
Quando Oxnard Matheson tinha apenas doze anos, seu pai saiu de casa e nunca mais voltou. A lembrança do abandono e a solidão permanecem latentes.
Passados quatro anos, Ox conhece Joe, seu novo vizinho. Joe Bennett é tagarela e envolvente, misterioso e intrigante, mas guarda segredos e cicatrizes profundas. Da amizade nasce um refúgio… Um lar. E, ao descobrir o segredo dos Bennett que são capazes de se transformar em lobos, o mundo de Ox se ilumina com tons de vermelho, laranja e violeta, de Alfa, Beta e Ômega.
Quando uma tragédia devasta a cidade, o bando dos Bennett se fragmenta e Joe desaparece, abandonando Ox e deixando-o sozinho para juntar os cacos.
Anos depois, os dois se reencontram. Esse retorno inesperado à cidade evidencia sentimentos que não podem mais ser ignorados, e Ox precisa compreender o que tudo aquilo significa dentro de si.
Eu li diversas resenhas positivas sobre esse livro e ele meio que está sendo o hype do momento. Eu simplesmente AMO os livros do TJ Lune e se você ainda não viu as resenhas de “A Casa no Mar Cerúleo” e “Além da Porta Sussurrante” eu recomendo demais essas duas histórias, mas Wolfsong não funcionou pra mim, infelizmente.
Esse livro aborda um cerne muito interessante sobre pertencimento, família e senso de comunidade – tudo isso vivenciado por lobos. O que é bem legal, porque o TJ Klune consegue introduzir uma fantasia para leitores que não são habituados com o tema. Mesmo assim, achei o livro arrastado, com uma narrativa repetitiva (o que me irritou demais) e não senti apego com nenhum personagem – nem mesmo com Ox. A relação de possessividade, a diferença de idade entre os personagens no começo pro meio da história me incomodou bastante (nada sério, mas me incomodou), tem palavrão demais e as cenas hot da história eu achei totalmente desnecessárias pro contexto do livro. Mas o que não funcionou pra mim, funcionou pra muita gente que amou história e tudo bem, porque o livro não é ruim e a premissa dele é interessante, ele apenas não funcionou pra mim.
Acho que pra quem leu o Mar Cerúleo e a Porta Sussurrante, sabe o potencial e talento que o autor tem de contar histórias, então talvez também, minhas expectativas tivessem muito altas porque achei a narrativa desse livro bem diferente desses outros dele.







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