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30 jan, 2008

Livros!

MÚSICA DO DIA: HIGH – JAMES BLUNT

Livros!

O mês passou voando não é mesmo, minha gente?
E por conta do mês de janeiro que é bem mais sossegado pra quem trabalha no ramo de óticas (tipo assim… tipo eu), aproveitei esses tais momentos de ócio, preguiça e deliciosos dias chuvosos para ler.
Já li dois excelentes livros e por sinal, já estou lendo um terceiro.
Sem contar que, só pra variar um pouquinho, eu estou pesquisando tudo sobre um tal lugar em um guia de viagens que o Rick – meu amado comprou, mas, este em especial é assunto pra depois… Bem depois.

Enfim… Li “A Menina que Roubava Livros” que eu amei de paixão, li tbm (aliás finalmente) o tão comentado “Código da Vinci” e agora estou lendo “O Caçador de Pipas” (ah, obrigado pela dica Tio Renato):

Este romance conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado.

Fonte: Submarino

É bom? Sim, estou gostando bastante!
Aliás, caso alguém tenha preguiça com leituras o filme está em cartaz no cinema, entretanto, existe aquela regra básica que o livro é SEMPRE melhor que o filme, vale lembrar que para toda regra há a exceção, claro, porém por via das dúvidas só vou assistir depois, quando eu terminar o livro.

03 jan, 2008

Recomendo – Livro!

MÚSICA DO DIA: SI TE VAS – SHAKIRA

Recomendo – Livro!

Depois de “Desespero” de Sthepen King (um ótimo livro por sinal) recomendado por ela, comecei dias atrás a ler este aqui:

Sinopse

Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a morte três vezes.
E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em “A menina que roubava livros”. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, “O manual do coveiro”. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve.
Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal.

Pois é. Alguém consegue imaginar uma história narrada pela Morte?
Pois é disso mesmo que trata esse livro. E a história narrada se passa na Alemanha nazista, pouco antes e durante a guerra. O sentimento de medo e insegurança que ronda os personagens, inclusive a protagonista, é relatado de uma forma extremamente peculiar. A história é triste e envolvente, e me apaixonei pelo livro logo nas primeiras palavras.
Aos amantes de uma boa leitura eu recomendo, é um excelente livro!

29 set, 2007

E por falar em livros…

MÚSICA DO DIA: TAKE IT BACK – PINK FLOYD

E por falar em livros…

Como muitos de vcs sabem, tenho uma paixão imensurável pelas histórias lendárias do Rei Artur, já li vários bons livros sobre sua saga e além de “As Brumas de Avalon”, um dos meus preferidos é a trilogia de “As Crônicas de Artur” (O Rei do Inverno/ Inimigo de Deus/ Excalibur) que, há alguns meses atrás li pela segunda vez… \o/
Estes três livros especificamente são espetaculares quando se fala em Rei Artur, pois, embora o contexto não passe de um romance, há uma realidade mais subjetiva na trama, inclusive, com algumas passagens baseadas em fatos históricos comprovados.
É um livro recheado de guerras com batalhas tristes e sangrentas, mortes, ambições, reinados, escudos, espadas, amor, lugares lindos…. E enfim…
Coisas que realmente, de fato, marcaram o período da Idade das Trevas (e que chorei por inúmeras vezes quando li estes livros).
Conseqüentemente há personagens de uma personalidade ímpar nesta trama… Artur – é claro, um deles – era um homem de uma bondade enorme e uma ânsia gigantesca pela paz e justiça, mas como guerreiro em batalha, lutava como um demônio… Há tbm Nimue, Mordred, Galahad, Derfel, Morgana (embora não tenha tanta participação neste como nas “Brumas…”), Lancelot (por sinal, bem diferente neste livro), Tristan, Isolda, Guinevere, etc, etc, etc…
Porém de todos eles, de quem eu realmente gostei de verdade desde o início, foi Merlin… Sombrio, enigmático, misterioso, sábio ao extremo e de um (mau) humor extremamente mordaz e sarcástico que por conta disso, me rendeu muitas risadas tbm. Fiz questão de anotar algumas de suas melhores passagens nos 3 livros e se alguém já leu, irá se lembrar e entenderá o que estou dizendo. Quem ainda não leu, fica aqui mais uma das minhas inúmeras recomendações…

Merlin fala:

“- Como um pai! Ah, Derfel vc é um animal emocional absurdo. O único motivo para eu tê-lo criado foi pq pensei que vc especial aos Deuses, e talvez seja. Algumas vezes os Deuses escolhem as criaturas mais estranhas para amar.”

“- Não há druidas em Silúria. Pelo menos nenhum que preste.”

“- Acho Derfel que vc nos deixou numa encrenca. Estamos cercados não é? Que coisa, Derfel, que coisa! E vc se diz um comandante de guerreiros.”

(…) “– E onde está meu cajado? Não existe mais honestidade? É um mundo terrível. Sem queijo, sem honestidade e sem cajado.”

(…) “– Eu deploro a ineficiência.”

“- Fazer magia! Um daqueles desgraçados mostra um ovo de tordo e vc acha que é magia? Os tordos fazem isso o tempo todo. Agora, se ele tivesse feito um ovo de ovelha, eu acharia interessante.”

“- Algumas vezes acho que estou condenado a viver entre idiotas. Será que o mundo inteiro está louco menos eu?”

(…) “– Como rezo para que meus ensinamentos não sejam passados a posteridade através da peneira estragada que vc optou por chamar de cérebro, Derfel.”

“- Não banque o sentimental agora!”

“- O gato! Não posso abandonar o gato! Não seja absurdo.”

“- Será que chegaremos em casa ao anoitecer? Sinto saudades da Britânia. E Nimue? Como vai aquela criança querida?”
“- Na ultima vez que a vi – falei amargo -, ela havia sido estuprada e perdido um olho.”
“- Essas coisas acontecem” – disse Merlin descuidadamente.

“- Bom. A fúria é muito útil, e a querida Nimue tem talento para isso. Uma das coisas que não suporto nos cristãos é sua admiração pela humildade. Imagine transformar a humildade numa virtude! Humildade! Vc consegue imaginar um céu cheio somente de humildes? Que idéia pavorosa! A comida ficaria fria enquanto todo mundo ia passando os pratos uns para os outros. (…)”

“- Os marinheiros dizem que os ratos são os primeiros a abandonar um navio condenado. Pobre Ban. Ele era um tolo, mas um tolo bom.”

“- Só estou conversando! A conversa é uma das artes da civilização, Derfel. Não podemos atravessar a vida com uma espada e um escudo, rosnando.”

“- O destino é inexorável.”

“- Não seja absurdo, Derfel!”

“- Como é que vou saber? Vc não me da tempo de ler. Pq não sai daqui e procura ser útil? Emendar um remo ou qualquer coisa que os marinheiros fazem quando não estão se afogando.”

“- Todo mundo fracassa com Artur. Ele espera demais.”

“- Minha vida é cuidar de suas almas e se eu quiser lançar essas almas no sofrimento vcs desejarão que suas mães nunca tivessem dado à luz. Idiotas!”

“- Lugar interessante, a Ilha dos Mortos, não acha? Vou lá quando preciso de companhia estimulante.” (…)

“- A guerra? Foi por isso que vc veio aqui? Implorar a paz! Que idiotas vcs dois são! Gorfyddyd não quer paz. Aquele homem é um bruto. Tem o cérebro de um boi, e mesmo assim um boi não muito esperto.” (…)

“- Derfel, Derfel, vc é tão parecido com Artur! Acha que o mundo é simples, quem bem é bem e mal é mal.” (…)

(…) “- Toda experiência é útil ainda que medonha. Já realizei os rituais muitas vezes, por isso não vou ficar para me divertir, mas vcs estão seguros aqui. Transformo Gorfyddyd numa lesma se ele tocar um fio de suas cabeças tolas.” (…)

“- Eu meto o nariz nos seus negócios? Vou lhe fazer perguntas idiotas sobre lanças e escudos? Vivo incomodando vc com indagações idiotas sobre o modo como vc administra a justiça? Eu me importo com suas colheitas? Resumindo, eu banquei o chato interferindo na sua vida, Derfel?”

(…) – Nem sei pq me incomodo em desperdiçar explicações com vc. É o mesmo que discursar para um boi sobre os pontos mais complexos da retórica! Vc é um homem absurdo. (…)

20 jun, 2007

Livros

MÚSICA DO DIA: BELIEVE – CHER

Livros

Faz tempo em que eu não falo nos livros da minha vida não é mesmo?
Talvez por falta de oportunidade ou saco ou enfim… Isso não vem ao caso.
Pra quem como eu é fã do livro As Brumas de Avalon, eu recomendo esses três que estão relacionados de acordo com as épocas de cada história:

“Os Ancestrais de Avalon” eu já li. Conta como tudo começou, desde o ínicio dos tempos – Queda de Atlântida depois a chegada na Britânia e blá blá blá… No romance eles contam como construíram o Stonehenge e tudo mais…. Místico ao extremo!

“A Casa da Floresta” eu ainda estou lendo, faltam apenas poucas páginas pra terminar. Muito legal tbm. O livro fala de um amor proibido entre um romano e uma bretã. Estou adorando.

E o terceiro que é “A Senhora de Avalon” eu pretendo começar a ler na sexta-feira… E no final do livro, segundo relatos da minha amiga que já leu, aparecem a Viviane e Igraine – personagens de “As Brumas…”

Pra quem gosta deste tipo de história (tipo assim… tipo eu) esses livros são um prato cheio que ainda acompanham a sobremesa.
Eu recomendo!