
Inspirado na fascinante história real de uma jovem que, em plena Segunda Guerra Mundial, ajudou centenas de crianças judias a fugir dos nazistas graças ao seu talento para a falsificação de documentos “Uma história de partir o coração sobre sobrevivência e heroísmo.” – PEOPLE “Uma história poderosa de sobrevivência e resiliência. Não consegui parar de ler.” – HEATHER MORRIS, autora do best-seller “O tatuador de Auschwitz” Eva Traube Abrams é uma bibliotecária que vive na Flórida e está prestes a se aposentar. Um dia, ao arrumar os livros nas estantes, ela se depara com uma fotografia impressa em um jornal. Ela fica atônita – é a imagem de um livro que ela não vê há mais de sessenta anos, um livro que ela imediatamente reconhece como o Livro dos Nomes Perdidos. De acordo com o artigo, o livro agora está em uma biblioteca de Berlim e parece conter algum tipo de código, mas os pesquisadores não sabem de onde ele veio ou o que o código significa. Apenas Eva tem a resposta, mas ela será capaz de reunir as forças necessárias para revisitar as memórias de um doloroso passado?
Sinceramente de perdido aqui, foi só o meu tempo por ter lido esse livro. A premissa tinha tudo pra ser uma baita história, mas ficou mais do mesmo e não chegou a lugar algum. Eu nem vou elaborar muito, mas a história inteira se passa basicamente em Eva falsificando documentos, os personagens da resistência em volta e a mãe dela que é uma completa chata.
Lá pro final, bem pro final, a história dá uma pequena guinada, mas nada emocionante. Já li muitos livros relatados na Segunda Guerra e esse foi o mais decepcionante de todos, ou talvez eu esteja saturada com essa tema, mas a verdade é que pra mim, a história não rendeu, infelizmente. 2/5:







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