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26 set, 2009

From Abbey Road/To G1

MÚSICA DO DIA: COME TOGETHER – BEATLES

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From Abbey Road/To G1

QUEM AMA OS BEATLES LEVANTA A MÃO: o/


Ontem foi publicado no G1 uma matéria sobre a Abbey Road contando toda a história do lugar: Aonde fica, curiosidades, falou também sobre o famoso estúdio que fica alí aonde por sinal, foi gravado a maior parte das musicas dos Beatles e mais um monte de peculiaridades interessantes sobre essa faixa de pedestres que ficou imortalizada pelos rapazes de Liverpool e que desde então, tornou-se a rua mais famosa de Londres e conhecida no mundo inteiro!

Havia um outro link também de “Já tirou fotos em Abbey Road? Envie ao G1” e quando viajamos, nós estivemos lá – pois eu precisava ver essa rua de perto e precisava passar no mesmo lugar aonde os Beatles caminharam em 26 de setembro de 1969 (e está completando 40 anos hoje \o/). E foi por esse simples ato de atravessar uma faixa de pedestres que a imagem virou o décimo segundo album dos Beatles e assim como a rua, tornou-se uma de suas mais famosas capas de todos os tempos também, principalmente por estar associada a várias mensagens subliminares, conforme é detalhado neste site aqui. Abbey Road tem muitas histórias. Depois pensei: “Ah-vááá eu também quero. Vou mandar a minha”. Fiz um cadastro – bem chato diga-se de passagem – no site da Globo, coloquei todos os dados junto com a minha foto e enviei já pensando: “Nhá, eles nem vão publicar.”

Me enganeiiinnnn! E não é que a minha foto saiu na matéria do G1!!!!
É a 6º foto – Eu, parada na famosa faixa, acenando um “paz e amor” com uma mochila rosa nas costas, toda gataaannn se achando a ultima Beatle da banda ahauahuauha. Este dia foi muitoooo legal.


Quem falou que Juliana Global é só a Paes?
Heim?
Heim?

22 set, 2009

Amigo Destroyer

MÚSICA DO DIA: VIDA PASSAGEIRA – IRA

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Amigo Destroyer

Quem freqüentou e ainda freqüenta o SleepBlog conheceu uma figura única com o pseudônimo de Destroyer. Se eu fosse enumerar quantas histórias esse blog tem, com certeza eu me perderia nas contas, posso dizer que a minha história com o Rick começou alí e alí também conheci alguns amigos no mundo real também, não todos, mas mesmo aqueles que eu não conheço pessoalmente, tem um lugar especial ocupado no meu coração. Ontem, aquela segunda-feira cinza e chuvosa eu me lembrei daquela música do Ira que diz: “…É quando seus amigos te surpreendem deixando a vida de repente e não se quer acreditar…”

“Mas essa vida é passageira…”

Lembro que há alguns anos atrás, certo dia eu estava passando por uns perrengues meio chatos e estava muito triste… Entrei no msn e o Wanderson – O Destroyer, o Gordinho – veio falar comigo, contei meio por cima o fato e ele me disse: “Espera aí, vou te ligar!” E lá veio um numero com o DDD de Brasília e um amigo doido, carinhoso, querido e divertido do outro lado da linha. Ficamos umas duas horas no telefone: conversando, desabafando um com o outro, falando da vida alheia, falando de coisas da nossa vida e dando muitas, mas muitas risadas. Eu nunca vou esquecer esse dia. Depois disso nos falávamos quase toda semana e sempre era mais de uma hora no mínimo ao telefone; sempre falando besteiras, sempre com “Julis, minha amiga” e “Oooh meu amigo” misturados com conversas sérias e muitas gargalhadas!

A ultima vez que nos falamos tem mais ou menos um mês e meio. Wanderson estava com uma felicidade inevitavelmente contagiante: tinha encontrado sua cara metade, havia se casado, estava numa fase da vida que para ele, era como se fosse um recomeço. Eu fiquei muito feliz por meu amigo e desejei toda a felicidade do mundo, ele merece. Sempre mereceu!

Meu amigo Wanderson – Destroyer, faleceu na segunda-feira! Nem eu, nem o Rick e nem o pessoal do SleepBlog conheceu ele pessoalmente, mas quem disse que você precisa conhecer alguém ao vivo pra chamar de amigo e levar no coração?

O Sleeper deixou um trecho muito legal no SleepBlog que resume muita coisa daquilo que quero dizer aqui para vocês:

“Não vai haver esquecimento – não para nós que passamos por aqui há quase 7 anos, e já dividimos tantas risadas, histórias malucas, brigas memoráveis, mas principalmente amizade e companheirismo. Dividimos quase 7 anos de nossas vidas aqui, mesmo que passando tempos sem vir olhar os posts ou comentar. Mas está tudo registrado, se não ficar nos arquivos do blog, ficará nos arquivos indeléveis de nossas memórias.”

Só quem passou por tudo isso, vai entender O QUE foram esses 7 anos! Eu pensei em escrever algo na segunda-feira mesmo, mas não quero lembrar do meu amigo Wanderson neste dia, não quero tristeza na minha memória quando eu me recordar dele, isso nunca combinou com a sua pessoa. Quero sim, lembrar dele nesses 7 anos que convivemos juntos. Quero lembrar das risadas, dos telefonemas, das bagunças, das brigas, das loucuras, das palhaçadas e acima de tudo, da AMIZADE!

Destroyer, Wanderson, Gordo… Você deixou um buraco imenso de saudades em cada um de nós e vai fazer muita, muita falta mesmo. Vai em paz meu amigo!

Photobucket
Encontro em 2004 na Paulista, Destroyer ligou várias vezes pra gente neste dia – Essa foto rendeu a história do suco de laranja e adivinhem QUEM começou com as piadas?

Mel, essa eu tive que copiar do seu post:

“Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti.” John Donne

24 ago, 2009

People Around The World…

MÚSICA DO DIA: AROUND THE WORLD – OASIS

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People Around The World…

Dia 3 agosto fez um ano que viajamos pra Europa!
Um ano já se passou e embora tudo pareça como se fosse ontem, a saudade desses dias inesquecíveis é grande. Grande não. É imensa!!! Essa semana que passou o Marcelo (nosso grande amigo que reside em London) coincidentemente esteve aqui no Brasil para o casamento da irmã. Tudo foi muito corrido; tanto para nós como principalmente para ele! Conseguimos nos falar na quinta-feira e ficamos mais de uma hora no telefone. Ele me disse que Londres está um calor fora do comum (diferente do ano passado – que exatamente há um ano atrás o clima já estava bem mais ameno), está morando em outro lugar (perto do parque aonde fica o meridiano de Greenwich lindo lugar, por sinal) e trabalhando mais do que nunca (ele agora é o gerente geral de toda a rede Gant – chique demais), contou do Wandy (que me ligou no sábado as 7 horas da manhã – “já são onze horas aqui bonita, acorde!!!”) e contou que espera ansiosamente a nossa volta pra lá – seja à passeio ou para ficar de vez. Infelizmente devido a falta de tempo não conseguimos nos ver, mas o Rick encontrou-se com ele na Av. Paulista na sexta-feira e só não fui mesmo porque não ia ter como sair de São Caetano e chegar a tempo, afinal ele tinha outras coisas pra fazer até o final daquele dia, mas pelo menos consegui conversar com ele.

E tudo isso me deixa um tanto quanto saudosista porque eu trouxe muitas coisas de lá: trouxe conhecimento, trouxe sonhos realizados, trouxe novos amigos no coração e trouxe muitas lembranças de dias que eu jamais esquecerei na minha vida. Ontem mesmo, enquanto encaixotava o restante das minhas coisas para a mudança do apê fiquei me lembrando de todas as pessoas “indiretas” que conhecemos nessa viagem e lembrar isso fez com que eu risse sozinha, porque se tratando de pessoas, vocês podem abrir um leque enorme de variações e aspectos:

Lembro do albergue da Irlanda: o primeiro que chegamos e talvez o mais louco de todos que passamos (pra primeira impressão de albergue esse mostrou como tudo realmente é). Conhecemos um Húngaro muito simpático e que não tinha mais que cinco dentes na boca; contou um monte de coisas sobre a sua vida, mas contou pouco de sua família porque segundo suas palavras ele era uma pessoa sozinha, mas sentia-se melhor assim! Disse que trabalhava pra uma família muito rica e que dirigia quase todos os dias a Ferrari deles. No começo não acreditamos muito, mas depois que ele mostrou as fotos no celular eu compreendi bem mais além. Compreendi que um carro como esse na Europa é muito mais comum de encontrar do que aqui (Porshes então, são piores que pombos em praça de coreto), acho que na minha existência só por 3 ou 4 vezes eu vi uma Ferrari de verdade. Lá eu enjoei de ver.

Nesse mesmo albergue conhecemos um Francês muito freak. Foi quando em uma noite estávamos fazendo o nosso jantar na cozinha do Hostel e ele do nada, veio conversar com a gente. Falava e piscava muito rápido, não parava no lugar, estava feliz demais… Parecia que estava com algum fio desencapado no corpo, mas na certa obviamente deveria ter consumido alguma coisa do tipo ilegal, contudo fomos educados em não perguntar e depois, ele foi mais educado ainda em nos oferecer o resto da gororoba que ele tinha feito pro seu jantar: (acho que) era macarrão, mas parecia mais uma massa vermelha de consistência pra reboco de parede, por um momento perguntei-me se comer isso foi o motivo que o deixou tão louco assim! Ele era muito gente boa e, apesar de estar com sanidade alterada para modo “tô-doidão”, era ao mesmo tempo um ser totalmente inofensivo, nos desejou boa sorte e disse que pensava em ir ao Brasil nas próximas férias.

Em Londres conhecemos um garoto italiano que não sabia fazer macarrão, um francês careca com cara de poucos amigos até você oferecer alguma coisa de comer à ele, depois disso tornava-se o mais falante do lugar – quase um melhor amigo, conhecemos também duas australianas malucas que adoravam comer pepino sem lavar, descascar, picar ou temperar: assim mesmo, comiam do jeito que tiravam da geladeira e confesso que foi uma cena meio bizarra de se ver. E percebam: todos eles conhecemos na cozinha do Albergue, é por isso que muitos dizem que a cozinha é o coração da casa. Nesse mesmo hostel conhecemos um Brasileiro de Minas que estava sozinho na Inglaterra para fazer um curso, não me lembro mais do quê, as Australianas malucas fizeram amizade com o rapaz que era bem tímido e no ultimo dia em que estiveram por lá tiraram fotos com ele. Eu que bati as fotos.

Conhecemos um brasileiro no metrô que veio puxar conversa quando nos viu falando em português, ele estava sozinho, fazendo o mesmo esquema de viagem que nós, já tinha ido à França uma semana antes e recomendou alguns lugares pra gente, porém ele já estava pra ir embora por aqueles dias, acenou um adeus pra gente quando desceu (que eu me lembre) em Picadilly Station.

Na Escócia conhecemos o sósia do Willian Wallace (eu até tirei foto com ele) e depois de tanto ver a sua cara estampada em canecas, postais e imãs de geladeira nas lojas de todos os sourvenis de Edimburgo, nós descobrimos que além de ser muito querido entre as pessoas da sua terra, ele era mais famoso do que pensávamos, pois fisicamente ele muito parecido com o Willian Wallace que existiu de verdade e não como a maioria só conhece no rosto de Mel Gibson em Coração Valente.

Em Salisbury quando fomos ao Stonehenge conhecemos os Heritages e são eles que protegem o lugar, é um órgão que cuida de qualquer coisa histórica da Inglaterra pelo que andei pesquisando, não sei se todos são assim, mas estes que conheci eram no mínimo diferentes: pensem nos Hippies só de uma maneira Celta, quase um Druida, além de pessoas super simpáticas, tinham dois deles que estavam tocando harpa e eu fiquei maravilhada com essa cena, jamais vou esquecer isso.

Em Londres, conhecemos uma Colombiana que tinha uma lanchonete próxima da casa aonde o Wandy e Marcelo moram. Ela contou a vida, e foi muito gostoso ouvir a sua história. Disse que apesar de amar a Colômbia, amava mais ainda a Inglaterra e não trocava aquele seu mundo por nada… E penso que talvez por conta de todo esse amor ela retribuía na comida também, pois foi aonde eu comi o melhor breakfast londrino e encontrei o único suco de laranja decente desse país.

Foram tantas pessoas em tantos lugares que esse post ficaria infinito se eu contasse de todas elas aqui, por vezes a minha imaginação me leva de volta à essas terras e inevitavelmente também me lembro dessas pessoas que cruzaram o nosso caminho… Me pergunto aonde estão e o que estão fazendo neste exato momento. Será que estão bem? Será que continuam loucas? Será que aprenderam a fazer macarrão ou continuam fazendo a mesma massa de rebocar parede? Será que estão no mesmo emprego de dirigir uma Ferrari? Será que os cabelos cresceram ou cortaram mais curtos? Será que encontram um amor e casaram-se? Será que estão viajando bastante? Engraçado isso.

E sim, o mundo é deveras fascinante.

11 set, 2008

11/09/2001

MÚSICA DO DIA: A SUA MANEIRA – CAPITAL INICIAL

11/09/2001

Hoje eu ia escrever sobre o Stonehenge à vc’s – queridos e fiéis leitores, mas o 11 de setembro é uma data que não me deixa esquecer aquele acontecimento de 7 anos atrás… Muita gente – talvez a grande maioria pessoas que vivem nesse pequeno mundo de surpresas, acha que esse atentado foi uma boa e merecida resposta aos EUA… Mesmo que essa resposta tenha sido com a morte de tantas vidas inocentes, e resposta ou não, consequências boas ou ruins, de todas as coisas trágicas que eu já vi em 29 anos da minha vida, essa sem duvida foi a que mais me marcou…

Me marcou talvez por acompanhar tudo em tempo real, ou talvez pq quando eu vi o segundo avião chocando-se com a outra torre, por uns 10 segundos eu cheguei a achar que era alguma cena pra mais um filme hollywoodiano, ou talvez pq vendo esse tipo de coisa a gente crê cada vez mais que o mundo está perdido mesmo…
E tratando-se de mundo é evidente que já aconteceram absurdos muito piores do que esse e isso eu concordo plenamente, mas se vc perguntar a cada pessoa sobre o 11 de setembro de 2001, todos e até aqueles que são mais esquecidos, irão se lembrar muito bem de como foi esse dia.

Pra mim foi um dia longo e cansativo aquele 11/09…
As palavras que eu mais ouvi foram: “guerra”, “atentado”, “fim do mundo”, “terroristas” e que depois perpetuaram por mais um longo tempo (ou até hoje).
Eu não lembro do meu 11 de setembro do ano passado, mas lembro-me perfeitamente do meu 11 de setembro de 2001…

Quando eu estava na faculdade uma professora nos mostrou 11 curtas, de 11 minutos, produzidos por 11 pessoas, de 11 paises e com 11 visões diferentes sobre o 11 de setembro, o que eu mais gostei foi de um produzido por ninguém menos que Sean Penn – um dos meus atores preferidos, vale a pena dar uma olhada e ver um 11 de setembro um tanto quanto… Diferente:

Ok, o próximo post será o Stonehenge!

24 ago, 2008

De volta pra casa…

MÚSICA DO DIA: MILES AWAY – MADONNA

De volta pra casa…

E não é que eu voltei!!!! (ah-ah-ah)
Queridos, estou de volta sim, com milhões de coisas pra contar e mais milhões de sonhos realizados!!!

Europa é literalmente um outro mundo, (um mundo bem melhor pensando bem), conhecemos vários lugares, encontrei com meu amigo da faculdade, e de quebra conhecemos os amigos dele que viraram nossos amigos e agora mais do que nunca são pessoas inesquecíveis em nossas vidas.
Fomos pra Dublin – Irlanda, Inglaterra (várias cidades), Paris – França e Edimburgo na Escócia, mas tudo isso eu vou contar no decorrer desta semana pra deixar tudo muito bem registrado à vc’s, prometo!

E claro que tirei milhões de fotos (cerca de 2 mil, ui), mas antes preciso colocar minha cabeça no lugar e a minha vida tbm, sinto que parte de mim ficou em Londres, aquele lugar é apaixonante, viciante – bem como todos os outros lugares que eu conheci, a viagem de volta foi bem cansativa; atrasou o vôo de London com escala em Amsterdã, e por conta disso quase que não conseguimos pegar o nosso vôo de Amsterdã/São Paulo e que por conseqüência as nossas bagagens acabaram ficando por lá, mas a empresa aérea que voamos garantiu que entregam tudo para nós amanhã (aaaah, quero minhas coisas) sem falta.

Comprei muitas coisinhas legais por lá, entre elas um notebook muito fofo que cabe em qualquer bolsa simples, esse tipo de coisa por lá é muito barato e todo mundo tem!
E como não poderia deixar de comentar: a Madonna (finalmente!) confirmou a turnê dela aqui no Brasil (18/12 no Morumbi), fiquei louca quando soube e mais louca ainda em saber que o ingresso VIP é uma bela facada no rim de 600 reais…
Enfim, isso também é assunto pra depois, tenho muita coisa pra contar dessa viagem com certeza, mas por ora o cansaço está falando mais alto!