Foi no começo de 2000, um pouquinho depois de eu ter entrado para a faculdade em 1999. Eu trabalhei na AOL, como muitos de vocês sabem e que infelizmente foi uma empresa de internet que não deu certo aqui no Brasil. Mas eu aprendi muito em todos os dias e anos que trabalhei lá, nossa, e como aprendi. Fiz muitos amigos também – essa é a parte mais legal e nostálgica dessa foto e por incrível e mais estranho que possa parecer – quando se fala em amizade verdadeira dentro do ambiente de trabalho, eu posso dizer que lá eu tive amigos de verdade. Sempre que alguém dessa época é marcado em alguma foto, todos – sem exceção, lembram sempre com muito carinho e saudades dos tempos que a gente trabalhava como loucos, mas nos divertíamos muito mais.

Meu codinome Jubalinha nasceu ali dentro, minha primeira internet discada, minha primeira conta de email. Meu blog literalmente nasceu ali dentro também; por ideia de um amigo que era meu companheiro de equipe e sentávamos um ao lado do outro – divididos apenas pelas baias e que, nos raros momentos de quase nenhuma ligação a gente ficava batendo papo, contanto histórias e dividindo experiências. Quantas festinhas, quantas histórias engraçadas dentro e fora do trabalho, quantas amizades cada um conquistou e posso dizer que éramos uma grande família, é claro, apenas com a parte boa que uma família proporciona.

Não tenho mais o mesmo contato com todos, mas estamos sempre por perto da maneira que cada um pode: uns casaram, tiveram filhos, uns continuam trabalhando na área, outros seguiram uma linha de profissão totalmente diferente, alguns estão morando fora e mesmo que inevitavelmente a vida tenha traçado uma rota diferente na estrada de cada um, são pessoas que se todos nós um dia nos encontrássemos, seria aquela sensação de como se fosse ontem e que deixaria o coração de todo mundo quentinho.

O que uma foto pode transmitir? Toda a saudade de tempos que não voltam mais, mas principalmente a gratidão por ter passado gente tão do bem no nosso caminho.

“E se os sonhos e as recordações se misturam, é assim mesmo que deve ser, porque todos merecem ser heróis.” Kevin Arnold – Anos Incríveis

03 set, 2014

Naquele tempo…

No final de semana meus pais foram viajar e eu dormi na casa deles pra não deixar o Ozzy sozinho, uma vez que, não daria muito certo ele e os gatos debaixo do mesmo teto na minha casa. Tem muita coisa minha na casa da minha mãe, principalmente nos meus tempos de escola. Eu tenho uma caixa, que já falei dela aqui, aonde guardo muitas recordações principalmente da minha infância até o começo da minha adolescência, quando assim como toda menina naquela época, era apaixonada por agendas e diários. No sábado, eu peguei essa caixa e comecei a dar uma olhada em tudo… Foi sensacional, foi como se um baú mágico do passado se abrisse e um filme passasse na minha frente.

Entre as muitas coisas que encontrei, há uma enquete que fiz quando estava na 5a série. Eu tinha 11 anos. E ri muito com as respostas e com as minhas perguntas do tipo “quem você levaria pra uma ilha deserta?”, foi muito engraçado e gostoso de ler. Na faixa etária de 11 anos nossos passatempos preferidos eram brincar, ver tevê e ouvir música. Muitos almejavam como profissão ser veterinários, jogadores de futebol, professores, bancários… Teve um que respondeu que ser feliz já era o suficiente. Lasanha era o prato preferido da grande maioria, a gente (ainda) nem sabia o que era o McDonald’s e muito menos o termo que, futuramente, vinha a ser ‘Junkie Food’. Conhecer os EUA (ir a Disney), ir no programa da Angélica (o excêntrico sonho de uma amiga que era doida por ela) ou ganhar uma mobilete, estava entre os tantos desejos quando eu perguntei qual era o sonho de cada um. Éramos crianças e todos grandes sonhadores.

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Como aquele tempo era tão diferente do que é hoje…

Tudo tão mais suave, tão mais simples, mais doce… Não que essa constatação seja na verdade uma reclamação da minha parte de como o mundo é principalmente hoje com a geração dessa idade, não é bem isso, mas confesso que dá uma pontinha de frustração ver como algumas ~evoluções~ são, quando convivemos hoje em dia. Eu com 11 anos escrevi que uma das minhas diversões era brincar de boneca e assistir televisão (Clip Trip, a MTV também ainda não tinha chegado) e uma das perguntas básicas e diretas de: “você tem namorado(a)?” eu e mais um monte de gente respondeu: “não, sou muito nova pra namorar”, só uma pessoa – uma amiga de classe respondeu “eu tenho um paquera” ahahahahah, quem hoje em dia usa a palavra ‘paquera’ com esse amor mais instantâneo que miojo pros assuntos do coração?

E os poeminhas? Ninguém precisava googlar citações de Clarice Lispector ou Carlos Drummond pra parecer intelectual com os amigos, os poeminhas muitas vezes era de criação própria, mas muito mais sinceros e de coração. Lá também estão as respostas dos meus pais que na época estavam com 36 anos, ou seja, apenas um ano a mais da minha idade hoje… Essa parte pra mim foi meia assustadora porque as vezes é meio difícil de imaginar que nossos pais já tiveram a mesma idade que a nossa. Sem contar a minha paciência de monge pra escrever [TUDO] a mão nos meus diários, nas cartinhas, inventar códigos secretos mirabolantes pra escrever coisas que você não queria que ninguém lesse e depois é claro, perder o tal papelzinho dos códigos (ahahahaha), um monte de colagens que com uma simples revista eu tinha criatividade pra criar coisas tão fofas quanto os scrapbooks de hoje em dia… Ou aquela caneta rosa favorita que notavelmente dava pra perceber que no final do diário ela já estava com a tinta bem mais fraca de tanto que foi usada durante todo o ano. As cartinhas recebidas, os cartões de natal, os bilhetinhos, as lembrancinhas daquela festinha de aniversário com data e inclusive o ano.

As coisas inevitavelmente mudam, se adequam, se adaptam para um mundo que está sempre seguindo nesse constante caminho que chamamos de evolução e embora muita gente diga que “no meu tempo era melhor”, temos que ter em mente que tudo passa por um processo de mudança por uma questão de necessidade, mesmo que isso muitas vezes dê uma certa melancolia diante de tudo tão diferente. As coisas mudam, as pessoas mudam, tudo muda e pra tudo isso, há o tempo que realmente não para, deve ser por isso também que temos aquela assustadora impressão de que cada vez passa mais rápido… Mas são com essas lembranças de coisas, pessoas e momentos, que a gente percebe como principalmente somos hoje como pessoas, acredito que tudo isso seja um reflexo e mesmo que pra muita gente o caminho tenha se desviado e traçado uma outra rota, temos aquela essência de tempos maravilhosos que, vamos carregar por toda a nossa vida. 🙂

18 ago, 2014

É a SUA vida. É a SUA pele.

Lute pela boa luta.
É a SUA vida.
É a SUA pele.

ASSISTAM! É um vídeo incrível!

14 ago, 2014

Exposição sobre Anne Frank em São Paulo

Gente, começou na terça-feira, em São Paulo, uma exposição sobre a vida de Anne Frank chamada “Anne Frank – Histórias que Ensinam Valores” cuja proposta é estimular a reflexão sobre todos esses acontecimentos. Essa mostra vai ficar até o final de 2016 percorrendo todas as bibliotecas do Senac de São Paulo, portanto, não é desculpa dizer que não teve tempo. Quero muito conhecer, sou fã de Anne Frank e em tempo vale a pena conferir o post que fiz sobre o anexo de Anne Frank em Amsterdam que visitei esse ano.

anne frank

EXPOSIÇÃO: “Anne Frank – Histórias que Ensinam Valores”
Quando: até o dia 23/08 de segunda a sexta, das 8h às 21h e aos sábados das 8h às 15h
ONDE: Na biblioteca do SENAC Lapa Tito, Rua Tito, nº54 na Vila Romana
QUANTO: GRÁTIS!!!

15 jul, 2014

Agora vai!!!

Vou começar esse post com uma confissão: dei uma relaxada feia na academia. Isso desde que voltei de viagem e se fui umas duas vezes, foi muito. Não justificando esse relapso da minha parte, mas muita coisa também aconteceu nesses últimos meses pra cá (e já passamos da metade do ano) e eu acabei dando uma desanimada… Isso sempre gerava uma desculpa (esfarrapada, é claro) a mim mesma e eu acabava não indo.

Semana passada eu resolvi tomar vergonha na cara e mais ainda uma atitude; renovei meu semestre na academia (pra vocês verem como eu estava há muito tempo sem ir) e junto com o Rick entrei pra natação também (por enquanto, ele só está na natação). Quando eu era criança eu cheguei a fazer natação, mas não fiquei muito tempo, o que significa que: eu não sei nadar. (Re)Comecei a academia ontem e hoje comecei a natação que será de terça e quinta na parte da manhã. Parece até loucura do tipo algum efeito placebo, mas já estou me sentindo bem melhor. Eu saio me arrastando; tanto da academia como hoje da piscina, mas é aquele tipo de cansaço gostoso, sabem? No quesito cabeça, ela fica mais leve com a consciência porque você mesmo se diz com aquele orgulhinho: “hoje eu fui”, mas o foda mesmo é manter isso, iiih eu bem sei.

foto_antigua_piscina

Eu tinha colocado como meta (ai que clichê) pra 2014 fazer alguma atividade além da musculação, e tinha pensado na natação. Mas só tinha pensado mesmo. Como o Rick cogitou precisou fazer, eu, como incentivo (pra mim e pra ele) acabei entrando junto. E por falar em incentivo, pode ser que muito em breve meu pai comece a fazer academia comigo também e aí terei que ir na parte da manhã e isso significa que terei que dormir mais cedo – o que pra mim, isso é ótimo. Honestamente, eu não sou o exemplo de pessoa quando o assunto é atividade física, e sei disso. Mas sempre considerei importante pra todo mundo e mais ainda pra mim, pra principalmente eu deixar de ser preguiçosa e sempre que bater aquele desanimo, eu vir aqui e ler esse post como incentivo (esse post está mais pra puxão de orelha, pensando bem). Mas vejam… Na minha aula de natação, além do Rick, tem mais 3 pessoas: uma mulher e dois homens, todos com mais de sessenta anos de idade e uma disposição maravilhosa que deveria servir de exemplo pra principalmente os mais novos, um deles nada tão bem que eu fiquei até com vergonha de colocar minha humilde pranchinha e sair batendo pernas com aquela “coordenação de paquiderme” típico de iniciantes AHAHAHAHAHAHAHA, mas brincadeiras a parte, ter eles ali é algo bem legal porque muitas vezes, as “dificuldades” só estão na nossa cabeça porque aquele bichinho pertinente da preguiça plantou.

Tô (re)animada. De verdade. Tipo… Comecei com aquele mantra de: Agora vai ou vai, porque na boa, se não for vai ser muito feio dizer que “pratico xadrez” na minhas atividades saudáveis e nem xadrez eu poderia, porque não sei jogar. Levantamento de copo tá tão batido que não vale mais. =D