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29 ago, 2016

Receita: Pão de Queijo Fit

Desde que eu resolvi dar uma diminuída boa do carbo na minha vida, tenho me sentido mais “limpa” no sentido de uma alimentação mais leve, saudável e que sacia, sem deixar aquela sensação de estômago pesado, sabe? Veja bem, não cortei os carbos definidamente e por completo da minha dieta (mesmo porque por conta das corridas e treinos eu nem posso fazer isso), mas tenho evitado ao máximo tudo que vai farinha branca, tudo que seja industrializado… Então eu substituo por outras coisas – uma vez que opções não faltam, e sendo assim o resultado é uma comida mais clean e consequentemente mais saudável. O mesmo tenho feito para os doces: substituí pelo açúcar das frutas – frutose e açúcares do bem – demerara, mascavo etc quando faço receitas ou quando dá aquela vontade incontrolável de comer um docinho… E confesso que nessa parte tem sido um pouco mais difícil pra mim porque eu sou uma formiga pra doces, mas acredito que tudo seja uma questão de força de vontade e perseverança mesmo, os resultados chegam e com o tempo, as coisas que você achava que não conseguiria nunca ficar sem, vão fazendo cada vez menos falta.

Uma prova disso pra mim é o refrigerante, acho que tem uns 8 anos que cortei totalmente o refrigerante da minha vida, não sinto falta e muito menos vontade de tomar, outro dia fiz um teste e tomei 1/2 copo de Tubaína num churrasco com meus amigos, o resultado foi que não consegui terminar o 1/2 copo e ainda fiquei estufada feito um balão, sem contar que percebi que o gosto não teve mais graça como tinha antigamente pra mim.

Veja bem, não estou aqui escrevendo isso tudo pra tentar impor algo, sempre gosto de deixar isso bem claro, estou apenas contando experiências minhas que estão sendo positivas na minha vida e coisa boa a gente tem mais é que passar pra frente, né? Por conta de tudo isso tenho descoberto receitinhas deliciosas e saudáveis que estou amando fazer principalmente pelo quesito gostoso + facilidade. Ontem eu fiz um pão de queijo que modéstia à parte ficou melhor que o convencional. Pra essa receita você vai precisar:

01 ovo
01 colher (sopa) de polvilho azedo
1/2 colher (chá) de fermento
02 colheres (sopa) bem cheias de chia
O queijo é de sua preferência, eu coloquei 1/2 xícara de muçarela ralada, 2 colheres de parmesão e 2 colheres bem cheias de queijo cottage.

Misture todos os ingredientes e distribuía em forminhas (a massa fica liquida, portanto precisa ser em forminhas) e coloque pra assar no forno a 180 graus. Tempo: mais ou menos 20 minutos. Rendeu seis pãezinhos porque eu fiz 2 receitas. Fica muito, muuuuito gostoso:

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P.S. Não é lowcarb por conta do polvilho (que é um carbo natural), mas é 0 gordura trans (nada de óleo ou margarina), sem gluten e ainda tem outros aditivos que faz super bem a saúde (a chia) e o melhor: tem bem menos calorias que os pães de queijo convencionais, vai muito bem pro café da manhã ou como pré treino.

Outra forma que fiz o pão de queijo foi na frigideira que ao meu ver é muito mais pratico e fica até mais gostoso, pra essa receita eu usei:

01 ovo
01 colher (sopa) de polvilho azedo
01 colher (sopa) de polvilho doce
02 colheres de queijo parmesão ou qualquer outro queijo de sua preferência
01 pitada de sal

Olha que delícia:

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Notem que esse não vai fermento justamente porque é feito da frigideira, então dispensa o uso desse ingrediente. Fica pronto super rápido, é uma receita fácil e prática justamente pra quando bate aquela fome meio fora de hora, tenho comido no meu café da manhã e deixo pronto um dia antes guardado num potinho, fica gostoso da mesma forma, geralmente recheio com queijo muçarela, mas você pode incrementar com peito de peru, outros queijos, tomate… Fica uma delícia!

23 ago, 2016

Receitas Lowcarb

Como bem vocês sabem, eu não sou uma cozinheira de mão cheia como o Rick – Chef & Mestre Cuca da casa, mas vira e mexe eu me aventuro em fazer alguma coisa que seja gostosa, mas que em primeiro lugar seja fácil. Sou adepta ao prático, simples e gostoso quando o assunto é culinária. Em outubro eu estou inscrita pra minha primeira MEIA MARATONA (yeaaaahhhhh!!!) – a Meia de Sampa e embora eu tenha feito bem os 16k da Athenas, eu preciso agora mais do que nunca, me preparar melhor pra fazer uma corrida tranquila, afinal de contas 21 quilômetros não são 16, não são 10. Enfim… Como quero perder alguns quilinhos também e sou super fã de receitas fit, peguei esses dias váááárias receitas low carb, fit e de zero açúcar pra testar em casa, então conforme eu for cozinhando (e se ficar bom) eu vou postando aqui pra vocês, combinado?

Vamos começar com o pãozinho divinamente macio e super gostoso. E o melhor de tudo: low carb, ou seja – zero farinha branca, não engorda e dá pra comer sem culpa. Pra essa receita você vai precisar de:

01 ovo
01 colher (sopa) de iogurte natural desnatado
01 colher (sopa) de farelo fino de aveia
01 colher (café) de fermento em pó
sal e *tompero* à gosto

Misture tudo até formar uma massa homogênea, não vai ficar uma textura massuda de pão normal, ela fica algo como textura de vitamina mesmo, se achar que a massa ainda está muito líquida, pode colocar mais um pouquinho de aveia. Misture bem e coloque em forminhas de silicone (eu sempre faço duas receitas, então rende 6 forminhas) e leve ao forno na temperatura de 180 graus por mais ou menos 15 minutos. Dá pra fazer no microondas também, mas só testei no forno. Você pode rechear com o que quiser, eu usei queijo cottage, atum sólido (de preferência ao de água e não óleo) e tomatinho cereja… Ficou lindo, ficou fit, ficou fofinho e gostoso assim:

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P.S. Eu acho que dá pra fazer essa receita na versão doce também colocando uma colher de cacau em pó, açúcar demerara/mascavo/stevia, frutas, canela… Testarei em breve!

E a outra receita é pizza fake, low carb também! Pros ingredientes da “massa” vc vai precisar:

1/2 brócolis
1/2 couve flor
01 ovo
01 dente de alho
1/2 xícara de queijo muçarela ralado
01 colher (sopa) de queijo parmesão.

Cozinhe o brócolis e o couve flor. Escorra. Corte os brotinhos ou use com os cabinhos mesmo (algumas receitas dispensam os cabinhos, eu usei alguns… queria testar com o meio termo) e triture no mixer ou corte bem fininho. Coloque num refratário de vidro, passe um plástico filme, faça um furo no centro do plástico com uma faca e leve ao microondas por aproximadamente 8 minutos, isso é para evaporar a água que os legumes soltam. Adicione o ovo, queijos, o alho e misture até formar uma massa homogênea. Despeje a massa numa assadeira de pizza e espalhe com uma espatula ou com as mãos mesmo. Leve ao forno já pré aquecido na temperatura de 180 graus por mais ou menos 20 minutos, isso depende um pouco de forno pra forno, então observe até ela ficar mais douradinha. Retire e recheie com os ingredientes de sua preferência, eu usei molho de tomate e queijo muçarela apenas porque ontem foi o meu Segunda Sem Carne, leve ao forno novamente para derreter o recheio e pronto! – Fica essa maravilhosidade pra comer sem culpa:

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P.S. Achei que a massa ficou um pouco fina, da próxima vez deixo mais grossa, não coloquei sal porque o salgado do queijo já tempera bem e também não untei a forma porque mais uma vez é o queijo que já faz esse trabalho, dá pra fazer só de couve flor ao invés de ser metade de brócolis, é só usar o talo todo do couve flor como medida. Quanto mais sequinha a couve/brocólis estiver, mais crocante e mais com gosto de massa de pizza de verdade fica, portanto, tem que fazer o esquema do microondas de tirar a água. Acho que dá pra fazer na frigideira também, testarei numa próxima porque eu acho que, inclusive, o tempo de preparo será menor. O queijo adicionado a massa também fica por sua escolha em colocar ou não, se não quiser colocar queijo, aí sim vc coloca uma pitada de sal ou algum outro tempero de sua escolha.

Gostaram? Tem alguma receita fit boa também? Me conta aqui nos comentários. Curta o blog no FB.
Tô postando tudo no Instagram também, me segue lá.

15 mar, 2016

Segunda Sem Carne

Vocês conhecem o Segunda Sem Carne?

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Eu já tinha ouvido falar, mas nunca parei pra ler a respeito. O Segunda Sem Carne é uma campanha de conscientização sobre os impactos que produtos de origem animal na alimentação tem sobre os animais, sociedade, saúde humana e o planeta. Vocês podem ler tudo a respeito neste link aqui. A ideia, é de pelo menos uma vez por semana você não consumir nada de origem animal e por consequência descobrir novos sabores (o site tem receitas fáceis e deliciosas). O Segunda Sem Carne já existe em 35 países, apoiada por um monte de gente famosa. Paul Paul McCartney – vegano fervoroso é o embaixador da causa no Reino Unido e, aqui no Brasil, o Segunda Sem Carne chegou em 2009 com várias implementações em parcerias entre a (SVB) Sociedade Vegetariana Brasileira e a Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA) da prefeitura.

Mas por que a segunda-feira? Porque segunda-feira é o dia da semana mais associado a mudanças como todos nós sabemos, afinal, quem nunca: ‘segunda eu começo a dieta’, ‘segunda eu volto a academia’, então daí veio o Segunda Sem Carne. Diante disso, eis que ontem resolvi aderir ao movimento! Confesso que acabei almoçando frango (eu ainda não tinha decidido a respeito ehehe), mas já na janta não comi nada de origem animal. Porém, dessa semana em diante vou me programar melhor e ficar pelo menos toda segunda feira sem comer carne e/ou qualquer outro produto de origem animal. Meu jantar de ontem foi: espinafre, brócolis com tomate cereja e cuzcuz marroquino com creme de ricota light. De sobremesa: uma banana. Me satisfez bem a fome e diga-se de passagem estava delicioso. Veja bem, a ideia nesse post NÃO É, de forma alguma e que fique BEM CLARO, converter ninguém (aliás, odeio essa palavra… converter… uurgh) até mesmo porque, nem vegetariana eu sou… Mas acho que vale dar uma leitura na campanha e pensar a respeito com carinho e se achar legal pensar em aderir também, afinal de contas, no mundo que estamos vivendo hoje, qualquer ação boa – por mínima que seja, já é um respiro de esperança pra um futuro melhor. <3

08 jan, 2016

Com a palavra, Dr. Drauzio Varella

Doutor Drauzio Varella é uma grande inspiração pra mim: como pessoa e como atleta. Seu livro está na minha lista de leituras (aliás, tenho que dar um pulo hoje no shopping e vou aproveitar pra comprar) e li hoje esse trecho aqui que achei tão incrível que vou compartilhar com vocês:

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Eu Corro – por Drauzio Varella, 68 anos, médico

“Quando eu estava prestes a completar 50 anos, um amigo me disse que naquela idade começava a decadência. Então resolvi fazer alguma coisa legal para comemorar a data e tive a ideia de fazer uma maratona. Já comecei a correr pensando nos 42 km. Pouco tempo depois, outro amigo me passou um programa de treinos e fui seguindo como podia. No fim daquele ano, corri a Maratona de Nova York em 4h01. Isso foi em 1993, e desde então já participei dessa prova mais umas sete ou oito vezes. Também já corri em Chicago, Berlim e Joinville — meu melhor tempo é de 3h38, em 1994, em Nova York.

A maratona é minha distância preferida. Ninguém corre 42 km sem estar preparado, todo mundo ali sabe o que está fazendo, então existe muito mais respeito. Já participei de alguns revezamentos e provas menores, mas não gostei. Também fiz a São Silvestre e detestei, achei uma bagunça. Treino duas vezes por semana no Parque do Ibirapuera e nos fins de semana procuro correr no Minhocão ou no centro da cidade. Aí vario os trajetos: passeio pela praça da Sé, largo de São Bento, Mercado Municipal. Cada treino varia entre 15 e 25 km, depende de quanto tempo tenho.

Também subo os 16 andares do meu prédio duas vezes por semana. Vou pelas escadas e desço pelo elevador, onde aproveito para ir me alongando. Repito isso entre oito e dez vezes. É puxado, mas me dá um fôlego danado e com certeza me ajuda a correr melhor. Se as pessoas fizessem mais exercício, ficar parado seria menos penoso para o corpo. Quando você é sedentário, você se levanta e logo tem que se sentar de novo — e aquilo não te descansa. Quando você corre bastante e senta, é uma sensação muito boa.

Sempre levo meu tênis quando vou viajar. Tem coisa mais gostosa do em um dia de congresso você se levantar cedinho para treinar? Corro 2 horas e depois passo o resto dia sentado, sem culpa, ouvindo as pessoas falarem sobre os assuntos de que eu mais gosto. É uma delícia. Para mim, a corrida é um antidepressivo maravilhoso. Sou muito agitado, faço muitas coisas e a corrida também me ajuda a relaxar. É o momento em que fico em contato comigo mesmo, vejo minhas limitações, e isso me deixa mais com o pé no chão. Por isso não corro ouvindo música e prefiro treinar sozinho.

No ano passado, fiz a Maratona de Berlim em 4h12. Depois pensei que se tivesse feito 2 minutos a menos teria me qualificado para Boston. Não quero estabelecer essa meta porque tenho medo de me frustrar, mas, se este ano eu conseguir fazer uma maratona em menos de 4h10, posso comemorar os 70 anos correndo em Boston.

Não tenho nenhum cuidado especial com alimentação. Antes do treino, bebo uma água de coco ou como uma fruta. Depois tomo café com leite e como pão, azeite e tomate. Não estou convencido de que existe um benefício real nesses géis e vitaminas, aminoácidos. Durante a maratona só bebo água, não tomo nem isotônico. Como cortei açúcar da minha alimentação há 34 anos, tenho medo de ficar enjoado e passar mal. O exercício só é bom quando ele termina. Durante, é sofrimento. Às vezes você até libera uma endorfina no meio e dá uma sensação boa, mas o prazer mesmo vem quando você acaba.

Quem faz atividade física tem um envelhecimento muito mais saudável. Tenho quase 70 e não tomo nenhum remédio, peso 3 kg a mais do que na época da faculdade. As pessoas dizem: “Você é magro, hein? Que sorte!” Não é sorte, tenho que suar a camisa todos os dias.

Eu corro porque estou convencido de que o exercício físico é contra a natureza humana. Precisamos combater essa inércia. Nenhum animal desperdiça energia, ele gasta sua força para ir atrás de comida e de sexo ou para fugir de um predador. Com essas três necessidades satisfeitas, ele deita e fica quieto. Vá a um zoológico para ver se você encontra uma onça correndo à toa. Ou um gorila se exercitando na barra. Por isso é tão difícil para a maioria das pessoas fazer atividades físicas.

Um exemplo disso são meus pacientes. A grande maioria são mulheres com câncer de mama. Muitas passam por quimioterapia, perdem o cabelo, têm enjoos, fazem cirurgia para retirar parte do seio. E enfrentam esse processo com tanta coragem que fico até emocionado. Depois disso tudo, falo para elas que, se caminharem 40 minutos por dia, cortam pela metade a chance de morrer de câncer de mama. Esse índice é maior do que o da quimio, mas menos de 1% das minhas pacientes começam a fazer exercício. Vai contra a natureza humana.

Muita gente fala que não tem tempo de fazer exercícios. Dizem que acordam muito cedo para levar os filhos à escola, que trabalham demais, que têm que cuidar da casa. Antes eu até ficava com compaixão, mas hoje eu digo: isso é problema seu. Ninguém vai resolver esse problema para você. Você acha que eu tenho vontade de levantar cedo para correr? Não tenho, mas encaro como um trabalho. Se seu chefe disser que a empresa vai começar um projeto novo e precisa que você esteja lá às 5h30, você vai estar lá. Você vai se virar, mudar sua rotina e dar um jeito. Por que com exercício não pode ser assim?

Nós temos a tendência de jogar a responsabilidade sobre a nossa saúde nos outros. Em Deus, na cidade, na poluição, no trânsito, no estresse. Cada um de nós tem que se responsabilizar pelo próprio bem-estar e encontrar tempo para cuidar do corpo. É uma questão de prioridades.

Se você não consegue fazer exercício de jeito nenhum, pelo menos tem que ter consciência de que está vivendo errado, que não está levando em consideração a coisa mais importante que você tem, que é o seu corpo. Este ano pretendo correr as maratonas do Rio e de Chicago. Se fizer abaixo de 4h10, me qualifico para Boston.”

18 nov, 2015

Ultimas Corridas: Athenas, Delta – França e Night Run

Como ando bem relapsa com esse blog (pra variar), eu decidi escrever tudo junto sobre minhas ultimas 3 corridas, assim fica mais fácil pra eu comparar minhas impressões entre uma e outra.

Dia 25/10 eu fui na Corrida Athenas Caixa. O clima estava maravilhoso: friozinho e tempo nublado, o circuito foi bem legal, bem retão e tals aí eu comecei empolgadíssima, louca da bota, cheia de gás e lá pro 2.5k eu comecei a sentir aquela dorzinha abaixo da costela, affeeee eu odeio quando isso acontece e me odiei porque eu deveria ter controlado melhor meu pace e respiração, mesmo assim baixei meu tempo, cheguei em 32:11 e foi meu menor tempo até agora. Mas ainda preciso melhorar.

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Dia 08/11 foi a Delta – França alí nos arredores do museu do Ipiranga. O clima também estava ótimo, o percurso tinha bastante subidas, mas foi o circuito que eu mais gostei, acho que muito em parte porque comprei um relógio de corrida (Garmin) e com ele consegui controlar melhor meu pace e respiração, fiz em 34:40 (acho) e pro tanto de subidas que teve eu achei que fui bem. A organização também estava boa.

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Dia 14/11 foi a Night Run – Etapa Água, essa, diferente das outras foi à noite e a largada foi no sambódromo do Anhembi. Essa nós ganhamos de um amigo do Rick que não pode ir e deu as inscrições pra gente. Tava um calor desértico e abafado de matar, o circuito era legal, mas não gostei muito da organização, nos pontos de hidratação a água não estava gelada e não sei por ser no sambódromo, eu achei o lugar + organização um tanto quanto confuso. O calor não ajudou e acabei fazendo em 35:39. Ainda acho que prefiro corridas de manhã. Essa por enquanto não tem fotinhas porque não encontrei nenhuma ainda nos sites de corredores.

Minha próxima é a Star Wars Run – dia 28/11 e neste próximo domingo vamos treinar em Paranapiacana, faz tempo que estou querendo ir lá, depois eu conto como foi.

30 set, 2015

#JulianaCorre

Comecei a correr despretensiosamente há alguns meses atrás (+ ou – uns 6 meses) quando voltei a academia e desde então, sem eu até perceber, tudo começou a mudar. Começava com caminhar um tanto, correr uns dois minutos, depois caminhar de novo, correr mais 3 minutos e assim ia. Engraçado é que antes eu não aguentava correr nem um minuto na esteira, não tinha fôlego e achava que nunca teria… Antigamente pensava: “isso não é pra mim” e isso foi, felizmente, um grande engano meu. Comecei a melhorar cada dia mais, até que os resultados foram vindo junto com a mudança que eu comecei a perceber em cada passo que eu dava na esteira.

Comecei a pegar gostinho por isso e aí eu resolvi correr na rua também: gostei tanto que, pelo menos três vezes na semana eu vou correr na rua. Mas eu queria ir mais longe. Aí eu me inscrevi em uma corrida de rua porque queria ver e sentir como eu me sairia no meio da galera, numa prova, com tempo e percurso marcado. E antes mesmo de ir na minha primeira corrida eu já tinha me inscrito em mais duas porque eu sou do tipo que se empolga com propriedade quando algo começa a me agradar. Comecei a ler uma porrada de artigos sobre corridas e seus benefícios, dei uma remanejada na minha alimentação que nunca foi ruim, mas vi que dava pra melhorar bastante. Comecei a me inspirar em amigos que já correm, fiquei de cara quando soube que o Doutor Drauzio Varella começou a correr com 50 anos, é ex fumante e corre nada menos que 4 (QUATROOOO) MARATONAS (sim, eu disse MA-RA-TO-NAS) por ano. Eu fui correndo e as coisas boas foram vindo.

Percebi que as mudanças não estavam sendo apenas no meu corpo: além de perder os quilinhos sobrando que queria, melhorar a disposição/resistência, músculos mais durinhos, eu comecei a sentir também muitas melhoras na minha cabeça. Não tive mais crises de ansiedade (pra quem não sabe, eu tenho TAG), sinto menos stress, passei a dormir melhor e eu notei que cada vez que ponho os fones de ouvido e começo a correr, eu consigo me concentrar só nisso e deixo todos os meus problemas/pensamentos de lado enquanto corro. Quando termino de correr eu estou pingando de suor, meu rosto fica parecendo um pimentão (sou daquelas que corre e fica vermelha) e cansada, mas com aquele cansaço tão gostoso que o corpo e a mente estão mais leves que uma pena. Ah, a endorfina, Deus como é bom. Já declarei publicamente meu amor por ela.

Montei uma playlist maravilhosa, investi em um bom tênis, continuei a correr e foi aí que eu descobri: me apaixonei pela corrida. E não falo daquela paixão platônica que só dura um tempo, não. É amor mesmo. E quando isso acontece não tem mais volta. Hoje não me vejo mais sem correr. Eu me encontrei em corridas e por um acaso eu também sou aquele tipo de pessoa que já tentou de tudo um pouco no assunto exercícios, mas nada me motivava. Uma das coisas mais legais em correr é que, pelo menos pra mim, eu não estou competindo com ninguém e nem preciso disso. Eu estou competindo comigo mesma. Eu sempre ganho quando completo um percurso mesmo que eu chegue muito depois do primeiro colocado, ganho quando faço um treino na esteira ou na rua. São meus méritos que correr, só depende de mim mesma. Rick também começou a correr junto comigo. Corremos juntos, nos incentivamos juntos, o que torna tudo ainda mais prazeroso.

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Aprendi algo muito importante: não importa se você corre rápido ou mais devagar. Just keep running. E quando muitas vezes algo parecer difícil de conseguir: just keep running. Não vou aqui ficar levantando a bandeira de que todos deveriam correr porque isso é pessoal de cada um e é um pouco chato também né, estou aqui apenas contando o bem que correr tem me feito, ainda sou iniciante nos 5K e sei que tenho muito chão ainda literalmente pra correr, aliás, essas fotos do post são das minhas duas primeiras corridas que participei: a Circuito Das Estações – Primavera e a Vênus que foi o percurso que mais gostei.

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Minhas próximas metas são 10K, 15K, e espero em 2017 correr meia maratona. Ainda não sei se tenho coragem de encarar uma maratona, mas pra quem achava que nem correr um metro na esteira conseguiria, pensando bem, uma maratona não é um sonho tão distante assim. Just keep running 🙂

07 ago, 2015

Sobre corridas…

É uma sensação muito boa quando além de algo te fazer bem, você se encontrar e se ver naquilo. Eu tô assim com corridas. Já estou inscrita em duas (na Vênus e o Circuito das Estações – Primavera e Rick vai comigo nessa) e apesar de ainda ser novata nisso, tenho treinado bastante e os resultados, gradativamente, estão vindo.

O lance é que quando eu me disponho a fazer alguma coisa, eu praticamente viro uma PhD no assunto e saio a caça de todo tipo de artigo relacionado. E nessas, encontrei uma corrida em Paris (eu sei, sô puro glamour, môbeim) que é só para mulheres e está na 19a edição. Além do trajeto, diga-se se passagem, ser maravilhoso (por motivos óbvios), o evento em si foi o que mais me emocionou. Encontrei uma moça brasileira que foi e escreveu como foi. Fiquei apaixonada pelo circuito La Parisienne (assistam dos 4 minutos em diante que é quando fica mais legal) e quem sabe na 20a talvez eu esteja lá divando e correndo com azamigas corredoras!

03 jul, 2015

Playlist pra correr

Pessoas que tem a corrida como seu exercício tem suas peculiaridades também: algumas gostam de correr concentradas na respiração, outras com algum dispositivo que mede distancia e quilometragem e tem aquelas que não preferem nada disso e simplesmente correm…

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Eu preciso de musica.

Eu sempre pensei que musica é uma ótima injeção de otimismo pra qualquer coisa. Um incentivo. Ouço musica o dia todo no trabalho, na rua principalmente… Outro dia meu iPod ficou sem bateria e quando saí de casa, sem música, parecia que estava faltando um pedaço de mim. Na academia eu gosto de ouvir musica quando estou fazendo meus exercícios aeróbicos, além de ser uma motivação, ajuda o tempo a passar mais rápido e quando estou bem cansada, mas ainda não terminei o percurso, eu sempre me concentro na musica e dá certo.

Como é bem chato de ficar trocando as musicas enquanto você está na esteira por exemplo, eu resolvi criar uma playlist específica para correr. Infelizmente não tem todas as músicas que tem na playlist no meu iPod porque algumas ainda não tem no Spotify, mas já dá pra brincar e espero que gostem:

Divirtam-se e boa corrida!

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30 jun, 2015

Minha 1a corrida!

Estou bem firme na academia. E isso não quer dizer em relação só aos treinos, mas estou indo no mínimo 5 vezes por semana e acho que dessa vez eu já fiz as pazes com a força de vontade, mandei a procrastinação a merda e não estou faltando mais. Pra mim melhorou em muita coisa: tanto fisicamente, disposição e até emocionalmente. Entre a musculação e aeróbico eu prefiro fazer o aeróbico, embora sempre eu faça os dois, é nele que principalmente vou melhorar a minha disposição e como estou bem empenhada e treinando direitinho, vou participar da minha primeira corrida:

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Na verdade eu já participei de duas na minha vida – uma em São Paulo que agora não me lembro o nome e uma outra aqui em São Caetano – a Corrida de Reis, mas já faz muito tempo e embora eu me lembre de ter completado o circuito das duas eu não tive um preparo e treino adequado pra nenhuma delas, então por isso que estou dizendo que essa está sendo oficialmente a minha 1a corrida. A Corrida Vênus é bem legal (já está no sétimo ano), é feita só por mulheres e você pode escolher entre três etapas: 5k, 10k e 15k. Como sou principiante nisso escolhi a de 5k e vou correr junto com minha amiga Elaine. O evento vai acontecer no Jockey Club de São Paulo no dia 20 de setembro e antes no dia 23 de agosto no Rio de Janeiro no MAM, então tem bastante tempo pra se inscrever e treinar. No site tem todas as informações e link para inscrição, corre e chama azamigues também.

Em tempo: por todo esse meu empenho e dedicação, resolvi me dar um tênis de presente, na verdade foi presente do marido mesmo e ganhei esse tênis da Nike da coleção Fotossíntese:

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Ótimo pra correr, super leve, mas o que eu mais amei é esse floral de estampa. Essa semana também vou postar uma playlist aqui com (minhas) musicas de correr, me aguardem!

25 fev, 2014

Limites pra uma alimentação saudável?

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As vezes eu vejo umas coisas meio absurdas nessa internet que eu não sei se é chatice da minha parte ou se é a falta do bom senso que realmente está acabando entre as pessoas… Eu acompanho alguns blogs fit porque gosto de pegar dicas de receitas e exercícios, mas nada mais além disso, porque coisas mais sérias como suplementação por exemplo, somente um profissional da área pra orientar… Além do mais, eu nem vou entrar nas questões de posts patrocinados porque ao mesmo tempo que isso é muito bem maquiado e que, infelizmente, ainda tem muita gente que não percebe (ou finge que não percebe, vai saber…), tem aquele que também escancara e não faz questão alguma de disfarçar mas ok, acho que “pagando bem que mal tem?”, porém é óbvio que não tem como não se perguntar: até que ponto uma “opinião” paga é realmente confiável? Mas a questão, como disse nem é essa, vou falar de um ponto específico que ando observando com uma frequência até que grande nesse meio…

Semanas atrás vi uma foto num blog fit muito conhecido que me deixou um tanto quanto incomodada ao ponto de se perguntar “mas gente, isso é realmente necessário?” tipo… Sério mesmo… REALMENTE precisa? E como essa modinha agora de “marmitar” em qualquer lugar (qualquer lugar MESMO) virou uma febre entre os fitnistas (mas não todos e não estou generalizando, que fique isso bem claro), eu me pergunto também, até aonde algumas pessoas querem e procuram um meio de vida mais saudável e até aonde isso não se torna uma neurose que, diga-se de passagem, na maioria das vezes (como na maioria das neuroses) faz você fazer papel de ridículo, pelo simples fato do exagero, mas isso é uma opinião minha e isso não necessariamente quer dizer que eu esteja certa. É só uma opinião! Foto de gente “marmitando” dentro do carro durante o transito, no consultório, na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê e até mesmo em um avião – daquela ponte aérea super curta que quando você pensa em abrir um pacotinho merreca de amendoim, seu voo já chegou ao destino. Percebam que, não é só o fato de você comer quando sente fome – isso, na verdade, não é o problema (é uma solução!), nem ter sua própria comida, mas pra começar que eu acharia grosseiro demais alguém abrir um potão de macarrão e frango do meu lado em um consultório enquanto eu também espero a minha vez pra passar com um médico ou ainda: 15 claras de ovos e uma batata doce do tamanho da sua cabeça, tudo isso sendo aberto bem ao seu lado e dentro de uma caixa gigante pressurizada mais conhecida como avião… SOCORRO!!!!!

Gente, numa boa? Eu só consigo imaginar o cheiro bombástico que deve ser quando se destampa uma “marmita” dessas e como disse, o ponto geral de tudo isso: não importando aonde! Diferente daquele que resolve comer uma maçã ou uma barrinha de cereal pra enganar a fome ou porque não teve tempo pra almoçar… Sei lá até que ponto uma tupperware com comida FRIA e nuclear em termos de cheiro, aberta sem precedentes do limite de respeito do espaço ao próximo – como querendo dizer: “foda-se, é a minha hora de comer”, está sendo a bandeira declarada da boa alimentação. Acredito que isso seja algo pra no mínimo se questionar. Acho que pra tudo tem um lugar certo (restaurantes self services tem aos montes com variadas opções e preços baratos, sabiam?), pra tudo é uma questão de educação e se isso é normal pra muita gente, eu tenho o direito de achar que não é (e ainda pensar que isso é no mínimo estranho).

Você fazer uma viagem relativamente curta de avião e levar sua própria comida (independente da “marmita” em questão ser patrocinada ou não pra você estar ganhando um bom cascalho ao fazer papel de besta numa ponte aérea) me leva a questionar que então fazer uma viagem longa, viajar pra um lugar em que a comida é diferente dos seus hábitos alimentares está totalmente fora de questão porque né… Pessoas que “marmitam” em qualquer lugar, mas não comem nada além daquilo que estão habituadas (ou se impõem pra si, pensando bem), então a (única) solução é ficar em casa e isso pra mim já é se privar demais da vida. Até porque a fiscalização aduaneira pode até deixar com o “jeitinho brasileiro” você passar naquela ponte aérea curtinha, mas jamais deixaria você passar transportando sua feira dentro mala de mão em um voo internacional, correndo até o risco de te prenderem por terrorismo enquanto você tenta explicar que toda aquela caralhada de claras de ovos e batata doce com cara de poucos amigos não é uma bomba. Isso foi é apenas uma das observações que sempre faço quando vejo esse tipo radicalismo, porque assim… Se um dia ou outro você comer algo que está fora dos seus hábitos, não quer dizer que você irá viver menos na sua vida super saudável-radical por isso, nunca ninguém comprovou cientificamente uma coisa dessas. Então apenas RE-LA-XE, aproveite mais e não seja tão exageradamente regrado assim. Dizer que “levamos esse hábito porque gostamos” eu até acredito com algumas reticências, mas pra mim é o mesmo que uma criança de 5 anos dizer “porque sim e pronto”, mesmo porque, eu duvido que não tenha aquele que não suba pelas paredes quando vê uma barra de chocolate, mas que se obrigue a comer aquele brigadeiro-fit como substituto e que, mesmo que diga que é, com certeza o gosto e o prazer não são os mesmos. Não, não são.

Sou super a favor da alimentação saudável. É óbvio! Ninguém quer ter uma veia entupida, ter um treco e bater as botas. As pessoas estão cada vez mais procurando por isso (eu sou uma delas) e parabéns! – porque ninguém vive de fast food e comida industrializada. Alimentos saudáveis são uma delícia – algo que com criatividade e boa vontade dá pra fazer coisas maravilhosamente gostosas, mas não sou a favor de me abster 100% do prazer que é comer outras coisas que eu gosto, que necessariamente não são tão saudáveis assim e que de uma forma ou de outra se eu não comer, podem me privar de OUTROS prazeres da vida por isso. Bom senso, minha gente!

Querem um exemplo? Pensem se eu – Juliana, fosse exatamente assim: regrada radicalmente a base de clara de ovo, frango, macarrão integral e com uma viagem incrível marcada pra daqui uns dias em que, o meu destino são países, cujo alguns deles eu não faça nem ideia de como seja a comida… E eu faria o que com toda minha vida de marmiteira do cardápio regrado? Acho que o melhor seria eu ficar em casa vendo tevê e comendo frango sonso, né? Percebam até que ponto você precisa saber o que é saudável e o que é privação, não só de alimentação, mas de outras coisas que isso acaba envolvendo. Eu só de dei UM exemplo entre muitos.

Não vejo problema em um pedacinho de pudim de leite depois do almoço, menos problema ainda no bom e velho arroz com feijão ou um lanche rápido pra quem naquele dia, não teve tempo de almoçar. Ovo é ótimo pra quem está malhando e não vou morrer mais cedo que você, só porque justo hoje eu resolvi comer o meu frito com pão no meu café da manhã (e você comeu suas 15 claras e ainda cozidas. cara, teu peido deve ser uma bomba). Alimentação saudável é super válido sim, quem ainda não se tocou disso, deveria se informar e pensar mais a respeito pra ter hábitos melhores e uma vida mais longa, mas só não seja um escravo disso… Afinal de contas, o exagero por mais bem intencionado que seja, também não é legal. Reflitam.

17 set, 2012

Meu processo ‘acadêmico’: 1 mês!

Meu processo ‘acadêmico’: 1 mês!

Assim como a Dai (uma das minhas incentivadoras, aliás, já viram a ideia nova lá do TPM de #ummesligh?) que sempre relata seus avanços na academia e acho que isso é uma forma de incentivo muito legal, não só pra quem escreve como também pra quem lê, vou deixar meu pequeno relato de apenas um mês de academia aqui pra vocês… Ou se já completou um mês, não me lembro.


Na primeira semana de exercícios eu achei que FOCE MORRÊ! Tudo doía. Eu achei que tinha travado meu corpo. Meu amigo pra brincar comigo perguntava porque eu estava andando que nem uma pata choca e como o dedo médio, além da língua eram as únicas coisas que não doíam em mim, eu mostrava o dedo ~educado~ e soltava alguns impropérios pra ele e nhá… Coisas de amigo, vocês entendem. Mas na primeira semana, mesmo com as dores eu passei a dormir melhor. Nas semanas seguintes a história foi outra: as dores passaram, não se repetiram com aquela intensidade absurda e eu notei que gradativamente a minha disposição para os exercícios foi aumentando de uma maneira considerável.


Sinto fome, mas nada monstruosamente absurdo – como o suficiente no almoço, sem exageros e se passo um pouco da conta me sinto pesada. À tarde SE me dá fome eu como uma barrinha de cereal ou uma goiabinha (que tem menos calorias que a de cereal) e à noite como salada, carne e tomo leite antes de dormir, às vezes me permito um pedacinho de chocolate, mas me acostumei bem com a gelatina, acho que principalmente por conta desse calor do inferno. Chocolate! Isso é uma coisa que sou viciada, mas olha que maravilha: percebi que com a academia (sei lá, pressuponho que seja isso), aquela vontade de matar qualquer um por uma barra de chocolate diminuiu bastante, tanto que o pote de Nutella que está aqui no meu trabalho eu só comi com cream cracker na primeira semana e depois acabei literalmente esquecendo dele, meu pai até estranhou. ¬¬


Tenho aparelho de aferir pressão arterial em casa e em alguns dias à noite eu tenho aferido pra saber como anda esse lado de dentro et voylá: sempre ente 11×8, 11×7, 12×8 – perfeita. Na esteira até eu estou me surpreendendo com meu próprio pique e faço 30 minutos naquele ritmo de trote quase uma corrida e minha meta é sempre 3 quilômetros e meio, essa semana vou tentar chegar nos 4 quilômetros. Já estou pensando em dar um fim na minha mesa e cadeira de computador que tenho na sala porque agora só uso o notebook e enfiar uma esteira lá, mas quando vi o what fucking this prices? na internet, resolvi deixar esse plano mais pra frente eheheheh.

A academia tem feito bem pro meu corpo – já tenho bracinho que posso trocar lâmpadas (ahahahhahah), perdi medidas na cintura e na barriga, tem feito muito bem pra minha saúde, mas tem feito muito bem principalmente pra minha cabeça, saio de lá como se tivesse pisando em nuvens e com a cabeça leve e vazia.


Desço junto com meu pai bem cedo e confesso: é uma tortura pra acordar, mas o único dia que resolvi voltar pra cama me arrependi depois, portanto acordar cedo É preciso. Faço todos os exercícios e na maioria dos dias faço as duas séries juntas, tomo meu banho calmamente e subo pro trabalho. Achava que não ficaria uma semana pelo fato de eu estar indo sozinha – sem a companhia dos meus amigos (lembram? O Ju foi pra outra por conta dos exercícios aeróbicos e o Evandro só pode à noite), mas sabe que eu estou adorando muito essa ideia de ir só?

Não que eu não gostasse da companhia dos meninos, ao contrário, foi muito gostoso fazer com eles e se não fosse pelo incentivo dos dois eu nem teria sequer começado ou estava procurando por alguma até hoje, mas é gostoso você às vezes se desprender de tudo e todos e saber que não é um bicho de sete cabeças fazer algumas coisas sozinha, ao contrário, passa a ser até mais gostoso! Bem, acho que por ora é isso e nunca pensei que fosse dizer isso porque sempre falava o contrário, mas honestamente estou adorando fazer academia.

P.S. As imagens são da Smart Fit aqui de São Caetano, aonde eu faço 🙂

30 ago, 2012

Minha nova vida ‘acadêmica’

Minha nova vida ‘acadêmica’

Já tem alguns meses que comecei a fazer academia… Comecei com dois amigos que estavam no meu pé pra eu entrar junto e aí depois de muito tempo, me juntei a eles. Fiz por algumas semanas e depois resolvi fazer um check up geral da minha saúde pra poder dar continuidade – mais pra desencargo de consciência mesmo, uma vez que, com os probleminhas emocionais de ansiedade que tive no ano passado, minha pressão arterial deu uma leve alterada, então eu quis me certificar por A + B que estava tudo bem comigo. E estou. Exames sangue, cardiológicos, check up geral: estou com a saúde tão perfeita que o médico disse que se eu quisesse poderia até correr uma maratona AHUEAHUAEAHUEAHUE. (não, não quero não).


Aí logo no começo dessa semana eu voltei com tudo, porém comecei a fazer de manhã. Um dos amigos acabou se mudando pra outra academia (porque lá tem os exercícios aeróbicos que ele gosta) e até tentou me arrastar junto, mas pra quem como eu ainda está começando, aonde estou já está de bom tamanho… E o outro amigo está indo à noite. Resolvi fazer de manhã porque além de não ter quase ninguém, sinto que o dia depois rende muito mais e até passa mais rápido, eu diria (mesmo eu estando toda dolorida ahauhauahauahau), tenho mais pique do que se tivesse que ir à noite (mesmo com a tentação de querer voltar pra cama de manhã) e consequentemente à noite eu durmo muito, muito melhor. O que também me motivou muito são os posts que a Dai escreve no TPM sobre os treinos e exercícios que ela faz. Há duas semanas fiz uma dietinha básica e pra quem no ano passado nessa mesma época estava vestindo 38 quase chegando nos 40, hoje eu fico feliz quando fecho o botão da minha calça surrada, mas há muito tempo guardada de numero 36.


Faço 30 minutos de esteira (naquele pique de trote, quase correndo), bicicleta, exercícios pros braços, pernas, bunda e claro – pra tão indesejada barriguinha. Meu treino dura mais ou menos umas 2 horas, tomo banho por lá mesmo (o chuveiro da academia é óóóteeemo – bem que o Junior falou), venho pra ótica e tomo meu café da manhã: duas cream crakers com Nutella (eu mereço, tsá?) e um copo de leite com café e adoçante. No almoço como muita salada, carne e um pouquinho de carboidrato só pra não ficar sem ou ficar na vontade. Nessas refeições bebo água, chá gelado ou um suco, pois os refrigerantes eu cortei há mais de dois anos. Se à tarde me dá um pouco de fome eu como uma barra de cereal ou uma barrinha daquelas de goiabinha que tem menos calorias que a de cereal (e ainda acho mais gostoso) ou um rolinho de queijo mussarela com presunto. Em casa, na janta estamos cortando o carboidrato e comendo uma salada de folhas generosa com atum e queijo e de mistura algum tipo de carne. Sem carne eu realmente não consigo ficar. De sobremesa avançamos na gelatina diet e às vezes eu me permito um pedacinho de chocolate, porque na boaaaaa eu sou humana, mulher e doente por chocolates ahauahauahauha.


Infelizmente não sou de comer frutas, mas agora juntando a academia e com hábitos alimentares melhores minha saúde que já está boa, vai ficar melhor ainda (e a vida também vai muito bem, obrigado). Acho que quando a gente chega numa certa idade (eu, por exemplo, que já estou na casa dos 3.3) é mais do que necessário ter hábitos alimentares saudáveis (é claro que escorregar um pouco de vez em quando pode porque ninguém é de ferro), se possível praticar algum exercício físico (nem que se for apenas uma caminhada) e cuidar mesmo da nossa saúde porque da nossa vida já tem tanta gente querendo cuidar, néam?

Espero que esse pique, somado com a minha força de vontade e o gostinho que estou pegando pela coisa continue por tempo indeterminado, pois faz bem pro corpo, pra pele, mas principalmente pra cabeça e pro espírito. 🙂