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setembro 2009

Posts em setembro 2009.

From Abbey Road/To G1

MÚSICA DO DIA: COME TOGETHER – BEATLES

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From Abbey Road/To G1

QUEM AMA OS BEATLES LEVANTA A MÃO: o/


Ontem foi publicado no G1 uma matéria sobre a Abbey Road contando toda a história do lugar: Aonde fica, curiosidades, falou também sobre o famoso estúdio que fica alí aonde por sinal, foi gravado a maior parte das musicas dos Beatles e mais um monte de peculiaridades interessantes sobre essa faixa de pedestres que ficou imortalizada pelos rapazes de Liverpool e que desde então, tornou-se a rua mais famosa de Londres e conhecida no mundo inteiro!

Havia um outro link também de “Já tirou fotos em Abbey Road? Envie ao G1” e quando viajamos, nós estivemos lá – pois eu precisava ver essa rua de perto e precisava passar no mesmo lugar aonde os Beatles caminharam em 26 de setembro de 1969 (e está completando 40 anos hoje \o/). E foi por esse simples ato de atravessar uma faixa de pedestres que a imagem virou o décimo segundo album dos Beatles e assim como a rua, tornou-se uma de suas mais famosas capas de todos os tempos também, principalmente por estar associada a várias mensagens subliminares, conforme é detalhado neste site aqui. Abbey Road tem muitas histórias. Depois pensei: “Ah-vááá eu também quero. Vou mandar a minha”. Fiz um cadastro – bem chato diga-se de passagem – no site da Globo, coloquei todos os dados junto com a minha foto e enviei já pensando: “Nhá, eles nem vão publicar.”

Me enganeiiinnnn! E não é que a minha foto saiu na matéria do G1!!!!
É a 6º foto – Eu, parada na famosa faixa, acenando um “paz e amor” com uma mochila rosa nas costas, toda gataaannn se achando a ultima Beatle da banda ahauahuauha. Este dia foi muitoooo legal.


Quem falou que Juliana Global é só a Paes?
Heim?
Heim?

Amigo Destroyer

MÚSICA DO DIA: VIDA PASSAGEIRA – IRA

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Amigo Destroyer

Quem freqüentou e ainda freqüenta o SleepBlog conheceu uma figura única com o pseudônimo de Destroyer. Se eu fosse enumerar quantas histórias esse blog tem, com certeza eu me perderia nas contas, posso dizer que a minha história com o Rick começou alí e alí também conheci alguns amigos no mundo real também, não todos, mas mesmo aqueles que eu não conheço pessoalmente, tem um lugar especial ocupado no meu coração. Ontem, aquela segunda-feira cinza e chuvosa eu me lembrei daquela música do Ira que diz: “…É quando seus amigos te surpreendem deixando a vida de repente e não se quer acreditar…”

“Mas essa vida é passageira…”

Lembro que há alguns anos atrás, certo dia eu estava passando por uns perrengues meio chatos e estava muito triste… Entrei no msn e o Wanderson – O Destroyer, o Gordinho – veio falar comigo, contei meio por cima o fato e ele me disse: “Espera aí, vou te ligar!” E lá veio um numero com o DDD de Brasília e um amigo doido, carinhoso, querido e divertido do outro lado da linha. Ficamos umas duas horas no telefone: conversando, desabafando um com o outro, falando da vida alheia, falando de coisas da nossa vida e dando muitas, mas muitas risadas. Eu nunca vou esquecer esse dia. Depois disso nos falávamos quase toda semana e sempre era mais de uma hora no mínimo ao telefone; sempre falando besteiras, sempre com “Julis, minha amiga” e “Oooh meu amigo” misturados com conversas sérias e muitas gargalhadas!

A ultima vez que nos falamos tem mais ou menos um mês e meio. Wanderson estava com uma felicidade inevitavelmente contagiante: tinha encontrado sua cara metade, havia se casado, estava numa fase da vida que para ele, era como se fosse um recomeço. Eu fiquei muito feliz por meu amigo e desejei toda a felicidade do mundo, ele merece. Sempre mereceu!

Meu amigo Wanderson – Destroyer, faleceu na segunda-feira! Nem eu, nem o Rick e nem o pessoal do SleepBlog conheceu ele pessoalmente, mas quem disse que você precisa conhecer alguém ao vivo pra chamar de amigo e levar no coração?

O Sleeper deixou um trecho muito legal no SleepBlog que resume muita coisa daquilo que quero dizer aqui para vocês:

“Não vai haver esquecimento – não para nós que passamos por aqui há quase 7 anos, e já dividimos tantas risadas, histórias malucas, brigas memoráveis, mas principalmente amizade e companheirismo. Dividimos quase 7 anos de nossas vidas aqui, mesmo que passando tempos sem vir olhar os posts ou comentar. Mas está tudo registrado, se não ficar nos arquivos do blog, ficará nos arquivos indeléveis de nossas memórias.”

Só quem passou por tudo isso, vai entender O QUE foram esses 7 anos! Eu pensei em escrever algo na segunda-feira mesmo, mas não quero lembrar do meu amigo Wanderson neste dia, não quero tristeza na minha memória quando eu me recordar dele, isso nunca combinou com a sua pessoa. Quero sim, lembrar dele nesses 7 anos que convivemos juntos. Quero lembrar das risadas, dos telefonemas, das bagunças, das brigas, das loucuras, das palhaçadas e acima de tudo, da AMIZADE!

Destroyer, Wanderson, Gordo… Você deixou um buraco imenso de saudades em cada um de nós e vai fazer muita, muita falta mesmo. Vai em paz meu amigo!

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Encontro em 2004 na Paulista, Destroyer ligou várias vezes pra gente neste dia – Essa foto rendeu a história do suco de laranja e adivinhem QUEM começou com as piadas?

Mel, essa eu tive que copiar do seu post:

“Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti.” John Donne

Sobre a Saga Twilight

MÚSICA DO DIA: NEVER ENDING STORY – LIMAHL

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Sobre a Saga Twilight

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“E então abri os olhos e fitei o alto, maravilhada.”
Bella Swan em Amanhecer

Há mais ou menos três semanas atrás, eu terminei de ler a saga completa de Twilight.
Lembro quando soube do lançamento dos livros e do primeiro filme (Crepúsculo) que lendo as sinopses e algumas críticas, de imediato eu imaginei que seria mais uma criação exclusiva para adolescentes, não quis pagar por uma entrada no cinema e deixei de lado por um bom tempo.

Lembro também quando por duas vezes eu tentei (vejam bem, eu TENTEI), por exemplo, me simpatizar pelas histórias de Harry Potter. Li os dois primeiros livros e no meio do segundo eu desisti porque aquela receita de bolo da J.K.Roling não estava me agradando em nada. Nos filmes que eu me lembre, não passei do terceiro porque se eu não me interessei nem pelos livros, o que dirá pelos filmes! E, diga-se de passagem, que Harry Potter tem milhões de fãs espalhados pelo mundo inteiro. Sua história de fato é ótima e me perguntava se eu era algum tipo de aberração diferente do resto da humanidade por não gostar de toda essa coisa de bruxos, mas simplesmente não me agradou, nem teve jeito ou escolha. Gosto é gosto, como sempre digo.

É engraçado como a predileção das pessoas muitas vezes oscila para os mais variados aspectos quando o assunto é cinema ou literatura. De repente você acha que vai AMAR aquela história até começar a assistir ou a ler. Ou o contrário: você acha que vai odiar e aí a boa surpresa te pega em cheio. Essa semana fiquei triste quando soube da morte do ator Patrick Swayze. Caramba, eu adorava ele! Assisti a todos os seus filmes, já vi várias entrevistas suas e ele sempre estava presente nas minhas sessões da tarde, porque para mim, a maioria dos seus personagens são inesquecíveis. Ele foi um ótimo ator, mas é claro que havia quem não se simpatizasse por ele tanto quanto eu; ontem mesmo uma amiga me disse que tinha vontade de chutar a tevê toda vez que o via dançando aquela música piegas em Dirty Dancing. Oi? É… Gosto é gosto. Né?!

Mas voltando… Quando eu comecei a me interessar por Crepúsculo foi um processo de dar o braço a torcer que estava sempre misturado com os meus dois pés atrás e aquela pulguinha de “será?” atrás da orelha. Eu aluguei o DVD, assisti ao filme e não gostei porque assim como Harry Potter, pra variar, achei adolescente demais. Mas sempre ouvia as pessoas falarem dos livros. Livros SEMPRE são melhores que o filme, mas mesmo assim eu ainda me perguntava: “E SE o livro também for aquele mesmo #mimimi juvenil de sempre?”

E mesmo que eu seja apaixonada por história de vampiros, eu sabia que história de vampiros nesta saga não era nada parecido com que pudesse comparar à clássicos de obras de Bram Stoker ou Anne Rice. Nada mesmo! Sabia que não teria nada de terror, sangue, caixões, água benta ou coisas assim. Sabia sim que, em Twilight tinha um vampiro que brilhava à luz do sol. Como isso? Mas mesmo assim me interessei mais um pouco! E por quê? Boa pergunta. Eu não sei.

Até que um dia, coisa de uns dois meses atrás eu decidi comprar os livros e pensei: “Juliana seja o que Deus quiser, se você não gostar, pode se arrepender pro o resto da sua vida quando poderia ter comprado outra coisa”. Os livros foram entregues na ótica, porque eu havia comprado pelo Submarino. Depois que chegaram eu fiquei por uns 10 minutos olhando todas as capas, passando as folhas e lendo as contra capas. Não via a hora de chegar em casa pra saber quais seriam as minhas primeiras impressões dessa febre tão comentada. Comecei a ler em um dia de semana, logo no começo da noite e confesso com todas as letras que me apaixonei pela história logo nas primeiras páginas. Há quem odeie Twilight com todas as forças do tipo “nunca experimentei, mas não gosto mesmo assim”, há quem ache “água-com-açúcar” demais, há quem ache que é só mais uma moda do momento, há quem ache que essa febre não passa de uma simples criação pra vender horrores. Que ache!

EU AMEI.

E quando terminei de ler a ultima página do ultimo livro – Amanhecer, fui tomada por aquele conhecido vazio que a gente sente quando se termina uma história de que gostamos muito. Queria ler mais. Queria que Stephenie Meyer tivesse escrito mais umas 15 continuações pra eu ler principalmente, naqueles dias chuvosos e nublados quando eu não tenho mais nada pra fazer e que eu adoro. Me apaixonei pelo casal Bella Swan e Edward Cullen, adorei as referencias de “O Morro dos Ventos Uivantes” e “Romeu e Julieta” que por muitas vezes a autora faz nos livros. Adorei todos os personagens sem exceção. Gostei até daqueles vilões cruéis que iam contra ao final feliz que todo mundo espera.

E eu que achava tão adolescente, me surpreendi, amei a história e mudei completamente a minha opinião – pelo menos posso dizer em relação aos livros! Amo leituras, amo boas histórias, amo personagens inesquecíveis. Não gostei de Harry Potter, mas isso é outra história. E mesmo com tanta desconfiança de antes, hoje eu virei fã de carteirinha da saga Twilight. O que seria do branco se todos só gostassem do vermelho? Ah, o gosto… Esse sim! Ainda bem que ele está sempre perambulando por aí em milhões de formas diferentes.

Enfim… A estréia do filme Lua Nova (2º da saga) está marcada para o dia 20/11 aqui no Brasil. No livro, foi uma das seqüências que eu mais gostei e essa semana eu assisti ao trailer (agora sim) oficial: