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31 jan, 2009

Boas Leituras…

MÚSICA DO DIA: EASILY – RED HOT CHILI PEPPERS

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Boas Leituras…

Rick – meu amado, comprou estes dois livros:

PhotobucketDexter – A Mão Esquerda de Deus
Jeff Lindsay

Descrição:

Dexter Morgan é um educado lobo vestido em pele de ovelha. Ele é atraente e charmoso, mas algo em seu passado fez com que se transformasse numa pessoa diferente. Dexter é um serial killer. Na verdade, é um assassino incomum que extermina apenas aqueles que merecem. Ao mesmo tempo, trabalha como perito da polícia de Miami… Em Dexter, a Mão Esquerda de Deus, o livro que deu origem à aclamada série de TV, o adorável matador depara-se com um concorrente de estilo semelhante ao seu, encanta-se e incomoda-se com ele, prevê seus passos… A escrita requintada de Jeff Lindsay nos faz mergulhar na mente de um dos personagens mais ambíguos da história da literatura de suspense. Nunca o macabro foi tratado com tanto refinamento e leveza. Dexter Morgan é uma obra-prima.

Sou fã do seriado, vocês sabem muito bem disso, aliás, estamos com a terceira temporada em casa pra assistir e a semana que vem já terei os quatro primeiros episódios de Lost também (ansiosa Mode ON), acredito que o livro seja tão bom quanto a série, portanto, já deixo registrado como uma boa leitura recomendada.

E esse eu ganhei de presente:

PhotobucketStonehenge
Bernard Cornwell

Descrição:

Uma combinação perfeita: um dos escritores ingleses mais bem-sucedidos no Brasil escreve sobre um dos mais conhecidos e enigmáticos mistérios do planeta. Como explicar Stonehenge, um enigma tão complexo quanto as pirâmides do Egito? Qual era a finalidade desse círculo de pedras? Todos os anos, milhares de turistas seguem até a planície de Salisbury para tentar entender o grande mistério. Teria o monumento sido erguido pelos gregos? Ou se trata de um templo construído pelos druidas celtas? Bernard Cornwell recria a época da construção do monumento em uma emocionante disputa entre três irmãos pelo poder de sua tribo.

Lembram quando eu falei sobre este livro? Mesmo autor que escreveu “As Crônicas de Artur” (amo) e blábláblá? Está em algum post perdido do ano passado, ganhei de presente do Rick e tenho certeza que este em especial terá um gostinho bem diferente quando eu começar a ler, já que estive bem diante de todo esse mistério que é o Stonehenge na nossa viagem em Agosto. ADORO!!!

27 nov, 2008

Livros!

MÚSICA DO DIA: ROCK YOUR BODY – JUSTIN TIMBERLAKE

Clique no para ouvir.

Livros!

O que pode ser tão tentador quanto uma barra de chocolates em um daqueles dias que é só disso que vc precisa?

O que pode ser tão tentador quanto uma loja da Melissa que tem TODOS os modelos que vc mais gosta e PRECISA comprar?

O que pode ser tão tentador quanto a sua loja de roupas preferida com todas as roupas (do seu tamanho) em promoção?

O que pode ser tão tentador quanto aquela combinação aconchegante, perfeita e que todo mundo gosta de Sofá + Tevê = Dia Chuvoso?

Tão tentador quanto….
Livros!

Isso mesmo… Livros!

A amiga Bella mandou o link destes livros hoje no meu email, dizendo que lembrou na hora de mim, quando estava navegando no tentador site do Submarino:


A Vida Com Minha Irmã Madonna

O extraordinário livro de Christopher Ciccone tem como base os 47 anos que passou ao lado da mulher mais famosa de nossa era, a personalidade que há décadas intriga, escandaliza e diverte milhões de pessoas.
Durante grande parte da carreira da estrela, Christopher desempenhou um papel importante em sua vida: foi seu dançarino de apoio, assistente pessoal, camareiro, decorador, diretor artístico e diretor de turnês.
A vida com minha irmã Madonna é o tipo de história instigante e impossível de largar que você sempre quis saber, contada pelo irmão mais novo de Madonna.

No mínimo polêmico, pra quem deseja saber tudo (tudo mesmo) sobre a Madonna este livro é um prato cheio, reza a lenda que tem os podres mais obscuros dela!


Stonehenge

Uma combinação perfeita: um dos escritores ingleses mais bem-sucedidos no Brasil escreve sobre um dos mais conhecidos e enigmáticos mistérios do planeta. Como explicar Stonehenge, um enigma tão complexo quanto as pirâmides do Egito? Qual era a finalidade desse círculo de pedras? Todos os anos, milhares de turistas seguem até a planície de Salisbury para tentar entender o grande mistério. Teria o monumento sido erguido pelos gregos?
Ou se trata de um templo construído pelos druidas celtas? Bernard Cornwell recria a época da construção do monumento em uma emocionante disputa entre três irmãos pelo poder de sua tribo.

Por sinal é do mesmo autor que escreveu a trilogia das “Crônicas de Artur” – um dos meus livros preferidos e mais legais que já li na minha vida!

Ai ai….

15 maio, 2008

Livro + Filme

MÚSICA DO DIA: DESCONFIO – CPM22

Livro + Filme

Pra não me sentir culpada em postar tantas abobrinhas sobre as celebridades idiotas e suas vidas infâmes, prometi falar de livros e filmes no próximo post que por sinal é este aqui, então let’s go:

Dei de presente à minha mãe, agora no Dia das Mães, o livro “A Cidade do Sol” de Khaled Hosseini – o mesmo que escreveu “O Caçador de Pipas” e que como referencia é um ótimo livro tbm:

Mariam tem 33 anos. Sua mãe morreu quando ela tinha 15 anos e Jalil, o homem que deveria ser seu pai, a deu em casamento a Rasheed, um sapateiro de 45 anos. Ela sempre soube que seu destino era servir seu marido e dar-lhe muitos filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Laila tem 14 anos. É filha de um professor que sempre lhe diz: “Você pode ser tudo o que quiser.” Ela vai à escola todos os dias, é considerada uma das melhores alunas do colégio e sempre soube que seu destino era muito maior do que casar e ter filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Confrontadas pela História, o que parecia impossível acontece: Mariam e Laila se encontram, absolutamente sós. E a partir desse momento, embora a História continue a decidir os destinos, uma outra história começa a ser contada, aquela que ensina que todos nós fazemos parte do “todo humano”, somos iguais na diferença, com nossos pensamentos, sentimentos e mistérios.

No Submarino

Eu estava lendo Atlantis de David Gibbins, mas depois que li as primeiras 173 páginas perdi a paciência e resolvi parar de uma vez por todas, tudo pq o livro simplesmente não me agradou em nada.
(e odeio quando isso acontece).
Tinha tudo para ser um ótimo romance recheado de fatos reais segundo dados colocados pelo autor, haja vista pelo tema que aborda – e foi por isso que acabei comprando, mas são informações tão técnicas e detalhadas que se torna algo cansativo, praticamente um sono forçado ou uma dose cavalar de Diazepam em forma de páginas, e a história que tinha tudo para ser emocionante é o que menos aparece.

Como minha mãe está terminando de ler um livro espírita – tema que ela adora, resolvi então usufruir do seu presente (confesso havia todo um interesse da minha parte quando comprei), e posso dizer sem qualquer sombra de dúvidas que “A Cidade do Sol” é um livro apaixonante e emocionante logo nas primeiras duas páginas.

Estou adorando.

Penso que, livro é algo tão pessoal quanto a roupa íntima que vc veste.
Muita gente lê a mesma coisa, do tipo algum best seller do momento, mas todo mundo tem uma preferência por determinado tema ou assunto, e acho que (quase) todos sabem dos temas e assuntos que eu mais gosto e principalmente sabem, daqueles livros que tem a minha sincera e profunda antipatia; na minha opinião – por exemplo, Paulo Coelho é o top da porcaria literária assim como a sua pessoa (acho um absurdo ele se autodenominar como Bruxo, Mago ou sei lá mais o quê) e livros enfadonhos do tipo auto-ajuda como “O Segredo” (que eu só precisei folhear duas páginas e ter certeza daquilo que eu já sabia: é uma bosta) eu nem perco o meu precioso tempo em tentar gostar.

Mas por favor, que fique bem claro que eu respeito quem gosta e lê, é por isso que eu disse que cada um tem um gosto diferente, porém, minha opinião pode não ser a mesma que das outras pessoas. All right?

No mais, leiam “A Cidade do Sol”. Eu recomendo!

Nesse final de semana que passou assistimos com um casal de amigos Alvin e os Esquilos:

Sinopse

Alvin, Simon e Theodore são três esquilos especiais, que decidem morar na casa de Dave Seville (Jason Lee), um compositor em busca do sucesso. Logo eles percebem que, para que Dave permita que eles morem em sua casa, o trio precisará demonstrar que tem talento. Assim Alvin, Simon e Theodore mostram que sabem cantar, tornando-se um grande sucesso. Isto faz com que Dave torne-se não apenas seu compositor, mas também um verdadeiro pai. Só que o estrelato sobe à cabeça do trio, gerando problemas no relacionamento deles com Dave.

Não é muito o gênero de filme que eu gosto (tirando o Shrek) se comparado a ultima dica que coloquei aqui e que muito menos eu tbm pagaria por uma entrada no cinema, mas o filme é bem engraçadinho e valeu pelas risadas, assistam quando estiverem de bom humor.

31 mar, 2008

Livros!

MÚSICA DO DIA: HALF A PERSON – SMITHS

Livros!

Vamos falar em leituras?
Há umas duas semanas, comecei a ler este livro aqui:

O Ultimo Templário

E não está caro:
R$ 29,50 no Submarino

Quatro homens mascarados montados a cavalo, vestidos como Cavaleiros /Templários, irrompem na noite de gala de inauguração de uma exposição do Vaticano no Museu Metropolitan e roubam um misterioso decodificador medieval, lançando o agente do FBI Reilly e a arqueóloga Tess Chaykin numa corrida mortal por três continentes em busca do local final de descanso do Templo do Falcão e a perturbadora verdade sobre a sua carga.

É um livro bem interessante.
A trama que é totalmente policial lembra bastante “O Código da Vinci”, que por sinal, foi um livro que gostei bastante tbm, mesmo com as suas milhões de críticas e polêmicas. Além do que, A-M-O de paixão todas essas histórias que envolvem os Templários, Graal, Cruzadas e afins…
Caso alguém se interessar, eu recomendo, pois é uma boa leitura.

Há outros livros que eu fico cobiçando cada vez que eu piso em alguma livraria e que quero ler ainda para esse ano, ambos são trilogias de Bernard Cornwell – o mesmo que escreveu “As Crônicas de Artur” e que diga-se de passagem é um dos meus livros favoritos.
Uma das trilogias é essa aqui: “A Busca do Graal” – (O Arqueiro/ O Andarilho/ O Herege).

Achei os três livros na Nobel, porém, o preço está um pouquinho salgado.

A outra trilogia – dele tbm, é essa aqui: “Crônicas Saxônicas” – (O Ultimo Reino/ O Cavaleiro da Morte/ Os Senhores do Norte).

Que tbm está na Nobel por um preço salgadinho.
Poderia até recorrer para os Ebooks, como já tentei algumas vezes, mas quem disse que eu consigo ler pelo computador?
Não tem graça. Não consigo. Não dá.
Gosto de ter o livro nas minhas mãos, folhear as páginas (a-do-ro) e sentir aquele cheirinho (dependendo do livro) de papel novo.
E acreditem se quiserem: trocaria fácil o novo cd da Madonna que ainda está para ser lançado aqui no Brasil, por qualquer um desses livros!

* E não estou ficando louca!

04 mar, 2008

computer + filme + livro

MÚSICA DO DIA: 29 PALMS – ROBERT PLANT

computer + filme + livro

Vou lhes dizer uma coisa:

Eu realmente perco a paciência quando meu computador resolve não mais colaborar com a minha pessoa. Ontem foi a vez do antivírus dar xabú em tudo por aqui, e são nessas horas de (in)paciência que eu agradeço a experiência que adquiri quando eu trabalhei na saudosa AOL.
Pelo menos no quesito conhecimento eu não sou nenhuma sabe-tudo, mas me viro o suficiente a ponto de resolver algumas coisas sozinha e sem precisar levar na assistência técnica.

Enfim, assistimos esse filme aqui no final de semana:

1408

Sinopse
Um promissor romancista, Mike Enslin (John Cusack), resolveu enveredar por outro caminho e escrever livros que investiguem fenômenos paranormais. Enslin nunca presenciou realmente algum destes fatos, então fica difícil obter credibilidade. Além do mais Mike é totalmente cético, pois até hoje não encontrou evidências de que exista vida após a morte. No entanto decide ir até Nova York e se hospedar no Dolphin Hotel, mais exatamente no quarto 1408, que tem fama de ser habitado por espíritos malignos. O gerente do hotel, Gerald Olin (Samuel L. Jackson), o avisa que 56 mortes já ocorreram neste quarto, mas Mike está decidido a conferir se sua fama está condizente com a verdade.

Embora os últimos 20 minutos sejam um pouco parados, gostei bastante.

Ah… E mediante ao meu vício misturado com a minha aguçada curiosidade eu informo que já estou no 5º episódio de Lost e puxa vida…

O que dizer?
Tá foda!
Não, melhor…
MUITO foda!

Contudo, como não é só de tevê que eu vivo, terminei de ler esse livro aqui:

Eu Sou o Mensageiro

Ed Kennedy. Dezenove anos. Um perdedor.
Seu emprego: taxista. Sua filiação: um pai morto pela birita e uma mãe amarga, ranzinza. Sua companhia constante: um cachorro fedorento e um punhado de amigos fracassados.
Sua missão: algo de muito importante, com o potencial de mudar algumas vidas. Por quê? Determinado por quem? Isso nem ele sabe.
Markus Zusak, autor do best-seller A Menina que Roubava Livros, nos fornece essas respostas bem aos poucos neste incomum romance de suspense, escrito antes do seu maior sucesso.
O que se sabe é que Ed, um dia, teve a coragem de impedir um assalto a banco. E que, um pouco depois disso, começou a receber cartas anônimas. O conteúdo: invariavelmente, uma carta de baralho, um ou mais endereços e… só. Fazer o que nesses lugares? Procurar quem? Isso ele só saberá se for. Se tentar descobrir. E, com o misto de destemor e resignação dos mais clássicos anti-heróis, daqueles que sabem não ter mesmo nada a perder nesse mundo, é o que ele faz.
Ed conhecerá novas pessoas nessa jornada. Conhecerá melhor algumas pessoas nem tão novas assim. Mas, acima de tudo, a sua missão é de autoconhecimento. Ao final dela, ele entenderá melhor seu potencial no mundo e em que consiste ser um mensageiro.

E como já mencionado acima, é do mesmo autor de “A Menina que Roubava Livros”, não é tão maravilhoso quanto, mas é uma ótima leitura.

Volto depois.

30 jan, 2008

Livros!

MÚSICA DO DIA: HIGH – JAMES BLUNT

Livros!

O mês passou voando não é mesmo, minha gente?
E por conta do mês de janeiro que é bem mais sossegado pra quem trabalha no ramo de óticas (tipo assim… tipo eu), aproveitei esses tais momentos de ócio, preguiça e deliciosos dias chuvosos para ler.
Já li dois excelentes livros e por sinal, já estou lendo um terceiro.
Sem contar que, só pra variar um pouquinho, eu estou pesquisando tudo sobre um tal lugar em um guia de viagens que o Rick – meu amado comprou, mas, este em especial é assunto pra depois… Bem depois.

Enfim… Li “A Menina que Roubava Livros” que eu amei de paixão, li tbm (aliás finalmente) o tão comentado “Código da Vinci” e agora estou lendo “O Caçador de Pipas” (ah, obrigado pela dica Tio Renato):

Este romance conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado.

Fonte: Submarino

É bom? Sim, estou gostando bastante!
Aliás, caso alguém tenha preguiça com leituras o filme está em cartaz no cinema, entretanto, existe aquela regra básica que o livro é SEMPRE melhor que o filme, vale lembrar que para toda regra há a exceção, claro, porém por via das dúvidas só vou assistir depois, quando eu terminar o livro.

03 jan, 2008

Recomendo – Livro!

MÚSICA DO DIA: SI TE VAS – SHAKIRA

Recomendo – Livro!

Depois de “Desespero” de Sthepen King (um ótimo livro por sinal) recomendado por ela, comecei dias atrás a ler este aqui:

Sinopse

Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a morte três vezes.
E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em “A menina que roubava livros”. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, “O manual do coveiro”. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve.
Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal.

Pois é. Alguém consegue imaginar uma história narrada pela Morte?
Pois é disso mesmo que trata esse livro. E a história narrada se passa na Alemanha nazista, pouco antes e durante a guerra. O sentimento de medo e insegurança que ronda os personagens, inclusive a protagonista, é relatado de uma forma extremamente peculiar. A história é triste e envolvente, e me apaixonei pelo livro logo nas primeiras palavras.
Aos amantes de uma boa leitura eu recomendo, é um excelente livro!

29 set, 2007

E por falar em livros…

MÚSICA DO DIA: TAKE IT BACK – PINK FLOYD

E por falar em livros…

Como muitos de vcs sabem, tenho uma paixão imensurável pelas histórias lendárias do Rei Artur, já li vários bons livros sobre sua saga e além de “As Brumas de Avalon”, um dos meus preferidos é a trilogia de “As Crônicas de Artur” (O Rei do Inverno/ Inimigo de Deus/ Excalibur) que, há alguns meses atrás li pela segunda vez… \o/
Estes três livros especificamente são espetaculares quando se fala em Rei Artur, pois, embora o contexto não passe de um romance, há uma realidade mais subjetiva na trama, inclusive, com algumas passagens baseadas em fatos históricos comprovados.
É um livro recheado de guerras com batalhas tristes e sangrentas, mortes, ambições, reinados, escudos, espadas, amor, lugares lindos…. E enfim…
Coisas que realmente, de fato, marcaram o período da Idade das Trevas (e que chorei por inúmeras vezes quando li estes livros).
Conseqüentemente há personagens de uma personalidade ímpar nesta trama… Artur – é claro, um deles – era um homem de uma bondade enorme e uma ânsia gigantesca pela paz e justiça, mas como guerreiro em batalha, lutava como um demônio… Há tbm Nimue, Mordred, Galahad, Derfel, Morgana (embora não tenha tanta participação neste como nas “Brumas…”), Lancelot (por sinal, bem diferente neste livro), Tristan, Isolda, Guinevere, etc, etc, etc…
Porém de todos eles, de quem eu realmente gostei de verdade desde o início, foi Merlin… Sombrio, enigmático, misterioso, sábio ao extremo e de um (mau) humor extremamente mordaz e sarcástico que por conta disso, me rendeu muitas risadas tbm. Fiz questão de anotar algumas de suas melhores passagens nos 3 livros e se alguém já leu, irá se lembrar e entenderá o que estou dizendo. Quem ainda não leu, fica aqui mais uma das minhas inúmeras recomendações…

Merlin fala:

“- Como um pai! Ah, Derfel vc é um animal emocional absurdo. O único motivo para eu tê-lo criado foi pq pensei que vc especial aos Deuses, e talvez seja. Algumas vezes os Deuses escolhem as criaturas mais estranhas para amar.”

“- Não há druidas em Silúria. Pelo menos nenhum que preste.”

“- Acho Derfel que vc nos deixou numa encrenca. Estamos cercados não é? Que coisa, Derfel, que coisa! E vc se diz um comandante de guerreiros.”

(…) “– E onde está meu cajado? Não existe mais honestidade? É um mundo terrível. Sem queijo, sem honestidade e sem cajado.”

(…) “– Eu deploro a ineficiência.”

“- Fazer magia! Um daqueles desgraçados mostra um ovo de tordo e vc acha que é magia? Os tordos fazem isso o tempo todo. Agora, se ele tivesse feito um ovo de ovelha, eu acharia interessante.”

“- Algumas vezes acho que estou condenado a viver entre idiotas. Será que o mundo inteiro está louco menos eu?”

(…) “– Como rezo para que meus ensinamentos não sejam passados a posteridade através da peneira estragada que vc optou por chamar de cérebro, Derfel.”

“- Não banque o sentimental agora!”

“- O gato! Não posso abandonar o gato! Não seja absurdo.”

“- Será que chegaremos em casa ao anoitecer? Sinto saudades da Britânia. E Nimue? Como vai aquela criança querida?”
“- Na ultima vez que a vi – falei amargo -, ela havia sido estuprada e perdido um olho.”
“- Essas coisas acontecem” – disse Merlin descuidadamente.

“- Bom. A fúria é muito útil, e a querida Nimue tem talento para isso. Uma das coisas que não suporto nos cristãos é sua admiração pela humildade. Imagine transformar a humildade numa virtude! Humildade! Vc consegue imaginar um céu cheio somente de humildes? Que idéia pavorosa! A comida ficaria fria enquanto todo mundo ia passando os pratos uns para os outros. (…)”

“- Os marinheiros dizem que os ratos são os primeiros a abandonar um navio condenado. Pobre Ban. Ele era um tolo, mas um tolo bom.”

“- Só estou conversando! A conversa é uma das artes da civilização, Derfel. Não podemos atravessar a vida com uma espada e um escudo, rosnando.”

“- O destino é inexorável.”

“- Não seja absurdo, Derfel!”

“- Como é que vou saber? Vc não me da tempo de ler. Pq não sai daqui e procura ser útil? Emendar um remo ou qualquer coisa que os marinheiros fazem quando não estão se afogando.”

“- Todo mundo fracassa com Artur. Ele espera demais.”

“- Minha vida é cuidar de suas almas e se eu quiser lançar essas almas no sofrimento vcs desejarão que suas mães nunca tivessem dado à luz. Idiotas!”

“- Lugar interessante, a Ilha dos Mortos, não acha? Vou lá quando preciso de companhia estimulante.” (…)

“- A guerra? Foi por isso que vc veio aqui? Implorar a paz! Que idiotas vcs dois são! Gorfyddyd não quer paz. Aquele homem é um bruto. Tem o cérebro de um boi, e mesmo assim um boi não muito esperto.” (…)

“- Derfel, Derfel, vc é tão parecido com Artur! Acha que o mundo é simples, quem bem é bem e mal é mal.” (…)

(…) “- Toda experiência é útil ainda que medonha. Já realizei os rituais muitas vezes, por isso não vou ficar para me divertir, mas vcs estão seguros aqui. Transformo Gorfyddyd numa lesma se ele tocar um fio de suas cabeças tolas.” (…)

“- Eu meto o nariz nos seus negócios? Vou lhe fazer perguntas idiotas sobre lanças e escudos? Vivo incomodando vc com indagações idiotas sobre o modo como vc administra a justiça? Eu me importo com suas colheitas? Resumindo, eu banquei o chato interferindo na sua vida, Derfel?”

(…) – Nem sei pq me incomodo em desperdiçar explicações com vc. É o mesmo que discursar para um boi sobre os pontos mais complexos da retórica! Vc é um homem absurdo. (…)

20 jun, 2007

Livros

MÚSICA DO DIA: BELIEVE – CHER

Livros

Faz tempo em que eu não falo nos livros da minha vida não é mesmo?
Talvez por falta de oportunidade ou saco ou enfim… Isso não vem ao caso.
Pra quem como eu é fã do livro As Brumas de Avalon, eu recomendo esses três que estão relacionados de acordo com as épocas de cada história:

“Os Ancestrais de Avalon” eu já li. Conta como tudo começou, desde o ínicio dos tempos – Queda de Atlântida depois a chegada na Britânia e blá blá blá… No romance eles contam como construíram o Stonehenge e tudo mais…. Místico ao extremo!

“A Casa da Floresta” eu ainda estou lendo, faltam apenas poucas páginas pra terminar. Muito legal tbm. O livro fala de um amor proibido entre um romano e uma bretã. Estou adorando.

E o terceiro que é “A Senhora de Avalon” eu pretendo começar a ler na sexta-feira… E no final do livro, segundo relatos da minha amiga que já leu, aparecem a Viviane e Igraine – personagens de “As Brumas…”

Pra quem gosta deste tipo de história (tipo assim… tipo eu) esses livros são um prato cheio que ainda acompanham a sobremesa.
Eu recomendo!