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Esse ano decidi fazer uma lista apenas com os livros que eu li em 2024 que eu mais gostei, eu ia até postar junto os desaplaudidos, aqueles que eu menos gostei – e que ainda bem – foram bem poucos, mas achei que essa lista ia ficar melhor apenas aos melhores:
Começando com Três: da Valérie Perrin que assim como outras escritoras que eu conheci esse ano, foi uma descoberta maravilhosa para mim, e esse livro se tornou um dos favoritos na vida, assim como “água fresca para flores” que também é dela. Ambos são histórias profundas, mas contadas de uma maneira tão delicada que não tem como no final você sair imune a história.
Aí, alguns livros depois, li “As Heroínas” da deusa da choradeira, vulgo Kristin Hannah. Eu estava há tempos esperando por esse livro, comprei na pré venda e li em pouquíssimos dias. MAIS UMA VEZ, ela entregou tudo nesse livro!! É impressionante como a Kristin Hannah, ao menos pra mim, nunca decepciona. Minha escritora favorita.
Da mesma autora de “O Impulso” – Ashley Audrain, esse ano teve mais um lançamento de um livro dela aqui: Os Sussurros e caramba! Os livros da Ashley são um soco no estômago, é aquele tipo de história que você não consegue largar enquanto não chega no final. Eu terminei o livro exatamente assim:
“As irmãs Blue” da Coco Mellors – mesma autora de “Cleópatra e Frankenstein” e “A Casa Holandesa” – meu primeiro livro da Ann Patchett foram dois livros que eu li no kindle, mas que depois comprei o físicos porque eu gostei demais das histórias.
Zoulfa Katouh é a primeira escritora de descendência síria a publicar um livro e a história de “Enquanto Houver Limoeiros” mexeu muito comigo de uma maneira que eu não imaginava e pra falar a verdade, eu não estava com grandes expectativas pra esse livro, mas me surpreendi e me emocionei bastante também. Dessa mesma temática que conta principalmente histórias de refugiados, o mesmo foi com “O Roubo dos Pássaros” da Christy Lefteri – mesma autora de “O Homem que Escutava Abelhas” que li o ano passado.
Em 2021 eu li “Tempo de Reacender Estrelas” da escritora francesa Virginie Grimaldi, que é uma história pra deixar o coração quentinho. Esse ano li dois dela: “O que resta de nós” e “As Pequenas Alegrias” que são histórias cotidianas, mas que a Virginie transformou em grandes ensinamentos.
Não ironicamente, “Leve-me Com Você” estava há anos na minha estante, é da Catherine Ryan Hyde – que eu ainda não tinha lido nada dela, e quando terminei, eu me perguntei por que eu não li esse livro antes. Se tornou um dos meus favoritos da vida. Infelizmente esse é o único livro dela que tem pro kindle, os outros são somente físicos, mas aproveitei uma promo da Amazon e comprei todos.
Logo depois fui pra uma pegada mais bruxinha, bem aquela coisa de ancestralidade, trabalho com ervas, intuição e tals, e li “A Ultima das Garotas Moon” da Barbara Davis que tem diversos outros livros publicados, esse tem um pequeno suspense no meio e a história é linda. Todos os livros dela já estão devidamente adicionados na minha lista porque sou dessas.
Meu ultimo livro até o momento foi “A Ilha das Arvores Perdidas” da Elif Shafak – mesma autora de “10 minutos e 38 segundos nesse mundo estranho” que coincidentemente li também no final do ano passado e assim como esse, é uma história impactante, mas contato de uma maneira delicada. Essa escritora é incrível.
E quis deixar o meu preferido do ano por ultimo porque esse livro foi um misto de emoções: eu ri, chorei, me apaixonei e odiei personagens. Eu não imaginei que fosse amar tanto essa história e nem sei por em palavras o quanto gostei de “A Casa do Mar Cerúleo” do T.J. Klune – aliás, o único escritor homem que eu li esse ano e já quero ler todos os outros dele em 2025.
Gostaram da lista?
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