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14 ago, 2014

Exposição sobre Anne Frank em São Paulo

Gente, começou na terça-feira, em São Paulo, uma exposição sobre a vida de Anne Frank chamada “Anne Frank – Histórias que Ensinam Valores” cuja proposta é estimular a reflexão sobre todos esses acontecimentos. Essa mostra vai ficar até o final de 2016 percorrendo todas as bibliotecas do Senac de São Paulo, portanto, não é desculpa dizer que não teve tempo. Quero muito conhecer, sou fã de Anne Frank e em tempo vale a pena conferir o post que fiz sobre o anexo de Anne Frank em Amsterdam que visitei esse ano.

anne frank

EXPOSIÇÃO: “Anne Frank – Histórias que Ensinam Valores”
Quando: até o dia 23/08 de segunda a sexta, das 8h às 21h e aos sábados das 8h às 15h
ONDE: Na biblioteca do SENAC Lapa Tito, Rua Tito, nº54 na Vila Romana
QUANTO: GRÁTIS!!!

19 mar, 2013

Backpacker: Peru!

Mais uma vez chegou a hora de colocar o mochilão nas costas, carimbar mais uma vez o passaporte e se jogar com vontade em mais algum lugar do mundo. No meu post de retrospectiva que fiz aqui, nós estávamos com uma viagem programada pra novembro, aliás, dependendo de como tudo acontecer no decorrer do ano, essa viagem ainda está nos nossos programas sim, mas não é dessa que eu vou falar hoje.

Acontece que aquela formiguinha de viajar já está há tempos me deixando inquieta (quem ama viajar sabe o que quero dizer), nós tínhamos pensado em fazer alguma coisa fora daqui, no carnaval, mas o custo X benefício não estava compensando (principalmente o custo) e acabamos ficando por aqui mesmo.

Como já tínhamos uma ideia de lugar que queríamos ir, depois que passou o carnaval começamos a pesquisar preços de passagens e destinos novamente, eis que então fechamos e batemos o martelo, dessa vez, vamos pro Peru. Ai ai aiiiiiiiiinnnn.

O Peru já chegou a ser cogitado também quando resolvemos ir pro Chile, porém como foi numa virada do ano, acabamos escolhendo o Chile (que foi um lugar incrível que conhecemos também), mas sempre ficamos de olho no Peru (ok, isso ficou estranho…). Dessa vez pegamos o feriado do dia 1 de maio. Viajaremos na verdade dia 30 de abril e voltaremos no dia 8. Nossos destinos são: Lima, Cuzco, Puno (Lago Titicaca), Rota do Sol (que inclui outros vários lugares), Águas Calientes e clarooooo: Machu Picchu! Aliás, esse vídeo é incrível:


Já andei lendo muitas coisas sobre o Peru e principalmente, sobre a cidade de Cuzco, que é o nosso destino principal, algumas informações são bem relevantes que é bom saber pra já ir se preparando, tipo:

– Cuzco é uma cidade muito alta. Fica ‘apenas’ a 3400 de altitude acima do nível do mar, logo, praticamente não tem ar naquele lugar.

– A recomendação pros turistas (principalmente pra mim, que já passei mal em altas altitudes) é fazer refeições leves, tomar bastante liquido (não alcoólico), não fazer longas caminhadas no primeiro dia, relaxar AND… Tomar chá de coca!

– Chá de coca! Apesar de ser da folha de coca, não é cocaína (ainda ahahuahuuha). Pelo amor de Deus, não confundam, eles servem esse chá em TODOS os lugares justamente pra dar uma energia e assim, você se acostumar mais rápido com a altitude da cidade, é como se fosse o Red Bull do Peru.

– Sim, tem que tomar a vacina da febre amarela e levar a carteirinha do CIV (Carteirinha Internacional de Vacinação) se você vai visitar lugares como Machu Picchu, aliás, poucas pessoas informam isso e olha que já li bastante coisas nessa internet, descobri isso sem querer quando estávamos pesquisando por albergues. O cadastro você faz no site da Anvisa que tem todas as informações muito bem explicadas, mas prometo fazer um post sobre isso explicando melhor.

– Abril/Maio: tempo seco, durante o dia temperatura máxima de 19°C e a noite cai um ‘pouquinho’ e chega a 2°C mmmmmmmeheuehueuhehueuheuhe.

– Pra Águas Calientes e Machu Picchu iremos e voltaremos de trem, embora, tenha a opção de trilha – o que demora muito mais, cansa muito mais, mas não deixa de ser uma opção bem interessante de se fazer, porém, por questões de tempo e na boa, por essa questão da altitude também, nós acabamos escolhendo o trem, ou o tal trem da morte como ♥ carinhosamente ♥ é chamado.

– A estrada que liga Machu Picchu à Águas Calientes é algo bem assim… Digamos… Sinuosa! Eis uma imagem que mostra bem como ela é:


– Em Puno é aonde vamos encontrar parte do Lago Titicaca, é o segundo maior em extensão da América Latina e o mais alto do mundo: fica a 3821 metros acima do nível do mar. Vixe! Altitude e eu sem ar, olha aí de novo!

– Na volta de Puno pra Cuzco faremos a tal Rota do Sol que passa por lugares bem interessantes:


No site diz – On-board service: tea, coffee, coca tea (HAHAHAHAHA), mineral water, hygienic bathrooms, oxygen (!!!), heating, music and TV video

OXIGÊNIO, BÁSICO!!!!

Acho importante incluir esse tipo de item, uma vez que, Abra La Raya, por exemplo, fica a ‘só’ 4.335 metros de altitude. Ou seja: NÃO-TEM-AR! (de novo) O.O


Mas de tudo que já li de tempos atrás, até agora – sobre o Peru, TODOS enfaticamente disseram que é uma viagem que você jamais esquece. Sim, alguns perrengues pra quem não está acostumado com altitudes como essa é comum mesmo, entretanto, nada sério – há também quem nem sentiu nada em relação à isso, inclusive. Mas depois, você até esquece que está sem ar (ahahuauauh oooh drama queen) por conta de tudo que vê e conhece. E uma experiência como essa realmente não tem preço. Eu já estou contando os dias, principalmente por dessa vez, ser uma viagem, digamos mais: “ok-isso-sim-é-uma-aventura” ihihihihihi.

14 nov, 2012

PETAR

PETAR

Eu estou prometendo este post há dias, mas às vezes não dava tempo de escrever e às vezes me batia uma preguiça mesmo. Acho que deu pra notar que tenho escrito menos no blog, menos resenhas… Sei lá, acho que deve estar havendo alguma crise de identidade com o Miss American Pie, por vezes penso em deixar mais pessoal, às vezes mais voltado pro mundo feminino, as vezes nas duas coisas e nessas de pensar demais e escrever de menos a inspiração vai embora e a preguiça prevalece.

Mesmo assim a possibilidade de deixar o blog, pra alegria de muitos e recalque de alguns, é nula! Disso vocês podem ter certeza. Posso ficar uns dias sem escrever, mas jamais vou abandonar esse espaço que já perpetua por tantos anos.

Mas vamos ao que interessa:

No feriado do dia 2 eu, Rick, Sandro e Naldo viajamos para Iporanga visitar o PETAR – Parque Estadual Turístico do Alto do Ribeira, pra quem não conhece esse é o site oficial deles com muitas informações sobre os lugares pra visitar e se hospedar. Nossa ideia, assim como o foco turístico do lugar foi de visitar as cavernas desse parque, aliás, algo inédito pra mim porque já fiz algumas trilhas, passeios de aventuras, mas visitar cavernas nunca, nem fazer bóia cross (chegarei nessa parte).

Ficamos hospedados na Pousada da Diva – preço bom, boa localização, nada de muito luxo, mas um lugar bem aconchegante, incluiu café da manhã + lanche na trilha + janta, acredito que fora de época de feriado o preço é ainda mais em conta, portanto essa é a minha recomendação. Os passeios nós fechamos com a Eco Cave – melhor preço, fica em frente a pousada da Diva, guias ótimos e o valor que fechamos já incluía o aluguel dos equipamentos como capacete com lanterna, colete salva vidas (pro bóia cross), essas coisas…


Chegamos na sexta-feira a tarde porque pegamos um transito pesadíssimo na Regis então perdermos o passeio até a Caverna Santana, mas naquele dia visitamos a cachoeira Sem Fim que foi um passeio bem legal também. Mas foi no sábado que começou o Rock n’ Roll e eu que já achava que tinha feito trilhas na minha vida, inclusive uma a cavalo quando fui pro Sul, as outras foram brincadeirinha de criança perto dessa que fizemos. Isso porque era de nível 1 pra 2, segundo nosso guia.


Regatas nem pensar, só camisetas com manga pra baixo do ombro, calça comprida, sempre usando o capacete e atenção mais que redobrada pra onde pisava e até nos lugares que se encostava pra apoiar o corpo na hora de descer ou subir algo mais difícil (algumas arvores eram cheias de espinhos).

A trilha durou 3 horas (só de ida), atravessamos 5 vezes o mesmo rio, passamos por caminhos bem moves like Indiana Jones e até ribanceiras quem nem ousei a olhar pra baixo, neste dia visitamos a caverna da Água Suja e a caverna do Cafezal.


Gente?!?!? Que passeio incrível… Não tem muito como descrever com palavras, principalmente de como é a sensação de se entrar numa caverna, a da água suja foi uma das que mais gostei porque tínhamos que andar com a água batendo na cintura (não, a água não era suja), mas é incrível ver de perto o trabalho da natureza num lugar como aquele e a preservação de tudo até hoje, você se sente até um pouco intimidada porque são cavernas enormes em todos os sentidos, tanto na altura como na profundidade, tanto que algumas delas não dá pra se explorar tudo por questões de segurança ou é outra vibe só pra quem é autorizado mesmo no assunto.


Eu fiquei maravilhada porque como disse – visitar cavernas pra mim foi algo totalmente inédito, assistir por tevê é uma coisa, mas só estando em uma pra sentir como realmente é a energia do lugar, fora a trilha também que apesar de bem pesadinha e cansativa valeu cada segundo de esforço, nesse dia nossa ultima parada foi em duas cachoeiras igualmente maravilhosas. A volta apesar de cansativa, foi bem divertida com direito até de encontrar uma cobra no meio do caminho e o Naldo quase subir na minha cabeça de tanto medo. Chegamos super cansados, quebrados e mortos de fome, mas voltamos aquele dia com a alma lavada, aquele botãozinho do desliga do mundo lá fora vai no automático mesmo e você fica com a mente super leve.

No domingo o caminho foi outro, trilha menor, mas visitamos mais duas cavernas: A caverna Ouro Grosso e caverna Alambari de Baixo, uma delas (acho que a Ouro Grosso) você tinha que andar se arrastando pelas pedras, se sujando toda, uma loucura! Pra quem tem fobia de lugares fechados demais essa eu realmente não recomendo, mas é uma das que mais valeu a pena porque dentro tinha uma cachoeira linda. Sim, cachoeira dentro da caverna!!!!


Depois das cavernas fomos pro tal passeio de bóia cross que por incrível que pareça depois de todas as trilhas fizemos (com direito a bichos) e as cavernas que entramos, era o único passeio que eu estava com medo… Sei lá, se equilibrar numa bóia, deitada de barriga pra baixo, descendo corredeiras (mesmo que suaves) não tava me parecendo uma boa ideia, mas o guia que estava com a gente viu o meu nervosismo, os meninos também me acalmaram bastante e no fim, depois de uns sete caldos que eu tomei caindo da bóia, (e a cada caldo era comemorado com palmas porque é lógico que rola uma trolladinha) acabou dando tudo certo.


Iporanga fica em São Paulo. Dá umas 5 horas de viagem, mas comparado a tudo que vimos, conhecemos e visitamos não é tão longe quando se pensa que um lugar tão incrível como esse fica há poucas horas daqui. É um passeio que pra quem gosta de aventuras e pretende encarar algo diferente eu super recomendo!

08 fev, 2012

Stand Up da Nany People: "Então… Deu no que Deu"

Stand Up da Nany People: “Então… Deu no que Deu”

Quinta feira passada eu, Rick, Junior, Ivan, Pedro e mais uma galera fomos ao Teatro Nair Belo (no Shopping Frei Caneca) assistir o Stand Up da Nany People.

O espetáculo chama-se “Então… Deu no que Deu”, idealizado por ela mesma que satiriza o dia a dia do cotidiano das pessoas, fatos (engraçadíssimos) sobre sua vida e algumas pitadas boas de lições para a vida também. Foram duas horas de espetáculo que você ri do inicio ao fim, eu sai de lá com o rosto doendo de tanto dar risadas. Nany People tem uma presença de palco incrível e, é claro que com todas as suas formações teatrais garantem o “Então… Deu no que Deu” um espetáculo digno de um Stand Up de verdade e de HUMOR INTELIGENTE, ela interage com o público também o que deixa tudo ainda mais engraçado e sem qualquer constrangimento.


Já assisti o Stand Up do Marco Luque quando ele esteve aqui em São Caetano e foi legal, mas não passou de uma hora e posso dizer que ela colocou o dele e coloca o Stand Up de qualquer outro CQC no chinelo. Lembro muito da Nany People na época em que ela fazia suas apresentações na Tunnel (sim, já fui em muita balada gay, são as melhores quando o mundo vai acabar e você só quer dançar, dançar…) e se bem também lembro, tenho até uma foto com ela. Tudo aquilo que ela passa; seja no teatro ou o que mostrou ser no reality “A Fazenda” é o que ela realmente é – Nany People sem máscaras, sem papas na língua, super engraçada e como já disse, ainda de quebra ela te dá algumas lições sobre a vida que te faz refletir também!

Uma pena que ela só estará nessa quinta e na outra no Frei Caneca, depois disso ela irá partir com o “Então… Deu no que Deu” por todo o Brasil.

Amigos queridos de São Paulo, sei que a dica é meio em cima da hora, mas se puderem: ASSISTAM! Vale muito à pena!

Local: Teatro Nair Bello (Shopping Frei Caneca) – Piso 3
Horários: quintas, às 21h00
Temporada: De 19 de janeiro a 16 de fevereiro de 2012
Preço: R$ 40,00 (carteirinha de estudante paga meia)
Duração: 1h50
Classificação Etária: 14 anos

UPDATE:


Tá, môbeim?

06 jan, 2011

Andes: Portillo – Chile

Andes: Portillo – Chile

Do mar para as montanhas. Tudo começou quando primeiro íamos fazer um passeio para o Vale Nevado que é bem mais perto de Santiago e na última hora mudamos e optamos por Portillo de tão bem que falaram de lá. Portillo é mais longe, e acima dos 3.300 metros do nível do mar que segundo o guia, nós íamos até um Hotel de lá, aonde podia-se ver e visitar um lago (o Lago Del Inca) maravilhoso, cujo lugar tem todo uma lenda deveras curiosa.


Saindo de Santiago aos poucos tanto a paisagem como o clima vão nitidamente mudando, passamos por muitos vinhedos e fomos cada vez mais entrando para o meio das Cordilheiras, gente acreditem: em foto é uma coisa, mas estando pessoalmente lá é outra sensação. Fizemos uma parada, passamos pela aduana que pega uma estrada que vai para Argentina e a partir daquele ponto o guia nos avisou que seriam muitas curvas (no total de 30) e muuuuuitas subidas… Em seguida deu uma risadinha do tipo “vai começar o rock roll”.


Reparem na estrada cheia de curvas abaixo, dá medo


Essa tal subida cheia de curvas eu não vou negar: dá um cagaço enorme e me questionei por duas vezes aonde fui amarrar meu burro, principalmente porque a cada curva dava pra se sentir cada vez mais cercado pelas cordilheiras e coisas como estradas e veículos iam ficando cada vez mais minúsculos se comparados ao tamanho absurdo de tudo aquilo…


Com uma pequena esticada de pescoço pela janela do ônibus era possível ver TUDO lá em baixo e em muitos pedaços de tão estreitos que eram o motorista tinha que parar e manobrar pra fazer a curva, nessa hora não tem como deixar de pensar: “se despencarmos lá em baixo, mamãe terá trabalho pra achar meus pedacinhos depois” AHAUAUHAUHAHUAU tudo isso é claro que cada vez mais ALTO, mais FRIO ficava… Saímos de Santiago com 30 graus e chegamos lá com 3 míseros graus apenas, acompanhados de uma chuva bem fina e gelada, mas foi o “chegamos” que eu vi que o passeio valeu a pena:


Lago Del Inca

Nossa parada foi no Sky Resort Portillo, muito conhecido e procurado no inverno por gente do mundo inteiro. Neve? Não, não tive contato com nenhuma por assim dizer justamente pela época do ano, mas vi algumas cordilheiras ao longe bem branquinhas. Em seguida, almoçaríamos ali, faríamos uma horinha e depois voltaríamos para Santiago, andei por todo o Hotel que por dentro, pelo menos para mim, achei super parecido com o hotel do filme O Iluminado ehehehe…


Uma São Bernardo que mora lá e ficamos super amigas…


E quando subimos para a parte de cima e saímos para o lado fora, eu me dei conta do quão longe eu estava de casa:


Essa piscina, na época de alta temporada tem a àgua aquecida, que bom, néam?


Na hora lembrei daquela cena do filme A Praia quando Richard (Leonardo di Caprio) encontra aquela praia maravilhosa e começa a tocar a música Porcelain do Moby, eu tive essa mesma sensação quando visitei o Stonehenge na Inglaterra e é algo inexplicável pra se colocar em palavras, só estando lá pra sentir:


O Lago Del Inca é maravilhoso, lindo, perfeito! Super entendi quando a guia disse que apesar de mais longe, era um passeio muito mais bonito e que valia à pena, a água é de um azul bem forte cuja superfície parece um espelho gigante e tudo isso somados com a paz e quietude que o lugar em volta transmite você fica com cara de bobo olhando pra tudo. É de cair o queixo.

Em Portillo também, infelizmente, conheci o que é um “Mal da Montanha” e por conta da altitude eu senti muita falta de ar, palpitação, cabeça e corpo extremamente pesados e acreditem: é uma sensação bem desagradável de sentir e fiquei chateada comigo mesma por isso, tanto que no almoço eu só consegui tomar um prato de sopa e parecia que eu tinha comido 3 quilos de feijoada, mas apesar desse por menor é um passeio que super valeu à pena, mesmo com os cagaços de medo na estrada, mesmo com as faltas de ar por culpa do mal da montanha…

Fiquei depois imaginando tudo aquilo com neve – deve ser no mínimo, inesquecível. Com certeza é um lugar que eu gostaria muito de voltar no inverno, mas pra encarar tudo eu tomaria uns gorós antes com certeza, #ficadica!


#Aloka no meio do frio!

Dica: Se você pensa em fazer um passeio como esse e tem Vale Nevado como uma opção mais próxima eu digo que vale a pena gastar mais algumas horas da viagem e ir para Portillo. E não importa a época do ano porque é um lugar lindo com ou sem neve, e SIM, leve blusas bem quentinhas porque lá É frio em qualquer época também.

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