
Faz mais de uma década que Jenna Metcalf não consegue parar de pensar em sua mãe, Alice, desaparecida em circunstâncias misteriosas logo após um trágicoacidente. Jenna se recusa a acreditar que a mãe a abandonaria e continua buscando pistas on-line e nas páginas de seus antigos diários. Alice era uma cientista que pesquisava o sofrimento entre os elefantes e, nos diários, escrevia basicamente sobre esses animais que tanto amava, mas Jenna tem esperança de encontrar alguma pista sobre seu paradeiro. Desesperada por respostas, ela convoca dois improváveis aliados: uma médium famosa por encontrar pessoas desaparecidas e o detetive que investigou originalmente o caso de Alice, assim como a estranha morte de uma das colegas dela. Conforme trabalham para tentar descobrir o que realmente aconteceu com Alice, percebem que, ao fazer perguntas difíceis, terão respostas ainda mais duras. E, à medida que as memórias de Jenna se encaixam com os eventos dos diários de sua mãe, a história se encaminha para um hipnotizante desfecho. Emocionante e surpreendente, Tempo de Partir mostra Jodi Picoult no auge de seu talento.
Meu primeiro livro de contato da Jodi Picoult, é um romance que mescla mistério, suspensa, drama familiar, paranormalidade e uma profunda reflexão sobre o amor maternal.
Há dez anos, Alice Metcalf, uma cientista que estudava o comportamento de luto de elefantes, desapareceu sem deixar rastros após um acidente trágico. Sua filha, Jenna, agora uma adolescente determinada, recusa-se a aceitar que a mãe a abandonou. Movida pela esperança, ela mergulha nos diários de Alice — repletos de anotações sobre elefantes e seu trabalho — em busca de pistas.
Para desvendar o mistério, Jenna recruta aliados improváveis: Serenity, uma médium famosa por encontrar desaparecidos, e Virgil, o detetive aposentado que investigou o caso há 10 anos atrás. Juntos, eles descobrem que o desaparecimento de Alice está ligado não apenas a segredos familiares, mas a uma morte suspeita no passado. À medida que avançam, percebem que algumas verdades são mais dolorosas que o silêncio.
Picoult alterna entre as vozes de Jenna (no presente) e os diários de Alice (no passado), criando um quebra-cabeça que só se completa nas páginas finais, Serenity e Virgil. A estrutura reforça temas como memória, perdão e a subjetividade da verdade. O uso do comportamento dos elefantes — como seu luto, memória e laços familiares nos diários de Alice — funcionam como metáfora para a experiência humana. Os diários dela para alguns exige paciência, pois focam no comportamento desses animais tão fantásticos, mas acredite: todo detalhe é relevante para o desfecho.
“Se pensar em uma pessoa que você amou e perdeu, você já está com ela. O resto são apenas detalhes.”
Picoult constrói o suspense que é impossível você largar o livro, dosando aos poucos as revelações que me manteve intrigada em todas as páginas. O final pra mim foi surpreendente e emocionalmente impactante, porque eu realmente não esperava por aquele desfecho, eu juro pra vocês que terminei a história exatamente assim:
Este livro é um convite a refletir sobre perdão, sacrifício e os laços que transcendem o tempo e se você gosta de histórias investigativas com suspense e uma boa dose se paranormalidade, vai gostar deste livro. 5/5:








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